Posts Tagged raios-X
Poderá o buraco negro do centro da Via Láctea tornar-se super ativo? Quantas vezes os buracos negros gigantes se tornam hiperativos?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Cosmologia, Galáxias on 24/12/2010

Painel com imagens compostas das galáxias do aglomerado Abell 644 (à esquerda) e da galáxia SDSS J1021+131 estudados pela pesquisa ChaMP do observatório espacial de raios-X Chandra. Créditos: raios-X - NASA/CXC/Northwestern Univ/D.Haggard et al.; ótico - SDSS.
Um novo estudo dos cientistas do Observatório de Raios-X CHANDRA da NASA busca calcular a freqüência pela qual os maiores buracos negros galácticos conhecidos têm sido ativos nos últimos bilhões de anos. Esta descoberta esclarece a forma pela qual os buracos negros podem crescer e pode trazer implicações para a maneira pela qual o buraco negro gigante no centro da nossa galáxia, a Via Láctea, poderá se comportar no futuro.
Os Blazares e os jatos relativísticos
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros on 23/10/2010

Imagem do jato relativistico da galáxia ativa M87 capturada pelo telescópio espacial Hubble. A galáxia ativa elíptica gigante M87 emite um jato de 5.000 anos-luz de comprimento que pode ser observado nos comprimentos de onda da luz visível. A galáxia M87 não é considerada tecnicamente um blazar, porque o seu jato não está direcionado para a Terra. Crédito: ESA/Hubble.
Jatos polares são freqüentemente encontrados em torno de objetos cósmicos com discos de acresção em rotação. Nós observamos a presença dos jatos tanto em estrelas recém nascidas como nos mortos pulsares (estrelas de nêutrons). Contudo, os jatos polares mais poderosos são os originados pelos discos de acresção ao redor dos buracos negros, sejam eles os de massa estelar (os microquasares) ou os supermassivos encontrados nos núcleos galácticos. No último caso, os jatos emergem das galáxias ativas, tais como os quasares. Quando os jatos das galáxias ativas estão orientados na direção da Terra, estas são chamadas de blazares.
Cientistas da colaboração FERMI-LAT descobrem as inéditas explosões chamadas de NOVAS de raios-gama
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço on 12/08/2010

O observatório de raios-gama Fermi não observou nenhum sinal da nova nos 19 dias anteriores a 10 de Março (imagem à esquerda), mas a erupção nos 19 dias seguintes é óbvia (imagem à direita). O Fermi revelou uma fonte de raios-gama, com uma energia de 100 milhões de elétrons-volt (100 MeV); as cores mais brilhantes estão associadas as energias de maior intensidade. Crédito: NASA/DOE/Colaboração Fermi LAT
Astrônomos usando o observatório espacial de raios-gama FERMI detectaram um novo e inesperado tipo poderoso de explosão estelar nos céus. Este fenômeno ganhou o nome de “nova de raios-gama”. Os raios-gama são a mais energética forma de luz irradiada no Universo. Leia o resto desse post »
Chandra e Spitzer revelam o jovem aglomerado Westerlund 2 no coração do berçário estelar RCW 49
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 12/07/2010

No centro da imagem temos o aglomerado Westerlund 2, dentro do berçário estelar RCW49. Créditos – raios-X: Y.Nazé, G.Rauw, J.Manfroid (Université de Liège), CXC, NASA / Infravermelho: E.Churchwell (Universidade de Wisconsin), JPL, Caltech, NASA
A imagem acima é uma composição de paisagens capturadas em radiação fora do espectro da luz visível. Aqui vemos o berçário estelar RCW 49, repleto de poeira cósmica que cerca o aglomerado estelar jovem Westerlund 2.
A visão em infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer aparece em preto e branco complementando os dados da imagem em raios-X (em cores falsas) capturada pelo observatório espacial Chandra, que destaca as energéticas e quentes estrelas da zona central do aglomerado estelar.
ESO e NASA revelam o mais poderoso microquasar já observado
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros on 08/07/2010

Micro-quasar: buraco negro estelar que pertence a um sistema binário ilustrado nesta concepção artística. Repare nos jatos colimados ejetados a partir dos pólos do Buraco Negro em rotação. Créditos: ESO/L. Calçada/M.Kornmesser
Astrônomos combinaram observações a partir do VLT (Very Large Telescope) do ESO e do observatório espacial de raios-X Chandra da NASA e descobriram o mais poderoso par de jatos de matéria já vistos em um buraco negro de dimensão estelar. Este microquasar ejeta um par de potentes feixes de partículas que insuflam uma enorme bolha cósmica, com 1.000 anos-luz de extensão. Este jato é duas vezes maior e dezenas de vezes mais poderoso que outros já observados em micro-quasares.
“Ficamos surpresos com a enorme quantidade de energia insuflada no gás pelo buraco negro,” disse o líder da equipe Manfred Pakull. “Embora este buraco negro tenha apenas algumas massas solares, trata-se de uma verdadeira versão em miniatura dos mais poderosos quasares e rádio-galáxias, os quais contêm buracos negros com massas de alguns milhões de vezes a massa do Sol.”
N49: a supernova ejetou uma bolha cósmica que viaja a 2.200 km/s
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Nebulosas, Pulsar, Supernovas on 04/07/2010
O que é esta bolha (rotulada como bullet) estranha azul que aparece isolada à direita? Não temos certeza, mas trata-se provavelmente de uma bolha de escombros remanescente de uma poderosa supernova que se comportou de maneira assimétrica, gerando esta bolha e um furioso magnetar (veja point source) chamado SGR 0526-66 (SGR quer dizer Soft Gamma ray Repeater, um objeto que periodicamente explode emitindo flashes de raios-gama).
Pesquisa do SWIFT revela o gatilho que acende os buracos negros nos núcleos das galáxias ativas: a colisão de galáxias
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Galáxias on 08/06/2010
Dados de uma pesquisa em andamento do observatório SWIFT ajudaram aos astrônomos a resolver um problema existente há décadas: o mistério que está por trás da irradiação de vastas quantidades de energia originadas a partir de uma pequena quantidade de buracos negros.
NO PAINEL ACIMA: Fotografias na luz visível dos diversos núcleos de galáxias ativas (destacados nos círculos), detectados pela pesquisa SWIFT de raios-X de alta energia, mostram claramente a presença de galáxias em colisão. Estas imagens, capturadas pelo telescópio de 2,1 metros no Kitt Peak National Observatory no Arizona, mostram os formatos de galáxias entrelaçadas ou distorcidas pela atração gravitacional dos vizinhos próximos. Embora estes AGNs aqui mostrados já fossem conhecidos antes da pesquisa do SWIFT, dúzias de outros foram encontrados pelo SWIFT em galáxias mais distantes. Créditos: NASA/Swift/NOAO/Michael Koss e Richard Mushotzky (Universidade de Maryland).
Os cientistas estimam que cerca de 1% dos buracos negros supermassivos apresentam este tipo de comportamento. As novas descobertas confirmam que os buracos negros “se acendem” quando suas galáxias colidem. Os dados da pesquisa oferecem um vislumbre de como poderá ser o comportamento do buraco negro central de nossa galáxia, a Via Láctea, no futuro distante.
Nikolaus Sulzenauer nos mostra um panorama da Galáxia da Baleia
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Galáxias on 17/05/2010

Panorama da galáxia da Baleia capturada pelo Hubble e processada por Nikolaus Sulzenauer. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução.
A galáxia da baleia NGC 4631 é uma belíssima galáxia espiral que pode ser vista lateralmente a apenas 30 milhões de anos luz da distância.
Devido ao seu formato ligeiramente distorcido e sua aparência peculiar ganhou o apelido de galáxia da Baleia. As nuvens de poeira interestelares escuras e os jovens e brilhantes aglomerados de estrelas azuis embeleza esta imagem colorida panorâmica.
Os quasares passam metade de suas vidas escondidos pela poeira cósmica
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Galáxias on 28/03/2010

Estágios do ciclo de vida de um quasar: 1-Fusão de Galáxias; 2-Quasar coberto de poeira; 3-Quasar livre de poeira. Crédito: E. Treister e Karen Teramura (IfA, Universidade do Havaí)
O que acontece com os buracos negros supermassivos encontrados nos centros de galáxias distantes quando sofrem eventuais surtos gigantescos de crescimento, como resultado de colisões galácticas?
Agora, um novo estudo realizado por astrônomos da Universidade de Yale e da Universidade do Havaí, publicado na edição de 25 de março de 2010 na Science Express, dá a resposta.




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