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HIP 13044 b: Astrônomos do ESO descobriram o primeiro exoplaneta de origem extragaláctica
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas on 20/11/2010
Uma equipe europeia de astrônomos do ESO descobriu um exoplaneta em órbita de uma estrela alienígena que entrou na nossa Via Láctea vinda de outra galáxia. A detecção foi realizada através do telescópio MPG/ESO de 2,2 metros instalado no Observatório do ESO em La Silla, Chile. O exoplaneta similar a Júpiter é particularmente incomum, pois orbita uma estrela fora da seqüência principal, que se aproxima do final da sua vida. A qualquer momento este exoplaneta corre o risco de ser engolido pela sua estrela. O interessante também é que este sistema fornece pistas importantes sobre o destino do nosso próprio sistema planetário em um futuro distante, assunto este já abordado aqui em Eternos Aprendizes no artigo ‘Qual será destino final da Terra e do Sol?’.
Cientistas encontram evidências que planetas tipo Terra são bastante comuns na Via Láctea ao analisar a química de 146 anãs brancas
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas on 15/04/2010
Estaria Frank Drake certo? Há quase meio século, o astrônomo americano postulava, baseado em probabilidade estatística pura, que a Via Láctea pode estar cheia de planetas semelhantes à Terra. Agora, novas observações da química de estrelas antigas ‘aposentadas’, objetos semelhantes ao que irá acontecer com o Sol no futuro, em 7 bilhões de anos, conhecidas como anãs brancas, sugerem que a esmagadora maioria delas tinha, quando estavam na seqüência principal, pelo menos, um mundo rochoso orbitando-a. Assim, porque as estrelas semelhantes ao Sol poderiam compor até a metade da população da Via Láctea de centenas de bilhões de estrelas, tal implica que pode haver centenas ou mesmo milhares de civilizações habitando nossa galáxia.
Imagens em primeiro plano de uma estrela moribunda mostram o destino do nosso Sol
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço on 01/01/2010

Chi Cygni, mostrada nesta concepção artística, é uma estrela gigante vermelha perto do final de sua vida. Conforme esgota seu combustível nuclear, ela pulsa de dentro para fora, como um gigantesco coração, ejetando no espaço suas camadas exteriores de matéria. Crédito: ESO/L. Calçada
Situada cerca de 550 anos luz de distância da Terra, uma estrela tipo nosso Sol está retorcendo-se em sua agonia. Chi Cygni tem aumentado de tamanho até se converter uma estrela gigante vermelha tão grande que se estivesse no nosso sistema Solar engoliria todos os planetas interiores, até Marte. Além disso, tem começado a pulsar dramaticamente, batendo como um gigantesco coração. Agora, novas imagens em primeiro plano da superfície desta estrela mostram seus espasmos com um detalhe sem precedentes.
“Este trabalho abre uma janela antecipando uma visão do destino do nosso Sol dentro de mais de 5 bilhões de anos, quando estiver perto do final do seu ciclo de vida [sair da seqüência principal]”, disse o autor principal do artigo Sylvestre Lacour, Observatório de Paris.
Astrônomos do ESO estudam os mistérios do fim da vida das estrelas semelhantes ao Sol
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço on 10/12/2009
Astrônomos enfrentam a “ignorância” socrática
Um longo trabalho desenvolvido através do Very Large Telescope do ESO amplia um mistério de longa data relativo ao estudo das estrelas semelhantes ao Sol. Carecem de explicação as estranhas e inexplicáveis variações na duração no brilho de cerca de um terço das estrelas similares ao Sol em suas fases finais de suas vidas. Nas últimas décadas, os astrônomos tentaram formular várias hipóteses possíveis, mas as novas observações contradizem todas as justificativas e apenas aumentam este enigma estelar.

Nascidas do gás e poeira dos berçários estelares, as estrelas semelhantes ao Sol gastam a maior parte de sua vida útil queimando o seu combustível nuclear primário, o hidrogênio, no processo de nucleossíntese que gera o hélio. Após viver esta brilhante e relativamente calma etapa ao longo de bilhões de anos, o hidrogênio do núcleo estelar praticamente se esgota e a estrela passa a processar o hélio em um núcleo muito mais aquecido. Estas ‘estrelas anciãs’ inflam e ficam gigantescas, mas a temperatura da sua superfície cai à metade tornando-as avermelhadas. As estrelas gigantes vermelhas em geral mostram uma lenta oscilação no seu brilho como uma ‘respiração estelar’. Cerca de 30% das estrelas vermelhas anciãs são também afetadas por outras misteriosas mudanças cíclicas na luminosidade. Após esta relativamente rápida e tumultuada fase de sua existência estas estrelas não explodem em dramáticas supernovas (como as estrelas massivas), elas morrem pacificamente formando as belíssimas nebulosas planetárias e deixam suas cinzas em uma pequena remanescente, uma anã branca com cerca da metade de sua massa original.
A misteriosa origem do Sistema Solar tem novas pistas?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sistema Solar on 21/06/2009
Uma estrela seis vezes mais massiva que o Sol influenciou no “nascimento do Sistema Solar”?
Uma equipe internacional liderada pelos astrofísicos espanhóis descobriu que a origem de alguns dos elementos radioativos encontrados nos meteoritos mais primitivos, cuja origem data da época de formação do Sistema Solar, podem ter sido criados a partir de uma estrela com seis massas solares atravessando a última fase de sua vida que passou pela vizinhança solar.

Visão artística do disco protoplanetário nos primeiros instantes da formação do sistema solar. Foto: Gabriel Pérez Díaz.
A incógnita da origem dos componentes radioativos encontrados nos meteoritos mais primitivos, aqueles que se remontam a formação de nosso Sistema Solar, parece ter uma nova resposta. Um grupo internacional de astrofísicos, liderado por investigadores espanhóis, chegou à conclusão que esses isótopos radioativos poderiam vir de uma antiga estrela do tamanho de seis massas solares nos últimos momentos de sua vida. Estes elementos poderiam ter desempenhado um papel essencial na evolução dos primeiros blocos originais dos planetas rochosos que formam o Sistema Solar.
Astrônomos estudam porque as Supernovas Ia ocorrem tão rápido após a formação da estrela anã branca progenitora
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Supernovas on 11/04/2009

A Supernova 2005ke tipo Ia é mostrada aqui nos comprimentos de onda do espectro visível (à esquerda), espectro ultravioleta (no centro) e na faixa de freqüências dos raios-X (à direita). Esta foi a primeira foto na faixa do espectro dos raios-X de uma supernova tipo Ia e tal imagem trouxe as evidências que essa supernova foi criada pela explosão de uma anã-branca orbitando uma gigante vermelha. Crédito: NASA/Swift/S. Immler
As supernovas tipo Ia como a SN 2005ke, acima, são detonadas quando um membro do par binário excede uma massa crítica e deflagra uma rápida reação de fusão…
Os cientistas há algum tempo consideram um enigma a razão pela qual essas explosões acontecem com tamanha rapidez. Agora, um time de astrônomos chineses julga ter chegado a uma causa provável para esse fenômeno.
Órion, o Caçador, flagrado na festa da Floresta Negra
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 24/10/2008
Órion, o Caçador, é uma das constelações mais facilmente reconhecidas no céu noturno. Por outro lado, as estrelas da constelação de Órion e suas nebulosas não aparecem tão coloridas aos olhos de quem as observa como foram capturadas nessa excepcional imagem abaixo.
A foto foi tirada no início do mês passado na Festa da Floresta Negra no Parque Nacional Cherry Springs na Pensilvânia, EUA.
Qual será destino final da Terra e do Sol? [o verdadeiro fim-do-mundo]
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sistema Solar, Sol, Terra on 28/09/2008
Em bilhões de anos no futuro, quando o nosso Sol se transformar em uma estrela gigante vermelha, crescerá e consumirá a órbita da Terra. Mas, se a Terra viaja na sua órbita, o que vai acontecer ao nosso querido planeta? A Terra será “comida” como os pobres planetas Mercúrio e Vênus?
Os astrônomos há décadas se dedicam a tentar responder a esta questão. Quando o Sol se tornar numa gigante vermelha, os simples cálculos põem o seu equador para lá de Marte. Todos os planetas interiores serão consumidos.





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