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Para chegar até Marte primeiro temos que estabelecer uma base em Fobos
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Marte on 4 de fevereiro de 2010
Fobos (Phobos) é possivelmente um nome que você começará a ouvir intensamente nos próximos anos. Embora Fobos tenha as dimensões de um asteróide, com apenas dois bilionésimos da massa da Terra, atmosfera nula e gravidade muito fraca, trata-se da maior das duas luas de Marte e está destinada a tornar-se nosso próximo posto avançado no espaço. Fobos será nossa segunda casa.
Como chegar lá?
Quais são as maiores crateras de impacto na Terra?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Asteróides on 20 de janeiro de 2010

Há pelo menos uma cratera de impacto em cada continente na Terra.
Algumas das crateras mais antigas conhecidas têm mais de 2 bilhões de anos de idade. Por outro lado, uma das mais recentes, próxima ao rio Tunguska na Sibéria (ainda não confirmada), atribuída a estrutura geológica encontrada no fundo do lago Cheko, surgiu em 1908, ou seja, há pouco mais de 100 anos. O asteróide 2008 TC3 que caiu no deserto do Sudão em 2008 e foi acompanhado pelos astrônomos antes e durante a sua queda apenas queimou na atmosfera e não gerou propriamente uma cratera de impacto.
Ao todo, em nosso planeta, já foram catalogadas 176 crateras de impacto, mas somente 46 destas são consideradas de alta significância.

A maior cratera encontrada em Sikhote Alin com ~27 metros de diâmetro. Repare no homem na parte de baixo da foto. Este é o evento mais recente catalogado no banco de dados de impactos.
No banco de dados de impactos a cratera catalogada mais recente é a de Sikhote-Alin, na Rússia, 12 de fevereiro de 1947, com ~27 metros de diâmetro, resultado de um impacto que gerou mais outras 120 crateras menores.
Vamos tratar a seguir das 4 maiores crateras de impacto conhecidas e uma possível (maior) cratera ainda a ser confirmada.
LRO: local de pouso da Apollo 11 foi revelado com mais nitidez pela câmera LROC, um mês depois
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Lua on 29 de setembro de 2009

LROC: a segunda olhada no local de pouso da Apollo 11 na Lua. Crédito: NASA/GSFC/Arizona State University.
Um mês depois da primeira imagem feita pela câmera LROC da sonda robótica lunar LRO do local de pouso da Apollo 11 a LRO passou novamente pela área e conseguiu imagens mais detalhadas deste local histórico. Agora o Sol estava 28º de inclinação no céu lunar, gerando sombras menores e trazendo brilho e diferenças sutis nas sombras da superfície. A visão do local mudou drasticamente desde a última tomada da LRO, um mês atrás.
A Lua já deu uma ‘meia-volta’ no passado? A sua face oculta já esteve visível a partir da Terra?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Lua on 2 de setembro de 2009
Há pouco mais de 3,9 bilhões de anos, a Lua poderá ter realizado a sua derradeira “meia-volta” quando um asteróide fez que a Lua alternasse a face visível que nos é familiar.
O lado oculto da Lua nunca se mostra visível para nós aqui na Terra, porque a Lua roda em torno de seu eixo em velocidade sincrônica: uma vez para cada órbita que completa em torno da Terra. Mas uma análise das crateras de impacto mostra que o lado oculto da Lua talvez já tenha apontado em nossa direção.
A idéia do ‘giro lunar’ não é totalmente nova. Em 1975 pesquisadores nos EUA propuseram que se um asteróide de tamanho significativo se chocasse contra nosso satélite o resultado da colisão poderia gerar uma oscilação para frente e para trás como um pêndulo, antes de se fixar novamente na rotação sincrônica, com uma face voltada fixamente para a Terra. Até agora, contudo, não haviam evidências para suportar essa teoria.
Mark Wieczorek e Matthieu Le Feuvre do Instituto de Paris para a Física Terrestre da França estudaram a idade relativa e a distribuição de 46 crateras conhecidas, formadas por impactos do grande bombardeamento tardio no Sistema Solar.
Imagens de Marte da HiRISE impressionam os cientistas na conferência de Geomorfologia
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Marte on 20 de julho de 2009

Cratera Herschel em Marte fotografada pelo High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE). Crédito: NASA/JPL/Universidade do Arizona
Imagens dramáticas de Marte têm revelado vulcões, lagos e gelo na superfície do planeta vermelho, graças ao satélite orbital MRO (Mars Reconnaissance Orbiter).
As fotos de Marte, capturadas pelos sensíveis instrumentos da MRO conseguem resolução tão poderosa que são capazes de mostrar características do solo marciano em detalhes menores que 1 metro e que permitirão aos cientistas encontrar os lugares mais seguros para futuras missões. Essas imagens ajudam também a entender como se comporta o clima marciano, no presente e no passado e também contribui para compreendermos melhor o clima terrestre.
A LRO fotografou o local de pouso da Apollo 14 e mostra o módulo lunar
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Lua on 17 de julho de 2009

Evidências deixadas na Lua pela missão Apollo 14: instrumentos científicos (Scientific Instruments - ALSEP), base do módulo lunar Antares (Lunar Module Antares), a sombra do módulo lunar (LM Shadow) e as pegadas deixadas pelos astronautas (Astronaut Footprints).
Hoje, 17 de junho de 2009, o site da Universidade do Arizona publicou a foto do estágio de descida do módulo lunar Antares pousado no solo lunar. Na foto acima vemos também o ALSEP (Apollo Lunar Surface Experiment Packages) – um conjunto de instrumentos científicos deixados na superfície lunar pelos astronautas Apollo, além dos rastros deixados pelos membros da missão Apollo 14. Vemos aqui também longas sombras a partir de um Sol baixo no horizonte, que tornam os locais dos módulos evidentes.
O impressionante nesta foto é a presença das trilhas deixadas pelos astronautas no solo lunar. As marcas foram causadas principalmente pelo equipamento MET (Modularized Equipment Transporter) que foi usado pelos astronautas Alan Shephard e Edgar Mitchell como apoio para carregar os equipamentos e artefatos usados na missão Apollo 14. Veja mais detalhes das trilhas do carrinho MET no vídeo abaixo:
Além disso, no ensaio sobre a Apollo 15 preparado pelo Zeca em sua página, podemos ver como são as marcas deixadas pelos astronautas no solo lunar: clique aqui.
Você também poderá ver uma análise bem detalhada com mais comparações no artigo do Stu Atkinson em Cumbrian Sky: Apollo revisited…
Antecipação de resultados!
A Câmara da Lunar Reconnaissance Orbiter, ou LROC, foi capaz de capturar imagens de cinco das seis missões Apollo. O local de pouso da Apollo 12 será fotografado nas próximas semanas.
O satélite alcançou órbita lunar no dia 23 de Junho de 2009 e capturou as imagens dos locais de pouso da Apollo entre 11 e 15 de Julho. As imagens foram obtidas antes da sonda atingir sua posição final de operação na Lua. Assim, em breve teremos fotos muito mais nítidas destes locais, com resoluções até 3 vezes superiores.
“Estas imagens são apenas as primeiras visões da LRO”, disse Michael Wargo, cientista lunar e supervisor da NASA , Washington. “As coisas vão ficar cada vez mais melhores”.
“A equipe da LROC ansiosamente esperava por cada uma das imagens,” afirmou Mark Robinson, principal pesquisador da LROC, da Universidade Estadual do Arizona. “Nós estávamos muito interessados em obter as primeiras imagens dos estágios de descida do módulo lunar apenas pela emoção — e para ver se as câmaras estavam bem focadas. De fato, as imagens estão fantásticas e o foco também.”
O que podemos esperar da sonda Lunar Reconaissance Orbiter? Vejamos a seguir…
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HiRISE guia o robô explorador Opportunity em sua incrível jornada pelas dunas de Marte rumo à cratera Endeavour
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Marte on 8 de março de 2009

Robô Opportunity trafega sobre as dunas marcianas (NASA/HiRISE/Universidade do Arizona)
Não nos resta dúvida que são imagens como essa que reforçam as perspectivas do programa de exploração de Marte. Atualmente temos dois veículos de exploração que têm viajado através da paisagem de Marte há 5 anos (Êpa! Eles foram projetados para operar por apenas três meses!), além de 3 satélites orbitando o planeta vermelho suportando uma grande variedade de estudos científicos. A sonda espacial MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) orbita Marte a 250 km de altura e tem cumprido sua missão de “reconhecimento orbital” brilhantemente. É através desse satélite que o programa High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE) está ajudando o robô explorador Opportunity a achar o melhor caminho através das ondulantes dunas de areia do Meridiani Planum. São robôs ajudando outros robôs em Marte…
HiRISE mostra imagens de impactos explosivos na superfície de Marte
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Asteróides, Marte on 6 de fevereiro de 2009

Impacto em Marte capturado pela Mars Reconnaissance Orbiter e tratado pelo HiRISE (clique na imagem para acessar a versão em alta resolução direto do site do HiRISE)
Centenas de objetos vêm do espaço, em geral fragmentos de asteróides, e castigam Marte todos dos anos. Algumas vezes, como na Terra, esses objetos atravessam a atmosfera marciana. Mas a atmosfera marciana é muito mais tênue que a da Terra, o que implica em uma maior quantidade de objetos atingindo o solo do planeta vermelho. Se o bólido se quebra em pedaços, mas não se desintegra, o resultado será um aglomerado de crateras. A imagem acima é um exemplo disso: um grupo de crateras em Marte. Embora a presença de crateras em Marte seja um fenômeno relativamente comum, esse exemplo acima é raro pois há uma linha negra entre as duas maiores crateras. Os cientistas do projeto HiRISE estimam que o objeto partiu-se em dois pedaços de tamanho similar na entrada da atmosfera marciana e que as explosões interagiram entre si gerando essa curiosa linha negra entre as crateras…
Mercúrio revelado pela sonda Messenger
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial on 8 de outubro de 2008
O planeta Mercúrio é conhecido pela humanidade desde que a história tem sido registrada. Por outro lado, partes do planeta mais interno do Sistema Solar nunca haviam sido vistos até agora.
Há dois dias (06/outubro) a espaçonave robô MESSENGER deu uma passada por lá espionando Mercúrio pela segunda vez. A sonda MESSENGER fotografou partes do planeta que antes somente eram conhecidas por meio de radar. A imagem acima foi registrada quando a sonda MESSENGER olhou para trás 90 minutos depois de passar por Mercúrio a uma altitude de cerca de 27.000 quilômetros.







![Centauri Dreams [Tau Zero Foundation] Centauri Dreams [Tau Zero Foundation]](http://eternosaprendizes.com/wp-content/uploads/2009/12/Centauri-Dreams.jpg)













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