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ESA: Planck revela a complexidade dos processos de formação das estrelas

Esta imagem cobre uma região do céu com 13x13 graus. Trata-se de uma combinação em três tonalidades construída a partir de 3 dos 9 canais de frequência do Planck: 30, 353 e 857 GHz. Crédito: ESA/missão Planck

Esta imagem cobre uma região do céu de 13x13 graus, na área da constelação de Órion. Trata-se de uma combinação em três tonalidades construída a partir de 3 dos 9 canais de frequência do Planck: 30, 353 e 857 GHz. Crédito: ESA/missão Planck

Imagens inéditas e inovadoras liberadas pela equipe do observatório espacial Planck (ESA) nos revelam as forças que comandam o nascimento das estrelas e fornecem aos astrônomos uma nova forma de perceber como atua a física que consolida o pó cósmico e o gás interestelar em nossa galáxia.

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Constelações: Universe Today publicou um guia completo com as 88 constelações

Carta celeste que mostra as constelações no Hemisfério Sul

Carta celeste que mostra as constelações no Hemisfério Sul. Crédito: UFRGS

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Hubble encontra evidências da matéria escura nas galáxias anãs do aglomerado Perseus

Aglomerado galáctico de Perseus. Crédito: NASA, ESA, and Z. Levay (STScI)

Aglomerado galáctico de Perseus. Crédito: NASA, ESA, and Z. Levay (STScI)

O telescópio espacial Hubble descobriu uma forte linha de evidências que as galáxias estão de fato imersas em halos de matéria escura. Observando o aglomerado galáctico de Perseus, o Hubble fotografou um grande número de pequenas galáxias que permaneceram intactas enquanto que as galáxias maiores ao seu redor foram distorcidas e reformatadas pelas forças gravitacionais em interação com outras galáxias. “Fomos surpreendidos ao encontrar tantas galáxias anãs no núcleo desse aglomerado galáctico com formato tão suave e redondo que mostra-nos a eviência da falta de qualquer perturbação sofrida”, disse o astrônomo  Christopher Conselice da Universidade de Nottingham, UK, líder do time que trabalhou nessas observações. “Essas galáxias anãs são galáxias muito antigas que pertencem a esse aglomerado há bastante tempo. Então, se alguma força tivesse que deformá-las, tal já teria acontecido até hoje. Essas mini-galáxias devem ser fortemente dominadas pela matéria escura“.

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Atenção: novo cometa nos céus – Yi-SWAN

Astrônomos amadores italianos, em 6 de abril (Ernesto Guido, Giovanni Sostero e Paul Camilleri) capturaram o cometa Yi-SWAN via telescópio refletor de 10 polegadas operado por Global-Rent-A-Scope em Mayhill, Novo México. Essa imagem é uma composição com 10 exposições de 60 segundos cada. Creditos: Ernesto Guido, Giovanni Sostero, and Paul Camilleri

Astrônomos amadores italianos, em 6 de abril (Ernesto Guido, Giovanni Sostero e Paul Camilleri) capturaram o cometa Yi-SWAN via telescópio refletor de 10 polegadas operado por Global-Rent-A-Scope em Mayhill, Novo México. Essa imagem é uma composição com 10 exposições de 60 segundos cada. Creditos: Ernesto Guido, Giovanni Sostero, and Paul Camilleri

Em 26 de março de 2009 o astrônomo amador coreano DAE-am Yi descobriu um novo cometa através de fotografias. No entanto, sua descoberta não foi anunciada oficialmente até que uma confirmação independente fosse realizada. Isso foi feito através das imagens SWAN do SOHO, obtidas pelo astrônomo profissional Rob Matson em 4 de abril. Os astrônomos do CBAT (Central Bureau for Astronomical Telegrams), centro responsável pela catalogação de cometas, conferiram e confirmaram que as duas observações se relacionavam ao mesmo objeto e oficialmente nomearam o novo cometa como Yi-SWAN (C/2009 F6).

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