Posts Tagged berçário estelar
NGC 346: ESO revela berçário estelar dentro da Pequena Nuvem de Magalhães
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia on 24 de fevereiro de 2010

NGC 346: região de formação estelar ativa dentro da galáxia vizinha Pequena Nuvem de Magalhães, capturada pelo telescópio de 2,2 metros em La Silla, Chile. Crédito: ESO
O ESO (European Southern Observatory) publicou a imagem do berçário estelar NGC 346, a região de formação estelar mais brilhante de nossa vizinha galáctica, a Pequena Nuvem de Magalhães, que reside a 210.000 anos-luz, na constelação de Tucano. Neste aglomerado estelar, o gás é aquecido, excitado e dispersado pela radiação, vento e calor emitidos por estrelas de grande massa, formando uma estrutura de nebulosa envolvente em filamentos que lembram uma teia de aranha. Esta imagem foi obtida pelo instrumento Wide Field Imager (WFI) montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile.
VISTA: Nebulosa de Órion analisada no infravermelho
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 10 de fevereiro de 2010
O VISTA revela ejeções de matéria em alta velocidade a partir de estrelas jovens

Imagem no infravermelho da Nebulosa de Órion obtida com o VISTA. Crédito: ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit
A nebulosa de Órion nos revela muitos de seus segredos, em uma imagem extraordinária obtida pelo VISTA, o novo telescópio de rastreamento do ESO (European Southern Observatory). O grande campo de visão do telescópio possibilita a observação da nebulosa em todo o seu esplendor enquanto que a visão infravermelha do VISTA permite-nos perscrutar profundamente regiões de poeira que se encontram geralmente invisíveis, e onde podemos observar o comportamento de estrelas jovens muito ativas que lá residem.
O VLT do ESO mostra a maternidade estelar em NGC 3603 onde reside a estrela mais massiva conhecida – A1
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia on 3 de fevereiro de 2010

NGC 3603 é uma região de formação estelar explosiva: uma fábrica cósmica onde estrelas se formam freneticamente a 22.000 anos-luz de distância da Terra. Essa imagem foi obtida com o dispositivo FORS integrado ao telescópio de 8,2 metros VLT em Cerro Paranal, Chile, mostra um enorme campo em torno do aglomerado estelar aberto NGC 3603 e revela a textura detalhada das nuvens envolventes de gás e poeira. Crédito: ESO/VLT
O ESO divulgou magníficas imagens capturadas pelo Very Large Telescope (VLT), mostrando um berçário estelar gigante em torno da NGC 3603, local onde se encontram permanentemente estrelas em formação. Envolto nesta nebulosa encontra-se um dos mais compactos e luminosos aglomerados de estrelas massivas jovens da nossa Via Láctea. Este aglomerado estelar é um local similar às regiões ativas de formação estelar que existem em outras galáxias. Aqui também reside a estrela de maior massa observada até hoje – NGC 3603-A1[1].
ARP 299: colisão de galáxias gera fábrica de supernovas na explosiva IC 694
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias on 7 de dezembro de 2009

O sistema de galáxias em processo de fusão Arp 299 consiste das galáxias IC 694 (à esquerda) e NGC 3690 (à direita). IC 694 é uma fábrica de supernovas. Crédito: Hubble
Observações de rádio revelaram dentro da região central e oculta pela poeira da galáxia IC 694 um total de 26 objetos. Estes objetos consistem em sua maioria de supernovas jovens ou remanescentes de supernovas. A galáxia IC 694 (componente do sistema Arp 299), que apresenta frenéticos berçários de formação estelar, é um laboratório idôneo para estudar os processos de formação estelar e a influência do meio circundante na evolução das supernovas.
Um grupo de astrônomos, encabeçado por Miguel Ángel Pérez-Torres, do Instituto de Astrofísica de Andaluzia (IAA-CSIC), encontrou nas regiões centrais da galáxia IC 694 uma fábrica de supernovas realmente prolífica: foram descobertas 26 fontes que correspondem em sua maioria rádio supernovas jovens e remanescentes de supernova, que constituem diferentes estágios evolutivos do mesmo fenômeno, a morte de estrelas massivas, ou seja, com mais de oito massas solares.
Os resultados foram possíveis graças ao uso da Rede Européia VLBI, uma rede européia de rádio telescópios que permite observar com uma resolução única no mundo. O artigo sobre esta pesquisas foram publicados na revista Astronomy & Astrophysics.
“As observações que temos realizado da IC 694 nos permitem estudar quase em tempo real como as estrelas mais jovens e massivas morrem e interagem com o meio circundante”, explicou Miguel Ángel Pérez-Torres (IAA-CSIC), principal autor desta pesquisa.
“Se desejássemos realizar um estudo assim em uma galáxia similar a nossa necessitaríamos cinqüenta ou até cem anos. No caso de IC 694, que apresenta explosões de formação estelar recente, nós pudemos levar a cabo esta busca em menos de um ano. Sem dúvida, IC 694 é uma verdadeira fábrica de supernovas”, apontou Miguel.
Spitzer revela par de anãs marrons bebês
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço on 28 de novembro de 2009

Concepção artística de um berçário estelar, à medida que uma estrela nasce a partir do gás e poeira girando na nuvem proto-estelar. Crédito: NASA/JPL-Caltech
O telescópio espacial Spitzer, da NASA, contribuiu para a descoberta das anãs marrons (ou anãs castanhas) mais jovens já observadas. Se esta descoberta for confirmada, poderemos resolver o mistério astronômico de como as anãs marrons são formadas.
As anãs marrons objetos proscritos porque se encaixam entre planetas e estrelas, em termos de temperatura intrínseca e sua massa. São objetos mais frios e leves que as estrelas e mais massivas (e normalmente mais quentes) que os planetas. Isto tem gerado debates entre os astrônomos: as anãs marrons se formam como os planetas ou como as estrelas?
LH 95: Hubble mostra berçário estelar na galáxia vizinha Grande Nuvem de Magalhães
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia on 26 de setembro de 2009

O berçário estelar LH95 da Grange Nuvem de Magalhães. Crédito: Hubble Space Telescope - Hubble Heritage Team, D. Gouliermis (MPI Heidelberg) et al., (STScI/AURA), ESA, NASA
Como é que as estrelas nascem? Para entender mais sobre este processo caótico e complexo os astrônomos usaram o Hubble Space Telescope para obter uma visão com detalhes da região de formação estelar LH 95 na nossa galáxia satélite vizinha Grande Nuvem de Magalhães (LMC – Large Magellanic Cloud).
Normalmente apenas as estrelas mais brilhantes, massivas e azuis são visíveis em um berçário estelar. Entretanto, a imagem acima foi obtida em resolução tão alta e usando cores específicas que muitas estrelas amarelas, recentemente formadas e menos massivas são também discerníveis.
Nesta imagem colorida cientificamente está visível uma névoa azul de gás hidrogênio difuso aquecido pelas estrelas energéticas jovens e nuvens de poeira escura remanescentes de explosões de supernovas.
ESA/Herschel: novas imagens prometem um futuro de descobertas brilhantes
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Telescópios on 18 de julho de 2009
O observatório espacial Herschel encerrou o primeiro teste de observações com todos os seus instrumentos, com resultados espetaculares. Galáxias, berçários estelares e estrelas moribundas concorreram como os primeiros alvos do Herschel. Os instrumentos testados forneceram dados espetaculares nessa primeira tentativa, encontrando água e carbono e revelando dúzias de galáxias distantes.
Estas observações mostram que os instrumentos do Herschel estão funcionando acima das expectativas. Em decorrência do sucesso dessa primeira batelada de observações os cientistas estão otimistas e esperam que a missão Herschel seja recheada de descobertas fantásticas para o deleite dos astrônomos ansiosos. Aqui estão algumas informações sobre os ensaios efetuados com seus três principais equipamentos.
RCW 38: berçário estelar na Via Láctea é alvo de estudo detalhado
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Via Láctea on 9 de julho de 2009

Imagem em infravermelho (em cor falsa) do massivo berçário estelar RCW 38, onde 317 estrelas jovens foram recentemente classificadas. Crédito: DeRose et al., / ESO.
Os berçários estelares podem ser encontrados nas nuvens moleculares gigantes de gás e poeira espalhadas por nossa galáxia, a Via Láctea. Essas regiões conseguem produzir múltiplas estrelas de uma só vez – até centenas de um só golpe. Qual a real freqüência em que isso ocorre? Na média sabemos que uma estrela nova surge por ano em algum lugar da nossa Via Láctea, segundo os astrônomos estimaram. Mas deixando de fora as novas estrelas que surgem de uma só tacada em densos aglomerados globulares, a verdade é que as estrelas não nascem ou são criadas com alta freqüência na Via Láctea.
O que está acontecendo no berçário estelar RCW 38?
Recentemente os astrônomos deram uma olhada detalhada através das freqüências do espectro infravermelho para entender sobre o que está acontecendo dentro do berçário estelar denominado RCW 38 e notaram centenas de estrelas em diferentes estágios de desenvolvimento. O que eles encontraram por lá era significativo pois representa a primeira vez em que um massivo aglomerado estelar distinto da nebulosa de Órion foi estudado com tamanha precisão.






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