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CL0024+1654: Hubble mostra como um aglomerado galáctico atua como lente gravitacional
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura on 23 de agosto de 2009

O aglomerado galáctico CL0024+1654 atua aqui como Lente Gravitacional. Crédito: NASA, ESA, H. Lee & H. Ford (Johns Hopkins University)
O que são estes estranhos objetos azuis nesta imagem? Vários dos objetos azuis mais brilhantes são imagens de apenas uma única, incomum, galáxia azul em anel. Esta singela galáxia, por uma feliz coincidência cósmica, está alinhada exatamente atrás de um gigantesco aglomerado de galáxias.
Os aglomerados galácticos aqui aparecem em amarelo e junto com a matéria escura existente no aglomerado atuam como uma lente gravitacional, um fenômeno previsto na teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.
Encontraram o primeiro planeta extragaláctico em Andrômeda!
Posted by EYE in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas, Galáxias on 11 de junho de 2009

Um planeta extrasolar pode ter sido detectado na galáxia vizinha Andrômeda (Imagem: Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOAO/AURA/NSF)
Utilizando uma técnica chamada Pixel-lensing, um grupo de astrônomos italianos pode ter detectado mais um planeta em órbita de outra estrela. Mas o que esse planeta difere dos demais 300 exoplanetas já descobertos? Sua estrela mãe é de outra galáxia, isto é, trata-se do primeiro planeta extra-galáctico já descoberto, pois ele pertence a galáxia de Andrômeda!
Tecnicamente, verificou-se que uma estrela em M31 tem um companheiro com cerca de 6 vezes a massa de Júpiter, e que este companheiro poderia ser uma anã marrom ou um exoplaneta. Seja qual for a situação, isso é uma façanha notável, encontrar um objeto deste tamanho em outra galáxia, distante 2,5 milhões de anos-luz.
A técnica de ‘pixel-lensing’ ou microlente gravitacional, foi uma técnica desenvolvida para pesquisar MACHOs (MAssive Compact Halo Objects) no halo galáctico da Via Láctea. Devido ao fato que os raios luminosos se curvam quando passam perto de um objeto massivo, a gravidade de uma estrela próxima intensifica a luz para a Terra de uma estrela distante. Esta técnica é sensível para encontrar planetas em nossa própria galáxia, com tamanhos variando de planetas de gigantes como Júpiter a super-terras. Recentemente, também, os astrônomos utilizaram a microlente gravitacional para serem capazes de ver cerca de uma dúzia de estrelas em M31, o que representa uma conquista notável por si só.



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