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Galáxias furtivas vizinhas espreitam a Via Láctea e escapam da detecção
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura, Via Láctea on 29 de janeiro de 2010

A nossa galáxia, a Via Láctea, brilha gloriosamente no céu noturno. No entanto, galáxias obscuras vizinhas podem ser tênues demais para serem vistas. Aqui vemos um fantástico panorama de todo o céu criado por Axel Mellinger a partir de 3.000 imagens que ele gerou ao longo de 22 meses. Crédito ©Axel Mellinger.
Embora nossos poderosos telescópios sejam capazes de detectar galáxias distantes nos confins de Universo, cuja luz pode levar até 13 bilhões de anos para chegar até nós, eles às vezes se mostram ineficientes ao tentar ver o que acontece em nossa vizinhança. Novos cálculos estimam que centenas de galáxias anãs vizinhas bem próximas podem estar escapando da detecção devida a sua tênue luminosidade intrínseca.
Em 2008, em entrevista no Instituto de Astrofísica de Canárias, Steven R. Majewski falou da influência das galáxias satélites anãs na formação da Via-Láctea e salientou a provável existência de galáxias escuras, ou seja, galáxias constituídas essencialmente de matéria escura.
Estará a Via Láctea condenada a sofrer o bombardeio cósmico?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Matéria Escura, Via Láctea on 7 de setembro de 2009

Esta imagem de uma simulação em supercomputador mostra a densidade da Matéria Escura da Via Láctea. A variação do brilho (azul -> violeta -> vermelho -> amarelo) corresponde à taxa crescente da concentração da matéria. A região central mais brilhante corresponde aproximadamente à matéria convencional brilhante (bariônica) dos gases e estrelas. As bolhas ao redor indicam as galáxias anãs satélites orbitando a Via Láctea, o que chamamos de ‘subestrutura galáctica’. A simulação prevê que os halos de matéria escura das galáxias espirais estão espalhados, preenchidos com centenas de subestruturas de matéria escura que passam através do disco estelar da galáxia, deixando sua assinatura e trazendo perturbações durante o processo. Crédito: Stelios Kazantzidis, Universidade do Estado de Ohio, EUA.
À medida que os cientistas tentam aprender mais sobre a evolução e desenvolvimento das galáxias e em particular o conhecimento sobre a nossa galáxia, há uma questão que permanece em aberto: as colisões com galáxias satélites anãs vizinhas irão um dia fragmentar o disco da Via Láctea?
Não será bem assim… Há um novo estudo que sugere que este infeliz destino não acontecerá.
Embora os astrônomos considerem que tais colisões já tenham ocorrido diversas vezes no passado, as novas simulações computacionais mostraram que em vez de destruir a galáxia, estas colisões na verdade “incharam” (estufaram) o disco galáctico, principalmente em torno das bordas e produziram estruturas chamadas ‘anéis estelares’.
Este novo estudo tenta resolver dois mistérios: o provável destino da Via Láctea associado às influências de suas galáxias-satélite (tais como a Grande Nuvem de Magalhães, a mais massiva) e a origem das suas bordas estufadas, “tipo algodão-doce”, que os astrônomos já observaram em outras galáxias no Universo e as chamaram de “brilhos fulgurantes”.
O estudo também conclui que a misteriosa matéria escura, a qual constitui a maior parte da matéria do Universo, desempenha também aqui um papel importante nas interações galácticas.
Steven R. Majewski fala da influência das galáxias satélites anãs na formação da Via-Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura, Via Láctea on 7 de dezembro de 2008
“Um grande número de galáxias satélites podem ser escuras” (Steven R. Majewski)
Há alguns anos atrás os astrônomos sugeriram a existência de gigantescos espaços no Universo compostos de uma matéria que não se pode enxergar, tocar ou cheirar, mas que proporciona a densidade adequada ao Cosmos. Parece uma contradição que algo invisível contenha matéria e que, além disso, dê sentido à arquitetura cósmica. O astrofísico Steven R. Majewski, da Universidade de Virginia (EUA), decidiu posicionar-se no lugar onde se pode ver os fenômenos de forma mais clara e tem feito da observação sua principal ferramenta para explorar os lugares obscuros que desafiam nosso conhecimento.
Júlio Navarro fala sobre a Matéria Escura e sua influência no Universo
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura, Via Láctea on 22 de novembro de 2008
“A concordância entre a teoria e a observação é racional” (Júlio Navarro)
Embora o Universo seja composto por galáxias e nós habitamos em uma delas, estamos apenas começando a ler sua história. Contudo, não é fácil reconstruir esse cenário, sobretudo quando a teoria parece revelar a existência de um novo componente invisível: a ‘matéria escura‘.
Buscar o esclarecimento sobre os modelos teóricos existentes e tentar entender a sequência de eventos que originou a evolução galática é justamente o objetivo do astro-físico Júlio Navarro, da Universidade de Victoria (Canadá).
Recentemente Júlio Navarro falou no evento anual de astrofísica XX Canary Islands Winter School of Astrophysics:




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