Posts Tagged aglomerado estelar

Astrônomos revelam que a Via Láctea está repleta de aglomerados estelares alienígenas

Imagem do típico aglomerado globular Messier 80 capturada pelo Hubble. Trata-se de um enxame estelar composto de centenas de milhares de estrelas que está localizado na direção da constelação de Escorpião. A Via Láctea tem cerca de 160 aglomerados globulares dos quais 25% têm origem alienígena. Crédito: NASA / The Hubble Heritage Team / STScI / AURA

Imagem do típico aglomerado globular Messier 80 capturada pelo Hubble. Trata-se de um enxame estelar composto de centenas de milhares de estrelas que está localizado na direção da constelação de Escorpião. A Via Láctea tem cerca de 160 aglomerados globulares dos quais 25% têm origem alienígena. Crédito: NASA / The Hubble Heritage Team / STScI / AURA

Surpreendentemente, muitos dos aglomerados estelares encontrados em nossa galáxia podem realmente ser alienígenas. Estes aglomerados globulares extragalácticos consistem de coleções de estrelas que se formaram em outros lugares fora da galáxia e depois migraram dentro da nossa Via Láctea.

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Estrelas vampiras conseguem tornar-se mais jovens? Como?

Duas estrelas colidem para formar uma estrela rejuvenescida azul. Ilustração: Barry Roal Carlsen/Universidade de Wisconsin-Madison.

Duas estrelas colidem para formar uma estrela rejuvenescida azul. Crédito da ilustração: Barry Roal Carlsen/Universidade de Wisconsin-Madison.

As últimas observações das “rejuvenescidas azuis”, estrelas atípicas que aparentam ser bem mais jovens que a demais do aglomerado estelar aos quais pertencem, têm proporcionado dois modelos diferentes sobre sua origem. Segundo dois artigos publicados na revista Nature estas estrelas massivas podem se formar a partir da colisão de duas estrelas pré-existentes ou mediante uma transferência de massa de uma estrela para outra em um sistema binário de contato.

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Chandra estuda fonte ultra luminosa de Raios-X que revela um buraco negro massivo destroçando uma anã branca

Imagem composta do que se conhece como fonte de raios-X ultra luminosa (ULX). Crédito: Raios-X - NASA/CXC/UA/J. Irwin et al. Óptico - NASA/STScI

NGC 1399: imagem composta do que se conhece como fonte de raios-X ultra luminosa (ULX). Crédito: Raios-X - NASA/CXC/UA/J. Irwin et al. Óptico - NASA/STScI

Observações do observatório espacial de raios-X Chandra revelaram uma rara fonte ultra luminosa de raios-X (ULX) em um denso aglomerado de estrelas anciãs.

Novos resultados do Observatório Chandra de Raios-X da NASA e os telescópios Magalhães sugerem que um denso remanente estelar tem sido arrancado por um buraco negro de 1.000 vezes a massa do Sol. A confirmação desta descoberta será uma dupla jogada cósmica:

  1. Uma evidência sólida da existência de um buraco negro de massa intermediária, que tem sido um tema muito debatido entre os astrônomos;
  2. Marcaria a primeira vez a observação de um buraco negro de tal classe a destroçar uma estrela.

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As Plêiades sob a lente de Rogelio Bernal Andreo

Pleiades por Rogelio Bernal Andreo

As Plêiades por Rogelio Bernal Andreo fotografada em 17 de setembro de 2009

Você já observou um aglomerado de estrelas? As Pleiades são talvez o mais famoso aglomerado estelar nos céus e podem ser vista sem binónulos em cidades com baixa poluição luminosa.

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Qual é a idade do Universo? Como calcular isso?

Esta visão detalhada de todo o céu mostra o jovem Universo a partir de 5 anos de pesquisa via WMAP. A imagem revela flutuações em torno da temperatura média do Universo de 2,725 +/- 0,0002 Kelvin (aparece nas diferenças de cor) que correspondem às sementes que cresceram para se tornarem nas galáxias. O ruído causado pela Via Láctea foi subtraído dessa imagem usando dados de várias freqüências. A imagem mostra um intervalo de temperatura de +/- 200 microKelvin (0,0002 graus K), as regiões vermelhas são as áreas mais quentes no céu e as azuis mais frias. Crédito: NASA / time do WMAP

Esta visão detalhada de todo o céu mostra o jovem Universo a partir de 5 anos de pesquisa via WMAP. A imagem revela flutuações em torno da temperatura média do Universo de 2,725 +/- 0,0002 Kelvin (aparece nas diferenças de cor) que correspondem às sementes que cresceram para se tornarem nas galáxias. O ruído causado pela Via Láctea foi subtraído dessa imagem usando dados de várias freqüências. A imagem mostra um intervalo de temperatura de +/- 200 microKelvin (0,0002 graus K), as regiões vermelhas são as áreas mais quentes no céu e as azuis mais frias. Crédito: NASA / time do WMAP

Há quanto tempo o Big Bang aconteceu? Qual é melhor estimativa da idade do Big Bang? A resposta mais apurada é:

13,73 bilhões de anos ± 120 milhões de anos

Esta foi a mais recente conclusão do time de astrônomos que trabalhou com os últimos dados da sonda WMAP.

É importante destacar que esta estimativa da idade do Big Bang fornecida pelo time do WMAP é totalmente independente de outras 3 estimativas conhecidas da idade do Universo, tais como:

  1. A idade dos elementos químicos
  2. A idade dos aglomerados estelares antigos
  3. A idade das anãs brancas mais antigas

Vejamos a seguir o que estes 3 métodos independentes calcularam…

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M31: SWIFT mostra a galáxia de Andrômeda em Ultravioleta

A imagem abaixo, capturada pelo satélite SWIFT da NASA representa a melhor visão em alta resolução já feita da galáxia de Andrômeda (M31) nas freqüências da faixa do espetro em ultravioleta.

Andrômeda em Ultravioleta capturada pela lente UVOT do SWIFT. Crédito: Ultravioleta - NASA/SWIFT/Stefan Immler (GSFC) e Erin Grand (UMCP)

Andrômeda em Ultravioleta capturada pela lente UVOT do SWIFT. Crédito: NASA/SWIFT/Stefan Immler (GSFC) e Erin Grand (UMCP)

Visão ótica de Andrômeda tomada usando um telescópio terrestre. Crédito: Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOAO/AURA/NSF

Visão ótica de Andrômeda via telescópio terrestre. Crédito: Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOAO/AURA/NSF

Este mosaico em UV cobre uma região de aproximadamente 200.000 anos-luz de largura e foi o resultado do trabalho realizado entre 25 de maio e 26 de julho de 2008 pelo telescópio orbital SWIFT que capturou 330 imagens da galáxia M31 (Andrômeda) através do seu dispositivo UVOT (Ultraviolet/Optical Telescope), nos comprimentos de onda de 192,8, 224,6 e 260 nanômetros.

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Hubble mostra evidências de um aglomerado de raríssimas e minúsculas anãs brancas de Hélio, cinzas de estrelas que morreram prematuramente

Uma anã branca em um sistema binário

Uma anã branca em um sistema binário

Como este antigo aglomerado de estrelas evoluiu?

Vinte e quatro objetos estelares incomuns, cinzas de estrelas consumidas, 18 das quais recentemente descobertas, foram observadas pelo Telescópio Espacial Hubble. Estas estrelas são anãs brancas, o destino comum de uma estrela morta, mas estas são raras porque são compostas principalmente de Hélio-4 em vez das ‘anãs brancas padrão’ compostas de carbono e oxigênio que estamos habituados a encontrar. Esta é a primeira vez que se observa uma grande série de anãs brancas com núcleo de Hélio dentro de um aglomerado globular, um denso enxame estelar que contém algumas das mais antigas estrelas em nossa galáxia.

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RCW 38: berçário estelar na Via Láctea é alvo de estudo detalhado

Imagem em infravermelho (em cor falsa) do massivo berçário estelar RCW 38, onde 317 estrelas jovens foram recentemente classificadas. Crédito: DeRose et al., / ESO.

Imagem em infravermelho (em cor falsa) do massivo berçário estelar RCW 38, onde 317 estrelas jovens foram recentemente classificadas. Crédito: DeRose et al., / ESO.

Os berçários estelares podem ser encontrados nas nuvens moleculares gigantes de gás e poeira espalhadas por nossa galáxia, a Via Láctea. Essas regiões conseguem produzir múltiplas estrelas de uma só vez – até centenas de um só golpe. Qual a real freqüência em que isso ocorre? Na média sabemos que uma estrela nova surge por ano em algum lugar da nossa Via Láctea, segundo os astrônomos estimaram. Mas deixando de fora as novas estrelas que surgem de uma só tacada em densos aglomerados globulares, a verdade é que as estrelas não nascem ou são criadas com alta freqüência na Via Láctea.

O que está acontecendo no berçário estelar RCW 38?

Recentemente os astrônomos deram uma olhada detalhada através das freqüências do espectro infravermelho para entender sobre o que está acontecendo dentro do berçário estelar denominado RCW 38 e notaram centenas de estrelas em diferentes estágios de desenvolvimento. O que eles encontraram por lá era significativo pois representa a primeira vez em que um massivo aglomerado estelar distinto da nebulosa de Órion foi estudado com tamanha precisão.

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Buracos negros errantes vagam pela Via-Láctea

Esta concepção do artista mostra um buraco negro errante vagando perto de um aglomerado globular de estrelas na periferia da Via Láctea. Crédito: David A. Aguilar (CFA)

Esta concepção artística mostra um buraco negro errante vagando perto de um aglomerado globular de estrelas na periferia da Via Láctea. Crédito: David A. Aguilar (CFA)

Parece enredo de um filme de ficção científica: buracos negros errantes na nossa galáxia ameaçam engolir qualquer coisa nas suas proximidades. Mas o fato é que, segundo os novos cálculos de Ryan O’Leary e Avi Loeb (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics), centenas desses enormes buracos negros, remanescentes da época da formação das galáxias no início do universo, podem estar vagando pela Via Láctea.

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A pesquisa galáctica 6dFGS monta um novo mapa cósmico e revela estruturas e vazios colossais

A maior pesquisa galáctica já realizada até hoje, denominada 6dFGS (Six Degree Field Galaxy Survey), observou concentrações gigantes de matéria e enormes vazios cósmicos. Um desses vazios é tão grande que há uma indefinição sobre as suas origens.

Galeria de fotos do Projeto 6DFGS

Galeria de fotos do Projeto 6dFGS

O projeto 6dFGS mapeou o equivalente a 41% de todo o céu,  mais de 80% do céu visível a partir do hemisfério sul, medindo as posições e distâncias de 110.000 galáxias distantes até 2 bilhões de anos-luz da Terra (equivalente ao desvio para o vermelho z=0,15), que irá revelar não apenas a localização das galáxias mas também para onde elas estão se deslocando, quais são suas velocidades relativas e o que está causando seu movimento.

Mapa da pesquisa SDSS

SDSS

Nenhuma pesquisa anterior tinha coberto tamanha fatia do céu. A famosa pesquisa SDSS (Sloan Digital Sky Survey – veja uma imagem do mapa gerado pela SDSS clicando no ícone à esquerda), baseada no céu do hemisfério norte, realizou uma varredura cósmica notável mas restringiu-se a uma região com apenas 23% do céu.

O encerramento do censo cósmico 6dFGS foi anunciado em 3 de abril pelo time liderado pelo Dr. Heath Jones do Anglo-Australian Observatory em Epping, Austrália.

O projeto 6dFGS usou o telescópio de 1,2 metros UK Schmidt na Austrália, que é operado pelo Siding Spring Observatory em New South Wales, Austrália, e a varredura se restringiu aos céus visíveis no hemisfério sul .

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