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ESO revela o Morcego Cósmico na Constelação de Órion

O ESO revelou detalhes da delicada nebulosa do Morcego em Órion. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros no Observatório de La Silla, no Chile. Crédito: ESO

O ESO revelou detalhes da delicada nebulosa do Morcego em Órion. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile. Crédito: ESO

NGC 1788 é uma ilha de estrelas bebês que reside nos arredores de Órion

A Nebulosa NGC 1788 reside em um canto escuro e esquecido da constelação de Órion. Agora, o ESO (Observatório Europeu do Sul) liberou uma nova e detalhada imagem que nos mostra sua exuberância. Embora esta nuvem fantasmagórica se encontre afastada das estrelas brilhantes de Órion, os poderosos ventos e radiação oriundos destas estrelas tem provocado um forte impacto na nebulosa, formatando-a transformando-a em uma maternidade estelar repleta de estrelas bebês.

Os observadores assíduos do céu estão bem familiarizados com a forma característica da constelação do Órion, o caçador. Poucos deles, no entanto, conhecem a nebulosa NGC 1788, um tesouro cósmico sutil, escondido apenas a alguns graus de distância das estrelas brilhantes do cinturão de Órion (as 3 Marias).

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O VLT do ESO encontra estrelas primitivas nas vizinhanças da Via Láctea

A galáxia anã de Fornax (Fornalha), vizinha da Via Láctea, foi alvo da busca por estrelas primitivas. Crédito: ESO/Digitized Sky Survey 2

A galáxia anã de Fornax (Fornalha), vizinha da Via Láctea, foi alvo da busca por estrelas primitivas. Crédito: ESO/Digitized Sky Survey 2

Durante muitos anos as estrelas anciãs primordiais residentes fora da Via Láctea se mantiveram escondidas. Agora elas finalmente foram detectadas. O ESO utilizou o Very Large Telescope (VLT) para resolver este importante problema astrofísico, relativo às estrelas mais antigas na nossa vizinhança galáctica. O entendimento sobre as estrelas primitivas é crucial o conhecimento da evolução do Universo desde seus primórdios.

Na realidade, descobrimos uma falha nos ‘métodos forenses’ utilizados até agora,” disse Else Starkenburg, autora líder deste estudo. “O nosso método mais desenvolvido permitiu-nos descobrir as estrelas primitivas escondidas no meio de todas as outras estrelas mais comuns.”

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NGC 346: ESO revela berçário estelar dentro da Pequena Nuvem de Magalhães

NGC 346: região de formação estelar ativa dentro da galáxia vizinha Pequena Nuvem de Magalhães, capturada pelo telescópio de 2,2 metros em La Silla, Chile. Crédito: ESO

NGC 346: região de formação estelar ativa dentro da galáxia vizinha Pequena Nuvem de Magalhães, capturada pelo telescópio de 2,2 metros em La Silla, Chile. Crédito: ESO

O ESO (European Southern Observatory) publicou a imagem do berçário estelar NGC 346, a região de formação estelar mais brilhante de nossa vizinha galáctica, a Pequena Nuvem de Magalhães, que reside a 210.000 anos-luz, na constelação de Tucano. Neste aglomerado estelar, o gás é aquecido, excitado e dispersado pela radiação, vento e calor emitidos por estrelas de grande massa, formando uma estrutura de nebulosa envolvente em filamentos que lembram uma teia de aranha. Esta imagem foi obtida pelo instrumento Wide Field Imager (WFI) montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile.

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ESO NTT revela os segredos da galáxia canibal Centaurus A

Esta imagem da região central da galáxia elíptica Centaurus A revela os restos em formato de paralelogramo de uma galáxia elíptica menor canibalizada.

Esta imagem da região central da galáxia elíptica Centaurus A revela os restos em formato de paralelogramo de uma galáxia elíptica menor canibalizada pela galáxia gigante. Crédito: ESO/Y. Beletsky

Usando uma técnica especial que utiliza imagens na faixa de freqüências próximas do infravermelho, através telescópio do ESO New Technology Telescope (NTT) de 3,58 metros, os astrônomos foram capazes de olhar através das camadas espessas de poeira da galáxia canibal gigante Centaurus A. Assim, conseguiram nos revelar sua última refeição com detalhes inéditos: uma galáxia espiral menor canibalizada, atualmente torcida e deformada. Esta imagem extraordinária mostra igualmente, espalhados como jóias, milhares de aglomerados estelares em movimento dentro de Centaurus A.

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VISTA: Nebulosa de Órion analisada no infravermelho

O VISTA revela ejeções de matéria em alta velocidade a partir de estrelas jovens

Imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA. Crédito:  ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit

Imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA. Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit

A nebulosa de Órion nos revela muitos de seus segredos, em uma imagem extraordinária obtida pelo VISTA, o novo telescópio de rastreamento do ESO (European Southern Observatory). O grande campo de visão do telescópio possibilita a observação da nebulosa em todo o seu esplendor enquanto que a visão infravermelha do VISTA permite-nos perscrutar profundamente regiões de poeira que se encontram geralmente invisíveis, e onde podemos observar o comportamento de estrelas jovens muito ativas que lá residem.

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ESO descobre o buraco negro estelar mais distante na galáxia espiral NGC 300

IMAGEM: Ilustração do buraco negro estelar NGC 300 X1, encontrado na galáxia NGC 300, orbita em um sistema binário junto com uma massiva estrela de Wolf Rayet que ejeta suas camadas externas, contribuindo para o aumento da massa do buraco negro por acresção. Crédito: ESO/L. Calçada

Ilustração do buraco negro estelar NGC 300 X1, encontrado na galáxia NGC 300, orbita em um sistema binário junto com uma massiva estrela de Wolf Rayet que ejeta suas camadas externas, contribuindo para o aumento da massa do buraco negro por acresção. Crédito: ESO/L. Calçada

Utilizando o Very Large Telescope (VLT) do ESO os astrônomos descobriram, na galáxia NGC 300, o buraco negro estelar mais distante já detectado até hoje. Com uma massa estimada em aproximadamente 15 vezes a massa do Sol, o NGC 300 X1 consiste no segundo buraco negro mais massivo conhecido até hoje. Este objeto está em um sistema binário e encontra-se em interação com outra estrela que no futuro também irá originar um buraco negro, depois de explodir como supernova.

Os buracos negros estelares [1] encontrados na Via Láctea possuem em geral até cerca de dez vezes a massa do Sol, o que é bastante significativo. No entanto, fora da nossa Galáxia, os astrônomos já descobriram mais de um buraco negro com massa superior a quinze vezes a massa solar. Assim, o NGC 300 X1 é um dos três objetos com mais de 10 vezes a massa solar encontrados até agora.

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NGC 6334: ESO revela a ‘Pata do Gato Cósmico’

NGC 6334 - nebulosa da 'Pata do Gato'. Crédito: ESO

NGC 6334 - nebulosa da 'Pata do Gato'. Crédito: ESO

O ESO divulgou novas imagens fantásticas da Nebulosa ‘Pata do Gato’. Esta intrincada região de gás e poeira cósmica, onde encontramos uma pletora de estrelas massivas em formação, reside perto do centro da Via Láctea. Infelizmente sua observação é difícil, pois a proximidade do núcleo de nossa galáxia faz com que esta nebulosa permaneça obscurecida por nuvens de poeira.

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ESO VLT: O espectro de um exoplaneta foi capturado pela primeira vez

ESO VLT HR 8799 espectroAo estudar um sistema planetário triplo que lembra uma versão amplificada da família de planetas que orbita o Sol, os astrônomos do ESO (European Southern Observatory) conseguiram capturar pela primeira vez o espectro direto (“uma impressão digital química” [1]) de um exoplaneta em órbita de uma estrela distante [2], adquirindo assim novas informações sobre a formação e composição do exoplaneta. Este resultado representa um marco na busca da vida alienígena no Universo.

O espectro de um planeta é como uma impressão digital. O espectro nos fornece informação relevante sobre os elementos químicos que se encontram na sua atmosfera,” disse Markus Janson, primeiro autor do artigo que relata a nova descoberta. “Com esta informação, podemos compreender melhor como é que o exoplaneta se formou e no futuro nós poderemos inclusivamente descobrir possíveis evidências da presença de vida”.

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VISTA: telescópio pioneiro de rastreamento mostra os primeiros resultados

Um novo telescópio – VISTA (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy) — operado pelo Observatório Paranal do ESO divulgou suas primeiras imagens.

Nebulosa da Flama

Nebulosa da Chama (Flame Nebula)

O VISTA é um telescópio de rastreamento que opera nas frequências do espectro do infravermelho e atualmente é o maior telescópio existente dedicado ao mapeamento celeste. Seu enorme espelho, grande campo de visão e detectores extremamente sensíveis irão nos proporcionar uma visão completamente nova do céu do hemisfério sul. As imagens espectaculares agora divulgadas da Nebulosa da Chama, do Centro da nossa Via Láctea e do aglomerado de galáxias Fornax mostram que o telescópio se encontra em perfeito funcionamento.

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É possível a formação de exoplanetas ao redor de estrelas binárias?

Por dos sóis gêmeos em mundo alienígena. Crédito: NASA/JPL

Por de sóis gêmeos em mundo alienígena. Crédito: NASA/JPL

Os criativos escritores de ficção científica e artistas espaciais descrevem freqüentemente uma encantadora paisagem do por de sóis gêmeos, onde um par de estrelas binárias se oculta atrás do horizonte (lembramos de Star Wars). Embora saibamos que possam existir exoplanetas em tais sistemas binários orbitando em ressonância, isto só aparece como certo para exoplanetas já completamente formados. Poderiam assim os sistemas estelares em formação suportar a existência de um disco de acresção e a partir deste permitir a formação de novos planetas? Esta é a questão que M. G. Petr-Gotzens e S. Daemgen do ESO (European Southern Observatory) junto com S. Correia do Instituto Astronômico de Postdam tentam agora responder.

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