Posts Tagged Very Large Telescope
ESO: Finalmente encontraram as galáxias escuras no Universo primordial
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias on 12/07/2012

Esta imagem mostra os detalhes de 12 imagens de galáxias escuras. Estes objetos são essencialmente desprovidos de estrelas e por isso são normalmente invisíveis aos telescópios. No entanto, o seu gás está sendo iluminado pela intensa radiação que vem de um quasar próximo, tornando-os assim visíveis ao VLT. Créditos: ESO, Digitized Sky Survey 2 and S. Cantalupo (UCSC)
Finalmente os astrônomos localizaram evidências da existência das galáxias escuras, uma fase inicial da formação de galáxias prevista teoricamente mas que até agora nunca tinha sido observada. Estes objetos cósmicos são na sua essência aglomerações ricas em gás porém sem estrelas. Utilizando o VLT (Very Large Telescope) do ESO, uma equipe multinacional de cientistas detectou estes objetos evasivos observando-os brilhando ao serem iluminados por um quasar próximo.
Olhando sinais da existência de vida no Universo a partir da Lua
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exobiologia, Exoplanetas, Lua on 03/03/2012

Lua crescente em conjunção com Mercúrio e Vênus no Monte Paranal. Observe a luz da Terra refletida na superfície obscura da Lua, não iluminada diretamente pelo Sol. Crédito: ESO/B. Tafreshi/TWAN (twanight.org)
Ao olhar a luz da Lua com o VLT (Very Large Telescope) do ESO no Chile, os astrônomos acharam sinais de evidências da existência de vida no Universo: a da própria Terra. Encontrar vida, olhando de fora, em nosso planeta pode até parecer algo trivial, mas esta técnica inédita utilizada pelo time de cientistas do ESO poderá servir como meio de descobrir a presença vida em outros locais no Universo.
Michael Sterzik (ESO), autor líder da pesquisa, explicou [1]:
Usamos o método chamado “medição da luz cinérea” para observar a Terra como se esta fosse um exoplaneta. O Sol ilumina a Terra e essa radiação é refletida para a superfície da Lua. A superfície lunar atua como um espelho gigante e reflete a radiação terrestre de volta a nós, na Terra. É essa radiação que analisamos através do Very Large Telescope do ESO.
Nebulosa da Águia: a conjugação de imagens de vários observatórios fornece uma nova visão de um ícone cósmico
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas, Telescópios on 22/01/2012
A Nebulosa da Águia (M16) foi retratada agora de forma inédita em um esforço conjunto de vários observatórios espaciais e terrestres

A impressionante imagem inédita captada pelo XMM-Newton e pelo Herschel. Créditos: infravermelho extremo: ESA/Herschel/PACS/SPIRE/Hill, Motte, HOBYS Key Programme Consortium; raios-X: ESA/XMM-Newton/EPIC/XMM-Newton-SOC/Boulanger
Em 1995, a imagem da Nebulosa da Águia, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, tornou-se uma das mais icónicas imagens do século vinte, tendo sido “batizada” de: «Os Pilares da Criação». Agora, dois observatórios da ESA (Agência Espacial Européia) trouxeram novas informações sobre este enigmático berçário de estelar.
A Nebulosa da Águia reside a 6.500 anos-luz de distância, na direção da constelação da Serpente. A nebulosa contém o jovem aglomerado estelar NGC 6611, também visível através de modestos telescópios de menor porte. Este aglomerado ilumina a poeira e o gás em volta, resultando em uma enorme cavidade, alicerçada em pilares, cada um com vários anos luz de comprimento.
NGC 1232 – grande galáxia espiral revelada pelo VLT
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura on 07/01/2012
As galáxias são fascinantes não apenas pelo que é visível mas também pelo que é invisível. A galáxia grande espiral NGC 1232, capturada em detalhes pelo telescópio de 8,2 metros Antu do complexo Very Large Telescope, é um bom exemplo. Aqui o visível é dominado por milhões de estrelas brilhantes e poeira escura, agrupadas nos braços espirais que giram em torno do centro galáctico.
VLT do ESO captura imagens precisas da nebulosa de Ômega
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 04/01/2012

Esta imagem da M17 (Nebulosa de Ômega) é uma das mais nítidas já obtidas a partir de um telescópio terrestre. Crédito: ESO
A nebulosa de Ômega capturada pelo Very Large Telescope do ESO (VLT) é uma das imagens mais aguçadas deste objeto, obtida a partir de um telescópio terrestre. A intrigante foto mostra as regiões centrais rosadas e esfumaçadas deste belo berçário estelar e revela com uma riqueza ímpar esta paisagem astronômica composta por nuvens de gás, poeira e estrelas jovens.
ESO: depois de um longo jejum cósmico o buraco negro supermassivo no centro de nossa galáxia vai se alimentar
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Via Láctea on 26/12/2011

Esta ilustração mostra o resultado de uma simulação de como a nuvem de gás se comportará ao circundar o buraco negro supermassivo, sendo despedaçada nos próximos anos. O remanescente da nuvem aparece nas cores vermelho e amarelo e a órbita da nuvem na linha vermelha. As estrelas que orbitam o buraco negro são mostradas ao longo de suas órbitas nas linhas azuis. Esta visão mostra a situação esperada no ano 2021. Crédito: ESO/MPE/Marc Schartmann
Observando através do complexo de telescópios do Very Large Telescope, em Cerro Paranal, Chile, os astrônomos do ESO investigam uma nuvem de gás interestelar, com várias vezes a massa da Terra, em processo de aproximação do buraco negro supermassivo que habita o núcleo da nossa galáxia, a Via Láctea. Trata-se, de fato, da primeira vez que uma nuvem “condenada” foi efetivamente vista neste cenário.
ESO: VLT captura por interferometria foto nítida da estrela vampira canibalizando sua companheira
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Telescópios on 08/12/2011

Sistema binário SS Leporis flagrado por interferometria mostra a interação entre as duas estrelas que trocam massa entre si. Crédito: ESO/PIONIER/IPAG
Astrônomos do ESO registraram as melhores imagens já obtidas de uma estrela que perdeu a maior parte da sua massa para uma companheira vampira. Ao combinar as imagens capturadas pelos quatro telescópios VLT do Observatório em Monte Paranal, Chile, os astrônomos obtiveram fotos com resolução equivalente a de um telescópio virtual com 130 metros de diâmetro. Este processo permite observar com uma nitidez 50 vezes superior ao Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA. Surpreendentemente, os resultados apurados mostram que a transferência de matéria de uma estrela para a outra neste sistema binário se dá de forma mais suave do que os cientistas pensavam.
Mega estruturas de hidrogênio Lyman-Alfa contém os segredos do Universo primordial
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Galáxias on 27/08/2011

Esta imagem apresenta um dos maiores objetos singulares do Universo, a bolha de Lyman Alfa LAB-1 (em verde). Crédito: ESO/M. Hayes
Estudos realizados com o suporte do “Very Large Telescope” (VLT) do Observatório Europeu do Sul (ESO) permitiram descobrir a fonte de energia de uma enorme nuvem de gás brilhante do Universo primordial, que os astrônomos chamam de “bolha Lyman-alfa” (Lyα). As novas medidas mostram de forma inédita que esta gigantesca “bolha Lyman-alfa”, um dos maiores objetos singulares conhecidos no Universo, obtém a sua energia a partir das galáxias residentes no seu interior.
ESO: Os Olhos cósmicos no aglomerado de Virgem revelam uma turbulenta colisão entre três galáxias
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Telescópios on 24/08/2011

"Os Olhos" do aglomerado de Virgem foram capturados pelo dispositivo FORS2 do Very Large Telescope do ESO.
O “Very Large Telescope” (VLT) do Observatório Europeu do Sul (ESO) capturou uma extraordinária imagem da dupla de galáxias belas e incomuns, conhecidas como “Os Olhos”. A maior delas, a NGC 4438, já foi no passado distante uma galáxia espiral, no entanto, seu formato hoje é irregular. NGC 4438 sofreu deformações severas, provocadas por colisões com outras galáxias nas últimas centenas de milhões de anos.
O programa Jóias Cósmicas do ESO liberou esta primeira imagem de uma série de iniciativas pelas quais o ESO alocou tempo de seu complexo de telescópios para divulgação científica.
ESO bate recorde e localiza o quasar mais distante conhecido
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Cosmologia on 29/06/2011
Grupo multinacional de astrônomos do ESO (Observatório Meridional Europeu) localizou e estudou o quasar mais distante conhecido utilizando o conjunto de supertelescópios “Very Large Telescope” situados no Monte Paranal, deserto de Atacama, Chile. Este ultraluminoso farol cósmico, cujo motor central é movido por um buraco negro supermassivo com uma massa equivalente dois bilhões de vezes a do nosso Sol, passa a ser considerado sem dúvida como o objeto mais brilhante do Universo primitivo.



Comentários