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Novos estudos sugerem que a formação da Terra e da Lua pode ter ocorrido depois do que pensávamos
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Lua, Terra on 10 de junho de 2010

Big Splash! e a Lua surgiu... Quando?
Quando se deu o Big Splash?
Os astrônomos haviam teorizado que o planeta Terra e a Lua se originaram de uma gigantesca colisão entre dois outros planetas similares em tamanho a Vênus e Marte. Embora a teoria do grande impacto (em inglês: Big Splash) continue firme como a melhor explicação para o surgimento da Lua, a data precisa em que a colisão ocorreu foi agora contestada a partir de novos estudos. Na teoria original os astrônomos estimavam que este choque interplanetário se sucedeu há 4,537 bilhões de anos, quando o Sistema Solar tinha apenas 30 milhões de anos de idade. A nova pesquisa demonstra que a Terra e a Lua se formaram mais tarde, ou seja, cerca de 150 milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar.
“Nós determinamos as idades da Terra e da Lua usando isótopos de Tungstênio, os quais têm a capacidade de revelar se os núcleos planetários de ferro e suas superfícies rochosas foram fundidos no processo de colisão”, explicou Tais W. Dahl, que realizou o estudo como parte de seu projeto de tese em geofísica no Niels Bohr Institute da Universidade de Copenhagen em colaboração com o professor David J. Stevenson da California Institute of Technology (Caltech).
Pesquisa do SWIFT revela o gatilho que acende os buracos negros nos núcleos das galáxias ativas: a colisão de galáxias
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Galáxias on 8 de junho de 2010
Dados de uma pesquisa em andamento do observatório SWIFT ajudaram aos astrônomos a resolver um problema existente há décadas: o mistério que está por trás da irradiação de vastas quantidades de energia originadas a partir de uma pequena quantidade de buracos negros.
NO PAINEL ACIMA: Fotografias na luz visível dos diversos núcleos de galáxias ativas (destacados nos círculos), detectados pela pesquisa SWIFT de raios-X de alta energia, mostram claramente a presença de galáxias em colisão. Estas imagens, capturadas pelo telescópio de 2,1 metros no Kitt Peak National Observatory no Arizona, mostram os formatos de galáxias entrelaçadas ou distorcidas pela atração gravitacional dos vizinhos próximos. Embora estes AGNs aqui mostrados já fossem conhecidos antes da pesquisa do SWIFT, dúzias de outros foram encontrados pelo SWIFT em galáxias mais distantes. Créditos: NASA/Swift/NOAO/Michael Koss e Richard Mushotzky (Universidade de Maryland).
Os cientistas estimam que cerca de 1% dos buracos negros supermassivos apresentam este tipo de comportamento. As novas descobertas confirmam que os buracos negros “se acendem” quando suas galáxias colidem. Os dados da pesquisa oferecem um vislumbre de como poderá ser o comportamento do buraco negro central de nossa galáxia, a Via Láctea, no futuro distante.
Arp244: uma dupla de galáxias em colisão na constelação do Corvo lembra as antenas de um inseto cósmico
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Galáxias on 7 de maio de 2010

Arp244: As antenas do 'inseto cósmico' são resultantes da interação entre duas galáxias em colisão. Créditos: Star Shadows Remote Observatory e PROMPT/CTIO (Jack Harvey, Steve Mazlin, Rick Gilbert e Daniel Verschatse)
A dupla de galáxias Arp44 (NGC 4038 e NGC 4039) colidiram a 60 milhões de anos-luz de distância na constelação de Corvus (Corvo). Entretanto, em geral, suas estrelas não chegaram a se chocar durante este longo e tedioso evento que tem se alongado por um bilhão de anos.
2010 AL30 passou perto da Terra. Asteróide?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Asteróides on 13 de janeiro de 2010

Nesta animação o 2010 AL30 aparece como um tênue risco branco que se move entre as estrelas. No momento da captura dessas imagens estava passando um satélite que deixou um risco mais brilhante. Crédito da imagem: Alberto Quijano Vodniza e Rafael Rojas Pereira.
Um estranho objeto que deixou alguns observadores questionando se o mesmo se tratava de lixo espacial foi apenas mais um pequeno asteróide que passou raspando a Terra como o 2009 DD45, sem danos, na quarta-feira.
Os astrônomos sabiam que esta pedra espacial não iria chocar-se com a Terra. O objeto fez sua aproximação máxima as 12:45 GMT do dia 13 de janeiro de 2010, passando a uma distância de aproximadamente 130.000 km de nosso planeta, com magnitude visual +14. A distância de 130.000 km corresponde a quase 1/3 da distância média entre a Terra e a Lua (!). Para entender o que representa isso, clique aqui nesta imagem.
Discussões sobre a formação do Sistema Solar parte 1: por que Vênus não tem nenhuma lua?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sistema Solar, Vênus on 16 de outubro de 2009

Imagem feita por radar de Vênus, gerada pela sonda Magalhães, revela a superfície do planeta em cor falsa a partir do seu pólo norte. Vênus gira no mesmo sentido dos ponteiros de relógio em volta de seu pólo norte, enquanto os demais planetas do Sistema Solar (exceto Urano que gira deitado, com eixo a 98º) rodam no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Crédito da imagem: NASA
Introdução – o debate em 2009 da Divisão de Ciências Planetárias:
O Sistema Solar primordial foi uma verdadeira galeria de tiro. Nossa lua se formou quando um objeto, denominado Theia, do tamanho de Marte chocou-se com a Terra e ejetou para o espaço uma gigantesca nuvem escombros que por acresção criou o nosso único satélite natural. Agora, no recente encontro anual (2009) da Divisão de Ciências Planetárias em Fajardo, Porto Rico, Erik Asphaug, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz reportou que o objeto (Theia) chocou-se com a Terra em uma velocidade bem baixa. Se a velocidade fosse maior os escombros teriam sido expelidos para o espaço interplanetário, isto é, seriam ejetados em velocidade superior a velocidade de escape do nosso planeta e assim, não teríamos a nossa Lua. Com esta afirmação Asphaug reacendeu a discussão sobre “Por que Vênus não tem nenhuma lua?”. Como é que Vênus conseguiu desviar-se de todos os demais objetos do Sistema Solar primordial? A resposta é simples, segundo Asphaug: Vênus não escapou dos violentos choques… Talvez até Vênus pode ter tido um destino ‘pior que o nosso’, tendo talvez ejetado um outro planeta (?) E onde está este tal planeta agora? Será Mercúrio o resultado de uma colisão sofrida por Vênus? Afinal, Mercúrio se formou a partir de uma colisão entre Vênus e o outro objeto ou mesmo a partir de um segundo impacto sofrido pela Terra? Marte e Mercúrio foram formados dos restos da Terra e Vênus?.
O lixo espacial é mantido sob controle?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Terra on 13 de setembro de 2009
‘Escombros espaciais’ ou ‘lixo-espacial’ (Space Junk) referem-se a quaisquer objetos feitos pelo homem que permanecem em órbita e não servem para nenhum objetivo útil. O lixo-espacial pode fazer um satélite ativo passar por situações péssimas. Em 11 de fevereiro de 2009 um satélite de comunicações Iridium de uma empresa de comunicações privada dos EUA colidiu com um satélite Russo fora de operação. A colisão destruiu os dois satélites e criou um campo de detritos que ameaça outros satélites operacionais. Em 12 de março de 2009 os três membros a bordo da Estação Espacial Internacional foram orientados para fugir para dentro da espaçonave Soyuz, quando foram notificados sobre o alto risco de choque da ISS com lixo espacial. Felizmente, os escombros passaram ao largo da estação espacial, sem danos.
A Lua já deu uma ‘meia-volta’ no passado? A sua face oculta já esteve visível a partir da Terra?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Lua on 2 de setembro de 2009
Há pouco mais de 3,9 bilhões de anos, a Lua poderá ter realizado a sua derradeira “meia-volta” quando um asteróide fez que a Lua alternasse a face visível que nos é familiar.
O lado oculto da Lua nunca se mostra visível para nós aqui na Terra, porque a Lua roda em torno de seu eixo em velocidade sincrônica: uma vez para cada órbita que completa em torno da Terra. Mas uma análise das crateras de impacto mostra que o lado oculto da Lua talvez já tenha apontado em nossa direção.
A idéia do ‘giro lunar’ não é totalmente nova. Em 1975 pesquisadores nos EUA propuseram que se um asteróide de tamanho significativo se chocasse contra nosso satélite o resultado da colisão poderia gerar uma oscilação para frente e para trás como um pêndulo, antes de se fixar novamente na rotação sincrônica, com uma face voltada fixamente para a Terra. Até agora, contudo, não haviam evidências para suportar essa teoria.
Mark Wieczorek e Matthieu Le Feuvre do Instituto de Paris para a Física Terrestre da França estudaram a idade relativa e a distribuição de 46 crateras conhecidas, formadas por impactos do grande bombardeamento tardio no Sistema Solar.
Mundos em colisão: Spitzer descobre rastros deixados por exoplanetas que se chocaram
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas on 12 de agosto de 2009

Concepção artística da colisão de exoplanetas detectada pelo Spitzer no sistema HD 172555. Crédito: NASA/JPL
Um violento choque de exoplanetas no jovem sistema HD 172555 mandou para o espaço rochas derretidas e lava aquecida. O telescópio espacial Spitzer da NASA descobriu pistas de uma colisão em alta-velocidade entre dois exoplanetas recém-formados em torno de uma jovem estrela.
Os astrônomos dizem que dois corpos rochosos, um das dimensões da Lua e o outro similar a Mercúrio, colidiram entre si recentemente, nos últimos mil anos – o que é pouco tempo para os padrões cósmicos. O impacto destruiu o objeto menor, vaporizando grandes quantidades de rocha e libertando massivas quantidades de lava fervente para o espaço.
Uma curiosa animação artística ilustra o evento, neste link: http://www.nasa.gov/mission_pages/spitzer/multimedia/spitzer-20090810.html.





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