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Fermi detecta duas bolhas gigantescas de raios gama na Via Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Via Láctea on 14/11/2010

De um lado ao outro do céu as novas bolhas de raios-gama se estendem por 50.000 anos luz, isto é, metade do diâmetro da Via Láctea, nas direções dos pólos galácticos, como demonstrado nesta figura. Indícios das bordas destas bolhas foram primeiramente observadas em raios-X pelo satélite ROSAT, uma missão alemã que operou na década de 1990. Os raios gama mapeados pelo FERMI (cor magenta) se estendem muito alem do plano galáctico. Crédito: NASA's Goddard Space Flight Center
O telescópio FERMI da NASA, um observatório espacial especializado na observação de raios gama, descobriu duas bolhas enormes, com tamanho estimado em cerca de 25.000 anos-luz cada, situadas acima e abaixo do bojo central da Via Láctea. Essa é uma estrutura até então desconhecida de nossa galáxia, que poderia consistir no remanescente de uma erupção do buraco negro central supermassivo galáctico.
“O que vemos aqui são duas bolhas que emitem raios gama e que se estendem por 25.000 anos luz, uma para o norte e outra para o sul, a partir do centro da nossa galáxia”, disse Doug Finkbeiner, astrônomo do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica em Cambridge (Massachusetts, EUA), que foi o primeiro a reconhecê-las. Contudo, “Nós ainda não entendemos completamente sua naturezas e origens.”
Cientistas da colaboração FERMI-LAT descobrem as inéditas explosões chamadas de NOVAS de raios-gama
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço on 12/08/2010

O observatório de raios-gama Fermi não observou nenhum sinal da nova nos 19 dias anteriores a 10 de Março (imagem à esquerda), mas a erupção nos 19 dias seguintes é óbvia (imagem à direita). O Fermi revelou uma fonte de raios-gama, com uma energia de 100 milhões de elétrons-volt (100 MeV); as cores mais brilhantes estão associadas as energias de maior intensidade. Crédito: NASA/DOE/Colaboração Fermi LAT
Astrônomos usando o observatório espacial de raios-gama FERMI detectaram um novo e inesperado tipo poderoso de explosão estelar nos céus. Este fenômeno ganhou o nome de “nova de raios-gama”. Os raios-gama são a mais energética forma de luz irradiada no Universo.
Paradoxo de Fermi: qual o impacto da expansão e colaboração entre civilizações alienígenas?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exobiologia on 26/07/2010
Um novo modelo proposto por cientistas da Ucrânia busca demonstrar como a expansão de uma civilização alienígena pode passar por progressos e mudanças, proporcionando uma visão mais profunda sobre o Paradoxo de Fermi.
O diagrama demonstra o nascimento, crescimento e morte das Civilizações no Universo (em 3 fases consecutivas, t1, t2 e t3): a civilização 1 (azul marinho) nasce em t1 e se desenvolve nas fases t2 e t3. A civilização 2 (castanho), que existiu mais de que o limite T0, colapsa e entra em decadência nas fases t2 e t3. As civilizações 3 (vermelho) e 4 (verde), na fase t2, junto com a civilização 1 (azul marinho), na fase t3, conseguiram sucesso em formar um aglomerado. O ciclo de vida para as civilizações 3 e 4 é incrementado por um bônus Tb. Na fase t3 as civilizações 3 e 4 se aglomeram com a civilização 1 e passam a ter um bônus dobrado (2 x Tb). Além disso, a civilização 1 ganha na fase t3 um bônus Tb. A civilização 5 (azul turquesa), que não teve contato com outras civilizações se extingue na fase t2. Crédito: Snarskii e Bezsudnov (página 5).
Mas, a que conclusões os cientistas chegaram?
A Terra é Rara? Ou não?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exobiologia on 09/02/2010

A Terra e a Lua em montagem feita a partir de imagens da sonda Mariner 10, que se dirigia para Vênus e Mercúrio em 1973. A Terra e a Lua estão em escala real de tamanho. Crédito: NASA
Se as civilizações alienígenas ou a vida inteligente extraterrestre são realmente raras em nossa galáxia, a Via Láctea, então é provável que não iremos ouvir algo dos ET antes do Sol tornar-se uma gigante vermelha, em cerca de cinco bilhões anos, no entanto, se contatarmos os alienígenas inteligentes antes disso, nós teremos muitas boas conversas antes da Terra ser esterilizada.
Essa é a conclusão de um recente estudo realizado por Duncan Forgan e Ken Rice, baseado na hipótese da Terra Rara de Peter Ward e D. Brownlee, no qual eles criaram um modelo computacional de uma galáxia hipotética, que simula a Via Láctea onde vivemos, processando esta simulação por 30 vezes. Como premissa, os cientistas consideraram em sua galáxia simulada que a vida inteligente formou-se em plantas similares a Terra apenas, tal como estabelece a hipótese da Terra Rara.
Fermi estuda misteriosos ‘raios cósmicos’ gerados por supernovas
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Supernovas on 08/02/2010

Imagem da remanescente de supernova SNR W44 gerada pelo Fermi LAT (Large Area Telescope). As cores brilhantes indicam áreas das quais uma maior quantidade de raios-gama estão chegando. Os contornos em verde indicam a remanescente de supernova vista através da radiação infravermelha. Crédito: Colaboração NASA/DOE/LAT
Vindos de todas as direções do céu, os raios cósmicos viajam pelo espaço a velocidades incríveis (próximas da velocidade da luz). Estes “raios”, que em sua maior parte são partículas eletricamente carregadas chamadas prótons livres, estão entre as partículas mais energéticas do Universo.
Durante quase 100 anos, estas energéticas partículas também têm estado entre as mais enigmáticas, devido às suas origens desconhecidas. Agora, pesquisadores encontraram evidências para apoiar uma velha teoria de que os raios são provenientes de supernovas, estrelas massivas em explosão.
FERMI registra a explosão de raios gama mais brilhante do Universo observável
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros on 21/12/2009

Explosões sem precedentes a partir do blazar 3C 454.3 na constelação de Pegasus fazem deste objeto a fonte persistente de raios-gama mais brilhante nos céus, como se observou em dezembro de 2009. Estas imagens de todo o céu comparam o brilho entre as fontes de raios gama em 02 de dezembro e 03 de novembro de 2009, mostrando claramente a mudança no comportamento deste blazar. Crédito: NASA/DOE/Fermi LAT Collaboration
Uma galáxia distante com um buraco negro supermassivo em seu centro tem estado mais ativa recentemente, emitindo rajadas extremamente brilhantes de raios gama.
As explosões de raios gama começaram em 15 de setembro de 2009, fazendo com que esta galáxia seja atualmente a fonte mais brilhante de raios gama no céu e aumentando seu próprio brilho mais de 10 vezes sua luminosidade habitual nos últimos 6 meses, antes do fenômeno. O Telescópio Espacial de Raios Gama Fermi da NASA tem observado o fenômeno para saber mais sobre como funcionam estas galáxias tão violentas. Os astrônomos julgam que esta galáxia, identificada como 3C 454.3, é o que chamamos de blazar.
Podem as Super Terras serem superiores para hospedar a vida?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exobiologia, Exoplanetas on 14/12/2009

Podem as Super Terras serem superiores para hospedar a vida? O exoplaneta Gliese 667 Cb recém descoberto orbita a estrela Gliese 667 C a qual pertence a um sistema triplo de estrelas. Este exoplaneta com 6 vezes a massa da Terra circula em volta de sua estrela hospedeira de baixa massa (anã vermelha classe M) a uma distância de apenas 5% da distância Terra x Sol. A estrela mãe é companheira de duas outras estrelas anãs laranjas classe K, que podem ser vistas nesta concepção artística, acima e à esquerda. Crédito: ESO
Os astrônomos já descobriram centenas de exoplanetas similares ao planeta Júpiter em nossa galáxia. Entretanto, alguns exoplanetas que foram encontrados orbitando estrelas distantes têm tamanhos mais próximos ao da Terra. Isto dá esperanças aos astrobiólogos os quais julgam que estamos mais próximos de encontrar vida em planetas rochosos com água líquida.
Os planetas rochosos encontrados até agora são efetivamente mais massivos que o nosso. Dimitar Sasselov, professor de astronomia na Universidade de Harvard, ressalta que os cientistas cunharam o termo “Super-Terra” para refletir sua massa maior que a da Terra, e não para indicar quaisquer qualidades superiores.
Os buracos negros são as centrais de energia do Universo
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros on 24/11/2009

A fúria de um Blazar: concepção artística de um blazar (buraco negro supermassivo em galáxia ativa que aponta seu jato em nossa direção) mostrando seus jatos de partículas ionizadas aceleradas pelas forças do seu campo eletromagnético super intenso (tão forte que sobrepuja a força gravitacional abismal do buraco negro e consegue expelir a matéria carregada eletricamente de volta ao espaço). Crédito: Marscher et al., Wolfgang Steffen, Cosmovision, NRAO/AUI/NSF
As luzes mais brilhantes e energéticas do Universo freqüentemente procedem dos buracos mais negros do espaço profundo.
Os buracos negros, chamados assim por que nem sequer a luz pode escapar de sua força gravitacional, só podem ser detectados através da sua influência sobre a matéria em sua volta. Embora os próprios buracos negros sejam invisíveis, as regiões que os rodeiam são governadas por campos magnéticos de potência extrema e forças gravitacionais que aceleram e aquecem a matéria circunvizinha em acresção e criam as radiações mais luminosas jamais vistas.
Astronomia de Raios Gama: o bom, o mal e o feio…
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Pensamento Crítico, Supernovas on 12/11/2009
A atual idade de ouro da astronomia de raios gama tem criado mais perguntas que respostas
Análise comparativa de duas explosões de raios-gama: gráfico da curva de energia luminosa do GRB 050904 e do GRB 070110 ao longo do tempo de observação. Crédito: Maxim Lyutikov
As explosões de raios gama (GRB – gamma-ray-burst) têm proporcionado uma fonte constante de entusiasmo desde que foram descobertas nos anos 60 por satélites militares dos EUA que caçavam evidências da ocorrência de testes secretos de armas nucleares por outras nações.
Quando iluminam o céu, as explosões de raios gama são os objetos mais brilhantes do Universo. Emitem tanta luz que os astrônomos acreditam que devem estar de alguma forma colimados (agrupados em um feixe), de outra forma a emissão total não poderia surgir dos fenômenos astrofísicos atualmente conhecidos. De esta forma, liberam em poucos segundos, a energia equivalente a que foi emitida pelo Sol em toda a sua existência.
Fermi: detectada a assinatura da antimatéria em raios
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Terra on 11/11/2009

Tempestades elétricas podem produzir antimatéria e a seguir raios-gama, conforme detectado pelo observatório espacial Fermi
O telescópio Fermi encontrou evidências de que também há pósitrons, partículas de antimatéria, nas tempestades atmosféricas terrestres.

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