Posts Tagged corona

Efeitos da radiação coronal na erosão atmosférica em exoplanetas

Efeitos da radiação coronal na erosão atmosférica em exoplanetas por M López del Fresno

Efeitos da radiação coronal na erosão atmosférica em exoplanetas. Crédito da ilustração: M López del Fresno

Um estudo conduzido por astrônomos do Centro Espanhol de Astrobiologia (CSIC-INTA) mostra pela primeira vez evidências claras de que a radiação coronal das estrelas tem vaporizando a atmosfera dos exoplanetas durante suas primeiras etapas de vida. O estudo analisou informações sobre 75 planetas extra-solares para verificar a relação entre a radiação de raios X produzidos na corona da estrela hospedeira e a massa de seus exoplanetas.

Leia o resto desse post »

, , , , , ,

Nenhum comentário.

28 de fevereiro – Lançamento do Discoverer 1

Não Há Dia Sem História

Lançamento do Discoverer 1

No dia 28 de fevereiro de 1959, há 51 anos, foi lançado o DISCOVERER 1, o primeiro objeto artificial a circundar a Terra em órbita polar.

A missão DISCOVERER-1 foi lançada em 28 de fevereiro de 1959 e este foi o primeiro objeto a atingir uma órbita polar.

A missão DISCOVERER-1 foi lançada em 28 de fevereiro de 1959 e este foi o primeiro objeto a atingir uma órbita polar.

Leia o resto desse post »

, ,

Nenhum comentário.

O enigma da corona solar superaquecida parte 3: A ‘chuva solar’ pode explicar o mistério?

A chuva solar pode explicar as razões do calor infernal da corona?

A atmosfera exterior do Sol, com a temperatura que chega a um milhão de graus do Sol é o último lugar onde esperaríamos encontrar algo como a chuva, no entanto a encontramos por lá sob uma forma exótica. Este fenômeno poderia ajudar a explicar por que a atmosfera exterior do Sol, a corona, é muito mais quente que a camada mais interna, próxima da superfície solar.

Leia o resto desse post »

, , , , , , ,

Nenhum comentário.

O enigma da corona solar superaquecida parte 2: As nanoflamas solares explicam a alta temperatura da corona solar?

Pequenas explosões de calor e energia denominadas de nanoflamas provocam a elevação das temperaturas da atmosfera do Sol que alcançam milhões de graus de temperatura, conforme os cientistas da NASA.

Este Mapa de temperatura em cor falsa mostra a região ativa solar AR10923, observada próxima ao centro do disco solar. As regiões azuis indicam o plasma a quase 10 milhões de graus Kelvin. Crédito: Reale, et ao. (2009)

Este mapa de temperatura em cor falsa mostra a região ativa solar AR10923, observada próxima ao centro do disco solar. As regiões azuis indicam o plasma a quase 10 milhões de graus Kelvin. Crédito: Reale, et ao. (2009)

A atmosfera exterior do Sol, chamada de corona solar, está repleta de loops de gás aquecido que se formam arcos a grande altura sobre a superfície. Estes loops estão formados por hastes de tubos magnéticos menores individuais que podem atingir temperaturas de vários milhões de graus Kelvin (K), bem acima da temperatura da superfície do Sol que permanece na faixa dos 5.700º K.

As nanoflamas são pequenas e súbitas explosões de energia que tem lugar dentro destes finos tubos magnéticos na corona solar. Ao contrário das explosões solares, que podem ser observadas  com relativa facilidade através de satélites e telescópios terrestres, as nanoflamas são tão pequenas que não podem ser observadas de forma isolada. Só podemos vê-las através do efeito combinado de muitas delas ocorrendo ao mesmo tempo.

As descobertas foram apresentadas por James Klimchuk, astrofísico do Centro de Vôo Espacial Goddard em Greenbelt, Maryland em 6 de agosto de 2009, na reunião da Assembléia Geral da União Astronômica Internacional no Rio de Janeiro, Brasil.

Leia o resto desse post »

, , , , , ,

1 Comentário

O enigma da corona solar superaquecida parte 1: Primeira detecção direta das ondas magnéticas Alfvén

Onda de calor: O Telescópio Solar Sueco de 1 metro captou esta imagem de uma região aproximada de 8.000×8.000 quilômetros da superfície do Sol. Os cientistas observaram as ondas Alfvén oscilando a partir  deste ponto brilhante perto do centro da imagem, uma área altamente magnetizada. Crédito: D. Jess

Onda de calor: O Telescópio Solar Sueco de 1 metro captou esta imagem de uma região aproximada de 8.000×8.000 quilômetros da superfície do Sol. Os cientistas observaram as ondas Alfvén oscilando a partir deste ponto brilhante perto do centro da imagem, uma área altamente magnetizada. Crédito: D. Jess

Os investigadores observam diretamente as ondas Alfvén, que mantém corona solar superaquecida.

As ondas magnéticas solares que,  segundo a teoria, transferem calor da superfície do Sol para a sua atmosfera foram finalmente observadas diretamente pela primeira vez, conforme reportado pelos cientistas no exemplar dos 20 de março de 2009 da revista Science.

Leia o resto desse post »

, , ,

4 Comentários

Qual é a situação atual do Sol? Como o Sol é monitorado?

Nas imagens deste post você poderá ver as últimas imagens atualizadas do Sol a partir dos diversos observatórios que monitoram o comportamento da nossa estrela.

A imagem abaixo é fornecida pelo instrumento Michelson Doppler Imager (MDI) que é o aparelho que produz a maior quantidade de informações pelo observatório espacial SOHO.

SOHO Michelson Doppler Imager (MDI) 6767 Å - Stanford University

SOHO Michelson Doppler Imager (MDI) 6767 Å - Stanford University (clique na imagem para ver a versão em alta resolução e a data/hora em que foi gerada)

Mais imagens atualizadas a seguir…

Leia o resto desse post »

, , , , , , , , , , , , , , , , ,

5 Comentários