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As duas caudas opostas do cometa Garradd

As caudas opostas do Cometa Garradd. Crédito©: Robert Pölzl

Porque o Cometa Garradd tem duas caudas?

Na imagem acima, à esquerda, vemos a cauda de poeira do cometa Garradd composta de fragmentos de gelo e escombros que seguem o cometa em sua órbita em volta do Sol.

No lado oposto, à direita, se apresenta a cauda iônica do cometa Garradd, composta de plasma (gás ionizado) soprada pelo diretamente pelo Sol através do vento solar. A maioria dos comentas mostra suas duas caudas, embora seja incomum que ambas apareçam em direções opostas.

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NGC 4452: uma galáxia finíssima capturada pelo Hubble

NGC 4452: um segmento de reta no espaço. Créditos: ESA, Hubble, NASA

Como pode um segmento de linha reta surgir nos céus? Na imagem acima vislumbramos um dos mais precisos alinhamentos aparentes de larga escala já observados no Universo. Na verdade, a foto nos mostra um verdadeiro disco galáctico cuja projeção em relação à Terra faz com que o vejamos exatamente de lado.

Aqui o observatório espacial Hubble nos relembra espetacularmente quão finos os discos galácticos podem verdadeiramente ser.

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Sh2-136: Vultos fantasmagóricos espreitam nos céus na constelação de Cepheus

Nebulosa Fantasma na nuvem molecular "Cepheus Flare". Crédito©: Stephen Leshin

Vemos na imagem acima formas assustadoras que parecem assombrar esta vastidão estrelada, vagando noite adentro, na constelação de Cepheus (Cefeu).

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MWP1: nebulosa planetária anciã desafia as teorias da evolução estelar

A "Nebulosa Matusalém" MWP1. Crédito: Don Goldman

Esta encantadora e simétrica nebulosa planetária catalogada como MWP1 reside a cerca de 4.500 anos-luz da Terra na constelação boreal de Cygnus (o Cisne).

Trata-se de uma das maiores nebulosas planetárias conhecidas, com um diâmetro de 15 anos-luz.

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19 de junho de 2009 – Tradição cultural budista na China

Não Há Dia Sem História

19 de junho de 2009

Tradição cultural budista na China

Dunhuang Star Atlas

No dia 19 de junho de 2009, há um ano, a NASA publicou em seu diário “Astronomy Picture of the Day” esta foto de um antigo mapa chinês das estrelas visíveis no hemisfério Norte.

O documento, chamado de Dunhuang Star Atlas, está guardado na Biblioteca Britânica em Londres. É um atlas estrelar que estava com mais 40 mil outros manuscritos descobertos num complexo de cavernas em Silk Road, rota da seda, em 1900. As cavernas haviam sido seladas por volta do século 11 e os documentos ficaram preservados devido ao clima seco. Redescobertas, as cavernas foram reabertas por volta de 1900. Em 1907 o arqueólogo húngaro Aurel Stein encontrou o pergaminho e o enviou, junto com mais 7 mil outros manuscritos, para o Museu Britânico, onde foi arquivado mas praticamente esquecido. Somente o sinólogo Joseph Needham interessou-se por ele, por volta do ano de 1955.

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Stéphane Guisard mostra as estrelas e a Via Láctea sobre o vulcão Cotopaxi no Equador

O que acontece sobre o vulcão Cotopaxi no Equador?

Muita coisa! Basta vermos esta magnífica seqüência de imagens noturnas, registrada em maio de 2010, filmada quadro a quadro ao longo de uma noite, capturada por Stéphane Guisard.

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Você já viu um halo em volta do Sol?

sunhalo_Nagy_Attila

Um halo solar sobre o templo de Bayon, em Angkor, Camboja - Crédito©: Nagy Attila

Esta visão ocorre quando nuvens ultra finas contendo milhões de pequenos cristais de gelo cobrem parte do céu.

Na  imagem acima, vemos um halo solar quase completo fotografado acima do antigo templo de Bayon em Angkor, Camboja, por Nagy Attila.

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A nebulosa Rosette (Roseta) revelada pela lente de John Ebersole

Escultura de poeira negra destacam-se na Rosette Nebula, sob a lente de John Ebersole

Escultura de poeira negra destacam-se na Rosette Nebula, sob a lente de John Ebersole

O que cria estas esculturas intrigantes na nebulosa Rosette? Esta nebulosa notável por seu formato global, partes da Rosette Nebula, também conhecida como NGC 2237, também se mostram belíssimas quando vistas em close. Vemos aqui glóbulos de poeira enegrecida e gás que tem sido lentamente erodido pela luz energética e pelos ventos ionizados das massivas estrelas vizinhas.

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Uma noite estrelada no Himalaia

Himalayan Skyscape (paisagem celeste no Himalaia) – Crédito©: Babak Tafreshi (TWAN)

Himalayan Skyscape (paisagem celeste no Himalaia) – Crédito©: Babak Tafreshi (TWAN)

Capella, a estrela alfa da constelação de Auriga, se eleva sobre o Monte Everest nesta deslumbrante visão panorâmica do topo do mundo à noite. Esta cena maravilhosa foi capturada em novembro de 2009 em local próximo de Namche Bazar, Nepal, o portão para as montanhas do complexo do Himalaia. A luz da Lua ilumina os famosos picos do Everest (8.840 metros) e Lhotse (8.516 metros) na extrema direita, uma stupa (monumento religioso Budista) na frente, ao longo da trilha principal que seque para o Campo Base do Everest.

A luz no vale vem do Monastério de Tengboche, que também fica ao longo da trilha na altura de 4.000 metros. Da esquerda para a direita, sobre os picos montanhosos, as estrelas da constelação de Auriga são seguidas pela estrela gigante Aldebarã, o olho da constelação do Touro, pelo aglomerado estelar das Plêiades, alfa-Ceti e finalmente alfa-Phoenicis da constelação da Phoenix.

Fonte: APOD: Himalayan Skyscape – Crédito©: Babak Tafreshi (TWAN)

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Visão do Sol brilhante, a Terra crescente e a Estação Espacial Internacional

O Sol a Terra e o braço com painéis solares da Estação Espacial Internacional visto a partir do ônibus espacial

O Sol a Terra e o braço com painéis solares da Estação Espacial Internacional visto a partir do ônibus espacial

Esta é mais uma fantástica visão da Estação Espacial Internacional (ISS). O Sol, a Terra em fase crescente e o longo braço de um dos painéis solares estão todos visíveis a partir da janela da Space Shuttle Atlantis, quando o ônibus espacial visitou o posto orbital na semana passada.

Superpõem a esta magnífica imagem tanto os reflexos a partir da janela do ônibus espacial como os efeitos de luz nas lentes da câmera, em formato hexagonal.

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