Posts Tagged buraco negro supermassivo
ESO: depois de um longo jejum cósmico o buraco negro supermassivo no centro de nossa galáxia vai se alimentar
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Via Láctea on 26/12/2011

Esta ilustração mostra o resultado de uma simulação de como a nuvem de gás se comportará ao circundar o buraco negro supermassivo, sendo despedaçada nos próximos anos. O remanescente da nuvem aparece nas cores vermelho e amarelo e a órbita da nuvem na linha vermelha. As estrelas que orbitam o buraco negro são mostradas ao longo de suas órbitas nas linhas azuis. Esta visão mostra a situação esperada no ano 2021. Crédito: ESO/MPE/Marc Schartmann
Observando através do complexo de telescópios do Very Large Telescope, em Cerro Paranal, Chile, os astrônomos do ESO investigam uma nuvem de gás interestelar, com várias vezes a massa da Terra, em processo de aproximação do buraco negro supermassivo que habita o núcleo da nossa galáxia, a Via Láctea. Trata-se, de fato, da primeira vez que uma nuvem “condenada” foi efetivamente vista neste cenário.
Mega estruturas de hidrogênio Lyman-Alfa contém os segredos do Universo primordial
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Galáxias on 27/08/2011

Esta imagem apresenta um dos maiores objetos singulares do Universo, a bolha de Lyman Alfa LAB-1 (em verde). Crédito: ESO/M. Hayes
Estudos realizados com o suporte do “Very Large Telescope” (VLT) do Observatório Europeu do Sul (ESO) permitiram descobrir a fonte de energia de uma enorme nuvem de gás brilhante do Universo primordial, que os astrônomos chamam de “bolha Lyman-alfa” (Lyα). As novas medidas mostram de forma inédita que esta gigantesca “bolha Lyman-alfa”, um dos maiores objetos singulares conhecidos no Universo, obtém a sua energia a partir das galáxias residentes no seu interior.
Quando nasceram e evoluíram os primeiros buracos negros supermassivos no Universo?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Cosmologia on 02/01/2011

Quasar: um buraco negro supermassivo em atividade. Crédito © NASA Education and Public Outreach / Aurore Simonnet
Astrônomos da Universidade de Tel Aviv (TAU) identificaram quando ocorreu a era cósmica dos primeiros buracos negros de crescimento rápido, dentro da história do Universo.
Em geral, as galáxias no Universo, incluindo a Via Láctea, hospedam buracos negros supermassivos, que variam em massa desde um milhão até 10 bilhões de vezes a massa do nosso Sol. Para encontrá-los, os astrônomos procuram por enormes quantidades de radiação emitidas pelo gás que cai em tais objetos durante o períodos em que os buracos negros permanecem “ativos”, ou seja, sofrendo acresção de matéria. Os cientistas julgam que é o gás que cai nos buracos negros supermassivos o principal responsável pelo seu crescimento efetivo.
Poderá o buraco negro do centro da Via Láctea tornar-se super ativo? Quantas vezes os buracos negros gigantes se tornam hiperativos?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Cosmologia, Galáxias on 24/12/2010

Painel com imagens compostas das galáxias do aglomerado Abell 644 (à esquerda) e da galáxia SDSS J1021+131 estudados pela pesquisa ChaMP do observatório espacial de raios-X Chandra. Créditos: raios-X - NASA/CXC/Northwestern Univ/D.Haggard et al.; ótico - SDSS.
Um novo estudo dos cientistas do Observatório de Raios-X CHANDRA da NASA busca calcular a freqüência pela qual os maiores buracos negros galácticos conhecidos têm sido ativos nos últimos bilhões de anos. Esta descoberta esclarece a forma pela qual os buracos negros podem crescer e pode trazer implicações para a maneira pela qual o buraco negro gigante no centro da nossa galáxia, a Via Láctea, poderá se comportar no futuro.
NGC 5128: O que há no centro da galáxia energética Centaurus A?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Buracos Negros, Galáxias on 15/11/2010

Uma das galáxias ativas mais próximas da Terra é Centaurus A, uma excelente fonte de estudos e laboratório para os cientistas estudarem fontes de alta energia. Créditos: NASA/ESA/Hubble/NOAO
A região central da rádio galáxia ativa Centaurus A hospeda um fantástico conjunto de aglomerados estelares azulados recém formados, gigantescas nuvens de gás brilhante e imponentes raias enegrecidas de poeira cósmica.
Este mosaico composto de imagens capturadas pelo Hubble Space Telescope tomadas em azul, verde e vermelho foi processado para apresentar tonalidades as mais naturais possíveis, com o objetivo de fornecer uma visão realista deste turbilhão cósmico.
Fermi detecta duas bolhas gigantescas de raios gama na Via Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Via Láctea on 14/11/2010

De um lado ao outro do céu as novas bolhas de raios-gama se estendem por 50.000 anos luz, isto é, metade do diâmetro da Via Láctea, nas direções dos pólos galácticos, como demonstrado nesta figura. Indícios das bordas destas bolhas foram primeiramente observadas em raios-X pelo satélite ROSAT, uma missão alemã que operou na década de 1990. Os raios gama mapeados pelo FERMI (cor magenta) se estendem muito alem do plano galáctico. Crédito: NASA's Goddard Space Flight Center
O telescópio FERMI da NASA, um observatório espacial especializado na observação de raios gama, descobriu duas bolhas enormes, com tamanho estimado em cerca de 25.000 anos-luz cada, situadas acima e abaixo do bojo central da Via Láctea. Essa é uma estrutura até então desconhecida de nossa galáxia, que poderia consistir no remanescente de uma erupção do buraco negro central supermassivo galáctico.
“O que vemos aqui são duas bolhas que emitem raios gama e que se estendem por 25.000 anos luz, uma para o norte e outra para o sul, a partir do centro da nossa galáxia”, disse Doug Finkbeiner, astrônomo do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica em Cambridge (Massachusetts, EUA), que foi o primeiro a reconhecê-las. Contudo, “Nós ainda não entendemos completamente sua naturezas e origens.”
Os Blazares e os jatos relativísticos
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros on 23/10/2010

Imagem do jato relativistico da galáxia ativa M87 capturada pelo telescópio espacial Hubble. A galáxia ativa elíptica gigante M87 emite um jato de 5.000 anos-luz de comprimento que pode ser observado nos comprimentos de onda da luz visível. A galáxia M87 não é considerada tecnicamente um blazar, porque o seu jato não está direcionado para a Terra. Crédito: ESA/Hubble.
Jatos polares são freqüentemente encontrados em torno de objetos cósmicos com discos de acresção em rotação. Nós observamos a presença dos jatos tanto em estrelas recém nascidas como nos mortos pulsares (estrelas de nêutrons). Contudo, os jatos polares mais poderosos são os originados pelos discos de acresção ao redor dos buracos negros, sejam eles os de massa estelar (os microquasares) ou os supermassivos encontrados nos núcleos galácticos. No último caso, os jatos emergem das galáxias ativas, tais como os quasares. Quando os jatos das galáxias ativas estão orientados na direção da Terra, estas são chamadas de blazares.
Pesquisa do SWIFT revela o gatilho que acende os buracos negros nos núcleos das galáxias ativas: a colisão de galáxias
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Galáxias on 08/06/2010
Dados de uma pesquisa em andamento do observatório SWIFT ajudaram aos astrônomos a resolver um problema existente há décadas: o mistério que está por trás da irradiação de vastas quantidades de energia originadas a partir de uma pequena quantidade de buracos negros.
NO PAINEL ACIMA: Fotografias na luz visível dos diversos núcleos de galáxias ativas (destacados nos círculos), detectados pela pesquisa SWIFT de raios-X de alta energia, mostram claramente a presença de galáxias em colisão. Estas imagens, capturadas pelo telescópio de 2,1 metros no Kitt Peak National Observatory no Arizona, mostram os formatos de galáxias entrelaçadas ou distorcidas pela atração gravitacional dos vizinhos próximos. Embora estes AGNs aqui mostrados já fossem conhecidos antes da pesquisa do SWIFT, dúzias de outros foram encontrados pelo SWIFT em galáxias mais distantes. Créditos: NASA/Swift/NOAO/Michael Koss e Richard Mushotzky (Universidade de Maryland).
Os cientistas estimam que cerca de 1% dos buracos negros supermassivos apresentam este tipo de comportamento. As novas descobertas confirmam que os buracos negros “se acendem” quando suas galáxias colidem. Os dados da pesquisa oferecem um vislumbre de como poderá ser o comportamento do buraco negro central de nossa galáxia, a Via Láctea, no futuro distante.
Os quasares passam metade de suas vidas escondidos pela poeira cósmica
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Galáxias on 28/03/2010

Estágios do ciclo de vida de um quasar: 1-Fusão de Galáxias; 2-Quasar coberto de poeira; 3-Quasar livre de poeira. Crédito: E. Treister e Karen Teramura (IfA, Universidade do Havaí)
O que acontece com os buracos negros supermassivos encontrados nos centros de galáxias distantes quando sofrem eventuais surtos gigantescos de crescimento, como resultado de colisões galácticas?
Agora, um novo estudo realizado por astrônomos da Universidade de Yale e da Universidade do Havaí, publicado na edição de 25 de março de 2010 na Science Express, dá a resposta.
Como interagem os buracos negros supermassivos e a matéria escura que os cerca?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Buracos Negros, Matéria Escura on 23/03/2010

Distorção do espaco tempo por um buraco negro supermassivo no centro galáctico. Crédito: Felipe Esquivel Reed
Os astrônomos estimam que cerca de 23% do Universo consiste de uma misteriosa “matéria escura”, um material invisível (pois não interage com a radiação eletromagnética) que só é detectado através de sua influência gravitacional sobre sua vizinhança. Agora, dois astrônomos pertencentes a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) encontraram uma indicação de como a matéria escura se comporta na vizinhança de buracos negros supermassivos que residem nos núcleos das galáxias. Suas idéias foram publicadas em uma carta na revista Monthly Notices of Royal Astronomical Society.


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