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Hubble e o objeto de Hoag, uma rara galáxia anelar

O objeto de Hoag é uma estranha galáxia anelar? Crédito: : R. Lucas (STScI/AURA), Hubble Heritage Team, NASA

O objeto de Hoag é uma estranha galáxia anelar? Crédito: R. Lucas (STScI/AURA), Hubble Heritage Team, NASA

Ao olhar a foto acima vemos uma galáxia ou duas? Esta questão surgiu em 1950 quando o astrônomo Art Hoag descobriu este anômalo objeto extragaláctico.

Na área exterior vemos um anel dominado por estrelas azuis brilhantes, enquanto que próximo ao centro nós notamos um esferóide com estrelas avermelhadas que aparentemente são muito mais antigas.

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Emily Lakdawalla mostra painel com o 21 Lutetia e os demais cometas e asteróides já visitados por sondas espaciais

Asteróides e cometas visitados por sondas espaciais. Clique na imagem para uma versão em alta resolução. Créditos: ESA, NASA, JAXA, RAS, JHUAPL, UMD, OSIRIS; Montagem: Emily Lakdawalla (Planetary Society) & Ted Stryk

Asteróides e cometas visitados por sondas espaciais. Clique na imagem para uma versão em alta resolução. Créditos: ESA, NASA, JAXA, RAS, JHUAPL, UMD, OSIRIS; Montagem: Emily Lakdawalla (Planetary Society) & Ted Stryk

Enquanto nós humanos exploramos o Universo, o recorde do asteróide de maio porte já visitado por uma sonda interplanetária foi superado recentemente. No dia 10 julho de 2010 a espaçonave robótica da ESA Rosetta deu um rasante sobre o asteróide 21 Lutetia capturando imagens e coletando informações em um esforço especial para determinar os segredos de sua história e a origem de suas cores incomuns.

No quadro acima o asteróide de 100 km de diâmetro Lutetia está sendo mostrado de forma comparativa com outros 9 asteróides e 4 cometas que já receberam visitas por espaçonaves humanas.

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Rosetta visita o asteróide 21 Lutetia no dia 10 de julho

Em 10 de julho de 2010 a espaçonave Rosetta da ESA irá passar próxima do asteróide 21 Lutetia, o maior asteróide já visitado por uma sonda espacial.

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Novo mapa celeste gerado pelo Planck ajuda a entender como o Universo se formou

Resultado do primeiro ano do Planck

Resultado do primeiro ano do Planck

O observatório espacial Planck da ESA concluiu a primeira (de uma série de quatro) varredura de todo o céu e nos revela detalhes em primeira mão das duas maiores fontes celestes de microondas: o fundo cósmico e a Via Láctea.

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Terá sido Vênus um planeta habitável?

Atmosfera de Vênus, sofrendo erosão pelo vento Solar. Vênus perdeu grandes quantidades de água para o espaço.

Imagem da atmosfera de Vênus sofrendo erosão pelo vento Solar. Vênus perdeu grandes quantidades de água para o espaço.

A missão Venus Express da ESA está ajudando os cientistas a investigar a possibilidade de Vênus ter tido oceanos no passado remoto. Caso positivo, a história do astro pode até ter começado como um planeta habitável, semelhante à nossa Terra.

Atualmente, a Terra e Vênus são mundos completamente distintos. A Terra é um lugar luxuriante, com vida abundante, enquanto Vênus é um planeta infernal, com a sua superfície fervente que apresenta temperaturas superiores às de um forno da cozinha (464º C).

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CNES/ESA: Equipe do programa CoRoT anunciou a descoberta de mais 6 exoplanetas e uma anã marrom!

A família CoRoT de exoplanetas ganhou 7 novos membros em junho de 2010

A família CoRoT de objetos cósmicos ganhou 7 novos membros (em dourado) em junho de 2010

CoRoT revela um lote de exoplanetas e uma anã marrom!

Observando a fraca atenuação da luz emitida pelas estrelas durante eventos de trânsito exoplanetário, o observatório espacial CoRoT (Convection, Rotation and planetary Transits) detectou seis novos exoplanetas e uma anã marrom, cada um com características próprias. Notavelmente, um destes exoplanetas, designado por CoRoT-11b, tem o dobro da massa de Júpiter e orbita uma estrela que está girando rapidamente. Assim a estrela CoRoT-11 consiste em um alvo extremamente difícil para a busca de exoplanetas e esta descoberta representou uma conquista significativa para a equipe do programa CoRoT.
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Herschel revela buraco no céu ao observar a nebulosa NGC 1999

Herchel e o buraco espacial na NGC 1999. Crédito: ESA/Herschel

Herchel e o buraco espacial na NGC 1999. Crédito: ESA/Herschel

Um vazio no espaço?

Herschel, o grande telescópio espacial infravermelho da ESA, fez uma descoberta incomum: um buraco no espaço. Este buraco forneceu aos cientistas um surpreendente caminho para elucidar o final do processo de formação de estrelas.

As estrelas surgem em berçários estelares, nuvens densas de pó e gás que agora podem ser estudadas com detalhe graças aos olhos infravermelhos do Herschel. Embora já tenhamos observado jatos de plasma e ventos estelares originados de estrelas novas, permanece como um mistério a forma exata como uma estrela provoca o afastamento do material envolvente e consegue emergir do seu casulo de nascimento. Ao mirar este ‘buraco cósmico’ o Herschel flagrou um passo inesperado neste processo da formação estelar.

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NGC 6543: o Halo filamentoso da Nebulosa Olho de Gato

NGC 6543: a Nebulosa Olho e Gato e sua extrutura filamentosa. Clique na imagem para a sua versão em alta-resolução. Crédito©: R. Corradi (Isaac Newton Group), Nordic Optical Telescope

NGC 6543: a Nebulosa Olho e Gato e sua extrutura filamentosa. Clique na imagem para a sua versão em alta-resolução. Crédito©: R. Corradi (Isaac Newton Group), Nordic Optical Telescope

A Nebulosa do Olho do Gato (NGC 6543) é uma das mais famosas nebulosas planetárias nos céus. Suas simetrias notáveis residem no seu núcleo, como vemos nesta alucinante imagem em cores ajustadas, processadas para nos revelar o gigantesco e ultra tênue halo gasoso que rodeia nossa conhecida nebulosa planetária Este halo possui mais de três anos-luz de extensão.

A foto acima foi elaborada a partir dos dados do Nordic Optical Telescope que fica nas Ilhas Canárias. Assim, esta composição fotográfica visa destacar a extensa emissão pela nebulosa, diferente das outras imagens da Nebulosa do Olho do Gato que tanto apreciamos.

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NGC 3190: imagem de uma galáxia espiral em perfil processada por Robert Gendler

Esta imagem foi capturada pelo observatório espacial Hubble e reprocessada por Robert Gendler. Créditos:  Dados originais - Hubble Legacy Archive, ESA, NASA;  Processamento - Robert Gendler.

Esta imagem foi capturada pelo observatório espacial Hubble e reprocessada por Robert Gendler. Créditos: Dados originais - Hubble Legacy Archive, ESA, NASA; Processamento - Robert Gendler.

Há galáxias belíssimas que são visualizadas de forma peculiar, quase de perfil.

A galáxia espiral NGC 3190 é o maior membro do Grupo de galáxias Hickson 44. Hickson 44 é um dos grupos de galáxias mais próximos do nosso Grupo Local de galáxias. Em destaque acima, gigantescos redemoinhos de poeira cósmica, finamente construídos, rodeiam o centro brilhante e fervente desta maravilhosa galáxia espiral.

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As estranhas manchas detectadas em Plutão pelo Hubble podem ser alcatrão e gelo

Recentemente o telescópio orbital Hubble forneceu aos cientistas imagens em primeiro plano de Plutão com detalhes inéditos. A partir destas imagens sem precedentes foram identificadas misteriosas manchas claras e escuras na superfície deste planeta anão. Agora os pesquisadores julgam ter uma melhor idéia do que está causando essas manchas estranhas.

As faces de Plutão: o disco central (180o) mostra uma região brilhante misteriosa que é rica em monóxido de carbono. Crédito: NASA, ESA e M. Buie (Southwest Research Institute)

As faces de Plutão: o disco central (180o) mostra uma região brilhante misteriosa que é rica em monóxido de carbono. Crédito: NASA, ESA e M. Buie (Southwest Research Institute)

As imagens geradas pelo Hubble, divulgadas em fevereiro de 2010, revelaram Plutão como um mundo cor de mel orbitando na periferia do Sistema Solar, um objeto com surpreendentes variações de brilho em toda a sua superfície. Baseados em análises mais detalhadas posteriores, os cientistas sugerem que as manchas escuras podem representar partes da superfície cobertas por uma camada primordial de compostos orgânicos.

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