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ESA informa sobre asteroide que explodiu nos céus da Rússia em 15 de fevereiro de 2013

Trilha deixada pelo visitante do espaço. Crédito: Alex Alishevskikh

Trilha deixada pelo visitante do espaço. Crédito: Alex Alishevskikh

A ESA (Agência Espacial Européia) divulgou detalhes sobre o impacto do asteroide que explodiu em 15 de fevereiro de 2013 nos céus das Rússia, o maior em mais de um século. A ESA está avaliando cuidadosamente as informações consideradas cruciais para o esforço da Agência no controle de asteroides perigosos.

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A descoberta da 5ª lua de Plutão e as implicações na missão New Horizons

Plutão Caronte e lua P5 pelo Hubble

Esta imagem, obtida pelo Telescópio Hubble, mostra as cinco luas em órbita do distante e gelado planeta anão Plutão. O círculo verde destaca a lua recém-descoberta P5 fotografada pelo instrumento WFC3 do Hubble em 7 de Julho de 2012. As observações vão ajudar os cientistas no planejamento da trajetória da sonda New Horizons em julho de 2015 que executará um vôo razante pelo sistema Plutão/Caronte. A lua P4 foi descoberta em imagens do Hubble em 2011. Créditos: NASA, ESA, M. Showalter, Instituto SETI

O Telescópio Espacial Hubble descobriu a quinta lua em órbita do sistema duplo planetário Plutão/Caronte.

Os cientistas estimaram que esta lua (P5) tenha uma forma irregular e entre 10 a 25 km de diâmetro. P5 reside em uma órbita circular com um diâmetro de 95.000 km em torno de Plutão. Os astrônomos assumem que a órbita é co-planar com os outros satélites do sistema (partilha o mesmo plano).

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Perigosos escombros poderão trazer perigo a New Horizons quando chegar a Plutão?

A nova lua descoberta em Plutão (P4) orbita entre Nix e Hydra que por sua vez estão mais afastadas de Plutão que a lua Caronte. Descobrir se há outras luas ou anéis de escombros em Plutão/Caronte foi alvo de discussão em workshop que abordou os perigos na missão New Horizons. Créditos: Alan Stern/New Horizons.

No futuro, quando conseguirmos criar espaçonaves que consigam atingir frações da velocidade da luz, certamente o pó interestelar trará um grande perigo nestas viagens. A questão torna-se bem mais crítica quando consideramos uma sonda interestelar chegando ao sistema solar de destino. Uma missão de fly-by (vôo rasante próximo a um astro) se movendo a 10% da velocidade da luz provavelmente encontrará um ambiente bem mais perigoso próximo ao sistema estudado que no meio interestelar. Para contornar o problema, equipamentos de proteção (escudos) deverão ter sido desenvolvidos para proteger a espaçonave. No entanto, mesmo nas velocidades atuais, devemos ter em mente que surpresas poderão acontecer quando uma sonda exploratória estiver para atingir seu alvo. O que esperamos encontrar quando a sonda New Horizons se aproximar do sistema Plutão/Caronte?

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ESA: A sonda Mars Express revela evidências do passado oceânico de Marte

Investigação de radar pela Mars Express constatou fortes evidências da presença de um oceano no passado de Marte. O radar MARSIS da sonda detectou sedimentos de um fundo oceânico em região previamente identificada, cercada por áreas costeiras antigas. O suposto oceano teria coberto grande área do hemisfério norte marciano bilhões de anos atrás. Créditos: ESA, C. Carreau

Informações coletadas pela sonda orbital Mars Expressa da ESA revelam fortes evidências de que uma parte da superfície de Marte já esteve coberta por um oceano. Através do equipamento de radar, a sonda detectou a assinatura da presença de sedimentos associados a um fundo oceânico, dentro das fronteiras de uma zona costeira que já tinha sido identificada anteriormente.

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Nebulosa da Águia: a conjugação de imagens de vários observatórios fornece uma nova visão de um ícone cósmico

A Nebulosa da Águia (M16) foi retratada agora de forma inédita em um esforço conjunto de vários observatórios espaciais e terrestres

A impressionante imagem inédita captada pelo XMM-Newton e pelo Herschel. Créditos: infravermelho extremo: ESA/Herschel/PACS/SPIRE/Hill, Motte, HOBYS Key Programme Consortium; raios-X: ESA/XMM-Newton/EPIC/XMM-Newton-SOC/Boulanger

Em 1995, a imagem da Nebulosa da Águia, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, tornou-se uma das mais icónicas imagens do século vinte, tendo sido “batizada” de: «Os Pilares da Criação». Agora, dois observatórios da ESA (Agência Espacial Européia) trouxeram novas informações sobre este enigmático berçário de estelar.

A Nebulosa da Águia reside a 6.500 anos-luz de distância, na direção da constelação da Serpente. A nebulosa contém o jovem aglomerado estelar NGC 6611, também visível através de modestos telescópios de menor porte. Este aglomerado ilumina a poeira e o gás em volta, resultando em uma enorme cavidade, alicerçada em pilares, cada um com vários anos luz de comprimento.

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O observatório de infravermelho espacial Herschel ajuda a reescrever a evolução do Cosmos

Ilustração de galáxias formando novas estrelas. Crédito: ESA

O observatório espacial de infravermelho Herschel da ESA (Agência Espacial Européia) constatou evidências de não é imprescindível que as galáxias tenham que forçosamente colidir umas com as outras para impulsionar um vigoroso pulso de nascimento de novas estrelas. Esta nova descoberta contraria uma hipótese antiga sobre os processos cósmicos e descreve nova imagem majestosa de como as galáxias evoluem.

A conclusão está baseada nas observações de Herschel de duas zonas específicas do céu, GOODS North (no céu do hemisfério norte) e GOODS South (no sul), cada uma com cerca de um terço do tamanho da Lua cheia.

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Cassini revela criovulcões em Titã, lua de Saturno

Esta imagem foi retirada de um vídeo de uma passagem simulada da sonda Cassini pela região Sotra Facula em Titã. Crédito: NASA/JPL-Caltech/USGS/Universidade do Arizona (clique na imagem para ver o vídeo em formato Quicktime)

A sonda Cassini da NASA revelou a presença de vulcões de gelo em Titã, lua de Saturno. Tratam-se de vulcões criogênicos que ejetam gelo de forma que lembra os da Terra, que expelem rocha derretida.

Os dados topográficos de Titã e sua composição superficial permitiram aos cientistas encontrar o melhor exemplo até agora no Sistema Solar exterior de uma formação vulcânica que expele gelo. Os resultados foram apresentados esta semana na reunião da União Americana de Geofísica em São Francisco.

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Hubble e o Quinteto de Stefan

Hubble e o Quinteto de Stefan. Créditos - Imagem: Hubble Legacy Archive, ESA, NASA; Processamento por: Hunter Wilson

O primeiro grupo compacto galáctico identificado, o Quinteto de Stefan (Stephan’s Quintet), aparece aqui nesta deslumbrante imagem construída a partir de dados dos arquivos do Hubble (Hubble Legacy Archive).

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NGC 6357: a massiva estrela tríplice PISMIS 24-1 esculpe as formas de sua própria nebulosa

 

A nebulosa NGC 6357. Crédito: NASA/ESA/Hubble

Embora as causas sejam desconhecidas, a nebulosa NGC 6357 tem formado algumas das estrelas mais massivas já descobertas. Uma destas estrelas (HDE 319718) formidáveis reside perto do centro da NGC 6357 e foi capturada na imagem acima escavando seu castelo interestelar próprio com sua radiação energética nas vizinhanças repletas de poeira e gás cósmico. Na nebulosa principal, os intrincados filamentos são formados pelas complexas interações entre os ventos interestelares, pressão de radiação, campos magnéticos e a gravidade.

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NGC 4452: uma galáxia finíssima capturada pelo Hubble

NGC 4452: um segmento de reta no espaço. Créditos: ESA, Hubble, NASA

Como pode um segmento de linha reta surgir nos céus? Na imagem acima vislumbramos um dos mais precisos alinhamentos aparentes de larga escala já observados no Universo. Na verdade, a foto nos mostra um verdadeiro disco galáctico cuja projeção em relação à Terra faz com que o vejamos exatamente de lado.

Aqui o observatório espacial Hubble nos relembra espetacularmente quão finos os discos galácticos podem verdadeiramente ser.

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