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Hubble e o objeto de Hoag, uma rara galáxia anelar

O objeto de Hoag é uma estranha galáxia anelar? Crédito: : R. Lucas (STScI/AURA), Hubble Heritage Team, NASA

O objeto de Hoag é uma estranha galáxia anelar? Crédito: R. Lucas (STScI/AURA), Hubble Heritage Team, NASA

Ao olhar a foto acima vemos uma galáxia ou duas? Esta questão surgiu em 1950 quando o astrônomo Art Hoag descobriu este anômalo objeto extragaláctico.

Na área exterior vemos um anel dominado por estrelas azuis brilhantes, enquanto que próximo ao centro nós notamos um esferóide com estrelas avermelhadas que aparentemente são muito mais antigas.

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Cientistas da colaboração FERMI-LAT descobrem as inéditas explosões chamadas de NOVAS de raios-gama

O observatório de raios-gama Fermi não observou nenhum sinal da nova nos 19 dias anteriores a 10 de Março (imagem à esquerda), mas a erupção nos 19 dias seguintes é óbvia (imagem à direita). O Fermi revelou uma fonte de raios-gama, com uma energia de 100 milhões de elétrons-volt (100 MeV); as cores mais brilhantes estão associadas as energias de maior intensidade. Crédito: NASA/DOE/Colaboração Fermi LAT

O observatório de raios-gama Fermi não observou nenhum sinal da nova nos 19 dias anteriores a 10 de Março (imagem à esquerda), mas a erupção nos 19 dias seguintes é óbvia (imagem à direita). O Fermi revelou uma fonte de raios-gama, com uma energia de 100 milhões de elétrons-volt (100 MeV); as cores mais brilhantes estão associadas as energias de maior intensidade. Crédito: NASA/DOE/Colaboração Fermi LAT

Astrônomos usando o observatório espacial de raios-gama FERMI detectaram um novo e inesperado tipo poderoso de explosão estelar nos céus. Este fenômeno ganhou o nome de “nova de raios-gama”. Os raios-gama são a mais energética forma de luz irradiada no Universo.

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Sptizer revela complexas moléculas de Fulereno (composto cristalino de carbono) no espaço

Spitzer revelou a assinatura de presença de fulerenos no espaço, ilustrados nesta concepção artística. Crédito? NASA/JPL-Caltech

Spitzer revelou a assinatura da presença de fulerenos no espaço, ilustrados nesta concepção artística. Crédito? NASA/JPL-Caltech

Um grupo de astrônomos descobriu no espaço a assinatura da presença  dos fulerenos pela primeira vez, usando o Telescópio Espacial Spitzer da NASA. Estas curiosas moléculas têm uma estrutura parecida com o formato de uma bola de futebol. Os fulerenos foram descobertos há 25 anos atrás em laboratórios e são a terceira forma mais estável do carbono, após o diamante e o grafite.

O nome ‘fulereno’ deriva da semelhança com as cúpulas geodésicas do arquiteto Buckminster Fuller, que têm círculos de encravamento na superfície de uma esfera parcial. Os cientistas estimavam que estas moléculas existiam no espaço, mas sua detecção só foi conseguida agora pela pesquisa utilizando o olho infravermelhos do Spitzer.

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Chandra e Spitzer revelam o jovem aglomerado Westerlund 2 no coração do berçário estelar RCW 49

No centro da imagem temos o aglomerado Westerlund 2, dentro do berçário estelar RCW49. Créditos - raios-X: Y.Nazé, G.Rauw, J.Manfroid (Université de Liège), CXC, NASA / Infravermelho: E.Churchwell (Universidade de Wisconsin), JPL, Caltech, NASA

No centro da imagem temos o aglomerado Westerlund 2, dentro do berçário estelar RCW49. Créditos - raios-X: Y.Nazé, G.Rauw, J.Manfroid (Université de Liège), CXC, NASA / Infravermelho: E.Churchwell (Universidade de Wisconsin), JPL, Caltech, NASA

A imagem acima é uma composição de paisagens capturadas em radiação fora do espectro da luz visível. Aqui vemos o berçário estelar RCW 49, repleto de poeira cósmica que cerca o aglomerado estelar jovem Westerlund 2.

A visão em infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer aparece em preto e branco complementando os dados da imagem em raios-X (em cores falsas) capturada pelo observatório espacial Chandra, que destaca as energéticas  e quentes estrelas da zona central do aglomerado estelar.

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19 de junho de 2009 – Tradição cultural budista na China

Não Há Dia Sem História

19 de junho de 2009

Tradição cultural budista na China

Dunhuang Star Atlas

No dia 19 de junho de 2009, há um ano, a NASA publicou em seu diário “Astronomy Picture of the Day” esta foto de um antigo mapa chinês das estrelas visíveis no hemisfério Norte.

O documento, chamado de Dunhuang Star Atlas, está guardado na Biblioteca Britânica em Londres. É um atlas estrelar que estava com mais 40 mil outros manuscritos descobertos num complexo de cavernas em Silk Road, rota da seda, em 1900. As cavernas haviam sido seladas por volta do século 11 e os documentos ficaram preservados devido ao clima seco. Redescobertas, as cavernas foram reabertas por volta de 1900. Em 1907 o arqueólogo húngaro Aurel Stein encontrou o pergaminho e o enviou, junto com mais 7 mil outros manuscritos, para o Museu Britânico, onde foi arquivado mas praticamente esquecido. Somente o sinólogo Joseph Needham interessou-se por ele, por volta do ano de 1955.

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Programa Kepler informa sobre 706 estrelas candidatas a hospedar exoplanetas

Observatório Espacial Kepler da NASA

Observatório Espacial Kepler da NASA

Em 15 de junho de 2010 a equipe da missão Kepler de busca por exoplanetas divulgou os resultados de 43 dias de análise sobre o comportamento de mais de 156.000 estrelas. Kepler mantém estas estrelas sobre vigilância rotineira a fim de detectar mudanças sutis na sua luminosidade. O programa Kepler tem como principal objetivo a pesquisa por planetas extrasolares similares a nossa Terra.

Os cientistas irão usar este banco de dados para determinar se há (ou não) exoplanetas em órbita, causando variações no brilho de 306 estrelas candidatas. Estas estrelas compõem uma gama completa de diversas temperaturas, tamanhos e idades. Há estrelas estáveis e outras pulsantes. Há estrelas manchadas, parecidas com as manchas solares e há outras que produzem explosões de plasma que poderiam esterilizar seus exoplanetas mais próximos.

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Pesquisa do SWIFT revela o gatilho que acende os buracos negros nos núcleos das galáxias ativas: a colisão de galáxias

Dados de uma pesquisa em andamento do observatório SWIFT ajudaram aos astrônomos a resolver um problema existente há décadas: o mistério que está por trás da irradiação de vastas quantidades de energia originadas a partir de uma pequena quantidade de buracos negros.

Galáxias ativas estudadas pelo SWIFT

Galáxias ativas estudadas pelo SWIFT

NO PAINEL ACIMA: Fotografias na luz visível dos diversos núcleos de galáxias ativas (destacados nos círculos), detectados pela pesquisa SWIFT de raios-X de alta energia, mostram claramente a presença de galáxias em colisão. Estas imagens, capturadas pelo telescópio de 2,1 metros no Kitt Peak National Observatory no Arizona, mostram os formatos de galáxias entrelaçadas ou distorcidas pela atração gravitacional dos vizinhos próximos. Embora estes AGNs aqui mostrados já fossem conhecidos antes da pesquisa do SWIFT, dúzias de outros foram encontrados pelo SWIFT em galáxias mais distantes. Créditos: NASA/Swift/NOAO/Michael Koss e Richard Mushotzky (Universidade de Maryland).

Os cientistas estimam que cerca de 1% dos buracos negros supermassivos apresentam este tipo de comportamento. As novas descobertas confirmam que os buracos negros “se acendem” quando suas galáxias colidem. Os dados da pesquisa oferecem um vislumbre de como poderá ser o comportamento do buraco negro central de nossa galáxia, a Via Láctea, no futuro distante.

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A Terra vista do espaço: vídeo da NASA mostra imagens comparativas do derramamento de óleo do Golfo do México

Dois satélites da NASA estão capturando imagens do derramamento de óleo no Golfo do México, que começou em 20 de abril de 2010, com a explosão da plataforma de petróleo em águas profundas Horizon da BP.

Esta série de fotos, organizadas no vídeo, nos revela uma visão espacial da plataforma de petróleo em chamas e do derramamento de petróleo que se seguiu, incluindo as imagens atualizadas até 24 de maio de 2010.

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25 de maio de 1960 – Projeto de nave multitripulada

Não Há Dia Sem História

25 de maio de 1960

Projeto de nave multitripulada

Em 1960, a nave Apollo ainda era só uma conjectura e havia outras propostas, como estas exibidas nestes diagramas

Em 1960, a nave Apollo ainda era só uma conjectura e havia outras propostas, como estes diagramas

No dia 25 de maio de 1960, há cinqüenta anos, o Space Task Group (STG, Grupo de trabalho do espaço) da NASA (fundada em 29 de julho de 1958), convocava os integrantes da equipe executiva que ficaria encarregada de desenvolver um projeto de nave espacial multitripulada.

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14 de maio de 1973 – Lançamento do Skylab

Não Há Dia Sem História

14 de maio de 1973

Lançamento do Skylab

Skylab

Skylab

No dia 14 de maio de 1973, há 37 anos, foi lançada a missão Skylab I, que colocou no espaço a primeira estação espacial de porte médio (77 toneladas e até 9 tripulantes), o Skylab. [Lembramos que a primeira estação espacial foi a minúscula Salyut 1, lançada 2 anos antes pelo Soviéticos, em 19 de Abril de 1971, com 19 toneladas e 3 tripulantes].

Skylab Logo

A Skylab I foi a primeira missão do programa espacial Skylab desenvolvido pela NASA. Foi lançada do Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral em 14 de Maio de 1973 em um foguete Saturno V não tripulado e tinha como objetivo principal colocar em órbita o laboratório/estação espacial Skylab.

Vibrações no lançamento do foguete causaram a separação do escudo protetor contra meteoróides, que acabou arrastando consigo um dos painéis solares da estação. O Skylab foi então manobrado para que o outro painel captasse o máximo de energia, mas isso provocou um super-aquecimento. Esses problemas só foram resolvidos muitos dias depois quando chegou à estação espacial a missão tripulada Skylab II.

Skylab vista do módulo de comando SL-4

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