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2012: Don Yeomans, cientista da NASA e coordenador do programa NEO, explica o que não vai acontecer em 2012
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, 2012, Pensamento Crítico on 12 de novembro de 2009
Don Yeomans, cientista e pesquisador sênior da NASA, responsável pelo programa de busca de asteróides potencialmente perigosos (NEO) publicou um artigo falando a respeito das verdades científicas sobre os alegados eventos de 2012.

Don Yeomans é cientista sênior na NASA e coordenador responsável pelo programa NEO de busca por asteróides perigosos.
Aparentemente há uma grande dose de interesse das pessoas em objetos celestiais, suas localizações e trajetórias ao final do ano de 2012 Eu pessoalmente adoro um bom livro ou um filme, tanto como você. Mas é importante ressaltar que o que estamos vendo no ciberespaço, na TV e nos cinemas sobre 2012 não é baseado em ciência. Existe até um falso website com ‘notícias da NASA’ na rede…
Veja abaixo o vídeo da sua entrevista sobre 2012:
Assim, tendo em vista estes fatos, apresentaremos aqui a realidade científica sobre os eventos celestiais previstos para o ano de 2012.
2012: Não haverá tempestade solar assassina
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, 2012, Sol, Terra on 11 de fevereiro de 2009
Tendo em vista os diversos alertas e notícias falsas sobre tragédias a ocorrer no ano de 2012 alegando o suposto ‘fim do calendário Maia‘, estamos postando uma série de artigos para desmistificar esses cenários apocalípticos impossíveis. Esse é o sexto artigo que fala sobre a terrível tempestade Solar assassina prevista pelos profetas do apocalipse a acontecer em 2012.
2012: No Killer Solar Flare (2012: Não Haverá Tempestade Solar Assassina)
Tradução do artigo escrito por Ian O’Neill na Universe Today em 21 de junho de 2008
Nós poderemos assistir a um descomunal espetáculo de fogos de artifício em 2012. O Sol se aproximará do seu pico no ciclo solar de 11 anos, conhecido como “máximo solar“, então devemos esperar uma grande atividade solar. Algumas previsões colocam o máximo do Ciclo Solar 24 como até mais energético que os últimos máximos solares de 2002 e 2003 (lembra-se das explosões de classe X quebrando recordes em 2003?). Os físicos solares estão entusiasmados com este novo ciclo e novos métodos de previsão têm sido colocados em uso. Deveríamos preocupar-nos?
Diferentemente dos muitos cenários do apocalipse que apresentamos aqui sobre o final do mundo baseado nas profecias Maias para o ano 2012, este cenário na realidade tem alguma base científica. Além disso, pode eventualmente até existir alguma correlação entre o ciclo solar de 11 anos e os ciclos temporais vistos no calendário Maia. Será que esta antiga civilização conseguiu compreender que os pólos magnéticos do Sol sofrem inversão de polaridade a cada década? Além disso, alguns textos religiosos dizem que o dia do ‘Fim do Mundo‘ implicará em uma grande quantidade de fogo e enxofre. Pelo que parece, a expectativa é que vamos mesmo morrer assados vivos por nossa própria estrela em 21 de dezembro de 2012!
Antes de passarmos direto para as conclusões sobre esse tema, daremos um passo atrás e vamos meditar sobre tudo isto. Assim como as demais formas nas quais o mundo terminará em 2012, a possibilidade de que o Sol expulse uma descomunal tempestade solar daninha até a Terra tem sido bastante atraente para os profetas do apocalipse. Todavia, olhando para o que realmente ocorre durante um evento de explosões solares dirigidas até nosso planeta, nós constatamos que na verdade a Terra tem estado muito bem protegida da fúria solar. Todavia, alguns satélites artificiais não estarão a salvo…
A Terra tem evoluído ao longo das eras rodeada por um ambiente altamente radioativo. O Sol lança constantemente partículas de alta energia, a partir da sua superfície dominada pelo magnetismo, através do vento solar. Durante o máximo solar (quando o Sol está em sua etapa mais ativa no ciclo solar de 11 anos), a Terra pode ter o infortúnio de estar na mira de uma explosão com a energia equivalente a 100 bilhões de vezes a bomba de Hiroshima na II Guerra Mundial. Esta explosão é conhecida como tempestade solar e seus efeitos podem causar alguns problemas aqui na Terra.
Antes de revermos aqui os efeitos colaterais na Terra, vamos analisar o comportamento do Sol e compreender as razões dele se enfurecer tanto cada 11 anos, nos períodos de “máximo solar“.
2012: Não haverá inversão dos pólos magnéticos da Terra
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, 2012, Terra on 3 de fevereiro de 2009
Tendo em vista os diversos alertas e notícias falsas sobre tragédias a ocorrer no ano de 2012 alegando o suposto ‘fim do calendário Maia‘, estamos postando uma série de artigos para desmistificar esses cenários apocalípticos impossíveis. Esse é o quinto artigo que fala sobre a suposta inversão dos pólos magnéticos da Terra prevista pelos falsos profetas do apocalipse a acontecer em 2012.
2012: No Geomagnetic Reversal (2012: Não Haverá Inversão Geomagnética)
Tradução do artigo escrito por Ian O’Neill na Universe Today em 3 de outubro de 2008
Aparentemente, em 21 de dezembro de 2012, nosso planeta experimentará um poderoso evento. Desta vez não estamos falando do Planeta X, Nibiru ou uma tempestade solar “assassina”, este evento terá suas origens nas profundezas do núcleo do nosso planeta, forçando uma mudança catastrófica em nosso campo magnético protetor. Não apenas notaremos uma rápida redução na força do campo magnético como também nós veremos como os pólos magnéticos irão reverter rapidamente sua polaridade, isto é, o pólo norte magnético se deslocará para o pólo sul geográfico e vice-versa. Então, o que tal significa para nós? Se nós acreditarmos nos profetas do apocalipse, estaremos então expostos a vastas quantidades de radiação emitida pelo Sol.
Com uma inversão do campo magnético terrestre virá também um enfraquecimento na capacidade da Terra em desviar os raios cósmicos. Nossa armada de satélites de comunicação e militares sofrerá queda em suas órbitas, adicionando caos ao cenário. Haverá distúrbios sociais, guerras, fome e um colapso econômico. Sem GPS, nossas linhas aéreas também se arrebentarão contra o solo…
Usando as Profecias Maias como desculpa para criar novas e explosivas formas nas que nosso planeta poderá ser destruído em 2012, os profetas do apocalipse usam a teoria do deslocamento geomagnético como se a mesma fosse uma verdade absoluta e inquestionável. Essa atitude é simplesmente devida ao fato que os cientistas estimaram que mudanças na polarização magnética terrestre talvez pudessem acontecer dentro de milhares de anos. Para os falsos profetas, todavia, tal parece evidência suficiente de que ocorrerá nos próximos quatro anos. Desgraçadamente, embora a teoria das migrações nos pólos magnéticos tenha algum respaldo científico, como veremos mais a frente aqui, não há hoje nenhuma forma ou técnica com a qual alguém possa afirmar que uma inversão geomagnética terá lugar nos próximos dias ou nos próximos milhões de anos…
Primeiro, devemos diferenciar os conceitos de “inversão geomagnética” e “mudança polar”. A “inversão geomagnética” é uma mudança no campo magnético da Terra que se dá quando o pólo norte magnético desloca-se para o pólo sul geográfico e vice-versa. Quando tal processo se completar as nossas bússolas passariam a apontar para Antártida, no pólo-sul geográfico, como o sendo o pólo norte ao invés do nordeste do Canadá. As “mudanças polares” são eventos incomparavelmente menos freqüentes, que provavelmente ocorreram raríssimas vezes dentro escala de tempo do Sistema Solar (cerca de 4,55 bilhões de anos). Há exemplos de planetas que sofreram uma mudança polar catastrófica: Vênus (que gira na direção oposta do resto dos planetas por ter sido golpeado por um evento descomunal, tal como uma colisão com um planeta errante – veja as razões aqui em “Qual a razão do movimento retrógrado de Vênus?“) e Urano (o qual gira de lado, com seu eixo deslocado por um impacto, ou algum efeito gravitacional causado por Júpiter e Saturno). Muitos autores (incluindo os próprios profetas do apocalipse) citam freqüentemente esses dois cenários notadamente distintos, inversão geomagnética e mudança polar, como sendo a mesma coisa, o que está totalmente errado. Tendo esclarecido esse ponto, vamos então tratar a seguir do cenário: “inversão geomagnética“.
Qual é a freqüência das ocorrências do fenômeno da inversão geomagnética?
Vejamos a seguir…






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