Posts Tagged anã marrom

Na caça por exoplanetas que orbitam anãs marrons

O zoológico estelar: da esquerda para a direita, do Sol à Júpiter, com 3 anãs marrons. Crédito: Space Telescope Science Institute.

O zoológico estelar: da esquerda para a direita, o Sol, uma anã vermelha, duas anãs marrons e Júpiter. Crédito: Space Telescope Science Institute.

As anãs marrons (em Portugal: anãs castanhas) são objetos que nos fascinam, porque elas são a mais recente adição ao zoológico celestial. Na verdade, as anãs marrons são objetos exóticos sobre as quais sabemos muito pouco. As evidências sugerem que as anãs marrons podem hospedar planetas, mas até agora nós só encontramos poucas evidências. Podemos citar duas detecções significativas que foram realizadas através da técnica das microlentes gravitacionais em estrelas de baixa massa. A primeira foi o objeto com 3,2 vezes a massa da Terra em órbita de uma estrela primária com massa de 0,084 vezes a do Sol, que coloca esta estrela no território limítrofe entre as anãs marrons e estrelas. No segundo caso, o famoso Gliese 1214b, foi o projeto MEarth que descobriu um planeta com 6,6 vezes a massa da Terra orbitando uma estrela de massa 0,16 a massa do Sol.

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ESO divulga resultados sobre a anã marrom (anã castanha) mais fria já detectada

Ilustração do Sistema CFBDSIR 1458+10. Crédito: ESO

O Observatório Europeu do Sul (ESO) utilizando o Very Large Telescope (VLT), em conjunto com mais dois telescópios, demonstrou que há um novo candidato a objeto estelar mais frio conhecido: uma anã marrom (em Portugal: anã castanha) em um sistema binário com aproximadamente a mesma temperatura que uma xícara de chá recém preparado, quente em termos humanos, porém extraordinariamente frio ao compararmos com a superfície de uma estrela típica. Este objeto estelar é suficientemente frio e se situa na linha ténue que separa as estrelas pequenas e frias dos planetas gigantes e quentes.

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Astrônomos encontram finalmente a anã marrom padrão

A missão espacial WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA tem recebido bastante atenção da imprensa com relação ao tema das descobertas de anãs marrons (em Portugal: anãs castanhas) próximas ao Sistema Solar. No entanto, devemos ter em mente que a busca por objetos com baixa temperatura tem sido um dos principais objetivos de pesquisa de diversos observatórios terrestres.

 

A "Anã Marrom Padrão" foi finalmente encontrada? Nesta ilustração a anã-branca, situada a 1/4 de ano-luz de distância da anã marrom, está representada pelo pálido ponto avermelhado à esquerda do desenho. A essa distância, do ponto de vista da anã-marrom, pode-se dizer que o objeto encontra-se em uma 'noite-sem-fim'.

Tal busca sistemática inclui o projeto de pesquisa do UKIRT (United Kingdom Infrared Telescope), o “Deep Sky Survey’s Project”, que procura pelos objetos mais frios da nossa galáxia em um esforço que agora foi muito bem pago com a descoberta de um sistema binário ímpar. Neste sistema incomum um dos objetos estelares é uma anã marrom classe T rica em metano e o outro objeto é uma anã branca. O raro par orbita seu centro de massa separado entre si por ¼ de ano-luz de distância.

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O que diferencia um exoplaneta gigante de uma anã marrom? Novas pesquisas desafiam os limites teóricos

Uma comparação do tamanho de Júpiter, uma anã castanha (brown dwarf), uma estrela pequena (anã vermelha – red dwarf) e o Sol (Sun). Crédito: Gemini Observatory / Obra de Jon Lomberg

Uma comparação do tamanho de Júpiter, uma anã marrom/anã castanha (brown dwarf), uma estrela pequena (anã vermelha – red dwarf) e o Sol (Sun). Crédito: Gemini Observatory / Obra de Jon Lomberg

A definição de “o que é um planeta” é algo que sempre vem acompanhada de forte dose emoção e tem sido alvo de disputas calorosas.

A redefinição estabelecida pela UAI em 2006 causou melancolia aos amantes do rebaixado Plutão que passou para a nova categoria dos ‘Planetas Anões’. O que nos causa estranheza, contudo, é a pouca atenção que tem sido dada à outra extremidade da escala planetária, ou seja, onde há o corte que separa os menores objetos estelares (no Brasil: anãs marrons / em Portugal: anãs castanhas) dos planetas jovianos.

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Conjecturas sobre anãs marrons, discos protoplanetários e a formação de exoplanetas

Paisagem de um exoplaneta orbitando uma anã marron (anã castanha, em Portugal). As anãs marrons emitem sua radiação no espectro próximo do infravermelho, praticamente fora do espectro visível. Crédito: Vistapro Landscape Imagery Rendered by Jeff Bryant

Paisagem de um exoplaneta e sua exolua, orbitando uma anã marron (anã castanha, em Portugal). As anãs marrons emitem sua radiação no espectro próximo do infravermelho, praticamente fora do espectro visível. Crédito: Vistapro Landscape Imagery Rendered by Jeff Bryant

Sistemas exoplanetários em torno das tênues anãs marrons (em Portugal: anãs castanhas) são sempre um tema intrigante, algo fascinante para se contemplar.

Para que você conheça a imaginação vívida do futuro das atividades humanas em tais exoplanetas, sugerimos a leitura do romance de ficção científica Permanence de Karl Schroeder, lançado em 2002.

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Há numerosas anãs marrons nas vizinhanças do Sistema Solar? Pesquisa do Spitzer indica que sim

Pesquisa do Spitzer indica que estamos cercados de furtivas anãs marrons

Pesquisa do Spitzer indica que estamos cercados de furtivas anãs marrons

O telescópio espacial Spitzer realizou um novo estudo sobre anãs marrons, concentrando-se em uma região da constelação de Boötes. Entre os diversos objetos encontrados, 14 destes apresentavam temperaturas variando entre 450 e 600 Kelvin.

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CNES/ESA: Equipe do programa CoRoT anunciou a descoberta de mais 6 exoplanetas e uma anã marrom!

A família CoRoT de objetos cósmicos ganhou 7 novos membros (em dourado) em junho de 2010

A família CoRoT de objetos cósmicos ganhou 7 novos membros (em dourado) em junho de 2010

CoRoT revela um lote de exoplanetas e uma anã marrom!

Observando a fraca atenuação da luz emitida pelas estrelas durante eventos de trânsito exoplanetário, o observatório espacial CoRoT (Convection, Rotation and planetary Transits) detectou seis novos exoplanetas e uma anã marrom, cada um com características próprias. Notavelmente, um destes exoplanetas, designado por CoRoT-11b, tem o dobro da massa de Júpiter e orbita uma estrela que está girando rapidamente. Assim a estrela CoRoT-11 consiste em um alvo extremamente difícil para a busca de exoplanetas e esta descoberta representou uma conquista significativa para a equipe do programa CoRoT.

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Anã marrom errante, descoberta a 9 anos-luz da Terra, nos lembra um Júpiter solitário

A anã marrom encontrada a 9 anos luz da Terra é um objeto-sub-estelar solitário.

A anã marrom UGPSJ0722-05 encontrada a 9 anos luz da Terra é um objeto-sub-estelar solitário.

Um dos objetos de grande porte vizinho do Sol recém descoberto é um corpo cujo tamanho regula com o de Júpiter e reside a apenas 9 anos-luz de distância de nós, afirmaram os astrônomos em abril de 2010.

Quando as nuvens suficientemente grandes de poeira e gás colapsam sob sua própria gravidade, temperaturas e pressões em seus corações se elevam o suficiente para desencadear a fusão nuclear. Quando isso acontece, nasce uma estrela no Universo.

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Conjecturas sobre o Sistema Solar: Onde está o verdadeiro Planeta X? Onde está Nêmesis?

Seria Nêmesis uma anã marrom distante que periodicamente agita a nuvem de Oort, desviando cometas na direção do Sistema Solar Interior a cada 26 milhões de anos?

Seria Nêmesis uma anã marrom distante que periodicamente agita a nuvem de Oort, desviando cometas na direção do Sistema Solar Interior a cada 26 milhões de anos?

Uma das coisas que precisamos aprender sobre o sistema estelar α Centauri é se Próxima Centauri está ou não gravitacionalmente ligada ao par binário α Centauri A / B. Muito depende da veracidade desta questão, pois se Próxima apenas está ‘de passagem’ pelo sistema α Centauri, então qualquer efeito perturbador que Próxima pode ter sobre um halo exterior de cometas em torno das estrelas de α Centauri seria o caso de um único tiro.

Por outro lado, se Próxima Centauri é uma parte estável de um sistema tríplice, então Próxima poderia remeter cometas carregados de compostos voláteis nos sistemas planetários que orbitam Alfa Centauri A / B. Poderia proporcionar em outras palavras, a diferença entre a presença de mundos rochosos secos ou a existência de exoplanetas com água em abundância, com tudo o que implica nas possibilidades do desenvolvimento da vida.

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GTC: O telescópio com o maior espelho do mundo descobre a menor estrela mais distante da Terra

GTC descobre uma relíquia na Via Láctea: uma das 5 menores estrelas já detectadas

O GTC, Grande Telescópio Canárias, o telescópio que possui maior do espelho do mundo, amplia o horizonte da população estelar mais antiga de nossa galáxia com o descobrimento de uma pequena e remota estrela  sub anã classe L de massa diminuta.

À esquerda, comparação de ULAS1350 com as sub anãs de tipo L anteriormente conhecidas. À direta, concepção artística da trajetória e posição de ULAS1350 em nossa galáxia. Como se aprecia na figura, as sub anãs se encontram no halo da Via Láctea. Créditos: Nicolas Lodieu/GTC (OSIRIS).

À esquerda, comparação de ULAS1350 com as sub anãs de tipo L anteriormente conhecidas. À direta, concepção artística da trajetória e posição de ULAS1350 em nossa galáxia. Como se aprecia na figura, as sub anãs se encontram no halo da Via Láctea. Créditos: Nicolas Lodieu/GTC (OSIRIS).

Com um décimo da massa do Sol, justamente na fronteira entre as estrelas ativas classe M (anãs vermelhas) e as estrelas que fracassaram, as anãs marrons, um novo objeto celeste de bilhões de anos de idade acaba de ser descoberto. Batizada como ULAS1350, esta sub anã classe L poderia converter-se em uma das peças chave para entender as primeiras etapas da história de nossa galáxia.

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