Arquivo por tag: hidrogênio

nov 11

A teia cósmica da Nebulosa da Tarântula por Josep Drudis

A Nebulosa da Tarântula é a maior e mais complexa região de formação estelar em toda a vizinhança da nossa galáxia. Localizada na Grande Nuvem de Magalhães (LMC – Large Magellanic Cloud), uma galáxia satélite da nossa Via Láctea, a aparência que lembra uma aranha é responsável pelo nome popular dessa região: “A Nebulosa da Tarântula“. Contudo, …

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nov 06

Enigma resolvido: as NOVAS são a principal fonte de Lítio no Universo

O lítio, o elemento sólido mais leve existente do Universo (na temperatura ambiente), desempenha um papel muito importante em nossas vidas, tanto no nível biológico como no tecnológico. Tal como a maioria dos elementos químicos, as suas origens se devem aos fenômenos astrofísicos, mas o processo responsável pela sua criação era até o momento desconhecido. …

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out 28

Como está distribuído o Hidrogênio nos céus? Novo mapa ajuda a esclarecer

Onde estão as nuvens de gás da nossa galáxia Via Láctea e para onde elas estão se dirigindo? Para ajudar a responder essas questões, um novo mapa na maior resolução possível de todo o céu rastreando o gás mais abundante do Universo, o hidrogênio, foi completado e recentemente liberado, junto com os dados pertinentes. Na imagem em destaque acima, vemos o …

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out 12

M33: as nuvens de hidrogênio da galáxia do Triângulo por Danilo Pivato e Gimmi Ratto

A majestosa galáxia espiral M33 parece possuir bem mais que deveria da sua quota esperada de gás hidrogênio brilhante. M33 é um importante membro do grupo local de galáxias. Também conhecida como a Galáxia do Triângulo, ela reside a cerca de 3 milhões de anos luz da nossa galáxia e seu diâmetro mede cerca de …

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out 11

A Parede de formação estelar em Cygnus por Sara Wager

Algumas vezes estrelas se formam em ‘paredes’, melhor dizendo, em paredes brilhantes de gás interestelar. Nessa vívida paisagem cósmica, estrelas estão surgindo na estrutura de emissão em formato de um W conhecida como a “Parede do Cisne” (Cygnus Wall).

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jul 15

NGC 2736: a Nebulosa do Lápis por Howard Hedlund e Dave Jurasevich

Movendo-se de cima para baixo no quadro perto do centro desta composição colida acentuadamente detalhada, vemos filamentos finos e brilhantes trançados os quais são na verdade longas ondulações em uma folha cósmica de gás brilhante, vista praticamente de perfil. A onda de choque navega atravé do espaço interestelar em mais de 500.000 quilômetros por hora. …

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jun 14

As nebulosas do Pelicano e da América do Norte por Ezequiel Etcheverry

Aqui vemos ‘formatos familiares’ em localizações ‘não familiares’. Na esquerda se vê a nebulosa de emissão catalogada como NGC 7000, particularmente famosa, pois lembra o mapa do continente da América do Norte. A região de emissão à direita da Nebulosa América do Norte é IC 5070, também conhecida por suas sugestivas formas como a Nebulosa do Pelicano.

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jun 10

NGC 6888: a Nebulosa Crescente por Michael Miller e Jimmy Walker

A Nebulosa Crescente (NGC 6888) é uma bolha cósmica de 25 anos luz de diâmetro, insuflada por ventos emanados pela sua massiva e energética estrela central. Este preciso retrato telescópico usa dados em banda estreita que isola a luz irradiada pelos átomos de hidrogênio e oxigênio presentes na nebulosa soprada pelo vento estelar. Os átomos de …

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abr 14

Órion em Vermelho e Azul por David Lindemann

Como é que Órion se tornou tão deslumbrante? Essa colorida renderização de uma parte da constelação de Órion é oriunda da luz avermelhada emitida pelo hidrogênio e enxofre (SII) e a emissão azul esverdeada vem do oxigênio (OIII). Os tons coloridos na imagem em destaque foram digitalmente associados para se tornar indicativos da presença das origens dos elementos, mas também para causar …

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out 28

Arno Rottal revela a Nebulosa Roseta através dos filtros de Hidrogênio e Oxigênio

http://apod.nasa.gov/apod/image/1502/ngc2244_rottal_1280.jpg

A Nebulosa Roseta (Caldwell 49) não é a única nuvem cósmica de gás e poeira que evoca imagens de flores, no entanto, é a mais famosa de todas. Caldwell 49 reside nas bordas de uma gigantesca nuvem molecular em Monoceros (Unicórnio), a cerca de 5.000 anos luz da Terra.

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