Posts Tagged Andrômeda

Missão WISE revela suas primeiras imagens de sua pesquisa de todo-o-céu

WISE revela a galáxia de Andrômeda no infravermelho, mostrando em destaque a poeira cósmica dos seus braços espirais. Nesta imagem o WISE usou seus dois detectores de mais longo comprimento de onda de 12 e 22 micrômetros, colorizadas, respectivamente em laranja e vermelho.

WISE revela a galáxia de Andrômeda no infravermelho, mostrando em destaque a poeira cósmica aquecida dos seus braços espirais. Nesta imagem o WISE usou seus dois detectores com maiores comprimentos de onda, em 12 e 22 micrômetros. Os resultados desta capturas foram colorizadas artificialmente, respectivamente, em laranja (12μm) e vermelho (22 μm) para compor este mosaico da M31. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA

O observatório espacial de infravermelho WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) revela um belo conjunto de imagens recém processadas, conforme anúncio da NASA.

Desde que o WISE começou o sua pesquisa de todo-o-céu no infravermelho em 14 de janeiro de 2010, este telescópio espacial já enviou mais de um 250.000 imagens não-processadas. Destas novas imagens, quatro foram especialmente processadas e representam os alvos principais da missão:

  1. Um cometa repleto de gás e poeira (“Siding Spring”);
  2. Uma nebulosa ativa com um berçário de estrelas (NGC 3603);
  3. Uma galáxia (M31 – Andrômeda);
  4. Um aglomerado galáctico (“Fornax” – Fornalha).

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M31: SWIFT mostra a galáxia de Andrômeda em Ultravioleta

A imagem abaixo, capturada pelo satélite SWIFT da NASA representa a melhor visão em alta resolução já feita da galáxia de Andrômeda (M31) nas freqüências da faixa do espetro em ultravioleta.

Andrômeda em Ultravioleta capturada pela lente UVOT do SWIFT. Crédito: Ultravioleta - NASA/SWIFT/Stefan Immler (GSFC) e Erin Grand (UMCP)

Andrômeda em Ultravioleta capturada pela lente UVOT do SWIFT. Crédito: NASA/SWIFT/Stefan Immler (GSFC) e Erin Grand (UMCP)

Visão ótica de Andrômeda tomada usando um telescópio terrestre. Crédito: Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOAO/AURA/NSF

Visão ótica de Andrômeda via telescópio terrestre. Crédito: Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOAO/AURA/NSF

Este mosaico em UV cobre uma região de aproximadamente 200.000 anos-luz de largura e foi o resultado do trabalho realizado entre 25 de maio e 26 de julho de 2008 pelo telescópio orbital SWIFT que capturou 330 imagens da galáxia M31 (Andrômeda) através do seu dispositivo UVOT (Ultraviolet/Optical Telescope), nos comprimentos de onda de 192,8, 224,6 e 260 nanômetros.

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Constelações: Universe Today publicou um guia completo com as 88 constelações

Carta celeste que mostra as constelações no Hemisfério Sul

Carta celeste que mostra as constelações no Hemisfério Sul. Crédito: UFRGS

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Encontraram o primeiro planeta extragaláctico em Andrômeda!

Andrômeda (M31)

Um planeta extrasolar pode ter sido detectado na galáxia vizinha Andrômeda (Imagem: Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOAO/AURA/NSF)

Utilizando uma técnica chamada Pixel-lensing, um grupo de astrônomos italianos pode ter detectado mais um planeta em órbita de outra estrela. Mas o que esse planeta difere dos demais 300 exoplanetas já descobertos? Sua estrela mãe é de outra galáxia, isto é, trata-se do primeiro planeta extra-galáctico já descoberto, pois ele pertence a galáxia de Andrômeda!

Tecnicamente, verificou-se que uma estrela em M31 tem um companheiro com cerca de 6 vezes a massa de Júpiter, e que este companheiro poderia ser uma anã marrom ou um exoplaneta. Seja qual for a situação, isso é uma façanha notável, encontrar um objeto deste tamanho em outra galáxia, distante 2,5 milhões de anos-luz.

A técnica de ‘pixel-lensing’ ou microlente gravitacional, foi uma técnica desenvolvida para pesquisar MACHOs (MAssive Compact Halo Objects) no halo galáctico da Via Láctea. Devido ao fato que os raios luminosos se curvam quando passam perto de um objeto massivo, a gravidade de uma estrela próxima intensifica a luz para a Terra de uma estrela distante. Esta técnica é sensível para encontrar planetas em nossa própria galáxia, com tamanhos variando de planetas de gigantes como Júpiter a super-terras. Recentemente, também, os astrônomos utilizaram a microlente gravitacional para serem capazes de ver cerca de uma dúzia de estrelas em M31, o que representa uma conquista notável por si só.

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M31: mosaico da galáxia de Andrômeda por Robert Gendler

andromeda_por-robert_gendler_smA galáxia de Andrômeda é a galáxia de grande porte mais próxima da nossa Via Láctea. Nossa galáxia é considerada muito parecida com Andrômeda. Juntas a Via Láctea e Andrômeda dominam o Grupo Local de Galáxias. A luz difusa de Andrômeda é gerada por centenas de bilhões de suas estrelas componentes. As diversas estrelas que se destacam envolvendo essa imagem de Andrômeda são de fato estrelas da nossa própria galáxia, que estão bem mais próximas de nós que Andrômeda.

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Surpresa! A Via Láctea é muito mais massiva e gira mais rápido do que pensávamos

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Os cientistas revisaram profundamente a massa da Via Láctea e descobriram que nossa galáxia é 50% mais massiva que se pensava anteriormente.

A Via Láctea não é mais a “irmã-menor” da galáxia Andrômeda, agora concluiu-se que ela está emparelhada com Andrômeda em termos de massa, ou seja, como massa equivalente a 3 trilhões de vezes a massa do Sol.

Além disso, constatou-se que a Via Láctea gira sobre seu centro muito mais rápido.

Vamos ver a seguir como chegaram a essa conclusão…

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O astrofísico Puragra Guhathakurta fala da arquitetura das galáxias

“O que aprendemos a partir da Via Láctea sobre o cenário da formação hierárquica de galáxias pode ser aplicado a outras grandes galáxias” (Puragra Guhathakurta)

Observatório Lick

Observatório Lick

Detalhe e realismo em partes iguais são as características que o professor Puragra (Raja) Guhathakurta gosta de espelhar tanto em seus projetos de investigação científica como em suas criações artísticas. Aficionado desenhista de retratos, este professor de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Califórnia tem trabalhado no Observatório Lick desde 1985, ano em que imigrou de sua terra natal, a Índia, para os Estados Unidos. Ele considera a galáxia de Andrômeda como um laboratório cosmológico ideal para estudar o que mais lhe apaixona como astrofísico: a interação entre galáxias, os aglomerados estelares e seus processos hierárquicos de formação.

Puragra Guhathakurta esteve presente no evento anual de astrofísica XX Canary Islands Winter School of Astrophysics:

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