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Chandra e Spitzer revelam o jovem aglomerado Westerlund 2 no coração do berçário estelar RCW 49

No centro da imagem temos o aglomerado Westerlund 2, dentro do berçário estelar RCW49. Créditos - raios-X: Y.Nazé, G.Rauw, J.Manfroid (Université de Liège), CXC, NASA / Infravermelho: E.Churchwell (Universidade de Wisconsin), JPL, Caltech, NASA

No centro da imagem temos o aglomerado Westerlund 2, dentro do berçário estelar RCW49. Créditos - raios-X: Y.Nazé, G.Rauw, J.Manfroid (Université de Liège), CXC, NASA / Infravermelho: E.Churchwell (Universidade de Wisconsin), JPL, Caltech, NASA

A imagem acima é uma composição de paisagens capturadas em radiação fora do espectro da luz visível. Aqui vemos o berçário estelar RCW 49, repleto de poeira cósmica que cerca o aglomerado estelar jovem Westerlund 2.

A visão em infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer aparece em preto e branco complementando os dados da imagem em raios-X (em cores falsas) capturada pelo observatório espacial Chandra, que destaca as energéticas  e quentes estrelas da zona central do aglomerado estelar.

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Cassini mostra como Enceladus deixa bolhas de plasma em seu caminho pelo espaço

Cassini em flyby sobre Enceladus por Karl Kofoed/NASA

Cassini em flyby sobre Enceladus para investigar as plumas emitidas pelos gêiseres encontrados em suas fissuras na região próxima ao pólo sul. Crédito © 2008: Karl Kofoed/NASA

O papel que Enceladus exerce em relação a magnetosfera de Saturno pode ser similar ao da lua Io em Júpiter, a qual insere plasma no espaço interior da magnetosfera joviana.

Observações de como Enceladus interage com o seu ambiente mostram como esta lua peculiar deixa um complexo padrão de ondas e bolhas em seu rastro na órbita ao redor de Saturno. Sheila Kanani falou sobre este tema e apresentou sua pesquisa na Reunião Nacional de Astronomia da RAS em Glasgow, no dia 14 de abril de 2010.

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Dinâmica dos fluidos: o misterioso Hexágono de Saturno foi recriado em laboratório

Esta animação capturada pela Cassini foi possível de ser obtida pois o polo norte de Saturno permaneceu escurecido durante o inverno. A imagem mostra detalhes das tempestades que formam o misterioso desenho hexagonal que tem intrigado os cientistas.

Esta animação capturada pela Cassini foi possível de ser obtida pois o polo norte de Saturno permaneceu escurecido durante o inverno. A imagem mostra detalhes das tempestades que formam o misterioso desenho hexagonal que tem intrigado os cientistas.

Saturno ostenta uma das características geométricas mais desconcertantes do Sistema Solar: um hexágono gigante ao redor de seu pólo norte. Embora este misterioso hexágono não seja tão famoso quanto a Grande Mancha Vermelha de Júpiter, esta anomalia em Saturno é igualmente enigmática. Agora, os cientistas recriaram esta estrutura em laboratório, utilizando não mais do que água, corante e uma mesa giratória, dando um grande passo, dizem os especialistas, para finalmente decifrar este enigma no planeta senhor dos anéis.

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Assista a aula sobre a missão WISE apresentada por Amy Mainzer

Concepção artística do telescópio orbital WISE. Crédito da ilustração: NASA (PIA12470)

Concepção artística do telescópio orbital WISE. Crédito da ilustração: NASA (PIA12470)

A NASA criou um tutorial interativo sobre a missão WISE, apresentado por Amy Mainzer, que é cientista líder na missão (WISE Deputy Project Scientist). Amy Mainzer também trabalha no projeto que visa melhorar as capacidades do WISE na busca por asteróides obscuros do Sistema Solar.

Clique aqui para assistir a aula interativa!

Amy Mainzer é cientista líder da missão WISE da NASA. Amy coordena o time que desenvolve as habilidades do WISE na caça de asteróides e objetos obscuros até agora não detectados. Ela, como WISE Deputy Project Scientist, atua na missão WISE para garantir que os objetivos científicos do programa sejam acançados. Clique na imagem para saber mais sobre Amy, no seu blog.

Amy Mainzer é cientista líder que trabalha na missão WISE da NASA. Amy coordena o time que desenvolve as habilidades do WISE na caça de asteróides e objetos obscuros até agora não detectados. Ela, como WISE Deputy Project Scientist, atua na missão WISE para garantir que os objetivos científicos do programa sejam acançados. Clique na imagem para saber mais sobre Amy, no seu blog.

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26 de março de 2004 – Cassini envia fotos de Saturno o Senhor dos Anéis

Não Há Dia Sem História

26 de março de 2004

Cassini celebra 6 anos de viagens ao redor do Senhor dos Anéis

Saturno pela Cassini em 6 de outubro de 2004

Saturno fotografado pela Cassini em 6 de outubro de 2004

No dia 26 de março de 2004, há seis anos, a NASA apresentava fotografias de Saturno, tiradas pela sonda Cassini, que se aproximava do planeta gigante gasoso. A Cassini levava a bordo, além dos seus equipamentos próprios de pesquisa, uma pequena sonda, chamada Huygens, da Agência Espacial Européia – ESA, que faria um pouso, com pára-quedas, no maior satélite de Saturno, Titã.

Entre os planos da missão, estavam vários sobrevôos dos satélites de Saturno e passagens em meio aos anéis. É uma das mais ricas sondagens já feitas que tem trazido informações valiosíssimas.

A Cassini-Huygens fora lançada quase sete anos antes, em 15 de outubro de 1997, do Centro Espacial Kennedy. Sua fonte de energia, que está fazendo a sonda funcionar ainda hoje, é uma pilha de plutônio. A complexa navegação da Cassini incluiu sobrevôos de Vênus e da Terra, para aproveitar a assistência gravitacional a ganhar velocidade. A passagem “de raspão”, pela Terra, de uma espaçonave contendo plutônio, gerou temores de um risco de acidente com contaminação radiativa – que não houve.

Cassini fotografou todos os anéis de Saturno de uma só vez durante a ocultação de 2006

Cassini fotografou todos os anéis de Saturno de uma só vez durante a ocultação de 2006

Hoje, Cassini-Huygens tem sido considerada uma missão altamente vitoriosa, um sucesso retumbante. Como recompensa, um prêmio para todos nós, em 2010 a Missão Cassini ganhou verbas adicionais e teve seu prazo estendido até 2017.

Milton W.

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Cassini revela detalhes das fraturas em Enceladus que expelem vapor d’água e elementos orgânicos

A fratura Bagdá em Enceladus: nesta imagem original vemos um mosaico que combina dados de alta resolução do espectrômetro infravermelho composto, a bordo da nave espacial Cassini da NASA, bolsões de calor aparecem ao longo de uma das misteriosas fraturas na região polar sul da lua Enceladus de Saturno. Crédito da imagem: NASA / JPL / GSFC / SWRI / SSI

A quente fratura Bagdá em Enceladus: nesta imagem original vemos um mosaico que combina dados de alta resolução do espectrômetro infravermelho composto, a bordo da nave espacial Cassini da NASA, bolsões de calor aparecem ao longo de uma das misteriosas fraturas na região polar sul da lua Enceladus de Saturno. Crédito da imagem: NASA / JPL / GSFC / SWRI / SSI

Imagens recentemente divulgadas do “flyby” da Cassini por Enceladus em novembro de 2009 revelam uma “floresta” de novos jatos expelidos por suas fraturas proeminentes que atravessam a região polar sul e fornecem o mais detalhado mapa de temperaturas já levantado até agora para uma dessas fraturas.

As novas imagens da equipe de imagem e da equipe do espectrômetro infravermelho também incluem a melhor imagem tridimensional já obtida de uma das “listas de tigre”, uma fissura que liberta partículas geladas, vapor d’ água e elementos orgânicos. Existem também imagens de regiões antes não tão bem mapeadas em Enceladus, incluindo uma região a Sul com padrões tectônicos grosseiramente circulares.

“Enceladus continua a nos surpreender,” afirmou Bob Pappalardo, cientista do projeto Cassini no JPL da NASA em Pasadena, Califórnia, EUA. “A cada passagem rasante da Cassini, aprendemos mais sobre suas atividades extremas e o que existe nesta estranha lua.”

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Missão WISE revela suas primeiras imagens de sua pesquisa de todo-o-céu

WISE revela a galáxia de Andrômeda no infravermelho, mostrando em destaque a poeira cósmica dos seus braços espirais. Nesta imagem o WISE usou seus dois detectores de mais longo comprimento de onda de 12 e 22 micrômetros, colorizadas, respectivamente em laranja e vermelho.

WISE revela a galáxia de Andrômeda no infravermelho, mostrando em destaque a poeira cósmica aquecida dos seus braços espirais. Nesta imagem o WISE usou seus dois detectores com maiores comprimentos de onda, em 12 e 22 micrômetros. Os resultados desta capturas foram colorizadas artificialmente, respectivamente, em laranja (12μm) e vermelho (22 μm) para compor este mosaico da M31. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA

O observatório espacial de infravermelho WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) revela um belo conjunto de imagens recém processadas, conforme anúncio da NASA.

Desde que o WISE começou o sua pesquisa de todo-o-céu no infravermelho em 14 de janeiro de 2010, este telescópio espacial já enviou mais de um 250.000 imagens não-processadas. Destas novas imagens, quatro foram especialmente processadas e representam os alvos principais da missão:

  1. Um cometa repleto de gás e poeira (“Siding Spring”);
  2. Uma nebulosa ativa com um berçário de estrelas (NGC 3603);
  3. Uma galáxia (M31 – Andrômeda);
  4. Um aglomerado galáctico (“Fornax” – Fornalha).

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WISE revela seu primeiro cometa: o “P/2010 B2 (WISE)”

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A mancha avermelhada no centro desta imagem é a imagem do primeiro cometa descoberto pelo observatório espacial WISE da NASA. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA

Há alguns dias o observatório WISE descobriu seu primeiro asteróide, o 2010 AB78. Agora, o time do WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA informou sobre a descoberta de seu primeiro cometa, um dos muitos cometas que esta missão promete encontrar, além de milhões de outros objetos celestes, durante sua pesquisa de todo-o-céu no espectro do infravermelho.

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Missão Cassini ganha verbas adicionais e tem seu prazo estendido até 2017

A 20 graus acima do plano dos anéis, a câmera grande angular da sonda Cassini capturou 75 exposições em série para fazer este mosaico de Saturno, dos anéis, e algumas das suas luas, 36 horas depois do equinócio de Saturno, quando o disco solar estava exatamente por cima do equador do planeta. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

A câmera grande angular da sonda Cassini capturou 75 exposições em série para fazer este mosaico de Saturno, dos anéis, e algumas das suas luas, 36 horas depois do equinócio de Saturno, quando o disco solar estava exatamente por cima do equador do planeta e a 20 graus acima do plano dos anéis. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

A NASA vai prolongar a missão internacional Cassini-Huygens, a Saturno e às suas luas, até 2017. O orçamento de 2011 da agência espacial prevê um aditivo de 60 milhões de dólares por ano para o estudo continuado do planeta “Senhor dos Anéis”.

“Esta é uma missão que continuamente fornece resultados científicos surpreendentes e imagens de cortar a respiração”, afirmou Jim Green, diretor da divisão de ciência planetária na sede da NASA em Washington. “As históricas descobertas e espetaculares imagens deste viajante espacial têm revolucionado nosso conhecimento de Saturno e das suas luas.”

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Nova técnica para detectar exoplanetas tipo Terra a partir de observatórios terrestres

Concepção artística do exoplaneta HD 189733b, do telescópio que o estudou e sua composição química. Crédito: NASA

Concepção artística do exoplaneta HD 189733b, do telescópio que o estudou e sua composição química. Crédito: NASA/JPL-Caltech

Os astrônomos descobriram uma nova técnica que utiliza telescópios terrestres para estudar as atmosferas de planetas extrasolares, acelerando a nossa procura por planetas tipo-Terra que apresentam moléculas relacionadas com a presença da vida. O artigo que descreve a pesquisa, A ground-based near-infrared emission spectrum of the exoplanet HD 189733b, foi publicado em 04 de fevereiro de 2010 na revista Nature.

Os cientistas desenvolveram a nova técnica ao usar um telescópio infravermelho da NASA, no Havaí, para identificar um tipo de molécula orgânica na atmosfera do exoplaneta HD 189733b, do tamanho de Júpiter, situado a cerca de 63 anos-luz de distância.

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