Posts Tagged galáxia espiral

Astrônomos desafiam padrões e conceitos antigos sobre a formação galáctica

As seqüências de estruturas acima criadas a partir de dados do observatório espacial Hubble e da pesquisa SDSS (Sloan Digital Sky Survey) sugerem que a ‘seqüência de Hubble’ para a ‘evolução das galáxias’ há 6 bilhões de anos era notavelmente diferente da que vemos nas galáxias mais próximas. Crédito: NASA, ESA, Sloan Digital Sky Survey, R. Delgado-Serrano e F. Hammer (Observatório de Paris). Dê um clique na imagem para ver o diagrama em alta resolução.

As seqüências de estruturas acima criadas a partir de dados do observatório espacial Hubble e da pesquisa SDSS (Sloan Digital Sky Survey) sugerem que a ‘seqüência de Hubble’ para a ‘evolução das galáxias’ há 6 bilhões de anos era notavelmente diferente da que vemos nas galáxias mais próximas. Crédito: NASA, ESA, Sloan Digital Sky Survey, R. Delgado-Serrano e F. Hammer (Observatório de Paris). Dê um clique na imagem para ver o diagrama em alta resolução.

As galáxias se apresentam em uma infinidade de formatos. Mas, no passado cósmico, os diversos formatos galácticos eram bem mais variados e peculiares que os que vemos agora, nas galáxias mais próximas. Ao longo do tempo, de acordo com um novo estudo que trás novidades, as galáxias tendem a se tornar espirais. “Seis bilhões de anos atrás, havia muito mais galáxias com formas peculiares que hoje – um resultado surpreendente”, afirmou Rodney Delgado-Serrano, líder do time que escreveu um artigo sobre o tema. “Isto significa que nos últimos 6 bilhões de anos estas galáxias peculiares transformaram-se em galáxias espirais, dando-nos uma nova visão mais dramática do Universo atual que tínhamos antes”. Essa constatação se opõe a hipótese anterior que estabelece que as galáxias devam evoluir para o formato elíptico.

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NGC 4945: uma prima não muito distante da Via Láctea

NGC 4945 foi fotografada pelo equipamento Wide Field Imager do telescópio de 2,2 metros do ESO em La Silla no Chile

NGC 4945 foi fotografada pelo equipamento Wide Field Imager do telescópio de 2,2 metros do ESO em La Silla no Chile

O ESO lançou uma nova imagem surpreendente da NGC 4945, uma galáxia espiral próxima, que muitos astrônomos julgam ter forte semelhança com a nossa galáxia, a Via Láctea. Embora vista de perfil, as observações sugerem que a NGC 4945 é uma galáxia espiral com braços espirais luminosos e a região central em forma de barra. Excluindo estas semelhanças, a NGC 4945 tem um centro mais brilhante que a Via Láctea, hospedando provavelmente um buraco negro supermassivo, que devora enormes quantidades de matéria e a lança furiosamente energia e matéria ionizada de volta para o espaço.

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M51: Herschel abre os olhos e apresenta sua primeira imagem

Imagem infravermelha colorizada em 3 cores da M51. Os tons de vermelho, verde e azul usados aqui correspondem respectivamente aos comprimentos de onda de 160, 100 e 70 mícron, capturados pela câmera PACS (Photoconductor Array Camera and Spectrometer) do telescópio espacial Herschel. As áreas azuis indicam regiões de poeira aquecida por estrelas massivas jovens, enquanto que a matéria mais fria aparece registrada em vermelho. Créditos: ESA and the PACS Consortium

Imagem com a visão ultra infravermelha colorizada em 3 tons da M51. Os tons de vermelho, verde e azul usados aqui correspondem respectivamente aos comprimentos de onda de 160, 100 e 70 mícron, capturados pela câmera PACS (Photoconductor Array Camera and Spectrometer) do telescópio espacial Herschel. As áreas azuis indicam regiões de poeira aquecida por estrelas massivas jovens, enquanto que a matéria mais fria aparece registrada em vermelho. Créditos: ESA and the PACS Consortium

Herschel, o maior telescópio de captura de imagens infravermelho já lançado ao espaço apresenta sua primeira imagem!

Essa é a galáxia M51, mais conhecida como a Galáxia do Rodamoinho, uma galáxia espiral que fica apenas a 25 milhões de anos-luz de nós. Devido a sua posição especial podemos ver seus magníficos braços espirais e toda a sua estrutura. O observatório espacial Herschel foi projetado para capturar imagens nas freqüências ultra infravermelhas, que apresentam energias bem abaixo do que nossos olhos podem ver. Nas galáxias o maior emissor desse tipo de radiação é a poeira interestelar, ou seja, as nuvens de matéria residente entre as estrelas. Essas nuvens são criadas, por exemplo, quando estrelas massivas morrem explodindo em fantásticas supernovas, espalhando 90% de sua massa, a qual irá formar novas e estrelas e sistemas planetários. O nascimento de estrelas se dá nos braços espirais desse tipo de galáxias, então quando o Herschel olhou para a M51 foi isso o que ele viu: os braços espirais destacados pela poeira cósmica aquecido. Os pontos brilhantes são nuvens de matéria aquecidas por estrelas jovens quentes e massivas. Estas áreas foram ‘coloridas artificialmente’ em tons de azul para realçar o fenômeno, significando que são regiões de mais alta energia na imagem. Aos nossos olhos, contudo, tais regiões jamais seriam vistas por emitirem apenas radiação infravermelha.

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M51: A galáxia do rodamoinho sob a lente de Jon Christensen

M51: A galáxia do Rodamoinho sob a lente de Jon Christensen

M51: A galáxia do Rodamoinho em visão de campo profundo, por Jon Christensen

Próximo a constelação da Ursa Maior (Big Dipper), além do braço da ‘panela’, siga até a última estrela brilhante deste asterismo. A seguir desvie seu telescópio um pouco para o sudoeste para achar este estonteante par de galáxias em choque, a 51ª entrada no catálogo de Charles Messier.

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Hubble mostra trio de galáxias praticando um jogo de cabo de guerra gravitacional

Imagem do Hubble: as 3 galáxias - NGC 7173 (no meio, à esquerda), NGC 7174 (no meio, à direita), e NGC 7176 (abaixo, à direita) - brigam entre si, arrastando um número de estrelas para fora de suas galáxias originais. Crédito: NASA, ESA and R. Sharples (University of Durham, U.K.)

Imagem do Hubble: as 3 galáxias - NGC 7173 (no meio, à esquerda), NGC 7174 (no meio, à direita), e NGC 7176 (abaixo, à direita) - brigam entre si, arrastando um número de estrelas para fora de suas galáxias originais. Crédito: NASA, ESA and R. Sharples (University of Durham, U.K.)

Três galáxias estão jogando um jogo de “cabo de guerra” gravitacional que poderá resultar na eventual destruição de uma delas. Uma nova imagem do Hubble mostra esse jogo de puxar e empurrar em ação.

Localizadas cerca de 100 milhões de anos de distância na constelação de Peixes (Piscis Austrinus), a interação galáctica poderá resultar na reformatação das 3 galáxias em duas grandes cidades de estrelas.

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NGC 6745 – Galáxias em colisão formam o desenho de uma cabeça de pássaro

NGC 6745: a foto mostra duas galáxias em colisão que formam o desenho de uma cabeça de um pássaro tentando fisgar seu alimento. {1}

NGC 6745: a foto mostra duas galáxias em colisão que formam o desenho de uma cabeça de um pássaro tentando fisgar seu alimento. {1}

As galáxias em geral não têm uma aparência como a da NGC 6745. Essa galáxia ímpar mostra na realidade o resultado de duas galáxias em colisão há centenas de milhões de anos.

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A belíssima galáxia espiral NGC 7331 por Vicent Peris e Gilles Bergond

NGC 7331 por Vicent Peris (OAUV / PTeam) e Gilles Bergond (Calar Alto Observatory) {1}

NGC 7331 por Vicent Peris (OAUV / PTeam) e Gilles Bergond (Calar Alto Observatory) {1}

Apontada como uma das galáxias favoritas dos astrônomos, a grande e belíssima galáxia espiral NGC 7331 é uma das galáxias mais brilhantes que está ausente do famoso catálogo de Charles Messier, criado no século XVIII. A galáxia NGC 7331 fica a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância da Terra, na constelação do hemisfério norte chamada Pegasus e é similar em tamanho a nossa galáxia, a Via-Láctea. Leia o resto desse post »

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