Posts Tagged M87
Os buracos negros são as centrais de energia do Universo
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros on 24 de novembro de 2009

A fúria de um Blazar: concepção artística de um blazar (buraco negro supermassivo em galáxia ativa que aponta seu jato em nossa direção) mostrando seus jatos de partículas ionizadas aceleradas pelas forças do seu campo eletromagnético super intenso (tão forte que sobrepuja a força gravitacional abismal do buraco negro e consegue expelir a matéria carregada eletricamente de volta ao espaço). Crédito: Marscher et al., Wolfgang Steffen, Cosmovision, NRAO/AUI/NSF
As luzes mais brilhantes e energéticas do Universo freqüentemente procedem dos buracos mais negros do espaço profundo.
Os buracos negros, chamados assim por que nem sequer a luz pode escapar de sua força gravitacional, só podem ser detectados através da sua influência sobre a matéria em sua volta. Embora os próprios buracos negros sejam invisíveis, as regiões que os rodeiam são governadas por campos magnéticos de potência extrema e forças gravitacionais que aceleram e aquecem a matéria circunvizinha em acresção e criam as radiações mais luminosas jamais vistas.
Os buracos negros galácticos supermassivos são muito maiores do que pensávamos?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Galáxias, Matéria Escura on 6 de julho de 2009

Este gráfico mostra a relação entre a massa do buraco negro central de uma galáxia e a massa do seu bojo central. O novo cálculo da massa do buraco negro da M87 feito por Gebhardt e Thomas, que aumentou para 6,4 bilhões de massas solares, poderá mudar este relacionamento. Crédito: Tim Jones/UT-Austin after K. Cordes & S. Brown (STScI)
Através de novo modelo de simulação computacional, os astrônomos determinaram que o buraco negro supermassivo central da galáxia ativa M87 possui pelo menos duas vezes mais massa do que se pensava anteriormente: cerca de 6,4 bilhões de vezes a massa do Sol. A nova metodologia de medição sugere que as massas estimadas de outros buracos negros em grandes galáxias vizinhas podem estar também sub-dimensionadas. Tal estudo poderá trazer conseqüências para as teorias sobre como as galáxias se formam e crescem e pode ajudar aos astrônomos resolverem um antigo enigma sobre o paradoxo do desenvolvimento galáctico.
A descoberta foi anunciada anteontem na 214ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). O achado é “importante para a relação entre os buracos negros e as galáxias,” disse o membro da equipe Jens Thomas do Instituto Max Planck para a Física Extraterrestre na Alemanha. “Se alteramos a massa do buraco negro, o modo como este se relaciona com a galáxia também muda”.
Devido a esta relação, este novo modelo de cálculo da massa dos buracos negros centrais poderá trazer fortes impactos nas teorias astronômicas que tentam explicar como as galáxias se formam e crescem.
Os astrônomos da ESA acharam o elo-perdido dos buracos negros: HLX-1 na galáxia ESO 243-49
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros on 5 de julho de 2009

Imagem: impressão artística do HLX-1 na periferia da galáxia espiral ESO 243-49. Crédito: Heidi Sagerud.
Acharam o ‘elo-perdido’ entre as famílias de buracos negros: não tão grandes quanto os que ficam no núcleo das galáxias (como a M87), nem pequenos como os que resultam diretamente do colapso de estrelas massivas (como Cygnus X-1).
O novo ‘embaixador’ dessa nova classe de buracos negros é o HLX-1 (Hyper-Luminous X-ray source 1), o objeto brilhante acima e à esquerda do bojo galáctico, na ilustração acima. Trata-se de uma fonte ultra-luminosa de raios-X e seu brilho é 260 milhões de vezes maior que o do Sol.
Esse buraco negro tem a massa de cerca de 500 vezes a massa do Sol e situa-se na periferia da galáxia espiral ESO 243-49, que dista 290 milhões de anos-luz da Terra.
A galáxia M87 dá um show cósmico que foi assistido por 390 astrônomos
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Galáxias, Telescópios on 4 de julho de 2009

Concepção artística do núcleo da M87: buraco negro central supermassivo, disco de acresção e jatos relativísticos. Crédito: Bill Saxton, NRAO/AUI/NSF
Quando a rádio galáxia gigante Messier 87 (M87) lançou uma torrente de radiação gama e ondas de rádio, havia um time internacional de colaboração com 390 cientistas assistindo o espetáculo. As descobertas associadas ao evento foram relatadas na Science Express.
Os resultados fornecem evidências experimentais que as partículas (raios cósmicos) foram aceleradas a velocidades relativísticas, com energias altíssimas, nas vizinhanças do buraco negro supermassivo e emitiram os feixes de raios gama observados. Os raios gama são a radiação mais energética do Universo, sua energia é cerca de um trilhão de vezes mais potente que a luz visível.




![Centauri Dreams [Tau Zero Foundation] Centauri Dreams [Tau Zero Foundation]](http://eternosaprendizes.com/wp-content/uploads/2009/12/Centauri-Dreams.jpg)













Comentários