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Missão WISE revela suas primeiras imagens de sua pesquisa de todo-o-céu

WISE revela a galáxia de Andrômeda no infravermelho, mostrando em destaque a poeira cósmica dos seus braços espirais. Nesta imagem o WISE usou seus dois detectores de mais longo comprimento de onda de 12 e 22 micrômetros, colorizadas, respectivamente em laranja e vermelho.

WISE revela a galáxia de Andrômeda no infravermelho, mostrando em destaque a poeira cósmica aquecida dos seus braços espirais. Nesta imagem o WISE usou seus dois detectores com maiores comprimentos de onda, em 12 e 22 micrômetros. Os resultados desta capturas foram colorizadas artificialmente, respectivamente, em laranja (12μm) e vermelho (22 μm) para compor este mosaico da M31. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA

O observatório espacial de infravermelho WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) revela um belo conjunto de imagens recém processadas, conforme anúncio da NASA.

Desde que o WISE começou o sua pesquisa de todo-o-céu no infravermelho em 14 de janeiro de 2010, este telescópio espacial já enviou mais de um 250.000 imagens não-processadas. Destas novas imagens, quatro foram especialmente processadas e representam os alvos principais da missão:

  1. Um cometa repleto de gás e poeira (“Siding Spring”);
  2. Uma nebulosa ativa com um berçário de estrelas (NGC 3603);
  3. Uma galáxia (M31 – Andrômeda);
  4. Um aglomerado galáctico (“Fornax” – Fornalha).

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O Século da Decolagem

Módulo Lunar da missão Apollo 11 fotografado a partir do módulo de comando orbitando a Lua. Ao fundo vemos o nosso planeta, a Terra

Visão do Módulo Lunar Eagle da missão Apollo 11 retornando após o pouso na Lua em junho de 1969, fotografado a partir do módulo de comando, orbitando a Lua. Ao fundo vemos o nosso planeta natal, a quase 400.000 quilômetros de distância. Crédito: NASA/missão Apollo 11

O século 20 vai ficar marcado nas apostilas de “doutrinamento quântico” ou de “navegação em espaço profundo” dos próximos milênios como aquele em que o homem venceu a gravidade e alcançou o espaço. Está bem, está bem, não foi tanto. Ele conseguiu deslizar em órbita, quase ralando os fundilhos no topo da atmosfera, mas que foi para o espaço, isso foi. É verdade que os lançamentos foram explosões “controladas”, nada muito sensato, uma tecnologia até bem “pau e fogo”, mas o fato é que os foguetes chegaram nas órbitas planejadas – pelo menos a maioria deles.

Ainda que não estejamos num estágio, digamos, adiantado de conhecimentos e ainda que os meios e métodos desta época em que estamos vivendo não sejam nem de longe aqueles que a odisséia cósmica solicita, ou solicitará, o fato é que saímos da caverna e pelo menos começamos a ver as árvores que cercam a clareira. A clareira onde, em algum ponto distante e esquecido do passado, de alguma maneira que não sabemos bem como, estabelecemos nossa toca.

O “século” é uma unidade besta. São cem translações. Mas  não sabemos nunca em que altura estamos no ano galáctico. Um século não significa nada. Mal se concorda com o dia exato em que um século começa e termina. Um fato pode ter ocorrido na Polinésia, no momento em que a virada do ano estava acontecendo… em Paris. Então fica mais coerente falar em fatos, coisas, acontecimentos que podemos recortar e grudar na parede do nosso quarto.

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A Terra vista do espaço: gelo e nuvens exóticas no Estreito de Bering

"Ruas de nuvens" se forma no Estreito de Bering. Crédito: NASA Earth Observatory

"Ruas de nuvens" se formam no Estreito de Bering. Crédito: NASA Earth Observatory

Os ventos do mar do Norte empurraram o gelo marítimo na direção do sul e formaram ‘ruas de nuvens’, fileiras paralelas de nuvens sobre o estreito de Bering, em meados de janeiro de 2010. O dispositivo Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) do satélite Terra da NASA capturou esta imagem em 16 de janeiro de 2010. A fronteira leste da Federação da Rússia, embranquecida pela neve e pelo gelo, aparece no canto superior esquerdo da imagem. Ao leste da Rússia se estende o mar congelado no Estreito de Bering. Ao longo da orla sul do mar de gelo predominam gavinhas onduladas, formadas de gelo fino recém-formado.

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WISE revela seu primeiro cometa: o “P/2010 B2 (WISE)”

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A mancha avermelhada no centro desta imagem é a imagem do primeiro cometa descoberto pelo observatório espacial WISE da NASA. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA

Há alguns dias o observatório WISE descobriu seu primeiro asteróide, o 2010 AB78. Agora, o time do WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA informou sobre a descoberta de seu primeiro cometa, um dos muitos cometas que esta missão promete encontrar, além de milhões de outros objetos celestes, durante sua pesquisa de todo-o-céu no espectro do infravermelho.

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A Terra vista do espaço: a ‘língua de gelo’ da geleira Mertz na Antártida libera um enorme iceberg

Iceberg liberado pela geleira Mertz, Antártida. Crédito: NASA Earth Observatory

Iceberg liberado pela geleira Mertz, Antártida. Crédito: NASA Earth Observatory

A geleira Mertz se estende para fora da Antártida ao longo da costa George V. Esta curiosa geleira forma uma longa e fina ‘língua de gelo’ que termina no oceano, apontando na direção da Nova Zelândia/Austrália.

Assim, Geleira Mertz rotineiramente expulsa blocos gigantescos de gelo formando icebergs que circulam no sul do Oceano Pacifico. Em 10 de janeiro de 2010 o dispositivo Advanced Land Imager (ALI) no satélite Earth Observing-1 (EO-1) da NASA capturou esta imagem em cor real de um iceberg que se soltou da ‘língua de gelo’.

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Missão Cassini ganha verbas adicionais e tem seu prazo estendido até 2017

A 20 graus acima do plano dos anéis, a câmera grande angular da sonda Cassini capturou 75 exposições em série para fazer este mosaico de Saturno, dos anéis, e algumas das suas luas, 36 horas depois do equinócio de Saturno, quando o disco solar estava exatamente por cima do equador do planeta. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

A câmera grande angular da sonda Cassini capturou 75 exposições em série para fazer este mosaico de Saturno, dos anéis, e algumas das suas luas, 36 horas depois do equinócio de Saturno, quando o disco solar estava exatamente por cima do equador do planeta e a 20 graus acima do plano dos anéis. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

A NASA vai prolongar a missão internacional Cassini-Huygens, a Saturno e às suas luas, até 2017. O orçamento de 2011 da agência espacial prevê um aditivo de 60 milhões de dólares por ano para o estudo continuado do planeta “Senhor dos Anéis”.

“Esta é uma missão que continuamente fornece resultados científicos surpreendentes e imagens de cortar a respiração”, afirmou Jim Green, diretor da divisão de ciência planetária na sede da NASA em Washington. “As históricas descobertas e espetaculares imagens deste viajante espacial têm revolucionado nosso conhecimento de Saturno e das suas luas.”

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Nova técnica para detectar exoplanetas tipo Terra a partir de observatórios terrestres

Concepção artística do exoplaneta HD 189733b, do telescópio que o estudou e sua composição química. Crédito: NASA

Concepção artística do exoplaneta HD 189733b, do telescópio que o estudou e sua composição química. Crédito: NASA/JPL-Caltech

Os astrônomos descobriram uma nova técnica que utiliza telescópios terrestres para estudar as atmosferas de planetas extrasolares, acelerando a nossa procura por planetas tipo-Terra que apresentam moléculas relacionadas com a presença da vida. O artigo que descreve a pesquisa, A ground-based near-infrared emission spectrum of the exoplanet HD 189733b, foi publicado em 04 de fevereiro de 2010 na revista Nature.

Os cientistas desenvolveram a nova técnica ao usar um telescópio infravermelho da NASA, no Havaí, para identificar um tipo de molécula orgânica na atmosfera do exoplaneta HD 189733b, do tamanho de Júpiter, situado a cerca de 63 anos-luz de distância.

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Para chegar até Marte primeiro temos que estabelecer uma base em Fobos

Será Fobos o próximo grande passo da humanidade na exploração espacial?

Será Fobos o próximo grande passo da humanidade na exploração espacial?. Crédito: HiRISE

Fobos (Phobos) é possivelmente um nome que você começará a ouvir intensamente nos próximos anos. Embora Fobos tenha as dimensões de um asteróide, com apenas dois bilionésimos da massa da Terra, atmosfera nula e gravidade muito fraca, trata-se da maior das duas luas de Marte e está destinada a tornar-se nosso próximo posto avançado no espaço. Fobos será nossa segunda casa.

Como chegar lá?

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A TERRA vista do espaço: o satélite TERRA revela imagens do impacto da inundação na Tanzânia em 2010

Imagem da Tanzânia em 15 de janeiro de 2010 pelo satélite TERRA da NASA. Crédito: NASA Earth Observatory

Imagem da Tanzânia em 15 de janeiro de 2010 pelo satélite TERRA da NASA mostra a inundação catastrófica. Crédito: NASA Earth Observatory

Em janeiro de 2010, depois de várias semanas de chuvas pesadas, encontramos casas destruídas, plantações devastadas além de estradas e pontes arrasadas na Tanzânia. 40.000 pessoas foram afetadas nesta tragédia.

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8 Tecnologias do Programa Espacial que Beneficiam a Humanidade

Astronauta Mark C. Lee flutua no espaço em 16 de setembro de 1994.

Astronauta Mark C. Lee flutua no espaço (16 de setembro de 1994). O programa espacial produz tecnologia sofisticada para uso dos astronautas e de alguma forma isto acaba trazendo benefícios para nós todos. Em alguns casos, os novos produtos desenvolvidos acabam tornando-se objetos de uso doméstico. Crédito: NASA

Ir ao espaço é extremamente complicado e os custos são muito elevados. Por outro lado, as maravilhas tecnológicas e os benefícios que os programas espaciais produzem são inquestionáveis.

Enviar pessoas e robôs de alta tecnologia para o espaço não é simples e a NASA gasta somas vultosas de dinheiro para atingir seus objetivos. Para o ano de 2010 a NASA requisitou cerca de 18,7 bilhões de dólares ao governo americano. Como se justificam estes gastos?

Uma maneira é destacar que as diversas tecnologias desenvolvidas no programa espacial agora beneficiam a sociedade de forma direta. “Uma das razões para se investir em tecnologia espacial é que será usada em um ambiente especialmente desafiador e que também atrai pessoas muito inteligentes”, disse Matthew Colless, diretor do Anglo-Australian Observatory. “Como resultado, você desenvolve soluções de engenharia que de outra forma não teriam chance de aparecer”.

Apresentamos a seguir uma amostra com 8 interessantes avanços tecnológicos advindos do esforço da exploração espacial.

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