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Choque de gálaxias: simulação versus realidade
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias on 22/05/2013
O que acontece quando duas galáxias colidem entre si?
Embora este processo interativo possa levar bilhões de anos, tais encontros titânicos são relativamente comuns.
Uma vez que as galáxias, basicamente, são constituídas de espaço vazio, as colisões entre suas estrelas são praticamente inexistentes. No entanto, a gravidade inerente a cada galáxia acabará por distorcê-las ou até destruir uma das galáxias. Ao final do processo, o par de galáxias pode acabar se fundindo para gerar uma única galáxia maior.
O Sol azul com erupções no máximo solar
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sol on 21/05/2013
Oops, nosso Sol não é um mirtilo (blueberry) gigante…
Entretanto, nós podemos fazer nosso Sol ficar parecido com essa pequena fruta capturando sua imagem em uma cor específica do violeta extremo chamada CaK que é emitida pelo Cálcio ionizado na atmosfera do Sol. No Sol o CaK é uma substância de abundância bastante reduzida.
NGC 4452: uma galáxia finíssima capturada pelo Hubble
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Galáxias on 16/11/2010
Como pode um segmento de linha reta surgir nos céus? Na imagem acima vislumbramos um dos mais precisos alinhamentos aparentes de larga escala já observados no Universo. Na verdade, a foto nos mostra um verdadeiro disco galáctico cuja projeção em relação à Terra faz com que o vejamos exatamente de lado.
Aqui o observatório espacial Hubble nos relembra espetacularmente quão finos os discos galácticos podem verdadeiramente ser.
Sh2-136: Vultos fantasmagóricos espreitam nos céus na constelação de Cepheus
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 30/10/2010
Vemos na imagem acima formas assustadoras que parecem assombrar esta vastidão estrelada, vagando noite adentro, na constelação de Cepheus (Cefeu).
MWP1: nebulosa planetária anciã desafia as teorias da evolução estelar
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 28/10/2010
Esta encantadora e simétrica nebulosa planetária catalogada como MWP1 reside a cerca de 4.500 anos-luz da Terra na constelação boreal de Cygnus (o Cisne).
Trata-se de uma das maiores nebulosas planetárias conhecidas, com um diâmetro de 15 anos-luz.
Stéphane Guisard mostra as estrelas e a Via Láctea sobre o vulcão Cotopaxi no Equador
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia on 26/05/2010
O que acontece sobre o vulcão Cotopaxi no Equador?
Muita coisa! Basta vermos esta magnífica seqüência de imagens noturnas, registrada em maio de 2010, filmada quadro a quadro ao longo de uma noite, capturada por Stéphane Guisard.
Você já viu um halo em volta do Sol?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia on 15/02/2010
Esta visão ocorre quando nuvens ultra finas contendo milhões de pequenos cristais de gelo cobrem parte do céu.
Na imagem acima, vemos um halo solar quase completo fotografado acima do antigo templo de Bayon em Angkor, Camboja, por Nagy Attila.
A nebulosa Rosette (Roseta) revelada pela lente de John Ebersole
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Nebulosas on 08/12/2009
O que cria estas esculturas intrigantes na nebulosa Rosette? Esta nebulosa notável por seu formato global, partes da Rosette Nebula, também conhecida como NGC 2237, também se mostram belíssimas quando vistas em close. Vemos aqui glóbulos de poeira enegrecida e gás que tem sido lentamente erodido pela luz energética e pelos ventos ionizados das massivas estrelas vizinhas.
Uma noite estrelada no Himalaia
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço on 06/12/2009
Capella, a estrela alfa da constelação de Auriga, se eleva sobre o Monte Everest nesta deslumbrante visão panorâmica do topo do mundo à noite. Esta cena maravilhosa foi capturada em novembro de 2009 em local próximo de Namche Bazar, Nepal, o portão para as montanhas do complexo do Himalaia. A luz da Lua ilumina os famosos picos do Everest (8.840 metros) e Lhotse (8.516 metros) na extrema direita, uma stupa (monumento religioso Budista) na frente, ao longo da trilha principal que seque para o Campo Base do Everest.
A luz no vale vem do Monastério de Tengboche, que também fica ao longo da trilha na altura de 4.000 metros. Da esquerda para a direita, sobre os picos montanhosos, as estrelas da constelação de Auriga são seguidas pela estrela gigante Aldebarã, o olho da constelação do Touro, pelo aglomerado estelar das Plêiades, alfa-Ceti e finalmente alfa-Phoenicis da constelação da Phoenix.
Fonte: APOD: Himalayan Skyscape – Crédito©: Babak Tafreshi (TWAN)









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