Posts Tagged Ian O’Neill
Sarychev: um vulcão em atividade visto do espaço pela Estação Espacial
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Terra on 26 de junho de 2009
Essas imagens do vulcão Sarychev foram feitas em 12 de junho de 2009 pelos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS – International Space Station), a 354 km de altura do solo.
Nota-se aqui a onda de choque nas bordas da nuvem de plumas vulcânicas e o extenso buraco feito nas nuvens brancas causados pela erupção. O monte Sarychev é um dos vulcões ativos na cadeia das ilhas Kuril e fica localizado a noroeste da ilha Matua.
A matéria escura foi responsável pela reconstrução do Universo primordial?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Matéria Escura on 2 de junho de 2009

No Universo primordial, até um bilhão de anos após o Big Bang, os átomos de Hidrogênio foram misteriosamente decompostos em uma sopa universal de íons
Até 380,000 anos após o Big Bang, o Universo era uma sopa quente de plasma que se esfriou. Nessa ocasião a temperatura universal caiu ao nível onde prótons e elétrons podiam se recombinar formando átomos. Esse ‘calmo’ período de formação do Hidrogênio neutro na história universal não durou muito tempo. Os átomos de Hidrogênio primordiais foram desintegrados uma vez mais em um mecanismo denominado reionização que reconstruiu todo o Universo. A era da reionização chegou ao seu fim cerca de 1 bilhão de anos após o Big Bang, quando o Universo tornou-se novamente transparente.
Acreditava-se que as primeiras estrelas que se formaram antes da era da reionização provavelmente despejaram alguma radiação ultravioleta, ionizando o Hidrogênio neutro primordial. No entanto, uma nova e controversa teoria foi recentemente lançada: teve a matéria escura um papel marcante o processo de reionização universal?
Astrônomos começam a caça de exoluas orbitando exoplanetas
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exobiologia, Exoplanetas, Telescópios on 1 de fevereiro de 2009

Impressão artística (crédito: Andy McLatchie) de uma exolua habitável orbitando um exoplaneta. Poderá a flutuação orbital de um exoplaneta ajudar os astrônomos a achar exoluas?
[ Tradução do artigo "Astronomers Now Looking For Exomoons Around Exoplanets" escrito por Ian O'Neill na Universe Today em 14 de dezembro de 2008 ]
Está começando a parecer que os astrônomos estão se tornando cansados de observar diretamente os exoplanetas, já estivemos aqui, já fizemos isso… Assim eles estão agora se aprofundando mais visando uma nova grande descoberta: a detecção de exoluas (ou lua extrasolar) orbitando exoplanetas. Em novo estudo um astrônomo britânico quer usar a técnica mais comumente utilizada na observação indireta de exoplanetas. Essa tradicional e amplamente usada técnica verifica a estrela candidata para ver se ela tremula. A tremulação ou flutuação orbital estelar é usualmente causada pela presença de um objeto massivo orbitando a estrela, revelando indiretamente a presença de um exoplaneta (ou um objeto sub-estelar como uma anã-marrom).
Agora, de acordo com David Kipping, a presença de exoluas também poderá ser detectada pelo “método da análise da flutuação orbital”. Como fazê-lo? Rastreando-se um exoplaneta durante sua órbita ao redor da estrela-mãe para ver seus desvios orbitais devido à interação gravitacional do sistema exoplaneta/exolua. E tem muito mais! Como se não bastasse já considerarmos espetacular esse novo projeto, Kipping tem outra forte motivação por trás da tremulação dos exoplanetas: ele quer achar uma exolua com dimensões e características similares a Terra com potencial para abrigar vida extraterrestre…
Mundos em colisão: começa a caça do assassino no sistema binário BD+20 307
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas on 15 de janeiro de 2009

Concepção artística de planetas em colisão no sistema binário BD+20 307, há aproximadamente 300 anos luz de distância da Terra, na constelação de Áries. ©Lynette R. Cook
Tradução do artigo de Ian O’Neill na Universe Today em 10/01/2009 onde ele comenta suas impressões sobre a conferência da AAS (American Astronomical Society).
Em setembro de 2008, o Observatório de Rayos-X Chandra anunciou que havia observado algo muito estranho em BD+20 307. O sistema binário parecia ter um disco de pó ao redor do mesmo, indicando que aparentement tratava-se de um sistema de formação planetária jovem com apenas uma fração da idade do Sistema Solar. Não obstante, é bem sabido agora que essas binárias possuem, na realidade, alguns bilhões de anos de idade. Concluíram então que o disco havia sido criado por um evento planetário muito raro: uma colisão planetária cataclísmica.




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