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19 de junho de 2009 – Tradição cultural budista na China

Não Há Dia Sem História

19 de junho de 2009

Tradição cultural budista na China

Dunhuang Star Atlas

No dia 19 de junho de 2009, há um ano, a NASA publicou em seu diário “Astronomy Picture of the Day” esta foto de um antigo mapa chinês das estrelas visíveis no hemisfério Norte.

O documento, chamado de Dunhuang Star Atlas, está guardado na Biblioteca Britânica em Londres. É um atlas estrelar que estava com mais 40 mil outros manuscritos descobertos num complexo de cavernas em Silk Road, rota da seda, em 1900. As cavernas haviam sido seladas por volta do século 11 e os documentos ficaram preservados devido ao clima seco. Redescobertas, as cavernas foram reabertas por volta de 1900. Em 1907 o arqueólogo húngaro Aurel Stein encontrou o pergaminho e o enviou, junto com mais 7 mil outros manuscritos, para o Museu Britânico, onde foi arquivado mas praticamente esquecido. Somente o sinólogo Joseph Needham interessou-se por ele, por volta do ano de 1955.

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Stéphane Guisard mostra as estrelas e a Via Láctea sobre o vulcão Cotopaxi no Equador

O que acontece sobre o vulcão Cotopaxi no Equador?

Muita coisa! Basta vermos esta magnífica seqüência de imagens noturnas, registrada em maio de 2010, filmada quadro a quadro ao longo de uma noite, capturada por Stéphane Guisard.

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Você já viu um halo em volta do Sol?

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Um halo solar sobre o templo de Bayon, em Angkor, Camboja - Crédito©: Nagy Attila

Esta visão ocorre quando nuvens ultra finas contendo milhões de pequenos cristais de gelo cobrem parte do céu.

Na  imagem acima, vemos um halo solar quase completo fotografado acima do antigo templo de Bayon em Angkor, Camboja, por Nagy Attila.

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A nebulosa Rosette (Roseta) revelada pela lente de John Ebersole

Escultura de poeira negra destacam-se na Rosette Nebula, sob a lente de John Ebersole

Escultura de poeira negra destacam-se na Rosette Nebula, sob a lente de John Ebersole

O que cria estas esculturas intrigantes na nebulosa Rosette? Esta nebulosa notável por seu formato global, partes da Rosette Nebula, também conhecida como NGC 2237, também se mostram belíssimas quando vistas em close. Vemos aqui glóbulos de poeira enegrecida e gás que tem sido lentamente erodido pela luz energética e pelos ventos ionizados das massivas estrelas vizinhas.

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Uma noite estrelada no Himalaia

Himalayan Skyscape (paisagem celeste no Himalaia) – Crédito©: Babak Tafreshi (TWAN)

Himalayan Skyscape (paisagem celeste no Himalaia) – Crédito©: Babak Tafreshi (TWAN)

Capella, a estrela alfa da constelação de Auriga, se eleva sobre o Monte Everest nesta deslumbrante visão panorâmica do topo do mundo à noite. Esta cena maravilhosa foi capturada em novembro de 2009 em local próximo de Namche Bazar, Nepal, o portão para as montanhas do complexo do Himalaia. A luz da Lua ilumina os famosos picos do Everest (8.840 metros) e Lhotse (8.516 metros) na extrema direita, uma stupa (monumento religioso Budista) na frente, ao longo da trilha principal que seque para o Campo Base do Everest.

A luz no vale vem do Monastério de Tengboche, que também fica ao longo da trilha na altura de 4.000 metros. Da esquerda para a direita, sobre os picos montanhosos, as estrelas da constelação de Auriga são seguidas pela estrela gigante Aldebarã, o olho da constelação do Touro, pelo aglomerado estelar das Plêiades, alfa-Ceti e finalmente alfa-Phoenicis da constelação da Phoenix.

Fonte: APOD: Himalayan Skyscape – Crédito©: Babak Tafreshi (TWAN)

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Visão do Sol brilhante, a Terra crescente e a Estação Espacial Internacional

O Sol a Terra e o braço com painéis solares da Estação Espacial Internacional visto a partir do ônibus espacial

O Sol a Terra e o braço com painéis solares da Estação Espacial Internacional visto a partir do ônibus espacial

Esta é mais uma fantástica visão da Estação Espacial Internacional (ISS). O Sol, a Terra em fase crescente e o longo braço de um dos painéis solares estão todos visíveis a partir da janela da Space Shuttle Atlantis, quando o ônibus espacial visitou o posto orbital na semana passada.

Superpõem a esta magnífica imagem tanto os reflexos a partir da janela do ônibus espacial como os efeitos de luz nas lentes da câmera, em formato hexagonal.

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As ‘Noites Galileanas’ no Ano Internacional de Astronomia 2009

Vênus, Mercúrio, Saturno e a Lua nova em conjunção por Stejan Seip (TWAN)

Vênus, Mercúrio, Saturno e a Lua nova em conjunção por Stejan Seip (TWAN)

Conjução matinal

Na última sexta-feira, 16 de outubro de 2009, três brilhantes planetas e a Lua nova foram flagrados no céu matinal.

Na luz da manhã antes do Sol nascer temos aqui Mercúrio, Vênus e Saturno junto com a Lua crescente nesta bela imagem da conjunção celeste registrada por Stefan Seip (The World at Night) perto de Noerdlingen, Alemanha.

Mas se você olhar para os céus nesta semana verá também Júpiter e Marte. Marte aparecerá em torno da meia-noite e Júpiter brilhará após o pôr-do-sol.

Noites Galileanas

Cheque clicando aqui onde está o evento da sua cidade

Noites Galileanas: saiba onde está o evento da sua cidade, clicando aqui

De fato, se você quer ter uma melhor visão de Júpiter que a de Galileu, sugerimos que você cheque as atividades e eventos do Ano Internacional de Astronomia 2009 nos próximos dias nas Noites Galileanas (22 a 24 de outubro), como, por exemplo, no Brasil ou em Portugal.

Noites Galileanas

Noites Galileanas

Fontes e referências

APOD: Moon and Planets in the Morning – Crédito ©: Stefan Seip (TWAN)

AIA2009 – A experiência de Galileu

Universe Today: Have a Galileo Moment por Nancy Atkinson

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Alnitak, Alnilam e Mintaka: o cinturão de Órion sob a lente de Martin Mutti

 Alnitak, Alnilam, e Mintaka formam o Cinturão de Órion. Crédito: Crédito ©: Martin Mutti, Astronomical Image Data Archive

Alnitak, Alnilam, e Mintaka formam o Cinturão de Órion. Crédito: Crédito ©: Martin Mutti, Astronomical Image Data Archive

Alnitak, Alnilam, e Mintaka, são as três brilhantes estrelas azuis da esquerda para a direita (este para oeste) ao longo da diagonal nesta aguçada visão cósmica. Conhecidas também como o Cinturão de Órion, essas três estrelas supergigantes azuis são muito mais quentes e massivas que o Sol.

Estas estrelas poderosas residem a cerca de 1.500 anos-luz da Terra. Alnitak, Alnilam, e Mintaka nasceram no bastante conhecido e estudado berçário estelar de Órion. A propósito, as nuvens de gás e poeira interestelar nesta região nos mostram alguns formatos intrigantes e surpreendentes tais como a nebulosa negra da Cabeça de Cavalo e a NGC 2024 – Nebulosa da Flama ao lado de Alnitak, à esquerda.

A fabulosa nebulosa de Órion fica abaixo deste campo estelar que cobre uma área com cerca de 4,5º x 3,5º do céu.

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A nebulosa de Gum sob a lente de Axel Mellinder

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Nebulosa de Gum. Crédito©: Axel Mellinder

A nebulosa de Gum ganhou esse nome em homenagem ao astrônomo australiano Colin Stanley Gum (1924-1960).

A Nebulosa de Gum é tão grande e próxima que na verdade é até difícil de visualizá-la. Na verdade, estamos a cerca de 450 anos-luz da borda frontal desta nuvem cósmica de hidrogênio brilhante e a 1.500 anos-luz de sua borda traseira.

Capturada nesta imagem de 41° de largura, um mosaico de diversas fotos em Hidrogênio-alpha, esta tênue região se esconde cercada do fundo de estrelas da Via-Láctea.

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FERMI revela os segredos dos pulsares silenciosos que só irradiam na faixa de raios-gama

Este mapa de todo o céu mostra as posições e nomes dos 16 novos pulsares detectados pelo FERMI (em amarelo) e 8 pulsares de milissegundo (magenta) estudados através do LAT. Os famosos pulsares Vela, Crab (caranguejo) e Geminga (à direita) são os mais brilhantes. Os pulsares Taz, Eel, Rabbit (coelho) foram assim chamados em função das nebulosas as quais eles energizam. O pulsar Gamma Cygni reside dentro de uma nebulosa remanescente de supernova de mesmo nome.

Este mapa de todo o céu mostra as posições e nomes dos 16 novos pulsares detectados pelo FERMI (em amarelo) e 8 pulsares de milissegundo (magenta) estudados através do LAT. Os famosos pulsares Vela, Crab (Caranguejo) e Geminga (à direita) são os mais brilhantes. Os pulsares Taz, Eel, Rabbit (Coelho) foram assim chamados em função das nebulosas as quais eles energizam. O pulsar Gamma Cygni reside dentro de uma nebulosa remanescente de supernova de mesmo nome.

Explicação sobre a imagem acima: Criados pelas supernovas, os pulsares são estrelas de nêutrons em rotação, restos de núcleos colapsados de estrelas moribundas, cinzas remanescentes das explosões de estrelas massivas. Tradicionalmente identificados e estudados através das suas emissões regulares de pulsações de rádio, duas dúzias de pulsares já foram detectadas por sua emissão de raios gama de alta energia pelo telescópio espacial FERMI (Fermi Gamma-ray Space Telescope). As descobertas incluem 16 novos pulsares identificados tão somente por sua emissão pulsante de raios gama (são pulsares silenciosos na faixa de rádio). O mapa celeste acima mostra uma visão nas frequências do espectro dos raios gama, alinhado com o plano da nossa galáxia, a Via Láctea, destacando as posições destes 24 pulsares. Os 16 novos pulsares silenciosos foram marcados com círculos amarelos. Neste mapa, os 8 pulsares de milissegundo de rádio já conhecidos estão circulados na cor magenta. Corpos estelares bizarros, os pulsares Vela, Crab (Caranguejo) e Geminga à direita são os mais brilhantes no céu de raios gama, mapeado pelo FERMI. Os pulsares Taz, Eel, e Rabbit (Coelho) ganharam seus nomes por causa das nebulosas as quais pertencem e energizam. Os pulsares Gamma Cygni e CTA 1 à esquerda residem dentro de suas nebulosas remanescentes de supernova em expansão, do mesmo nome.

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