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Física: Teoria da Relatividade Geral foi confirmada para as grandes escalas cósmicas

A imagem acima mostra um mapa parcial da distribuição das galáxias na pesquisa cósmica SDSS (Sloan Digital Sky Survey), atingindo uma distância de até 7 bilhões de anos luz. A quantidade de aglomerados de galáxias que observamos hoje é uma assinatura de como a gravidade atuou ao longo do tempo cósmico e permite a testar se a relatividade geral atua sobre estas escalas. Crédito: M. Blanton, Sloan Digital Sky Survey

A imagem acima mostra um mapa parcial da distribuição das galáxias na pesquisa cósmica SDSS (Sloan Digital Sky Survey), atingindo uma distância de até 7 bilhões de anos luz. A quantidade de aglomerados de galáxias que observamos hoje é uma assinatura de como a gravidade atuou ao longo do tempo cósmico e permite a testar se a relatividade geral atua sobre estas escalas. Crédito: M. Blanton, Sloan Digital Sky Survey

Uma equipe de astrofísicos dos EUA e da Suíça descobriu que a teoria da relatividade geral de Einstein funciona consistentemente nas escalas tão grandes como aquelas que separam as galáxias, em estudo publicado na  revista Nature. Para realizar o estudo, os pesquisadores se basearam em uma amostra de 70.000 galáxias, tendo definido um novo parâmetro de quantificação.

Um grupo de cientistas do Observatório da Universidade de Princeton (E.U.A.) e do Instituto de Física Teórica da Universidade de Zurique (Suíça) testou a teoria da relatividade geral de Einstein e concluiu que a teoria efetivamente funciona em grandes escalas, entre 2 e 50 megaparsecs ≈ 6,5 a 150 milhões de anos-luz (1 parsec = 3,2616 anos luz) em um desvio para o vermelho de z~0,32.

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Galáxias furtivas vizinhas espreitam a Via Láctea e escapam da detecção

A nossa galáxia, a Via Láctea, brilha gloriosamente no céu noturno. No entanto, galáxias obscuras vizinhas podem ser tênues demais para serem vistas. Aqui vemos o Panorama de todo o céu criado por Axel Mellinger a partir de 3.000 imagens

A nossa galáxia, a Via Láctea, brilha gloriosamente no céu noturno. No entanto, galáxias obscuras vizinhas podem ser tênues demais para serem vistas. Aqui vemos um fantástico panorama de todo o céu criado por Axel Mellinger a partir de 3.000 imagens que ele gerou ao longo de 22 meses. Crédito ©Axel Mellinger.

Embora nossos poderosos telescópios sejam capazes de detectar galáxias distantes nos confins de Universo, cuja luz pode levar até 13 bilhões de anos para chegar até nós, eles às vezes se mostram ineficientes ao tentar ver o que acontece em nossa vizinhança. Novos cálculos estimam que centenas de galáxias anãs vizinhas bem próximas podem estar escapando da detecção devida a sua tênue luminosidade intrínseca.

Em 2008, em entrevista no Instituto de Astrofísica de Canárias, Steven R. Majewski falou da influência das galáxias satélites anãs na formação da Via-Láctea e salientou a provável existência de galáxias escuras, ou seja, galáxias constituídas essencialmente de matéria escura.

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Descobertos dois corpos com o tamanho da Terra e com atmosferas de oxigênio!

O objeto SDSS 1102+2054 é uma anã-branca com forte presença de oxigênio.

O objeto SDSS 1102+2054 é uma anã-branca com forte presença de oxigênio.

Astrofísicos encontraram dois corpos do tamanho da Terra com atmosferas ricas em oxigênio – o único problema é que eles são estrelas, não são planetas.

Astrofísicos da Universidade de Warwick e da Universidade de Kiel descobriram dois corpos do tamanho da Terra com atmosferas ricas em oxigênio – porém há uma desvantagem para quem procura um potencial lar para a vida alienígena ou mesmo uma futura casa para nós porque na realidade não são planetas, mas duas estrelas anãs brancas incomuns.

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SDSS: o projeto Zôo Galáctico nos convida a ajudar na pesquisa das galáxias. Como participar?

Este mosaico mostra fusões de diversas galáxias da pesquisa SDSS, catalogadas pelo projeto Galaxy Zoo. Crédito© das imagens: SDSS, Galaxy Zoo; Mosaico criado por Richard Nowell & Hannah Hutchins

Este mosaico mostra fusões de diversas galáxias da pesquisa SDSS, catalogadas pelo projeto Galaxy Zoo. Crédito© das imagens: SDSS, Galaxy Zoo; Mosaico criado por Richard Nowell & Hannah Hutchins

Você também pode participar do projeto ‘Galaxy Zoo’ (Zôo Galáctico)!

O projeto ‘Galaxy Zoo’ está habilitando os cidadãos candidatos a cientista (pessoas interessadas e questionadoras como você, armadas tão somente com um acesso a Internet) a navegar pelo Universo.

Depois de passar por uma breve sessão de treinamento, os cidadãos cientistas voluntários são convidados a utilizar o poder superior do processador de imagem existente em nossos cérebros para classificar e medir propriedades das galáxias catalogadas pela pesquisa SDSS (Sloan Digital Sky Survey).

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BOSS: nova pesquisa cósmica vai nos revelar a assinatura da Energia Escura e os segredos da estrutura do Universo

Paul Gilster em Centauri Dreams, comenta aqui sobre a inovadora pesquisa SDSS III, o projeto BOSS e as implicações que virão para a cosmologia e o desenvolvimento de novos mecanismos da física de propulsão:

IMAGEM: Um dos primeiros espectros capturados pela pesquisa Baryon Oscillation Spectroscopic Survey (BOSS). O painel superior mostra o quasar azul analisado, realçado na imagem do céu, que indica a presença de um buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia ativa distante. Na parte inferior está desenhado o espectro do objeto medido pela BOSS que permite aos astrônomos medir o grau do “desvio para o vermelho”, ou seja, a distância do quasar até nós. A pesquisa BOSS almeja coletar milhões de espectros como esse e usar seus resultados para calcular as distâncias e mapear a geometria do Universo. Crédito: D. Hogg, V. Bhardwaj, e N. Ross.

Um dos primeiros espectros capturados pela pesquisa Baryon Oscillation Spectroscopic Survey (BOSS). O painel superior mostra o quasar azul analisado, realçado na imagem do céu, que indica a presença de um buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia ativa distante. Na parte inferior está desenhado o espectro do objeto medido pela BOSS que permite aos astrônomos medir o grau do “desvio para o vermelho”, ou seja, a distância do quasar até nós. A pesquisa BOSS almeja coletar milhões de espectros como esse e usar seus resultados para calcular as distâncias e mapear a geometria do Universo. Crédito: D. Hogg, V. Bhardwaj, e N. Ross.

Pode ser até estranho pensar que poderia haver uma conexão entre a estrutura universal de larga escala e o que poderemos desenvolver em termos de propulsão para viagens ao espaço profundo em velocidades relativísticas. Mas, entender como se comportam as propriedades de grandes escalas do cosmos pode nos oferecer pistas valiosas sobre o que será possível construir e o que estará fora do nosso alcance. Se entendermos como a gravidade funciona nas macro-escalas cósmicas então as características sobre a “energia escura” podem ser interessantes. Assim, deparamos com esta entidade misteriosa denominada “energia escura” que atua fazendo o Universo não só se expandir como também acelerando sua expansão e se opõe de alguma forma a força da gravidade, a qual, em tese, deveria estar desacelerando o processo de expansão universal.

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A pesquisa galáctica 6dFGS monta um novo mapa cósmico e revela estruturas e vazios colossais

A maior pesquisa galáctica já realizada até hoje, denominada 6dFGS (Six Degree Field Galaxy Survey), observou concentrações gigantes de matéria e enormes vazios cósmicos. Um desses vazios é tão grande que há uma indefinição sobre as suas origens.

Galeria de fotos do Projeto 6DFGS

Galeria de fotos do Projeto 6dFGS

O projeto 6dFGS mapeou o equivalente a 41% de todo o céu,  mais de 80% do céu visível a partir do hemisfério sul, medindo as posições e distâncias de 110.000 galáxias distantes até 2 bilhões de anos-luz da Terra (equivalente ao desvio para o vermelho z=0,15), que irá revelar não apenas a localização das galáxias mas também para onde elas estão se deslocando, quais são suas velocidades relativas e o que está causando seu movimento.

Mapa da pesquisa SDSS

SDSS

Nenhuma pesquisa anterior tinha coberto tamanha fatia do céu. A famosa pesquisa SDSS (Sloan Digital Sky Survey – veja uma imagem do mapa gerado pela SDSS clicando no ícone à esquerda), baseada no céu do hemisfério norte, realizou uma varredura cósmica notável mas restringiu-se a uma região com apenas 23% do céu.

O encerramento do censo cósmico 6dFGS foi anunciado em 3 de abril pelo time liderado pelo Dr. Heath Jones do Anglo-Australian Observatory em Epping, Austrália.

O projeto 6dFGS usou o telescópio de 1,2 metros UK Schmidt na Austrália, que é operado pelo Siding Spring Observatory em New South Wales, Austrália, e a varredura se restringiu aos céus visíveis no hemisfério sul .

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O brilho das anãs brancas e a matéria escura: os áxions foram encontrados?

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O brilho das anãs-brancas poderá dar as pistas para a existência de exóticas partículas da matéria escura: os áxions.

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