Posts Tagged planeta extrasolar

BD +20 1790b é o exoplaneta mais jovem já descoberto

Visão artística do exoplaneta mais jovem já identificado: BD +20 1790b. Crédito: M. Hernán-Obispo

Visão artística do exoplaneta mais jovem já identificado: BD +20 1790b. Crédito: M. Hernán-Obispo

Um time multinacional de astrônomos descobriu o mais novo planeta extra-solar em torno de uma estrela similar ao Sol, chamado BD +20 1790b. Trata-se também do exoplaneta mais jovem já catalogado.

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Será o Lítio um elemento chave para a busca de sistemas planetários extra-solares?

Infografía de un hipotético sistema planetario con una estrella similar al Sol. Crédito: Gabriel Pérez, Servicio Multimedia/IAC (www.iac.es)

Desenho de um hipotético sistema planetário com uma estrela similar ao Sol. Crédito: Gabriel Pérez, Servicio Multimedia/IAC (www.iac.es)

As estrelas similares ao Sol com baixo conteúdo de lítio destacam-se como fortes candidatas a abrigar planetas, segundo afirma um estudo liderado por pesquisadores do Instituto de Astrofísica de Canárias (IAC). O lítio (um dos elementos mais leves que se conhece e bem fácil de detectar através das análises do espectro da luz emanada por estrelas) agora se destaca como um novo rastro a seguir na busca de sistemas planetários semelhantes ao nosso.

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WASP 18b: o raro planeta suicida que espirala em queda para dentro de sua estrela mãe

Visão artística mostra um exoplaneta tipo 'Júpiter Quente' que orbita bem próximo de sua estrela mãe.

Visão artística mostra um exoplaneta tipo 'Júpiter Quente' que orbita bem próximo de sua estrela mãe.

Um exoplaneta muito raro, recentemente descoberto, está caindo em espiral e será absorvido pela sua estrela no futuro próximo. A descoberta, realizada por uma equipe internacional que inclui astrônomos da Universidade de St. Andrews, é tão extravagante que as probabilidades de achar tal cenário desta etapa final de vida de um exoplaneta como este seriam de 1.000 contra 1. O “enorme novo planeta”  foi descoberto pelo programa SuperWASP do Reino Unido, onde a Universidade de St. Andrews é uma das organizações patrocinadoras.

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Encontraram o primeiro planeta extragaláctico em Andrômeda!

Andrômeda (M31)

Um planeta extrasolar pode ter sido detectado na galáxia vizinha Andrômeda (Imagem: Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOAO/AURA/NSF)

Utilizando uma técnica chamada Pixel-lensing, um grupo de astrônomos italianos pode ter detectado mais um planeta em órbita de outra estrela. Mas o que esse planeta difere dos demais 300 exoplanetas já descobertos? Sua estrela mãe é de outra galáxia, isto é, trata-se do primeiro planeta extra-galáctico já descoberto, pois ele pertence a galáxia de Andrômeda!

Tecnicamente, verificou-se que uma estrela em M31 tem um companheiro com cerca de 6 vezes a massa de Júpiter, e que este companheiro poderia ser uma anã marrom ou um exoplaneta. Seja qual for a situação, isso é uma façanha notável, encontrar um objeto deste tamanho em outra galáxia, distante 2,5 milhões de anos-luz.

A técnica de ‘pixel-lensing’ ou microlente gravitacional, foi uma técnica desenvolvida para pesquisar MACHOs (MAssive Compact Halo Objects) no halo galáctico da Via Láctea. Devido ao fato que os raios luminosos se curvam quando passam perto de um objeto massivo, a gravidade de uma estrela próxima intensifica a luz para a Terra de uma estrela distante. Esta técnica é sensível para encontrar planetas em nossa própria galáxia, com tamanhos variando de planetas de gigantes como Júpiter a super-terras. Recentemente, também, os astrônomos utilizaram a microlente gravitacional para serem capazes de ver cerca de uma dúzia de estrelas em M31, o que representa uma conquista notável por si só.

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Novo método para a procura da vida em exoplanetas


Com a ajuda do "high resolution imager" da sonda "Deep Impact", Cowan e seu time observaram como as cores de Terra modificam-se do azul (oceanos) para o vermelho (continentes) com a sua rotação sobre o eixo. Crédito: Donald J. Lindler, Sigma Space Corporation/GSFC; EPOCh/DIXI Science Teams

Com a ajuda do "high resolution imager" da sonda "Deep Impact", Cowan e seu time observaram como as cores de Terra modificam-se do azul (oceanos) para o vermelho (continentes) com a sua rotação sobre o eixo. Crédito: Donald J. Lindler, Sigma Space Corporation/GSFC; EPOCh/DIXI Science Teams

Cientistas recentemente desenvolveram um novo método de procura por oceanos em exoplanetas. O método que envolve a obtenção e análise da variação da freqüência (cores) do espectro de radiação causada pela rotação do exoplaneta e tais estudos poderão ajudar na busca pela vida extraterrestre.

Existem atualmente diversos métodos usados para a detecção de água em exoplanetas. Uma delas é a técnica da espectroscopia, a qual revela os comprimentos de onda das moléculas de água e que tem sido usada com sucesso para a descoberta de água em exoplanetas gigantes. Outras técnicas envolvem a procura de nuvens ou detecção da reflexão de luz de uma superfície reflexiva, embora a técnica da reflexão tenha até agora sido usada para outros líquidos como metano na lua Titã de Saturno.

Agora Nick Cowan da Universidade de Washington em Seattle e sua equipe de cientistas, incluindo o time do projeto da NASA EPOXI, desenvolveram um método complementar que deverá aumentar a probabilidade de se encontrar exoplanetas com oceanos – e conseqüentemente, fortes candidatos a conter vida. “Uma vez que a água é considerada um pré-requisito para a existência da vida, nos propusemos mais um teste da habitabilidade do exoplaneta”, Cowan disse a physicsworld.com.

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Gliese 581 d pode ser um exoplaneta oceânico?

Visão artística de Gliese 581 e, o exoplaneta de menor massa já descoberto. Crédito: ESO

Visão artística de Gliese 581 e, o exoplaneta de menor massa já descoberto. Crédito: ESO

Gliese 581, a estrela anã-vermelha que há alguns anos apareceu nos noticiários sobre sua possível “super-terra” em zona de habitação, voltou a ser manchete. O famoso astrônomo suíço Michel Mayor, caçador de exoplanetas,  e seu time de astrônomos do Observatório de Genebra na Suíça localizaram um quarto planeta nesse sistema, Gliese 581 e o qual tem massa de apenas 1,9 vezes a massa da Terra.

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Métodos propostos para detecção de exoluas

Exolua massiva, de tamanho similar ao da Terra, orbitando um exoplaneta gigante gasoso

Exolua massiva, de tamanho similar ao da Terra, orbitando um exoplaneta gigante gasoso

O que é uma exolua?

Uma lua extra-solar, ou exolua, é um termo que se refere a um satélite natural que orbita um planeta extra-solar ou outro corpo extra-solar maior que o próprio objeto.

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Existem outras civilizações? Elas também sonham em viajar para outras estrelas e mundos?

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein

Planeta oceânico orbitando Gliese 581 - Crédito©: Karen Wehrstein {1}

George Dvorsky defende uma forte opinião quanto à ‘hipótese da terra rara’ em seu blog Sentient Developments, referindo-se a esse tema como uma desilusão e contestando os motivos pelos quais a vida na galáxia é provável de ser incomum. O post lembra o livro que deu origem a tudo isso: Rare Earth: Why Complex Life is Uncommon in the Universe (Copernicus, 2000), escrito por Peter Ward e Donald Brownlee. Os autores do livro argumentam que a vida complexa (multicelular) na Terra só foi possível devido a uma incrível cadeia de circunstâncias acidentais. Ward e Brownlee defendem que grande parte da nossa galáxia é composta de ‘zonas mortas’.

O tema é complexo e envolve fatores como o lugar do planeta na zona habitável da galáxia (um assunto controverso), sua órbita em torno da sua estrela, seu tamanho, seus satélites, sua magnetosfera, suas placas tectônicas, e muito mais.

Quem afinal está com a razão?

Vejamos a seguir…

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Nova técnica permite a descoberta de exoplanetas em imagens antigas do acervo do telescópio Hubble

Imagens do arquivo de 1998 de fotos do Hubble da estrela HR 8799 depois do processo de depuração da imagem – um dos exoplanetas foi resolvido (D. Lafrenière et al., ApJ Letters)

Imagens do arquivo de 1998 de fotos do Hubble da estrela HR 8799 depois do processo de depuração da imagem – um dos exoplanetas foi resolvido (D. Lafrenière et al., ApJ Letters)

A nova técnica de processamento de imagens em um conjunto de fotos tiradas pelo telescópio espacial Hubble há 11 anos permitiu a descoberta da imagem direta de um exoplaneta orbitando a jovem estrela HR 8799 (NASA/HST).

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Os exoplanetas habitáveis podem ser classificados em quatro tipos, quais são?

Concepção artística de um exoplaneta. Dividir mundos potencialmente habitáveis em quatro categorias poderá ajudar os astrônomos a estabelecer prioridades em suas pesquisas. Crédito: NASA/JPL-Caltech

Concepção artística de um exoplaneta. Dividir mundos potencialmente habitáveis em quatro categorias poderá ajudar os astrônomos a estabelecer prioridades em suas pesquisas. Crédito: NASA/JPL-Caltech

A origem da vida e a capacidade de sustentação da mesma (habitabilidade) em outros mundos são dois dos maiores mistérios que a Ciência enfrenta hoje. Muitas pesquisas têm sido dedicadas a estes temas, mas ainda permanecem várias lacunas a serem preenchidas com respostas definitivas.

Um exemplo disso é Jan Hendrik Bredehöft da Open University no Reino Unido. Bredehöft tem estudado a habitabilidade em outros mundos. “Eu sou um daqueles sujeitos que pega um pedaço de meteorito, tritura-o e descobre qual química orgânica está presente ali”, disse Bredehöft.

Baseando-se nesses tipos de estudos, Bredehöft sugere que os mundos habitáveis podem ser classificados em quatro categorias, cada uma com distintas potencialidades para hospedar organismos extraterrestres. Este estudo tem um bom potencial de servir de ajuda na busca da vida no Universo, em especial à medida que a tecnologia progride para um nível onde a observação direta de imagens de exoplanetas se torna possível. Bredehöft apresentou as suas idéias no último Congresso de Ciência Planetária da Europlanet.

Os quatro grupos de mundos habitáveis propostos por Bredehöft são:

  1. Tipo – Terra
  2. Tipo – Marte
  3. Tipo – Europa
  4. Mundo aquático (ou oceânico)

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