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Será o Lítio um elemento chave para a busca de sistemas planetários extra-solares?

Infografía de un hipotético sistema planetario con una estrella similar al Sol. Crédito: Gabriel Pérez, Servicio Multimedia/IAC (www.iac.es)

Desenho de um hipotético sistema planetário com uma estrela similar ao Sol. Crédito: Gabriel Pérez, Servicio Multimedia/IAC (www.iac.es)

As estrelas similares ao Sol com baixo conteúdo de lítio destacam-se como fortes candidatas a abrigar planetas, segundo afirma um estudo liderado por pesquisadores do Instituto de Astrofísica de Canárias (IAC). O lítio (um dos elementos mais leves que se conhece e bem fácil de detectar através das análises do espectro da luz emanada por estrelas) agora se destaca como um novo rastro a seguir na busca de sistemas planetários semelhantes ao nosso.

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NGC 6888: A Nebulosa Crescente sob a lente de Daniel Lopez – IAC

NGC 6888 - A Nebulosa Crescente sob a lente de Daniel Lopez

NGC 6888 - A Nebulosa Crescente sob a lente de Daniel Lopez (IAC)

A nebulosa Crescente, NGC 6888, é uma bolha cósmica com 25 anos-luz de diâmetro, insuflada pelos ventos estelares de sua massiva estrela central, uma violenta Wolf-Rayet. Este belíssimo retrato da nebulosa foi feito a partir do telescópio Isaac Newton no observatório Roque de los Muchachos da IAC, nas Ilhas Canárias.

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M16: ESO mostra uma águia de proporções cósmicas

Nebulosa da Águia. Crédito: ESO La Silla Chile.

Nebulosa da Águia - M16. Crédito: ESO La Silla Chile.

M16: Situada a cerca de 7.000 anos-luz de distância, na direção da Constelação da Serpente, conhecida popularmente como a Nebulosa da Águia é um berçário estelar brilhante, uma região de gás e poeira onde há uma pletora de estrelas em formação e um enxame de estrelas jovens, quentes (NGC 6611) e de grande massa. A poderosa radiação e os ventos fortes provenientes destas estrelas energéticas dão forma aos pilares do tamanho de 1 ano-luz, vistos na imagem em contraste com o fundo brilhante da nebulosa. A própria nebulosa tem uma forma que lembra uma águia, sendo as “garras” os pilares centrais.

O enxame estelar foi descoberto pelo astrônomo suíço, Jean Philippe Loys de Chéseaux, em 1745-46. Vinte anos depois o caçador de cometas francês, Charles Messier, detectou a nebulosa, de forma independente, e a incluiu com o número 16 no seu famoso catálogo. Messier notou que as estrelas se encontravam rodeadas de um brilho fraco. A Nebulosa da Águia atingiu a fama em 1995, quando os seus pilares centrais apareceram em relevo na famosa imagem ‘pilares da criação’, obtida com o Telescópio Espacial Hubble, da NASA/ESA. Em 2001, o Very Large Telescope do ESO (VLT) obteve outra imagem espantosa da nebulosa (Foto do ESO 37/01), no espectro do infravermelho, oferecendo aos astrônomos uma visão penetrante das poeiras obscurecidas e mostrando claramente as estrelas em formação nestes pilares.

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Ken Freeman fala sobre como se detectar a Matéria Escura a partir da análise da rotação das Galáxias

“Nós ‘vemos’ a matéria escura somente através de sua atração gravitacional” (Ken Freeman)

Ken Freeman

Ken Freeman

Ao astrônomo Ken Freeman interessa estudar as forças que governam as galáxias e como as galáxias chegam a agrupar-se em diferentes formas e tamanhos. Mas se há algo que o intriga especialmente, trata-se da ‘matéria escura’. Ken Freeman foi o pioneiro em assinalar a presença da matéria escura ao redor de galáxias como a Via Láctea. Entusiasta da observação do céu a “olho-nú“, ele confessa ser admirador das Nuvens de Magalhães. Ken Freeman, além de ser uma figura ativa na astronomia internacional, é catedrático na Escola de Investigação de Astronomia e Astrofísica do Observatório de Monte Stromlo, na Universidade Nacional da Austrália.

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