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GTC: O telescópio com o maior espelho do mundo descobre a menor estrela mais distante da Terra

GTC descobre uma relíquia na Via Láctea: uma das 5 menores estrelas já detectadas

O GTC, Grande Telescópio Canárias, o telescópio que possui maior do espelho do mundo, amplia o horizonte da população estelar mais antiga de nossa galáxia com o descobrimento de uma pequena e remota estrela  sub anã classe L de massa diminuta.

À esquerda, comparação de ULAS1350 com as sub anãs de tipo L anteriormente conhecidas. À direta, concepção artística da trajetória e posição de ULAS1350 em nossa galáxia. Como se aprecia na figura, as sub anãs se encontram no halo da Via Láctea. Créditos: Nicolas Lodieu/GTC (OSIRIS).

À esquerda, comparação de ULAS1350 com as sub anãs de tipo L anteriormente conhecidas. À direta, concepção artística da trajetória e posição de ULAS1350 em nossa galáxia. Como se aprecia na figura, as sub anãs se encontram no halo da Via Láctea. Créditos: Nicolas Lodieu/GTC (OSIRIS).

Com um décimo da massa do Sol, justamente na fronteira entre as estrelas ativas classe M (anãs vermelhas) e as estrelas que fracassaram, as anãs marrons, um novo objeto celeste de bilhões de anos de idade acaba de ser descoberto. Batizada como ULAS1350, esta sub anã classe L poderia converter-se em uma das peças chave para entender as primeiras etapas da história de nossa galáxia.

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Hubble mostra evidências de um aglomerado de raríssimas e minúsculas anãs brancas de Hélio, cinzas de estrelas que morreram prematuramente

Uma anã branca em um sistema binário

Uma anã branca em um sistema binário

Como este antigo aglomerado de estrelas evoluiu?

Vinte e quatro objetos estelares incomuns, cinzas de estrelas consumidas, 18 das quais recentemente descobertas, foram observadas pelo Telescópio Espacial Hubble. Estas estrelas são anãs brancas, o destino comum de uma estrela morta, mas estas são raras porque são compostas principalmente de Hélio-4 em vez das ‘anãs brancas padrão’ compostas de carbono e oxigênio que estamos habituados a encontrar. Esta é a primeira vez que se observa uma grande série de anãs brancas com núcleo de Hélio dentro de um aglomerado globular, um denso enxame estelar que contém algumas das mais antigas estrelas em nossa galáxia.

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Pode um exoplaneta ter o mesmo tamanho de sua estrela mãe?

Pode um exoplaneta ter o mesmo tamanho da estrela que ele orbita?

SIM! Recentemente foi descoberto um exoplaneta gigante (VB 10b) orbitando a estrela de Van Biesbroeck cujo diâmetro possivelmente supera o de sua estrela. Embora a estrela VB 10 fique a apenas 20 anos luz de distancia, trata-se de uma anã vermelha tão pequena e tão tênue, com magnitude 17, que só com um telescópio razoavelmente potente é que conseguimos visualizá-la. A estrela de Van Biesbroeck era conhecida pelo seu movimento próprio bem rápido através do céu – essa estrela veloz consegue cobrir uma distância equivalente a uma Lua cheia em cerca de 1.000 anos.

VB 10b: um exoplaneta tão grande quanto sua estrela. A estrela anã vermelha VB 10 fica a 20 anos-luz na constelação de Áquila e tem 1/12 da massa e 10% do tamanho do Sol. O exoplaneta VB 10 b é um gigante gasoso com tamanho comparável ao de Júpiter e 6 vezes sua massa. VB 10 b leva 9 meses para dar uma volta em torno de sua estrela. Crédito da imagem: NASA/JPL-Caltech

VB 10b: um exoplaneta tão grande quanto sua estrela. A estrela anã vermelha VB 10 fica a 20 anos-luz na constelação de Áquila e tem 1/12 da massa e 10% do tamanho do Sol. O exoplaneta VB 10 b é um gigante gasoso com tamanho comparável ao de Júpiter e 6 vezes sua massa. VB 10 b leva 9 meses para dar uma volta em torno de sua estrela. Crédito da imagem: NASA/JPL-Caltech

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As estrelas anãs-laranjas são os verdadeiros oásis para a evolução da vida

Exoplaneta rico em CO2 orbitando a estrela anã-laranja HD 189733

Exoplaneta rico em CO2 orbitando a estrela anã-laranja HD 189733. Crédito: The Register

O lugar mais apropriado para a existência da vida deve ser em volta de estrelas ligeiramente menos massivas que o Sol, denominadas anãs-laranjas, conforme análise publicada recentemente.

Essas estrelas da classe espectral K correspondem a 12,1% das estrelas próximas do Sol e vivem bem mais que o Sol (a vida útil de uma estrela é o tempo de permanência na seqüência principal) e têm zonas habitáveis (regiões onde água líquida pode existir em planetas) bem mais seguras (tanto quanto a do Sol) que aquelas que se apresentam nas estrelas anãs-vermelhas menores.

As estrelas semelhantes em massa ao Sol, classificadas como anãs-amarelas têm recebido o máximo de atenção dos caçadores de exoplanetas. Mas as pesquisas recentes sugerem que as anãs-laranjas constituem de fato melhores lugares para a busca de planetas habitáveis.

Edward Guinan da Universidade Villanova na Pensilvânia lidera um time que tem estudado como as propriedades dessas estrelas variam com a sua massa. O time está baseando seus estudos em observações disponíveis de uma variedade de fontes existentes, tais como medições do satélite ROSAT de raios-X e mais recentes medidas de diversos telescópios terrestres.

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A procura pelo planeta X vai ganhar um reforço extra do observatório Pan-STARRS

A persistente procura pelo planeta X vai ganhar um reforço extra a partir do novo sistema Pan-STARRS, um programa de procura por asteróides potencialmente perigosos (PHAs) em desenvolvimento pelo instituto de astronomia da universidade do Havaí.

Concepção artística de um objeto do Cinturão de Kuiper (KBO), um anel de asteróides de detritos congelados que se estende além a órbita de Netuno. Imagem: T Pyle (SSC) / JPL-Caltech / NASA

Concepção artística de um objeto do Cinturão de Kuiper (KBO), um anel de asteróides de detritos congelados que se estende além a órbita de Netuno. Imagem: T Pyle (SSC) / JPL-Caltech / NASA

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