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Quais são as maiores crateras de impacto na Terra?

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Há pelo menos uma cratera de impacto em cada continente na Terra.

Algumas das crateras mais antigas conhecidas têm mais de 2 bilhões de anos de idade. Por outro lado, uma das mais recentes, próxima ao rio Tunguska na Sibéria (ainda não confirmada), atribuída a estrutura geológica encontrada no fundo do lago Cheko, surgiu em 1908, ou seja, há pouco mais de 100 anos. O asteróide 2008 TC3 que caiu no deserto do Sudão em 2008 e foi acompanhado pelos astrônomos antes e durante a sua queda apenas queimou na atmosfera e não gerou propriamente uma cratera de impacto.

Ao todo, em nosso planeta, já foram catalogadas 176 crateras de impacto, mas somente 46 destas são consideradas de alta significância.

A maior cratera encontrada em Sikhote Alin com 27 metros de diâmetro. Repare no homem na parte de baixo da foto. Este é o evento mais recente catalogado no banco de dados de impactos.

A maior cratera encontrada em Sikhote Alin com ~27 metros de diâmetro. Repare no homem na parte de baixo da foto. Este é o evento mais recente catalogado no banco de dados de impactos.

No banco de dados de impactos a cratera catalogada mais recente é a de Sikhote-Alin, na Rússia, 12 de fevereiro de 1947, com ~27 metros de diâmetro, resultado de um impacto que gerou mais outras 120 crateras menores.

Vamos tratar a seguir das 4 maiores crateras de impacto conhecidas e uma possível (maior) cratera ainda a ser confirmada.

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Tunguska: o mistério foi finalmente resolvido? Um fragmento de cometa explodiu como uma bomba?

Um evento altamente energético ocorreu em Tunguka, Sibéria, em 1908, mas o que causou isto? Crédito© Don Davis

Um evento altamente energético ocorreu em Tunguka, Sibéria, em 1908, mas o que causou isto? Crédito© Don Davis

Há mais de um século, em 30 de junho de 1908, uma explosão descomunal foi detonada sobre uma região despovoada da Rússia chamada Tunguska. Esse é provavelmente um dos mistérios mais duradouros que persiste sem solução no mundo. O que causou essa enorme explosão na atmosfera, com a energia equivalente a mais de 1.000 bombas atômicas (Japão – Hiroshima/Nagasaki, 2ª guerra mundial, 1945), que não deixou crateras? É notável a maneira que esse estranho evento tornou-se grande material fonte para escritores de ficção cientifica. Afinal, como poderia tamanha explosão que agitou o campo magnético terrestre e iluminou o hemisfério norte por 3 dias não ter deixado uma cratera sequer, mas aplainou de forma exótica uma grande área de 2.150 km² da floresta siberiana e deixou 200 km² de árvores queimadas?

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Cometas não só podem aniquilar a vida, mas também impedir que ela apareça!

Impressão artística de um planeta esterilizado pelo contínuo bombardeio de cometas e meteoros. Crédito: David Hardy em http://www.pparc.ac.uk/Nw/tc_images.asp

Impressão artística de um planeta esterilizado pelo contínuo bombardeio de cometas e meteoros. Crédito: David Hardy em http://www.pparc.ac.uk/Nw/tc_images.asp

Algumas estrelas têm um elevado nível de cometas à sua volta e isso pode trazer o apocalipse sobre as possíveis formas de vida enraizadas em seus planetas. Visando entender melhor como isso funciona, há uma investigação em curso para determinar qual fração de sistemas estelares que podem ser inabitáveis por causa de impactos de cometas.

Muitos dos cometas no nosso sistema Solar estão no Cinturão Kuiper, um disco cheio de detritos que se estende desde a órbita de Netuno (30 UA) para quase duas vezes o superior a essa distância. Outras estrelas têm mostrado discos de detritos semelhantes a esse. Um exemplo disso é Epsilon Eridani, estrela gêmea do Sol a 10 anos-luz da Terra, que é um sistema jovem que possui três anéis.

epsilon-eridaniCerca de 20 por cento das estrelas semelhantes ao Sol têm discos de detritos que são mais substanciais que o nosso Cinturão de Kuiper, de acordo com os dados do Telescópio Espacial Spitzer. Mais detritos podem significar mais cometas, mas isso também pode significar mais impactos assassinos em planetas semelhantes à Terra orbitando essas estrelas?

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Mapa da Terra em 250 milhões de anos – Pangea 2

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Um novo Pangea: Terra em 250 milhões de anos?

Crédito©: C. R. Scotese (U. Texas at Arlington), PALEOMAP

É assim que o mapa da Terra ficará no futuro?

A superfície da Terra está fracionada em diversas e largas placas tectônicas que estão movendo-se lentamente. Há 250 milhões de anos as placas nas quais os atuais continentes residem estavam posicionadas de forma bem diferente, ou seja, as massas continentais estavam agrupadas em um único super-continente denominado Pangea.

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Extinção em massa há 12.900 anos: a Terra foi atingida por um cometa?

As atualizações em função das recentes descobertas na Califórnia estão destacadas na cor azul.

O 'mamute lanoso' foi uma das espécies extintas na América do Norte há 12.900 anos

O 'mamute lanoso' foi uma das espécies extintas na América do Norte há 12.900 anos

Nano-diamantes encontrados na América do Norte podem ser evidências de uma grande mudança climática provocada por cataclismo causado por um megaevento cósmico, 13 milênios atrás.

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