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Discussões sobre a formação do Sistema Solar parte 3: Teria Netuno engolido uma super-terra e roubado sua lua, Tritão?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sistema Solar on 27 de março de 2010
Pode Netuno ter engolido uma Super-Terra que vagava pelo Sistema Solar Exterior e roubado sua lua? Sim, o brutal cataclismo poderia explicar o misterioso calor interno irradiado pelo planeta gelado e a estranha órbita de sua maior lua, Tritão.
Telescópio APEX do ESO mostra fábricas de estrelas nos confins do Universo através de lente gravitacional
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Galáxias on 24 de março de 2010

Esta impressão artística da galáxia longínqua SMM J2135-0102 mostra nebulosas brilhantes com centenas de anos-luz de tamanho, que são regiões de ativa formação estelar. Crédito:ESO/M. Kornmesser
Pela primeira vez, os astrônomos mediram diretamente o tamanho e o brilho de regiões de formação estelar numa galáxia longínqua, graças a uma descoberta inesperada através do telescópio APEX [3]. A galáxia encontra-se tão distante e sua luz demorou 10 bilhões de anos para nos atingir. A feliz existência de uma “lente gravitacional” cósmica serve como uma lupa que amplifica esta galáxia, dando-nos assim uma visão detalhada que seria impossível de se obter de outra maneira. Com isto temos agora um cenário real para ilustrar a formação estelar vigorosa e agitada nas galáxias do Universo primordial, com maternidades estelares a com taxas de formação estelar cem vezes mais depressa do vemos galáxias próximas. Este trabalho foi publicado na revista Nature.
Poderá Alfa Centauri abrigar planetas tipo Terra em sua zona habitável?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas on 2 de fevereiro de 2010

Localização de Alfa Centauri em relação ao Cruzeiro do Sul (The Southern Cross) e a nebulosa Saco de Carvão (The Coalsack): Crédito©: Akira Fujii / David Malin Images
Os sistemas binários turbulentos, tais como nossos companheiros mais próximos (sistema tríplice Alfa Centauri, distante 4,2 anos-luz da Terra) podem hospedar planetas do tamanho da Terra em órbitas dentro da zona de habitável?
Como se forma a água onde nascem os mundos similares a Terra
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas, Terra on 28 de dezembro de 2009

A água tem papel fundamental na formação dos planetas telúricos hospitaleiros a vida.
Em um estudo que ajuda a explicar as origens da água na Terra, astrônomos da Universidade de Michigan defendem a tese de que o vapor d’água pode formar-se espontaneamente nas zonas habitáveis dos sistemas solares e que desenvolve uma capa na atmosfera do planeta que ajuda proteger as outras moléculas de água e os compostos orgânicos da daninha radiação estelar.
As moléculas orgânicas tais como os açúcares e os aminoácidos são elementos precursores da vida.
Será o Lítio um elemento chave para a busca de sistemas planetários extra-solares?
Posted by EYE in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas on 16 de novembro de 2009

Desenho de um hipotético sistema planetário com uma estrela similar ao Sol. Crédito: Gabriel Pérez, Servicio Multimedia/IAC (www.iac.es)
As estrelas similares ao Sol com baixo conteúdo de lítio destacam-se como fortes candidatas a abrigar planetas, segundo afirma um estudo liderado por pesquisadores do Instituto de Astrofísica de Canárias (IAC). O lítio (um dos elementos mais leves que se conhece e bem fácil de detectar através das análises do espectro da luz emanada por estrelas) agora se destaca como um novo rastro a seguir na busca de sistemas planetários semelhantes ao nosso.
Discussões sobre a formação do Sistema Solar parte 2: Marte e Mercúrio foram formados das sobras da Terra e Vênus?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Marte, Sistema Solar, Vênus on 20 de outubro de 2009

Ao olhar a comparação acima dos 4 planetas telúricos várias dúvidas surgem: Vênus tem um diâmetro de 95% do da Terra e 81,5% da massa terrestre. Até aqui tudo bem... Mas e os outros dois? Mercúrio e Marte são planetas nanicos! Mercúrio tem apenas 5,5% da massa da Terra. Marte tem somente 10,7% da massa terrestre. Quais seriam as razões destas discrepâncias se o disco de matéria do Sistema Solar primordial, segundo a teoria tradicional, se distribuiu uniformemente? Há algo errado neste modelo?
Introdução – o debate em 2009 da Divisão de Ciências Planetárias:
O Sistema Solar primordial foi uma verdadeira galeria de tiro. Nossa lua se formou quando um objeto, denominado Theia, do tamanho de Marte chocou-se com a Terra e ejetou para o espaço uma gigantesca nuvem escombros que por acresção criou o nosso único satélite natural. Agora, no recente encontro anual (2009) da Divisão de Ciências Planetárias em Fajardo, Porto Rico, Erik Asphaug, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz reportou que o objeto (Theia) chocou-se com a Terra em uma velocidade bem baixa. Se a velocidade fosse maior os escombros teriam sido expelidos para o espaço interplanetário, isto é, seriam ejetados em velocidade superior a velocidade de escape do nosso planeta e assim, não teríamos a nossa Lua. Com esta afirmação Asphaug reacendeu a discussão sobre “Por que Vênus não tem nenhuma lua?”. Como é que Vênus conseguiu desviar-se de todos os demais objetos do Sistema Solar primordial? A resposta é simples, segundo Asphaug: Vênus não escapou dos violentos choques… Talvez até Vênus pode ter tido um destino ‘pior que o nosso’, tendo talvez ejetado um outro planeta (?) E onde está este tal planeta agora? Será Mercúrio o resultado de uma colisão sofrida por Vênus? Afinal, Mercúrio se formou a partir de uma colisão entre Vênus e o outro objeto ou mesmo a partir de um segundo impacto sofrido pela Terra? Marte e Mercúrio foram formados dos restos da Terra e Vênus?.
Os campos magnéticos dominam a formação de estrelas?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço on 15 de julho de 2009

Imagem de artista do conceito da influência magnética na formação estelar. Crédito: Image courtesy of Manel Carrillo, Josep Miquel Girart (CSIC-IEEC), Nimesh Patel (SMA), Spitzer. Fonte: Universe Today
Quando falamos sobre o papel dos campos magnéticos na formação de estrelas, o tamanho final da estrela resultante parece não ter relevância.
Uma equipe de investigadores, liderados por Josep Girart, do Instituto de Ciência de l’Espai na Espanha, estudou a lenta evolução de uma nuvem cósmica de poeira até tornar-se uma estrela massiva. Os cientistas concluíram que o campo magnético da nuvem de poeira estelar controla o desenvolvimento da estrela mais do que qualquer outro fator. Eles propõem que o processo seja igual para as estrelas pequenas, uma idéia que sugere uma nova forma de se entender a formação estelar no universo primordial.
O que a imagem acima representa?
A nova hipótese foi apresentada na revista Science e a concepção artística acima tenta representar este conceito. O fundo mostra uma imagem gerada pelo observatório espacial Spitzer em cor falsa da formação de estrelas massivas na região G31.41, com as cores indicando diferentes comprimentos de onda de luz. A região em zoom-in representa a emissão da poeira a partir do núcleo maciço e quente, sobrepostas com barras mostrando a estrutura do campo magnético. Retratado na parte inferior da imagem está representada a rede de radiotelescópios Submillimeter Array, no Havaí, que foi utilizada para as observações.
A misteriosa origem do Sistema Solar tem novas pistas?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sistema Solar on 21 de junho de 2009
Uma estrela seis vezes mais massiva que o Sol influenciou no “nascimento do Sistema Solar”?
Uma equipe internacional liderada pelos astrofísicos espanhóis descobriu que a origem de alguns dos elementos radioativos encontrados nos meteoritos mais primitivos, cuja origem data da época de formação do Sistema Solar, podem ter sido criados a partir de uma estrela com seis massas solares atravessando a última fase de sua vida que passou pela vizinhança solar.

Visão artística do disco protoplanetário nos primeiros instantes da formação do sistema solar. Foto: Gabriel Pérez Díaz.
A incógnita da origem dos componentes radioativos encontrados nos meteoritos mais primitivos, aqueles que se remontam a formação de nosso Sistema Solar, parece ter uma nova resposta. Um grupo internacional de astrofísicos, liderado por investigadores espanhóis, chegou à conclusão que esses isótopos radioativos poderiam vir de uma antiga estrela do tamanho de seis massas solares nos últimos momentos de sua vida. Estes elementos poderiam ter desempenhado um papel essencial na evolução dos primeiros blocos originais dos planetas rochosos que formam o Sistema Solar.



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