Arquivo por mês: dezembro de 2015

dez 15

Elizabeth Ryan captura as auroras sobre a legendária Reynisdrangar na Islândia

Várias lendas antigas colidem nessa dramática visão de terra, mar e céu. A terra em questão é a Islândia, especificamente Vík í Mýrdal, uma vila no sul conhecida por suas belíssimas praias de areias escuras. O mar é o Oceano Atlântico, envolvendo Reynisdrangar, falésias de pedra basáltica erodida, pilares de rocha que o folclore da Islândia nos conta que representam …

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dez 14

Chuva de meteoros Geminídeos sobre o Monte Paranal por Stéphane Guisard

A partir de um ponto radiante na constelação de Gêmeos, a anual chuva de meteoros Geminídeos caiu no planeta Terra. Na noite de 13/14 de dezembro de 2015 os Geminídeos atingiram seu pico espetacular. A composição em destaque de imagens, entretanto, capturada Stéphane Guisard (Los Cielos de America), mostra a chuva de meteoros durante seu pico, observada em 2012.

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dez 14

NGC 3699: uma nebulosa planetária dividida

Esta nuvem de gás, observada pelo instrumento ESO Faint Object Spectrograph and Camera (EFOSC2) instalado no Observatório de La Silla do ESO, pode ser encontrada bem aninhada na constelação do Centauro no céu do hemisfério sul.

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dez 12

Cometa Catalina se encontra com Vênus e a Lua

A Lua crescente e um brilhante Vênus se encontraram em 7 de dezembro de 2015, formando uma bela conjunção dos mais brilhantes objetos celestiais nos céus, depois do Sol. Difícil de se ver, mas também presente nessa cena estava o Cometa Catalina (C/2013 US10). O come exibe claramente suas duas caudas, nessa noite de Lua crescente e um Vênus …

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dez 11

NGC 5291: Colisões cósmicas revisitadas pelo VLT do ESO

http://www.eso.org/public/images/eso1547d/

O Very Large Telescope do ESO, instalado no Observatório do Paranal, obteve novas imagens que revelam a espetacular consequência de uma colisão cósmica com 360 milhões de anos. Entre os restos da colisão encontra-se uma jovem galáxia anã rara e misteriosa. Esta galáxia dá aos astrônomos uma excelente oportunidade de aprender mais sobre galáxias semelhantes …

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dez 11

NASA explica os pontos brilhantes em Ceres retratados pela sonda DAWN

O planeta anão Ceres é o maior objeto pertencente ao Cinturão Principal de Asteroides. Ceres mede cerca de 950 quilômetros de diâmetro. Tendo explorado Ceres a partir de vários níveis orbitais desde março de 2015, a espaçonave robótica DAWN tem nos revelado detalhes sobre mais de cerca de 130 pontos muito brilhantes na superfície do planeta anão. …

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dez 10

Phillip A Cruden captura a ocultação de Vênus pela Lua de manhã

O planeta Vênus ultimamente tem aparecido como a popularmente chamada “estrela da manhã” de forma mais brilhante alinhado com outros planetas sobre o horizonte antes do Sol nascente. Em geral se viu esse farol celestial prateado se levantando de madrugada emparelhado com a Lua crescente na segunda-feira, 07 de dezembro de 2015. No entanto, em diversos locais da América do …

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dez 09

Arp 87: Hubble mostra galáxias em fusão em imagem processada por Douglas Gardner

Essa é a dança da morte entre duas galáxias Ao longo do tempo estas duas galáxias duelam entre si, formando uma ponte cósmica de estrelas, gases e poeira cósmica que se espalha por 75.000 anos luz, unindo-as. Essa ponte propriamente dita é uma evidência forte de que esses dois imensos Sistemas estelares têm passado perto entre si e …

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dez 07

Cygnus: a Nebulosa Crescente e a Nebulosa Bolha de Sabão capturadas por Ivan Eder

Nuvens de gás e poeira vagueiam através de ricos campos estelares ao longo do plano da nossa galáxia Via Láctea, na direção da constelação do Cisne (Cygnus). Capturadas dentro do mesmo campo de visão telescópico aqui se apresentam a Nebulosa da Bolha de Sabão (Soap Bubble) na parte inferior à esquerda e a NGC 6888 –  Nebulosa Crescente (Crescent …

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dez 06

Física: como construir moléculas de Casimir?

Certas nanopartículas tendem a formar aglomerados moleculares estáveis porque as forças de Casimir entre elas as repelem nas curtas distâncias, mas as atraem em grandes extensões. O Efeito Casimir é uma fonte constante de fascinação para os físicos. O efeito existe devido à natureza quântica do vazio que está repleto de ondas eletromagnéticas que aparecem …

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