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Hubble descobre que Plutão tem 4 luas!

Duas imagens com anotações do sistema Plutão obtidas pela câmera WFC3 do Observatório Espacial Hubble exibem o recém-descoberto objeto P4 dentro do círculo. A imagem à esquerda foi obtida a 28 de Junho de 2011 e a da direita em 3 de Julho de 2011. Créditos: NASA, ESA e M. Showalter (Instituto SETI)

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Uma equipe de astrônomos com apoio do Telescópio Espacial Hubble encontrou a quarta lua em órbita do criogênico planeta anão Plutão. Este minúsculo satélite recém descoberto, temporariamente denominado pelo código P4, foi descoberto em trabalho do Hubble que estava procurando pela presença de supostos anéis (como aqueles que vemos nos planetas gigantes gasosos) em torno de Plutão.

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KOI-730: astrônomos descobrem em dados do Kepler um par de exoplanetas que residem na mesma órbita da sua estrela

Impressão artística da estrela KOI 730 e seus exoplanetas “co-orbitantes”

Escondido dentro da enxurrada de informações capturadas pelo observatório espacial de busca por exoplanetas Kepler descobriu-se um sistema exoplanetário com características inéditas! As evidências sugerem que dois dos seus exoplanetas compartilham a mesma órbita em torno da sua estrela. Se a descoberta for ratificada, esta apóia a teoria de que a Terra já partilhou sua órbita com um objeto planetário do tamanho de Marte o qual depois de algum tempo acabou por colidir com o nosso planeta, em evento cataclísmico que originou a Lua (o “big splash”).

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Novos estudos sugerem que a formação da Terra e da Lua pode ter ocorrido depois do que pensávamos

Big Splash!

Big Splash! e a Lua surgiu... Quando?

Quando se deu o Big Splash?

Os astrônomos haviam teorizado que o planeta Terra e a Lua se originaram de uma gigantesca colisão entre dois outros planetas similares em tamanho a Vênus e Marte. Embora a teoria do grande impacto (em inglês: Big Splash) continue firme como a melhor explicação para o surgimento da Lua, a data precisa em que a colisão ocorreu foi agora contestada a partir de novos estudos. Na teoria original os astrônomos estimavam que este choque interplanetário se sucedeu há 4,537 bilhões de anos, quando o Sistema Solar tinha apenas 30 milhões de anos de idade. A nova pesquisa demonstra que a Terra e a Lua se formaram mais tarde, ou seja, cerca de 150 milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar.

“Nós determinamos as idades da Terra e da Lua usando isótopos de Tungstênio, os quais têm a capacidade de revelar se os núcleos planetários de ferro e suas superfícies rochosas foram fundidos no processo de colisão”, explicou Tais W. Dahl, que realizou o estudo como parte de seu projeto de tese em geofísica no Niels Bohr Institute da Universidade de Copenhagen em colaboração com o professor David J. Stevenson da California Institute of Technology (Caltech).

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Discussões sobre a formação do Sistema Solar parte 1: por que Vênus não tem nenhuma lua?

Venus Magellan north pole

Imagem feita por radar de Vênus, gerada pela sonda Magalhães, revela a superfície do planeta em cor falsa a partir do seu pólo norte. Vênus gira no mesmo sentido dos ponteiros de relógio em volta de seu pólo norte, enquanto os demais planetas do Sistema Solar (exceto Urano que gira deitado, com eixo a 98º) rodam no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Crédito da imagem: NASA

Introdução – o debate em 2009 da Divisão de Ciências Planetárias:

O Sistema Solar primordial foi uma verdadeira galeria de tiro. Nossa lua se formou quando um objeto, denominado Theia, do tamanho de Marte chocou-se com a Terra e ejetou para o espaço uma gigantesca nuvem escombros que por acresção criou o nosso único satélite natural. No encontro anual (2009) da Divisão de Ciências Planetárias em Fajardo, Porto Rico, Erik Asphaug, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz reportou que o objeto (Theia) chocou-se com a Terra em uma velocidade bem baixa. Se a velocidade fosse maior os escombros teriam sido expelidos para o espaço interplanetário, isto é, seriam ejetados em velocidade superior a velocidade de escape do nosso planeta e assim, não teríamos a nossa Lua. Com esta afirmação Asphaug reacendeu a discussão sobre “Por que Vênus não tem nenhuma lua?”. Como é que Vênus conseguiu desviar-se de todos os demais objetos do Sistema Solar primordial? A resposta é simples, segundo Asphaug: Vênus não escapou dos violentos choques… Talvez até Vênus pode ter tido um destino ‘pior que o nosso’, tendo talvez ejetado um outro planeta (?) E onde está este tal planeta agora? Será Mercúrio o resultado de uma colisão sofrida por Vênus? Afinal, Mercúrio se formou a partir de uma colisão entre Vênus e o outro objeto ou mesmo a partir de um segundo impacto sofrido pela Terra? Marte e Mercúrio foram formados dos restos da Terra e Vênus?.

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Sondas espaciais STEREO procuram restos de um misterioso protoplaneta chamado Theia

Implantação dos painéis das sondas STEREO. Crédito: Johns Hopkins, University Applied Physics Laboratory. Crédito: Dr. C. J. Eyles, University de Birmingham

Implantação dos painéis das sondas STEREO. Crédito: Johns Hopkins, University Applied Physics Laboratory. Crédito: Dr. C. J. Eyles, University de Birmingham

Como a Lua se formou? A principal hipótese Giant Impact Theory” propõe que no início da formação do Sistema Solar, um protoplaneta com a dimensão de Marte impactou com a Terra. Os restos da colisão, uma mistura do material de ambos os corpos, foram arremessados para fora da órbita da Terra e se aglutinaram dando origem a Lua. Em breve esta teoria poderá ser testada, resolvendo talvez a questão de como a Lua se formou. Duas sondas gêmeas, da NASA, estão prestes a entrar em regiões do espaço conhecidos como Pontos de Lagrange onde os restos deste misterioso protoplaneta podem estar escondidos. As sondas denominadas Solar Terrestrial Relations Observatory, ou simplesmente STEREO, passarão pelos pontos L4 e L5 onde a gravidade do Sol e da Terra se une formando vazios gravitacionais onde asteróides e poeira espacial tendem a recolher-se.

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Pedra lunar revela que a Lua teve um núcleo magnético pastoso

O astronauta Harrison Schmidt coletando amostras na missão Apollo 17. Crédito: NASA. Crédito: NASA

O astronauta Harrison Schmidt coletando amostras na missão Apollo 17. Crédito: NASA

Quando, nos anos 60 e 70, os cientistas afirmaram que as pedras da Lua trazidas pelos astronautas da Apollo iriam manter os pesquisadores bastante ocupados por décadas, eles não estavam brincando. A análise em uma das mais puras rochas coletadas na missão Apollo 17 ajudou a resolver um antigo enigma lunar. Os pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) trabalharam na mais detalhada análise já feita da mais antiga pedra da coleção da Apollo. Traços magnéticos registrados na rocha forneceram uma forte evidência que há 4,2 bilhões de anos a Lua tinha um núcleo líquido com um dínamo, como o manto existente na Terra hoje, o qual produz um poderoso campo magnético.

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Amostras de rochas lunares trazidas pela missão Apollo 17 ajudam cientistas a apurar a idade da Lua

O Cientista-astronauta Harrison Schmidt fotografado perto de uma grande rocha durante uma exploração da superficie lunar feita por ele e pelo companheiro, o astronauta da Apollo 17, Eugene Cernan. Esta grande rocha foi chamada “Split Rock” (Pedra Rachada). Cientistas analisaram amostras tiradas da "Split Rock" e concluiram que ela foi formada por solidificação de material de impacto. Isto quer dizer que "Split Rock" foi formada por rocha derretida, lançada pelo impacto de um meteorito. Ao fundo vemos o jipe lunar que foi utilizado pelos astronautas para se deslocarem para longe do local de pouso e coletar amostras lunares.

O cientista-astronauta Harrison Schmidt fotografado perto de uma grande rocha durante uma exploração da superfície lunar feita por ele e pelo companheiro, o astronauta da Apollo 17 Eugene Cernan. Esta grande rocha foi chamada “Split Rock” (Pedra Rachada). Os cientistas analisaram amostras tiradas da "Split Rock" e concluíram que ela foi formada por solidificação de material de impacto. Isto quer dizer que "Split Rock" foi formada por rocha derretida, lançada pelo impacto de um meteorito. Ao fundo vemos o jipe lunar que foi utilizado pelos astronautas para se deslocarem para longe do local de pouso e coletar amostras lunares.

Uma pequena quantidade do mineral zircônio, mais antiga que qualquer uma já encontrada na Terra, foi extraída a partir de uma amostra de rocha trazida pelos astronautas da missão Apollo 17. O mineral encontrado ajudará na apuração da data em que a Lua recém formada se solidificou.

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Sinais de vulcanismo foram descobertos na face oculta da Lua a partir de fotos da sonda japonesa Kaguya

Sinais de vulcanismo foram descobertos na face oculta da Lua

Vemos na foto crateras que pontuam a superfície de um mar lunar ou mar de basalto, no lado oculto da Lua. Através da contagem de crateras os cientistas determinaram que vulcões estiveram ativos no lado oculto da Lua bem mais tarde do que antes se julgava. Quanto menos crateras contamos, mais jovem a superfície que as abriga. Crédito: Science/AAAS

A atividade vulcânica na face oculta da Lua (o lado que não vemos aqui da Terra) pode ter existido por mais tempo que se pensava. A sonda japonesa Kaguya enviou recentemente imagens com novas evidências. A descoberta, detalhada na revista Science em novembro de 2008, vai trazer uma nova luz sobre a formação lunar e sua evolução.

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