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ESO: HD 95086 b – o mais tênue exoplaneta capturado por imagem direta?

Esta imagem do Very Large Telescope do ESO (VLT) mostra o recém-descoberto exoplaneta HD95086 b, ao lado de sua estrela-mãe. As observações foram feitas usando o NACO, o instrumento de óptica adaptativa para o VLT em infravermelho, usando uma técnica chamada de imagem diferencial, o que melhora o contraste entre o planeta e sua estrela deslumbrante. A própria estrela foi removida desta imagem durante o processamento para melhorar a visualização da fraca luz do exoplaneta. O exoplaneta aparece no canto inferior esquerdo. O círculo azul é do tamanho da órbita de Netuno do nosso Sistema Solar.<br />A estrela HD 95086 tem propriedades semelhantes as estrelas Beta Pictoris e HR 8799 em torno das quais exoplanetas gigantes já foram fotografados (imagem direta) em separações entre 8 e 68 unidades astronômicas. Todas estas estrelas são jovens, mais massivas que o Sol e são rodeadas por disco de detritos. Crédito: ESO/J. Rameau

Esta imagem do Very Large Telescope do ESO (VLT) mostra o recém-descoberto exoplaneta HD95086 b, ao lado de sua estrela-mãe. As observações foram feitas usando o NACO, o instrumento de óptica adaptativa para o VLT em infravermelho, usando uma técnica chamada de imagem diferencial, o que melhora o contraste entre o planeta e sua estrela deslumbrante. A própria estrela foi removida desta imagem durante o processamento para melhorar a visualização da fraca luz do exoplaneta. O exoplaneta aparece no canto inferior esquerdo. O círculo azul é do tamanho da órbita de Netuno do nosso Sistema Solar.
A estrela HD 95086 tem propriedades semelhantes as estrelas Beta Pictoris e HR 8799 em torno das quais exoplanetas gigantes já foram fotografados (imagem direta) em separações entre 8 e 68 unidades astronômicas. Todas estas estrelas citadas são jovens, mais massivas que o Sol e são rodeadas por disco de detritos. Crédito: ESO/J. Rameau

Astrônomos usaram o Very Large Telescope do ESO para obter a imagem direta de um objeto tênue que se desloca próximo de uma estrela. Com uma massa estimada em quatro a cinco vezes a massa de Júpiter, este pode bem ser o exoplaneta com menos massa a ser observado fora do Sistema Solar de forma direta. A descoberta é uma contribuição importante ao estudo da formação e evolução de sistemas planetários.

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17 de junho de 1997 – Nas entranhas do maior complexo de equipamentos óticos já construído

17 de junho de 1997

Não Há Dia Sem História

Nas entranhas do maior complexo de equipamentos óticos já construído

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ISAAC & SOFI (ESO)

No dia 17 de junho de 1997, há 16 anos, o European Southern Observatory (ESO) publicava esta imagem de suas oficinas em Gerschin, Alemanha. Na foto, dois grandes instrumentos astronômicos para detecções em infravermelho são inspecionados antes de serem enviados para os observatórios no Chile.

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11 de junho de 1997 – 3,6m do ESO em La Silla fotografa Beta Pictoris usando técnicas inéditas

11 de junho de 1997

Não Há Dia Sem História

3,6m do ESO em La Silla fotografa Beta Pictoris usando técnicas inéditas

No dia 11 de junho de 1997, há dezesseis anos, o European Southern Observatory (ESO) publicava esta belíssima imagem de Beta Pictoris obtida por Jean-Luc Beuzit e Anne-Marie Lagrange (Observatório de Grenoble, França) e Mouillet David (Observatoire de Paris-Meudon, França), utilizando o telescópio de 3,6 metros do Observatório de La Silla, no Chile.

O estudo da fotografia contou ainda com a participação de Larwood J. e J. Papalouizou e foi publicado na revista mensal da Royal Astronomical Society (Julho, 1997).

Beta Pictoris capturada pelo ESO. Esta imagem na banda J (1,25 micrômetros) cobre uma área de 13,1 x 13,1 segundos de arco² em uma resolução angular de aproximadamente 0,12 segundos de arco. O Norte está acima e o Leste está à esquerda. A imagem foi capturada em 6 de janeiro de 1996 com o dispositivo ADONIS e cronógrafo do Observatoire de Grenoble integrados ao telescópio de 3,6 metros do ESO em La Silla, Chile. Créditos: ESO/La Silla/ Jean-Luc Beuzit e Anne-Marie Lagrange (Observatório de Grenoble, França) e Mouillet David (Observatoire de Paris-Meudon, França).

Beta Pictoris capturada pelo ESO. Esta imagem na banda J (1,25 micrômetros) cobre uma área de 13,1 x 13,1 segundos de arco² em uma resolução angular de aproximadamente 0,12 segundos de arco. O Norte está acima e o Leste está à esquerda. A imagem foi capturada em 6 de janeiro de 1996 com o dispositivo ADONIS e cronógrafo do Observatoire de Grenoble integrados ao telescópio de 3,6 metros do ESO em La Silla, Chile. Créditos: ESO/La Silla/ Jean-Luc Beuzit e Anne-Marie Lagrange (Observatório de Grenoble, França) e Mouillet David (Observatoire de Paris-Meudon, França).

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ESO: Finalmente encontraram as galáxias escuras no Universo primordial

Esta imagem mostra os detalhes de 12 imagens de galáxias escuras. Estes objetos são essencialmente desprovidos de estrelas e por isso são normalmente invisíveis aos telescópios. No entanto, o seu gás está sendo iluminado pela intensa radiação que vem de um quasar próximo, tornando-os assim visíveis ao VLT. Créditos: ESO, Digitized Sky Survey 2 and S. Cantalupo (UCSC)

Finalmente os astrônomos localizaram evidências da existência das galáxias escuras, uma fase inicial da formação de galáxias prevista teoricamente mas que até agora nunca tinha sido observada. Estes objetos cósmicos são na sua essência aglomerações ricas em gás porém sem estrelas. Utilizando o VLT (Very Large Telescope) do ESO, uma equipe multinacional de cientistas detectou estes objetos evasivos observando-os brilhando ao serem iluminados por um quasar próximo.

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Berçário estelar em Messier 78 revelado pelo APEX

Região ao norte do cinturação de Órion (Messier 78) capturada pelo APEX. Crédito: ESO

O Atacama Pathfinder Experiment (APEX) [1] capturou uma imagem da região que rodeia a nebulosa de reflexão Messier 78, situada a norte do Cinturão de Órion, mostrando nuvens de poeira cósmica entrelaçadas nesta nebulosa que nos lembra um colar de pérolas. As fotos obtidas medem o brilho gerado pela emissão de calor dos grãos de poeira interestelar revelando aos astrônomos onde há novas estrelas que estão em processo de formação.

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Olhando sinais da existência de vida no Universo a partir da Lua

Lua crescente em conjunção com Mercúrio e Vênus no Monte Paranal. Observe a luz da Terra refletida na superfície obscura da Lua, não iluminada diretamente pelo Sol. Crédito: ESO/B. Tafreshi/TWAN (twanight.org)

Ao olhar a luz da Lua com o VLT (Very Large Telescope) do ESO no Chile, os astrônomos acharam sinais de evidências da existência de vida no Universo: a da própria Terra. Encontrar vida, olhando de fora, em nosso planeta pode até parecer algo trivial, mas esta técnica inédita utilizada pelo time de cientistas do ESO poderá servir como meio de descobrir a presença vida em outros locais no Universo.

Michael Sterzik (ESO), autor líder da pesquisa, explicou [1]:

Usamos o método chamado “medição da luz cinérea” para observar a Terra como se esta fosse um exoplaneta. O Sol ilumina a Terra e essa radiação é refletida para a superfície da Lua. A superfície lunar atua como um espelho gigante e reflete a radiação terrestre de volta a nós, na Terra. É essa radiação que analisamos através do Very Large Telescope do ESO.

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Nebulosa da Águia: a conjugação de imagens de vários observatórios fornece uma nova visão de um ícone cósmico

A Nebulosa da Águia (M16) foi retratada agora de forma inédita em um esforço conjunto de vários observatórios espaciais e terrestres

A impressionante imagem inédita captada pelo XMM-Newton e pelo Herschel. Créditos: infravermelho extremo: ESA/Herschel/PACS/SPIRE/Hill, Motte, HOBYS Key Programme Consortium; raios-X: ESA/XMM-Newton/EPIC/XMM-Newton-SOC/Boulanger

Em 1995, a imagem da Nebulosa da Águia, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, tornou-se uma das mais icónicas imagens do século vinte, tendo sido “batizada” de: «Os Pilares da Criação». Agora, dois observatórios da ESA (Agência Espacial Européia) trouxeram novas informações sobre este enigmático berçário de estelar.

A Nebulosa da Águia reside a 6.500 anos-luz de distância, na direção da constelação da Serpente. A nebulosa contém o jovem aglomerado estelar NGC 6611, também visível através de modestos telescópios de menor porte. Este aglomerado ilumina a poeira e o gás em volta, resultando em uma enorme cavidade, alicerçada em pilares, cada um com vários anos luz de comprimento.

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ESO: Telescópio VISTA revela detalhes inéditos da nebulosa da Hélice (Helix) no infravermelho

Close da nebulosa da Hélice. Créditos: ESO/VISTA/J. Emerson/Cambridge Astronomical Survey Unit

O telescópio VISTA do ESO instalado no Monte Paranal, Chile, obteve esta nítida visão da Nebulosa da Hélice (Helix). Capturada nas frequências do espectro infravermelho e processada para sofrer colorização, esta imagem revela filamentos de gás nebular mais frio, invisíveis em imagens convencionais capturadas em telescópios óticos [veja A Nebulosa da Helix revelada por Ed Henry via observatório Hay Creek], ao mesmo tempo que nos mostra um fundo rico em estrelas e galáxias, antes escondidas pelo véu de poeira e gás.

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NGC 1232 – grande galáxia espiral revelada pelo VLT

A grande galáxia espiral NGC 1232 capturada pelo VLT do ESO

 As galáxias são fascinantes não apenas pelo que é visível mas também pelo que é invisível. A galáxia grande espiral NGC 1232capturada em detalhes pelo telescópio de 8,2 metros Antu do complexo Very Large Telescope, é um bom exemplo. Aqui o visível é dominado por milhões de estrelas brilhantes e poeira escura, agrupadas nos braços espirais que giram em torno do centro galáctico.

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VLT do ESO captura imagens precisas da nebulosa de Ômega

Esta imagem da M17 (Nebulosa de Ômega) é uma das mais nítidas já obtidas a partir de um telescópio terrestre. Crédito: ESO

A nebulosa de Ômega capturada pelo Very Large Telescope do ESO (VLT) é uma das imagens mais aguçadas deste objeto, obtida a partir de um telescópio terrestre. A intrigante  foto mostra as regiões centrais rosadas e esfumaçadas deste belo berçário estelar e revela com uma riqueza ímpar esta paisagem astronômica composta por nuvens de gás, poeira e estrelas jovens.

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