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Hubble celebra seu 20º aniversário revelando fantásticas imagens de épicas montanhas espaciais na nebulosa Carina
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 24 de abril de 2010

Esta turbulência cósmica reside dentro de um berçário estelar chamado Nebulosa Carina, que dista 7.500 anos-luz na constelação de Carina visível nos céus do hemisfério sul. A Wide Field Camera 3 do Hubble observou estes pilares em 1 e 2 de fevereiro de 2010. Crédito: NASA / ESA / M. Livio & Hubble 20th Anniversary Team (STScI)
Hoje, 24 de abril de 2010, celebramos o 20º aniversário do lançamento do telescópio orbital Hubble. Assim, os cientistas do Hubble liberaram novas imagens dos pilares de uma nebulosa bem conhecida por nós.
A fotografia deslumbrante que o Hubble capturou mostra apenas uma pequena parte da nebulosa Carina, um dos maiores berçários estelares próximos de nós.
M16: ESO mostra uma águia de proporções cósmicas
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 23 de setembro de 2009
M16: Situada a cerca de 7.000 anos-luz de distância, na direção da Constelação da Serpente, conhecida popularmente como a Nebulosa da Águia é um berçário estelar brilhante, uma região de gás e poeira onde há uma pletora de estrelas em formação e um enxame de estrelas jovens, quentes (NGC 6611) e de grande massa. A poderosa radiação e os ventos fortes provenientes destas estrelas energéticas dão forma aos pilares do tamanho de 1 ano-luz, vistos na imagem em contraste com o fundo brilhante da nebulosa. A própria nebulosa tem uma forma que lembra uma águia, sendo as “garras” os pilares centrais.
O enxame estelar foi descoberto pelo astrônomo suíço, Jean Philippe Loys de Chéseaux, em 1745-46. Vinte anos depois o caçador de cometas francês, Charles Messier, detectou a nebulosa, de forma independente, e a incluiu com o número 16 no seu famoso catálogo. Messier notou que as estrelas se encontravam rodeadas de um brilho fraco. A Nebulosa da Águia atingiu a fama em 1995, quando os seus pilares centrais apareceram em relevo na famosa imagem ‘pilares da criação’, obtida com o Telescópio Espacial Hubble, da NASA/ESA. Em 2001, o Very Large Telescope do ESO (VLT) obteve outra imagem espantosa da nebulosa (Foto do ESO 37/01), no espectro do infravermelho, oferecendo aos astrônomos uma visão penetrante das poeiras obscurecidas e mostrando claramente as estrelas em formação nestes pilares.
O que está acontencendo no centro da Via Láctea? Hubble e Spitzer ajudam a responder
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Telescópios, Via Láctea on 8 de janeiro de 2009

Mosaico do centro da Via Láctea em infravermelho (clique na imagem para ver o mosaico em alta resolução)
Esta imagem composta do centro da Via Láctea revela uma população de estrelas massivas e detalhes de estruturas complexas no gás ionizado girando em torno do centro (300 anos-luz). Esse panorama é a imagem mais nítida em infravermelho já obtida do núcleo galáctico. Crédito: Hubble, NASA, ESA & D. Q. Wang (U. Mass, Amherst); Spitzer, NASA, JPL & S. Stolovy (SSC/Caltech) {1}
O que está acontecendo no centro da nossa galáxia?
Para ajudar a descobrir os telescópios espaciais orbitais Hubble e Spitzer combinaram seus esforços para inspecionar a região a um nível de detalhe inédito na faixa do espectro da radiação infravermelha. A radiação infravermelha é particularmente muito útil para analisar o centro da Via Láctea uma vez que a luz visível emanada pelos objetos centrais é obscurecida pela poeira cósmica.
A imagem acima é o resultado do agrupamento de mais de 2.000 imagens do NICMOS, equipamento do Hubble Space Telescope, criadas em 2008.


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