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A descoberta da 5ª lua de Plutão e as implicações na missão New Horizons
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Plutão on 13/07/2012

Esta imagem, obtida pelo Telescópio Hubble, mostra as cinco luas em órbita do distante e gelado planeta anão Plutão. O círculo verde destaca a lua recém-descoberta P5 fotografada pelo instrumento WFC3 do Hubble em 7 de Julho de 2012. As observações vão ajudar os cientistas no planejamento da trajetória da sonda New Horizons em julho de 2015 que executará um vôo razante pelo sistema Plutão/Caronte. A lua P4 foi descoberta em imagens do Hubble em 2011. Créditos: NASA, ESA, M. Showalter, Instituto SETI
O Telescópio Espacial Hubble descobriu a quinta lua em órbita do sistema duplo planetário Plutão/Caronte.
Os cientistas estimaram que esta lua (P5) tenha uma forma irregular e entre 10 a 25 km de diâmetro. P5 reside em uma órbita circular com um diâmetro de 95.000 km em torno de Plutão. Os astrônomos assumem que a órbita é co-planar com os outros satélites do sistema (partilha o mesmo plano).
Nebulosa da Águia: a conjugação de imagens de vários observatórios fornece uma nova visão de um ícone cósmico
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas, Telescópios on 22/01/2012
A Nebulosa da Águia (M16) foi retratada agora de forma inédita em um esforço conjunto de vários observatórios espaciais e terrestres

A impressionante imagem inédita captada pelo XMM-Newton e pelo Herschel. Créditos: infravermelho extremo: ESA/Herschel/PACS/SPIRE/Hill, Motte, HOBYS Key Programme Consortium; raios-X: ESA/XMM-Newton/EPIC/XMM-Newton-SOC/Boulanger
Em 1995, a imagem da Nebulosa da Águia, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, tornou-se uma das mais icónicas imagens do século vinte, tendo sido “batizada” de: «Os Pilares da Criação». Agora, dois observatórios da ESA (Agência Espacial Européia) trouxeram novas informações sobre este enigmático berçário de estelar.
A Nebulosa da Águia reside a 6.500 anos-luz de distância, na direção da constelação da Serpente. A nebulosa contém o jovem aglomerado estelar NGC 6611, também visível através de modestos telescópios de menor porte. Este aglomerado ilumina a poeira e o gás em volta, resultando em uma enorme cavidade, alicerçada em pilares, cada um com vários anos luz de comprimento.
Hubble descobre que Plutão tem 4 luas!
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Plutão, Sistema Solar on 20/07/2011

Duas imagens com anotações do sistema Plutão obtidas pela câmera WFC3 do Observatório Espacial Hubble exibem o recém-descoberto objeto P4 dentro do círculo. A imagem à esquerda foi obtida a 28 de Junho de 2011 e a da direita em 3 de Julho de 2011. Créditos: NASA, ESA e M. Showalter (Instituto SETI)
Uma equipe de astrônomos com apoio do Telescópio Espacial Hubble encontrou a quarta lua em órbita do criogênico planeta anão Plutão. Este minúsculo satélite recém descoberto, temporariamente denominado pelo código P4, foi descoberto em trabalho do Hubble que estava procurando pela presença de supostos anéis (como aqueles que vemos nos planetas gigantes gasosos) em torno de Plutão.
A estrela Polaris e as trilhas circulares das estrelas do Pólo Norte celestial
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia on 25/12/2010
Apontando para os céus, a parede desta igreja Viking em ruínas ainda resiste em pé depois de mil invernos, próxima a cidade de Vallentuna, Suécia.
Esta imagem de longa exposição registrou esta cena em 14 de dezembro de 2010 e mostra as estrelas do céu boreal desenhando trilhas em arco durante uma longa noite. O caminho das estrelas demonstra o movimento diário da Terra de rotação em torno do seu eixo.
Hubble e o Quinteto de Stefan
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Galáxias on 22/11/2010

Hubble e o Quinteto de Stefan. Créditos - Imagem: Hubble Legacy Archive, ESA, NASA; Processamento por: Hunter Wilson
O primeiro grupo compacto galáctico identificado, o Quinteto de Stefan (Stephan’s Quintet), aparece aqui nesta deslumbrante imagem construída a partir de dados dos arquivos do Hubble (Hubble Legacy Archive).
NGC 6357: a massiva estrela tríplice PISMIS 24-1 esculpe as formas de sua própria nebulosa
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Nebulosas on 21/11/2010
Embora as causas sejam desconhecidas, a nebulosa NGC 6357 tem formado algumas das estrelas mais massivas já descobertas. Uma destas estrelas (HDE 319718) formidáveis reside perto do centro da NGC 6357 e foi capturada na imagem acima escavando seu castelo interestelar próprio com sua radiação energética nas vizinhanças repletas de poeira e gás cósmico. Na nebulosa principal, os intrincados filamentos são formados pelas complexas interações entre os ventos interestelares, pressão de radiação, campos magnéticos e a gravidade.
NGC 4452: uma galáxia finíssima capturada pelo Hubble
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Galáxias on 16/11/2010
Como pode um segmento de linha reta surgir nos céus? Na imagem acima vislumbramos um dos mais precisos alinhamentos aparentes de larga escala já observados no Universo. Na verdade, a foto nos mostra um verdadeiro disco galáctico cuja projeção em relação à Terra faz com que o vejamos exatamente de lado.
Aqui o observatório espacial Hubble nos relembra espetacularmente quão finos os discos galácticos podem verdadeiramente ser.
NGC 5128: O que há no centro da galáxia energética Centaurus A?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Buracos Negros, Galáxias on 15/11/2010

Uma das galáxias ativas mais próximas da Terra é Centaurus A, uma excelente fonte de estudos e laboratório para os cientistas estudarem fontes de alta energia. Créditos: NASA/ESA/Hubble/NOAO
A região central da rádio galáxia ativa Centaurus A hospeda um fantástico conjunto de aglomerados estelares azulados recém formados, gigantescas nuvens de gás brilhante e imponentes raias enegrecidas de poeira cósmica.
Este mosaico composto de imagens capturadas pelo Hubble Space Telescope tomadas em azul, verde e vermelho foi processado para apresentar tonalidades as mais naturais possíveis, com o objetivo de fornecer uma visão realista deste turbilhão cósmico.
ESO usa o Very Large Telescope para investigar a galáxia mais distante conhecida
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Galáxias on 20/10/2010
Uma equipe de astrônomos europeus utilizou o Very Large Telescope (VLT) do ESO para medir a distância à galáxia mais distante conhecida até hoje. Ao analisar cuidadosamente a fraca luminosidade da galáxia, a equipe descobriu que está na realidade a observar esta galáxia quando o Universo tinha apenas 600 milhões de anos (o que corresponde a um desvio para o vermelho z=8,6). Estas são as primeiras observações que confirmam os dados desta galáxia primordial cuja radiação está dissipando o denso nevoeiro de hidrogênio que enchia o Universo recém formado.
NGC 346: Berçário estelar na Pequena Nuvem de Magalhães espelha o Cosmos primordial
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Galáxias, Nebulosas on 17/10/2010

A NGC 346 é um berçário estelar dentro da Pequena Nuvem de Magalhães. Crédito: A. Nota (ESA/STScI) et al., ESA, NASA
Como e por que estas estrelas se formaram? A nebulosa NGC 346 é região de formação estelar dentro da galáxia vizinha Pequena Nuvem de Magalhães. Esta nebulosa se estende por 200 anos-luz, nesta bela imagem capturada pelo observatório espacial Hubble.





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