Posts Tagged anã branca

Sistema binário eclipsante de anãs brancas observado pela primeira vez revela os segredos das estrelas de hélio

Concepção artístida do raro sistema binário NLTT 11748. A anã branca maior, porém menos massiva, composta de Hélio é eclipsada pela mais massiva e comum anã branca de carbono/oxigênio, a qual tem praticamente o tamanho da Terra.  Crédito: Steve Howell/Pete Marenfeld/NOAO

Concepção artístida do sistema binário NLTT 11748. A rara anã branca maior, porém bem menos massiva, composta de Hélio é eclipsada pela mais massiva e comum anã branca de carbono/oxigênio, a qual tem praticamente o tamanho da Terra. Crédito: Steve Howell/Pete Marenfeld/NOAO

Rara anã branca de Hélio tem suas características reveladas

Astrofísicos da UCSB (Universidade da Califórnia em Santa Bárbara) são os primeiros cientistas no mundo que identificaram duas anãs brancas eclipsantes em sistema binário. Tal descoberta permitiu a primeira medição direta do diâmetro de uma rara anã branca composta de Hélio puro. Estas observações são as primeiras que confirmam a teoria estelar sobre as anãs brancas de Hélio.

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Cientistas encontram evidências que planetas tipo Terra são bastante comuns na Via Láctea ao analisar a química de 146 anãs brancas

Anã Branca. Crédito: Frak Gregorio

Anã Branca. Crédito: Frak Gregorio

Estaria Frank Drake certo? Há quase meio século, o astrônomo americano postulava, baseado em probabilidade estatística pura, que a Via Láctea pode estar cheia de planetas semelhantes à Terra. Agora, novas observações da química de estrelas antigas ‘aposentadas’, objetos semelhantes ao que irá acontecer com o Sol no futuro, em 7 bilhões de anos, conhecidas como anãs brancas, sugerem que a esmagadora maioria delas tinha, quando estavam na seqüência principal, pelo menos, um mundo rochoso orbitando-a. Assim, porque as estrelas semelhantes ao Sol poderiam compor até a metade da população da Via Láctea de centenas de bilhões de estrelas, tal implica que pode haver centenas ou mesmo milhares de civilizações habitando nossa galáxia.

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SN 2007if: a Super-Supernova Ia intriga os astro-físicos e pode impactar a Cosmologia

Os cosmologistas usam as supernovas tipo Ia, como esta visível no canto inferior esquerdo desta galáxia, para explorar passado e o futuro da expansão do Universo e entender melhor a natureza da energia escura. Crédito: High-Z Supernova Search Team, HST, NASA

Os cosmologistas usam as supernovas tipo Ia, como esta visível no canto inferior esquerdo desta galáxia, para explorar passado e o futuro da expansão do Universo e entender melhor a natureza da energia escura. Crédito: High-Z Supernova Search Team, HST, NASA

Uma colaboração multinacional liderada pela Universidade de Yale mediu, pela primeira vez, a massa de uma supernova tipo Ia originada em um objeto estelar que ultrapassa o limite superior de massa de Chandrasekhar. Esta descoberta possivelmente poderá refletir no modo como os cosmologistas medem a expansão do Universo.

Os cosmologistas têm usado o padrão intrínseco energético das supernovas Tipo Ia – violentas explosões de núcleos de anãs brancas – como uma espécie de régua cósmica para medir a distância da Terra a galáxia onde ocorreu a supernova e assim compreender melhor o passado e o futuro da expansão do Universo, explorando a natureza da energia escura. Até recentemente, pensava-se que as anãs brancas não poderiam exceder o limite de Chandrasekhar, uma massa crítica equivalente a cerca de 1,4 vezes a massa do Sol, que se ultrapassado provoca a detonação da estrela como uma supernova. Este limite uniforme tem sido uma das ferramentas-chave na medição da distância das supernovas e conseqüentemente das suas galáxias.

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HM Cancri: par binário de anãs brancas giram na velocidade mais rápida já medida

Sistema HM Cancri: par binário de anãs brancas emissor de raios-X tem o menor período de rotação já medido - 5,4 minutos

Sistema HM Cancri: par binário de anãs brancas emissor de raios-X tem o menor período de rotação já medido - 5,4 minutos. A distância entre as anãs brancas é tão pequena (menos de ¼ da distância da Terra à Lua) que elas trocam matéria entre si.

Uma equipe multinacional de astrônomos demonstrou que o par de objetos estelares do sistema binário HM Cancri, orbitam o seu centro de massa em somente 5,4 minutos. Isto torna o sistema HM Cancri o par binário com o período orbital mais curto conhecido. Também se trata da menor dupla já detectada. O sistema binário tem só 8 vezes o diâmetro da Terra, o que é equivalente a não mais do que ¼ da distância da Terra à Lua.

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Chandra estuda fonte ultra luminosa de Raios-X que revela um buraco negro massivo destroçando uma anã branca

Imagem composta do que se conhece como fonte de raios-X ultra luminosa (ULX). Crédito: Raios-X - NASA/CXC/UA/J. Irwin et al. Óptico - NASA/STScI

NGC 1399: imagem composta do que se conhece como fonte de raios-X ultra luminosa (ULX). Crédito: Raios-X - NASA/CXC/UA/J. Irwin et al. Óptico - NASA/STScI

Observações do observatório espacial de raios-X Chandra revelaram uma rara fonte ultra luminosa de raios-X (ULX) em um denso aglomerado de estrelas anciãs.

Novos resultados do Observatório Chandra de Raios-X da NASA e os telescópios Magalhães sugerem que um denso remanente estelar tem sido arrancado por um buraco negro de 1.000 vezes a massa do Sol. A confirmação desta descoberta será uma dupla jogada cósmica:

  1. Uma evidência sólida da existência de um buraco negro de massa intermediária, que tem sido um tema muito debatido entre os astrônomos;
  2. Marcaria a primeira vez a observação de um buraco negro de tal classe a destroçar uma estrela.

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Identificada uma supernova em contagem regressiva para explodir

Astrônomos encontram suspeito principal de uma Supernova de Tipo Ia

Mosaico mostra V445 Pupis ao longo de 2 ano, entre 2005 e 2007

Mosaico mostra V445 Pupis ao longo de 2 ano, entre 2005 e 2007. As imagens nos mostram uma concha bipolar, inicialmente com uma cintura muito fina e com lóbulos de cada lado. Dois nodos observados em ambos os extremos da concha, parecem deslocar-se a cerca de 8450 +/- 570 km/s. A concha - diferente de todas as observadas até agora nas explosões de ‘novas’ - encontra-se ela própria em movimento, deslocando-se cerca de 6720 +/- 650 km/s. As duas estrelas centrais estão obscurecidas por um disco espesso de poeira, que parece ter sido formado durante a última explosão. Crédito: ESO

Utilizando o sistema Very Large Telescope do ESO – Observatório do Sul Europeu (European Southern Observatory), no Chile, que tem a capacidade de obter imagens tão nítidas como se fossem obtidas a partir do espaço, os astrônomos construíram o primeiro filme de uma incomum concha de matéria ejetada por uma “estrela vampiro”. Esta gulosa anã branca gerou, em novembro de 2000, uma violenta explosão (que os astrônomos chamam de ‘nova’) depois de ter sugado parte da matéria da sua estrela companheira. Os astrônomos conseguiram determinar a distância e o brilho intrínseco deste objeto no ato da explosão. Pensa-se que este sistema binário é um candidato importante, há muito tempo procurado, a progenitor de uma supernova tipo Ia. As supernovas Ia são fenômenos explosivos cruciais para os estudos da energia escura, atuando como velas padrão cósmicas, uma vez que as supernovas Ia são sempre similares energeticamente entre si.

“Um dos principais problemas na astronomia moderna é o fato de ainda não sabermos exatamente qual o tipo de sistema estelar explode sob a forma de supernova de tipo Ia,” informou Patrick Woudt, da Universidade da Cidade do Cabo, autor principal do artigo que descreve estes resultados. “E isto é frustrante, uma vez que estas supernovas têm um papel determinante no sentido de mostrar que o Universo está atualmente em expansão acelerada, em função da energia escura.”

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Descobertos dois corpos com o tamanho da Terra e com atmosferas de oxigênio!

O objeto SDSS 1102+2054 é uma anã-branca com forte presença de oxigênio.

O objeto SDSS 1102+2054 é uma anã-branca com forte presença de oxigênio.

Astrofísicos encontraram dois corpos do tamanho da Terra com atmosferas ricas em oxigênio – o único problema é que eles são estrelas, não são planetas.

Astrofísicos da Universidade de Warwick e da Universidade de Kiel descobriram dois corpos do tamanho da Terra com atmosferas ricas em oxigênio – porém há uma desvantagem para quem procura um potencial lar para a vida alienígena ou mesmo uma futura casa para nós porque na realidade não são planetas, mas duas estrelas anãs brancas incomuns.

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Qual é a idade do Universo? Como calcular isso?

Esta visão detalhada de todo o céu mostra o jovem Universo a partir de 5 anos de pesquisa via WMAP. A imagem revela flutuações em torno da temperatura média do Universo de 2,725 +/- 0,0002 Kelvin (aparece nas diferenças de cor) que correspondem às sementes que cresceram para se tornarem nas galáxias. O ruído causado pela Via Láctea foi subtraído dessa imagem usando dados de várias freqüências. A imagem mostra um intervalo de temperatura de +/- 200 microKelvin (0,0002 graus K), as regiões vermelhas são as áreas mais quentes no céu e as azuis mais frias. Crédito: NASA / time do WMAP

Esta visão detalhada de todo o céu mostra o jovem Universo a partir de 5 anos de pesquisa via WMAP. A imagem revela flutuações em torno da temperatura média do Universo de 2,725 +/- 0,0002 Kelvin (aparece nas diferenças de cor) que correspondem às sementes que cresceram para se tornarem nas galáxias. O ruído causado pela Via Láctea foi subtraído dessa imagem usando dados de várias freqüências. A imagem mostra um intervalo de temperatura de +/- 200 microKelvin (0,0002 graus K), as regiões vermelhas são as áreas mais quentes no céu e as azuis mais frias. Crédito: NASA / time do WMAP

Há quanto tempo o Big Bang aconteceu? Qual é melhor estimativa da idade do Big Bang? A resposta mais apurada é:

13,73 bilhões de anos ± 120 milhões de anos

Esta foi a mais recente conclusão do time de astrônomos que trabalhou com os últimos dados da sonda WMAP.

É importante destacar que esta estimativa da idade do Big Bang fornecida pelo time do WMAP é totalmente independente de outras 3 estimativas conhecidas da idade do Universo, tais como:

  1. A idade dos elementos químicos
  2. A idade dos aglomerados estelares antigos
  3. A idade das anãs brancas mais antigas

Vejamos a seguir o que estes 3 métodos independentes calcularam…

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XMM Newton descobriu a ‘pedra de roseta’ das anãs brancas, uma canditada a supernova Ia que está próxima da Terra

Ilustração da anã-branca massiva, seu disco de acresção e sua companheira gigante azul HD 49798. Créditos: imagem da frente: Francesco Mereghetti; imagem de fundo: NASA, ESA and T.M. Brown (STScI)

Ilustração da anã-branca massiva, seu disco de acresção e sua companheira gigante azul HD 49798. Créditos: imagem da frente: Francesco Mereghetti; imagem de fundo: NASA, ESA and T.M. Brown (STScI)

O telescópio orbital de raios-X XMM-Newton da Agência Espacial Européia, a ESA (European Space Agency), descobriu a ‘Pedra de Roseta Celestial’, a primeira anã branca bem próxima da terra que poderá explodir como uma supernova tipo Ia dentro de alguns milhões de anos. Isto é relativamente pouco tempo na escala de tempo cósmico e embora a anã branca candidata a supernova e sua companheira binária (HD 49798) estejam relativamente afastadas o suficiente para não representarem qualquer perigo para a Terra, estão perto o bastante para que o fenômeno celeste possa ser uma visão espetacular para a civilização humana no futuro. Os cálculos sugerem que terá inicialmente a intensidade da lua cheia e que será tão brilhante que será visto no céu durante o dia a olho nu. Mas não há que preocupar agora, ainda vai demorar algum tempo para acontecer!

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Hubble mostra evidências de um aglomerado de raríssimas anãs brancas de Hélio, cinzas de minúsculas estrelas que morreram prematuramente

Uma anã branca em um sistema binário

Uma anã branca em um sistema binário

Como este antigo aglomerado de estrelas evoluiu?

Vinte e quatro objetos estelares incomuns, cinzas de estrelas consumidas, 18 das quais recentemente descobertas, foram observadas pelo Telescópio Espacial Hubble. Estas estrelas são anãs brancas, o destino comum de uma estrela morta, mas estas são raras porque são compostas principalmente de Hélio-4 em vez das ‘anãs brancas padrão’ compostas de carbono e oxigênio que estamos habituados a encontrar. Esta é a primeira vez que se observa uma grande série de anãs brancas com núcleo de Hélio dentro de um aglomerado globular, um denso enxame estelar que contém algumas das mais antigas estrelas em nossa galáxia.

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