Posts Tagged oxigênio
Podem os planetas similares a Terra estar repletos de carbono?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas, Terra on 29 de dezembro de 2009
Podem os planetas extrasolares consistir em globos de grafite e diamante?

Os planetas similares a Terra ao redor de outras estrelas podem estar compostos não de rochas mas sim de carbono, com uma crosta de grafite, um interior de diamante e oceanos de alcatrão. Crédito: Lynette Cook
A astronomia é a ciência do exótico, no entanto, o que os astrônomos mais desejam encontrar é apenas o que nos é familiar: outro planeta como a Terra, um rosto hospitaleiro em um Cosmos altamente hostil. O observatório espacial Kepler, que foi lançado em março de 2009 é atualmente o melhor instrumento para descobrir planetas similares a Terra ao redor de estrelas similares ao Sol, ao contrário dos planetas gigantes que os caçadores de exoplanetas têm descoberto até o momento. Muitos até estimam que o ano de 2010 será o ano das exo-Terras. Mas se os exoplanetas gigantes até então encontrados, que efetivamente não têm o aspecto que os astrônomos estavam esperando, servem de alguma indicação para nós, essas exo-Terras também não devem ser mundos familiares.
Os teóricos tem estimado nos últimos anos que outros planetas com a massa da Terra podem ser enormes gotas de água, bolas de nitrogênio ou pedaços de ferro. Dê o nome do seu elemento ou composto favorito e alguém irá imaginar um planeta feito primordialmente do mesmo. Na prática, o espectro de possibilidades depende em grande parte da proporção relativa entre o carbono e o oxigênio. Depois dos elementos mais leves (hidrogênio e hélio), sabemos que o carbono e o oxigênio são verdadeiramente os elementos mais comuns em todo o universo. Em um sistema planetário, no seu bojo, estes se emparelham para formar o monóxido de carbono. Assim, o elemento deste par que têm um ligeiro excesso termina por dominar a química do planeta.
Descobertos dois corpos com o tamanho da Terra e com atmosferas de oxigênio!
Posted by EYE in -►Astronomia e Espaço on 15 de novembro de 2009

O objeto SDSS 1102+2054 é uma anã-branca com forte presença de oxigênio.
Astrofísicos encontraram dois corpos do tamanho da Terra com atmosferas ricas em oxigênio – o único problema é que eles são estrelas, não são planetas.
Astrofísicos da Universidade de Warwick e da Universidade de Kiel descobriram dois corpos do tamanho da Terra com atmosferas ricas em oxigênio – porém há uma desvantagem para quem procura um potencial lar para a vida alienígena ou mesmo uma futura casa para nós porque na realidade não são planetas, mas duas estrelas anãs brancas incomuns.
Será Europa capaz de suportar vida? Há oxigênio suficiente neste mundo oceânico?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exobiologia, Júpiter on 11 de outubro de 2009

Europa fotografada pela sonda robótica Galileu. Crédito: Projeto Galileo, JPL, NASA; reprocessada por Ted Stryk
Europa: A sonda robótica Galileu capturou imagens de Europa durantes sua longa missão orbitando Júpiter de 1995 a 2003. Aqui vemos planícies de gelo brilhante, fissuras que se estendem até o horizonte e fraturas (trilhas) escuras que possivelmente contem tanto gelo como poeira. Uma superfície mais elevada aparece particularmente perto do zona de penumbra desta foto, onde sombras são projetadas. Europa tem quase o mesmo tamanho da nossa Lua, mas seu relevo é muito mais suave, mostrando poucas áreas elevadas ou largas crateras de impacto. Europa é uma lua que pode ser classificada como um mundo habitável tipo 3, segundo a classificação de Jan Hendrik Bredehöft da Open University no Reino Unido: “Os corpos que possuam água líquida, mas que fica embaixo de uma camada de gelo ao invés da sua superfície”.
Hubble mostra evidências de um aglomerado de raríssimas e minúsculas anãs brancas de Hélio, cinzas de estrelas que morreram prematuramente
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço on 1 de setembro de 2009
Como este antigo aglomerado de estrelas evoluiu?
Vinte e quatro objetos estelares incomuns, cinzas de estrelas consumidas, 18 das quais recentemente descobertas, foram observadas pelo Telescópio Espacial Hubble. Estas estrelas são anãs brancas, o destino comum de uma estrela morta, mas estas são raras porque são compostas principalmente de Hélio-4 em vez das ‘anãs brancas padrão’ compostas de carbono e oxigênio que estamos habituados a encontrar. Esta é a primeira vez que se observa uma grande série de anãs brancas com núcleo de Hélio dentro de um aglomerado globular, um denso enxame estelar que contém algumas das mais antigas estrelas em nossa galáxia.




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