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Berçário estelar em Messier 78 revelado pelo APEX

Região ao norte do cinturação de Órion (Messier 78) capturada pelo APEX. Crédito: ESO

O Atacama Pathfinder Experiment (APEX) [1] capturou uma imagem da região que rodeia a nebulosa de reflexão Messier 78, situada a norte do Cinturão de Órion, mostrando nuvens de poeira cósmica entrelaçadas nesta nebulosa que nos lembra um colar de pérolas. As fotos obtidas medem o brilho gerado pela emissão de calor dos grãos de poeira interestelar revelando aos astrônomos onde há novas estrelas que estão em processo de formação.

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A dramática visão da Nebulosa de Órion, a Cabeça do Cavalo e o Homem Correndo em uma só imagem

Mosaico da região de Órion e vizinhanças em campo amplo por Maurice Toet,  Steve Loughran,  Darren Jehan & Tim Jardine

Mosaico da região de Órion e vizinhanças em campo amplo por Maurice Toet - Steve Loughran - Darren Jehan & Tim Jardine

A obscura Nebulosa da Cabeça de Cavalo e a esfuziante Nebulosa de Órion são visões contrastantes do Cosmos. Ambas residem a 1.500 anos-luz de distância da Terra na direção de uma das constelações mais fáceis de reconhecer no céu noturno, Órion.

Neste deslumbrante mosaico estes dois famosos objetos aparecem em cantos opostos.

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Mosaico revela detalhes da magnífica Nebulosa Cabeça de Cavalo

A Nebulosa Cabeça de Cavalo. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução. Créditos: Marco Burali, Tiziano Capecchi, Marco Mancini (Osservatorio MTM)

A Nebulosa Cabeça de Cavalo. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução. Créditos: Marco Burali, Tiziano Capecchi, Marco Mancini (Osservatorio MTM)

Esculpida por vento estelar e radiação, uma magnífica nuvem interestelar de poeira assumiu este formato peculiar. Chamada de Nebulosa Cabeça de Cavalo, esta nuvem reside a 1.500 anos-luz de distância da Terra, dentro do vasto complexo da Nuvem de Órion.

Esta gloriosa imagem colorida é uma composição que combina múltiplas imagens tanto de filtros de banda estreita do espectro quando de banda larga a partir de dados de 3 diferentes telescópios.

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ESA: Planck revela a complexidade dos processos de formação das estrelas

Esta imagem cobre uma região do céu com 13x13 graus. Trata-se de uma combinação em três tonalidades construída a partir de 3 dos 9 canais de frequência do Planck: 30, 353 e 857 GHz. Crédito: ESA/missão Planck

Esta imagem cobre uma região do céu de 13x13 graus, na área da constelação de Órion. Trata-se de uma combinação em três tonalidades construída a partir de 3 dos 9 canais de frequência do Planck: 30, 353 e 857 GHz. Crédito: ESA/missão Planck

Imagens inéditas e inovadoras liberadas pela equipe do observatório espacial Planck (ESA) nos revelam as forças que comandam o nascimento das estrelas e fornecem aos astrônomos uma nova forma de perceber como atua a física que consolida o pó cósmico e o gás interestelar em nossa galáxia.

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Spitzer revela segredos do frenético berçário estelar na Nebulosa de Órion

Nebulosa de Órion-Spitzer-NASA-colonia de estrelas jovens e quentes

Spitzer está acompanhando uma zona específica do berçário estelar na Nebulosa de Órion. Clique na imagem para ver a versão de alta resolução desta fantástica foto. Crédito: NASA/Spitzer

Nebulosa de Órion está sendo monitorada pelo Spitzer

Os Astrônomos têm virado seus olhos para analisar um grupo aquecido de estrelas jovens, acompanhando seu movimento como se fossem paparazzi cósmicos. Recentemente, o Telescópio Espacial Spitzer da NASA capturou uma nova imagem em infravermelho que mostra a agitada maternidade estelar da Nebulosa de Órion, situada na espada do caçador da constelação de mesmo nome. Assim como as estrelas de Hollywood, estes corpos celestes não brilham sempre na sua plenitude, mas variam sua luminosidade ao longo do tempo. O Spitzer está observando este espetáculo cósmico, ajudando aos cientistas na busca do conhecimento sobre as razões das estrelas mudarem e no entendimento sobre os papéis na formação planetária.

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VISTA: Nebulosa de Órion analisada no infravermelho

O VISTA revela ejeções de matéria em alta velocidade a partir de estrelas jovens

Imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA. Crédito:  ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit

Imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA. Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit

 

A nebulosa de Órion nos revela muitos de seus segredos, em uma imagem extraordinária obtida pelo VISTA, o novo telescópio de rastreamento do ESO (European Southern Observatory). O grande campo de visão do telescópio possibilita a observação da nebulosa em todo o seu esplendor enquanto que a visão infravermelha do VISTA permite-nos perscrutar profundamente regiões de poeira que se encontram geralmente invisíveis, e onde podemos observar o comportamento de estrelas jovens muito ativas que lá residem. 

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Alnitak, Alnilam e Mintaka: o cinturão de Órion sob a lente de Martin Mutti

 Alnitak, Alnilam, e Mintaka formam o Cinturão de Órion. Crédito: Crédito ©: Martin Mutti, Astronomical Image Data Archive

Alnitak, Alnilam, e Mintaka formam o Cinturão de Órion. Crédito: Crédito ©: Martin Mutti, Astronomical Image Data Archive

Alnitak, Alnilam, e Mintaka, são as três brilhantes estrelas azuis da esquerda para a direita (este para oeste) ao longo da diagonal nesta aguçada visão cósmica. Conhecidas também como o Cinturão de Órion, essas três estrelas supergigantes azuis são muito mais quentes e massivas que o Sol.

Estas estrelas poderosas residem a cerca de 1.500 anos-luz da Terra. Alnitak, Alnilam, e Mintaka nasceram no bastante conhecido e estudado berçário estelar de Órion. A propósito, as nuvens de gás e poeira interestelar nesta região nos mostram alguns formatos intrigantes e surpreendentes tais como a nebulosa negra da Cabeça de Cavalo e a NGC 2024 – Nebulosa da Flama ao lado de Alnitak, à esquerda.

A fabulosa nebulosa de Órion fica abaixo deste campo estelar que cobre uma área com cerca de 4,5º x 3,5º do céu.

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RCW 38: berçário estelar na Via Láctea é alvo de estudo detalhado

Imagem em infravermelho (em cor falsa) do massivo berçário estelar RCW 38, onde 317 estrelas jovens foram recentemente classificadas. Crédito: DeRose et al., / ESO.

Imagem em infravermelho (em cor falsa) do massivo berçário estelar RCW 38, onde 317 estrelas jovens foram recentemente classificadas. Crédito: DeRose et al., / ESO.

Os berçários estelares podem ser encontrados nas nuvens moleculares gigantes de gás e poeira espalhadas por nossa galáxia, a Via Láctea. Essas regiões conseguem produzir múltiplas estrelas de uma só vez – até centenas de um só golpe. Qual a real freqüência em que isso ocorre? Na média sabemos que uma estrela nova surge por ano em algum lugar da nossa Via Láctea, segundo os astrônomos estimaram. Mas deixando de fora as novas estrelas que surgem de uma só tacada em densos aglomerados globulares, a verdade é que as estrelas não nascem ou são criadas com alta freqüência na Via Láctea.

O que está acontecendo no berçário estelar RCW 38?

Recentemente os astrônomos deram uma olhada detalhada através das freqüências do espectro infravermelho para entender sobre o que está acontecendo dentro do berçário estelar denominado RCW 38 e notaram centenas de estrelas em diferentes estágios de desenvolvimento. O que eles encontraram por lá era significativo pois representa a primeira vez em que um massivo aglomerado estelar distinto da nebulosa de Órion foi estudado com tamanha precisão.

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Constelações: Universe Today publicou um guia completo com as 88 constelações

Carta celeste que mostra as constelações no Hemisfério Sul

Carta celeste que mostra as constelações no Hemisfério Sul. Crédito: UFRGS

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Marte e Órion em Monument Valley – desafio astronômico parte 1

Marte e Órion em Monument Valley, Arizona. Crédito ©: Wally Pacholka (Astropics.com)

Marte e Órion em Monument Valley, Arizona. Crédito ©: Wally Pacholka (Astropics.com)

No seu site “The World At Night” o fotógrafo Wally Pacholka apresenta imagens noturnas espetaculares como essa visão do céu de Monument Valley, Arizona, EUA, com seus famosos “buttes” (pequenas elevações no meio do deserto). Os “buttes” são colinas compostas de rocha dura deixada a mostra depois da erosão ter atuado fortemente retirando as camadas mais leves e tem o formato de escarpa vertical com o topo horizontal plano. Os dois “buttes” no centro da imagem são conhecidos como Mittens, enquanto o Merrick Butte está à direita da foto.

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