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Chandra e Spitzer revelam o jovem aglomerado Westerlund 2 no coração do berçário estelar RCW 49

No centro da imagem temos o aglomerado Westerlund 2, dentro do berçário estelar RCW49. Créditos - raios-X: Y.Nazé, G.Rauw, J.Manfroid (Université de Liège), CXC, NASA / Infravermelho: E.Churchwell (Universidade de Wisconsin), JPL, Caltech, NASA

No centro da imagem temos o aglomerado Westerlund 2, dentro do berçário estelar RCW49. Créditos - raios-X: Y.Nazé, G.Rauw, J.Manfroid (Université de Liège), CXC, NASA / Infravermelho: E.Churchwell (Universidade de Wisconsin), JPL, Caltech, NASA

A imagem acima é uma composição de paisagens capturadas em radiação fora do espectro da luz visível. Aqui vemos o berçário estelar RCW 49, repleto de poeira cósmica que cerca o aglomerado estelar jovem Westerlund 2.

A visão em infravermelho do Telescópio Espacial Spitzer aparece em preto e branco complementando os dados da imagem em raios-X (em cores falsas) capturada pelo observatório espacial Chandra, que destaca as energéticas  e quentes estrelas da zona central do aglomerado estelar.

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Há numerosas anãs marrons nas vizinhanças do Sistema Solar? Pesquisa do Spitzer indica que sim

Pesquisa do Spitzer indica que estamos cercados de furtivas anãs marrons

Pesquisa do Spitzer indica que estamos cercados de furtivas anãs marrons

O telescópio espacial Spitzer realizou um novo estudo sobre anãs marrons, concentrando-se em uma região da constelação de Boötes. Entre os diversos objetos encontrados, 14 destes apresentavam temperaturas variando entre 450 e 600 Kelvin.

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Herschel revela buraco no céu ao observar a nebulosa NGC 1999

Herchel e o buraco espacial na NGC 1999. Crédito: ESA/Herschel

Herchel e o buraco espacial na NGC 1999. Crédito: ESA/Herschel

Um vazio no espaço?

Herschel, o grande telescópio espacial infravermelho da ESA, fez uma descoberta incomum: um buraco no espaço. Este buraco forneceu aos cientistas um surpreendente caminho para elucidar o final do processo de formação de estrelas.

As estrelas surgem em berçários estelares, nuvens densas de pó e gás que agora podem ser estudadas com detalhe graças aos olhos infravermelhos do Herschel. Embora já tenhamos observado jatos de plasma e ventos estelares originados de estrelas novas, permanece como um mistério a forma exata como uma estrela provoca o afastamento do material envolvente e consegue emergir do seu casulo de nascimento. Ao mirar este ‘buraco cósmico’ o Herschel flagrou um passo inesperado neste processo da formação estelar.

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SXDF-XCLJ0218-0510: descoberto o aglomerado galáctico mais distante no Universo observável

A luz do aglomerado galáctico SXDF-XCLJ-218-0510 leva 9,6 bilhões de anos para chegar até nós. Nesta imagem temos uma visão do Universo quando este tinha ~4,2 bilhões de anos de idade.

A luz do aglomerado galáctico SXDF-XCLJ-218-0510 leva 9,6 bilhões de anos para chegar até nós. Nesta imagem temos uma visão do Universo jovem, quando este tinha ~4,2 bilhões de anos de idade.

Um time internacional de astrônomos alemães e japoneses descobriu o aglomerado galáctico mais distante até agora já detectado cuja luz leva 9,6 bilhões de anos para chegar até nós. As observações em raios-X e no infravermelho mostraram que o aglomerado é dominado por galáxias antigas e massivas, o que sugere que estas galáxias se formaram quando o Universo ainda era muito jovem. Outras observações como esta e similares fornecem informações importantes tanto quanto a evolução galáctica, como também sobre a história antiga do Universo.

Os aglomerados de galáxias são os maiores conjuntos de matéria ligada gravitacionalmente no Universo. A nossa Galáxia, a Via Láctea, faz parte do aglomerado de Virgem, que compreende de 1.000 a 2.000 galáxias. Ao observar as galáxias e aglomerados muito distantes da Terra, os astrônomos estão, na verdade, vasculhando o passado, pois a sua luz emitida levou bilhões de anos para alcançar nossos telescópios.

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Herschel revela massivas estrelas recém nascidas escondidas na nebulosa Rosette

Nebulosa Rosette sob a visão infravermelha do Herschel: esta imagem é uma composição de 3 fotos em diferentes comprimentos de onda. A tonalidade azul mostra a visão de 70 mícrons,  em verde temos 160 mícrons e em tons avermelhados 250 mícrons Créditos: ESA/PACS & SPIRE Consortium/HOBYS Key Programme Consortia

Nebulosa Rosette sob a visão infravermelha do Herschel: esta imagem é uma composição de 3 fotos em diferentes comprimentos de onda. A tonalidade azul mostra a visão de 70 mícrons, em verde temos 160 mícrons e em tons avermelhados 250 mícrons Créditos: ESA/PACS & SPIRE Consortium/HOBYS Key Programme Consortia

A última imagem do fabuloso telescópio espacial Herschel revela estrelas antes nunca vistas, massivas estrelas recém-nascidas, cada uma até 10 vezes mais massiva que o Sol. Estas estrelas jovens são aquelas que irão influenciar onde e como a próxima geração de estrelas se formará na região de Rosette. Esta imagem é uma nova divulgação da iniciativa da agência espacial européia (ESA) chamada de ‘OSHI’ (Online Showcase of Herschel Images).

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Dinâmica dos fluidos: o misterioso Hexágono de Saturno foi recriado em laboratório

Esta animação capturada pela Cassini foi possível de ser obtida pois o polo norte de Saturno permaneceu escurecido durante o inverno. A imagem mostra detalhes das tempestades que formam o misterioso desenho hexagonal que tem intrigado os cientistas.

Esta animação capturada pela Cassini foi possível de ser obtida pois o polo norte de Saturno permaneceu escurecido durante o inverno. A imagem mostra detalhes das tempestades que formam o misterioso desenho hexagonal que tem intrigado os cientistas.

Saturno ostenta uma das características geométricas mais desconcertantes do Sistema Solar: um hexágono gigante ao redor de seu pólo norte. Embora este misterioso hexágono não seja tão famoso quanto a Grande Mancha Vermelha de Júpiter, esta anomalia em Saturno é igualmente enigmática. Agora, os cientistas recriaram esta estrutura em laboratório, utilizando não mais do que água, corante e uma mesa giratória, dando um grande passo, dizem os especialistas, para finalmente decifrar este enigma no planeta senhor dos anéis.

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IC 342: WISE revela galáxia que se esconde por trás da Via Láctea

A galáxia IC 342, a 'galáxia escondida', fotografada em infravermelho pelo WISE (PIA13021). Crédito: NASA/JPL/WISE

A galáxia IC 342, a 'galáxia escondida', fotografada em infravermelho pelo WISE (PIA13021). Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA

Esta criatura cósmica cheia de pernas surge detrás do seu esconderijo sob a visão infravermelha do telescópio orbital WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer). Esta bela galáxia, a IC 342, é as vezes chamada de “a galáxia escondida”, pois a Via Láctea se interpõe entre nós e ela.

IC 342 é uma galáxia espiral intermediária na direção da constelação de Camelopardalis (Girafa).

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Spitzer revela segredos do frenético berçário estelar na Nebulosa de Órion

Nebulosa de Órion-Spitzer-NASA-colonia de estrelas jovens e quentes

Spitzer está acompanhando uma zona específica do berçário estelar na Nebulosa de Órion. Clique na imagem para ver a versão de alta resolução desta fantástica foto. Crédito: NASA/Spitzer

Nebulosa de Órion está sendo monitorada pelo Spitzer

Os Astrônomos têm virado seus olhos para analisar um grupo aquecido de estrelas jovens, acompanhando seu movimento como se fossem paparazzi cósmicos. Recentemente, o Telescópio Espacial Spitzer da NASA capturou uma nova imagem em infravermelho que mostra a agitada maternidade estelar da Nebulosa de Órion, situada na espada do caçador da constelação de mesmo nome. Assim como as estrelas de Hollywood, estes corpos celestes não brilham sempre na sua plenitude, mas variam sua luminosidade ao longo do tempo. O Spitzer está observando este espetáculo cósmico, ajudando aos cientistas na busca do conhecimento sobre as razões das estrelas mudarem e no entendimento sobre os papéis na formação planetária.

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Os quasares passam metade de suas vidas escondidos pela poeira cósmica

Estágios do ciclo de vida de um quasar: 1-Fusão de Galáxias; 2-Quasar coberto de poeira; 3-Quasar livre de poeira. Crédito: Karen Teramura

Estágios do ciclo de vida de um quasar: 1-Fusão de Galáxias; 2-Quasar coberto de poeira; 3-Quasar livre de poeira. Crédito: E. Treister e Karen Teramura (IfA, Universidade do Havaí)

O que acontece com os buracos negros supermassivos encontrados nos centros de galáxias distantes quando sofrem eventuais surtos gigantescos de crescimento, como resultado de colisões galácticas?

Agora, um novo estudo realizado por astrônomos da Universidade de Yale e da Universidade do Havaí, publicado na edição de 25 de março de 2010 na Science Express, dá a resposta.

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Spitzer revela dois quasares jovens primordiais

Ilustração de um buraco negro supermassivo (representado pelo ponto negro no coração da galáxia) habitando o centro de uma galáxia ativa. Sptizer revelou detalhes inéditos de duas galáxias ativas primordiais, os quasares J0005-0006 e J0303-0019. O fato incomum que difere estas galáxias ativas das demais é a falta do disco de poeira cósmica central. Crédito: NASA/Photojournal

Ilustração de um buraco negro supermassivo (representado pelo ponto negro no coração da galáxia) habitando o centro de uma galáxia ativa. Sptizer revelou detalhes inéditos de duas galáxias ativas primordiais, os quasares J0005-0006 e J0303-0019. O fato incomum que difere estas galáxias ativas das demais é a falta do disco de poeira cósmica central. Crédito: NASA/Photojournal

Astrônomos encontraram o que parecem ser dois dos primeiros e mais primitivos buracos negros conhecidos. Esta descoberta, baseada principalmente em observações do Telescópio Espacial Spitzer, irá fornecer uma melhor compreensão das raízes do Universo e como as primeiras estrelas, galáxias e buracos negros se formaram.

“Nós encontramos componentes da primeira geração de quasares que nasceram em um ambiente livre de poeira em seus primeiros estágios de desenvolvimento”, disse Linhua Jiang, da Universidade do Arizona em Tucson, autor principal do artigo publicado em 18 de março de 2010 na revista Nature: Dust-free quasars in the early Universe.

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