Arquivo por tag: SWIFT

jul 09

Fermi e Swift estudam buraco negro supermassivo através da ampliação de lente gravitacional

Os observatórios espaciais Integral, Fermi e Swift usaram o poder de ampliação de uma lente cósmica para explorar as regiões internas de um buraco negro supermassivo. Os raios-gama são a radiação altamente energética emitida por alguns dos objetos mais extremos do Universo. Por exemplo, jatos de raios-gama se deslocam próximos aos fluxos de plasma que …

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jul 08

ESO: as maiores explosões no Universo são originadas pelos magnetares mais fortes

http://www.eso.org/public/images/eso1527a/

Algumas explosões de raios gama de longa duração têm origem em estrelas magnéticas Observações obtidas nos Observatórios do ESO em La Silla e Monte Paranal no Chile demonstraram pela primeira vez que existe uma ligação entre uma explosão de raios gama de longa duração e uma explosão de supernova de brilho incomum. Os resultados mostram …

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dez 17

Astrônomos do ESO esclarecem o mistério das explosões de raios gama obscuras: a presença da poeira cósmica

As explosões de raios gama (sigla GRB, em inglês, Gamma Ray Burst) estão entre os fenômenos mais energéticos do Universo, Entretanto, algumas destas poderosas explosões parecem curiosamente fracas quando observadas no espectro da luz visível. Os astrônomos do ESO fizeram agora uma pesquisa mais detalhada sobre estes tipo peculiar de GRBs, denominada de ‘explosões de …

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jun 08

Pesquisa do SWIFT revela o gatilho que acende os buracos negros nos núcleos das galáxias ativas: a colisão de galáxias

Dados de uma pesquisa em andamento do observatório SWIFT ajudaram aos astrônomos a resolver um problema existente há décadas: o mistério que está por trás da irradiação de vastas quantidades de energia originadas a partir de uma pequena quantidade de buracos negros. NO PAINEL ACIMA: Fotografias na luz visível dos diversos núcleos de galáxias ativas …

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nov 22

NGC 5408 X-1: novo estudo encontra um irmão mediano da família dos buracos negros

Os buracos negros normalmente aparecem em duas famílias: os buracos negros supermassivos (de milhões até bilhões de vezes a massa do Sol) e os de massa estelar (até dezenas de vezes a massa solar). Agora os astrônomos encontraram sólidas provas que apóiam a existência de uma terceira classe, há muito tempo procurada, o ‘filho do …

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set 17

M31: SWIFT mostra a galáxia de Andrômeda em Ultravioleta

A imagem abaixo, capturada pelo satélite SWIFT da NASA representa a melhor visão em alta resolução já feita da galáxia de Andrômeda (M31) nas freqüências da faixa do espetro em ultravioleta. Este mosaico em UV cobre uma região de aproximadamente 200.000 anos-luz de largura e foi o resultado do trabalho realizado entre 25 de maio …

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jul 07

Explosões de raios gama distantes iluminam e revelam regiões escondidas do Universo

As explosões de raios gama, os GRB ou Gamma-Ray Bursts, consistem nas maiores explosões de radiação do Universo, capazes de produzir tanta luz que os telescópios terrestres conseguem detectá-las facilmente, mesmo quando elas tenham ocorrido a bilhões de anos-luz. As GRBs têm ajudado a revelar áreas de formação estelar anteriormente invisíveis para os astrônomos. Mesmo …

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jun 16

ESA mostra uma gigantesca erupção de uma rara estrela “morta”: um magnetar em ação

Uma enorme erupção chegou até nós depois de viajar milhares de anos através do espaço. Estudando essa explosão, com ajuda dos observatórios espaciais XMM-Newton e INTEGRAL, ambos da Agência Espacial Européia (ESA), os astrônomos estudaram uma estrela morta que pertence a um raro grupo de objetos: os magnetares.

abr 27

SWIFT detecta o objeto mais distante no Universo visível

Conforme informado no Sky and Telescope blog, o telescópio espacial SWIFT capturou o tênue GRB 090423 (gamma-ray burst – explosão de raios gama) na última quinta-feira que quebrou o recorde de distância do objeto mais distante do Universo observável.

mar 24

Esforço conjunto: telescópios Fermi e HESS observam um Blazar

Uma equipe internacional de astrofísicos usando telescópios terrestres e espaciais tem observado surpreendentes alterações na radiação emitida por uma galáxia ativa. O quadro que surge a partir destas primeiras observações simultâneas com telescópios ópticos, de raios-X e de última geração de raios gama é muito mais complexo do que os cientistas esperavam e desafia as atuais teorias de como a radiação das galáxias ativas é gerada.

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