Posts Tagged aglomerado estelar

Olhos infravermelhos do VISTA revelam 96 novos aglomerados estelares escondidos pelo disco da Via Láctea

Este mosaico mostra 30 dos 96 aglomerados detectados pelo VISTA. Crédito: ESO/J. Borissova

O telescópio de rastreamento em infravermelho VISTA [1], pertencente ao ESO (Observatório Europeu Meridional) no Monte Paranal, deserto de Atacamama, no Chile, ajudou uma equipe internacional de astrônomos a descobrir 96 novos aglomerados estelares abertos escondidos pela poeira cósmica da Via Láctea. Dentro desta equipe trabalharam dois astrônomos brasileiros [2]. Estes conjuntos tênues de estrelas, invisíveis em buscas anteriores, não conseguiram escapar dos detectores infravermelhos extremamente sensíveis do mais poderoso telescópio de rastreamento do céu já construído. O VISTA tem conseguido desvendar o que está escondido pela poeira interestelar. Esta descoberta por si só é um recorde, nunca tantos aglomerados esmaecidos foram encontrados de uma só vez.

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NGC 7129: o aglomerado estelar aberto revelado por Ken Crawford

O aglomerado estelar aberto NGC7129 capturado pela lente de Ken Crawford. Clique na imagem para versa a versão em alta resolução que pode ser ampliada.

O aglomerado estelar aberto NGC7129 capturado pela lente de Ken Crawford. Clique na imagem para ver a versão em alta resolução que pode ser ampliada (zoom). Crédito©: Ken Crawford

Na direção da constelação de Cepheus cerca de 130 jovens estrelas habitam o aglomerado estelar aberto repleto de poeira NGC 7129, que se espalha em uma região de apenas 10 anos-luz de diâmetro. Na distância estimada de 3.330 anos luz que nos separa da NGC 7129, esta imagem telescópica cobre cerca de 40 anos-luz dos céus.

Recente censo estelar no aglomerado NGC 7129 estimou sua idade em 3 milhões de anos. Assim, suas estrelas podem ser consideradas como ainda bebês. Muitas destas devem ter se livrado recentemente de seus discos protoplanetários ou seus casulos de formação. Os cientistas julgam que é provável que o nosso Sol também tenha nascido em um berçário estelar similar a este, há 4,56 bilhões de anos.

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Qual a origem da Nuvem Oort de cometas? Teria o Sol roubado os cometas de outras estrelas?

Em uma semana brilhante em termos de descobertas científicas, Harold F. Levison do Southwest Research Institute em Boulder Colorado liderou uma pesquisa que focou nas origens dos cometas do Sistema Solar.

O Comet McNaught, possivelmente oriundo de material de outro sistema estelar, de acordo com os recentes estudos de Levison e equipe. Crédito da imagem: Stéphane Guisard

O Comet McNaught, possivelmente oriundo de material de outro sistema estelar, de acordo com os recentes estudos de Levison e equipe. Crédito da imagem: Stéphane Guisard

Em simulações computacionais Levinson e seu time concluíram que a antiga hipótese de que a Nuvem Oort de cometas nos confins do Sistema Solar foi originada a partir do disco de poeira proto-planetária está imperfeita. Assim, Levinson afirma que embora nosso sistema tenha produzido cometas, o enxame de objetos que se aglomera na Nuvem de Oort, a meio caminho entre o Sol e Alfa Centauri, pode ter se originado a partir de material roubado de outros sistemas estelares.

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ESO revela detalhes da Grande Nuvem de Magalhães

Imagem anotada da Grande Nuvem de Magalhães. Crédito: ESO/La Silla

Imagem anotada da Grande Nuvem de Magalhães. Clique na imagem para acessar as versões de alta resolução liberadas pelo ESO. Crédito: ESO/La Silla

Na contínua busca pelo conhecimento do cosmos, os astrônomos observam assiduamente a Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias satélites da nossa Via Láctea. Agora, o ESO liberou nova imagem capturada pelo dispositivo Wide Field Imager (WFI) no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, onde podemos observar uma vasta coleção de objetos e fenômenos interessantes em uma região da LMC. Aqui vemos enormes aglomerados estelares e restos deixados por explosões de supernovas brilhantes. O estudo da LMC fascina a comunidade astronômica e fornece informações para diversos de projetos que investigam o ciclo de vida das estrelas e os processos da evolução galáctica.

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10 milhões de estrelas no aglomerado globular alienígena Omega Centauri

NGC 5139 - ω Centauri sob a lente de Fred Lehman (South Florida Dark Sky Observers)

NGC 5139: ω Centauri sob a lente de Fred Lehman (South Florida Dark Sky Observers)

Na imagem acima vemos o aglomerado globular Omega Centauri (NGC 5139 ou ω Cen) que reside a 15.000 anos luz de distância da Terra e tem 150 anos-luz de diâmetro.

Agrupando mais de 10 milhões de estrelas, muito mais antigas que o Sol, Omega Cen é o maior dos 200 aglomerados globulares que se distribuem pelo halo da nossa galáxia, a Via Láctea.

Embora a maioria dos aglomerados seja composta da estrelas praticamente da mesma idade e composição, o enigmático aglomerado de Omega Centauri exibe a presença de populações estelares diferentes com uma gama de idades e de abundâncias químicas.

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NGC 1313: uma galáxia explosiva incomum revelada por Robert Gendler

NGC 1313: uma galáxia explosiva incomum revelada pela lente de Robert Gendler

NGC 1313: uma galáxia explosiva incomum revelada pela lente de Robert Gendler

Porque é que esta galáxia parece tão agitada? Normalmente, as galáxias em total desordem são resultantes de colisões recentes com outras galáxias. No entanto, a galáxia espiral NGC 1313 parece para nós estar absolutamente solitária.

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Astrônomos revelam que a Via Láctea está repleta de aglomerados estelares alienígenas

Imagem do típico aglomerado globular Messier 80 capturada pelo Hubble. Trata-se de um enxame estelar composto de centenas de milhares de estrelas que está localizado na direção da constelação de Escorpião. A Via Láctea tem cerca de 160 aglomerados globulares dos quais 25% têm origem alienígena. Crédito: NASA / The Hubble Heritage Team / STScI / AURA

Imagem do típico aglomerado globular Messier 80 capturada pelo Hubble. Trata-se de um enxame estelar composto de centenas de milhares de estrelas que está localizado na direção da constelação de Escorpião. A Via Láctea tem cerca de 160 aglomerados globulares dos quais 25% têm origem alienígena. Crédito: NASA / The Hubble Heritage Team / STScI / AURA

Surpreendentemente, muitos dos aglomerados estelares encontrados em nossa galáxia podem realmente ser alienígenas. Estes aglomerados globulares extragalácticos consistem de coleções de estrelas que se formaram em outros lugares fora da galáxia e depois migraram dentro da nossa Via Láctea.

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Estrelas vampiras conseguem tornar-se mais jovens? Como?

Duas estrelas colidem para formar uma estrela rejuvenescida azul. Ilustração: Barry Roal Carlsen/Universidade de Wisconsin-Madison.

Duas estrelas colidem para formar uma estrela rejuvenescida azul. Crédito da ilustração: Barry Roal Carlsen/Universidade de Wisconsin-Madison.

As últimas observações das “rejuvenescidas azuis”, estrelas atípicas que aparentam ser bem mais jovens que a demais do aglomerado estelar aos quais pertencem, têm proporcionado dois modelos diferentes sobre sua origem. Segundo dois artigos publicados na revista Nature estas estrelas massivas podem se formar a partir da colisão de duas estrelas pré-existentes ou mediante uma transferência de massa de uma estrela para outra em um sistema binário de contato.

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Chandra estuda fonte ultra luminosa de Raios-X que revela um buraco negro massivo destroçando uma anã branca

Imagem composta do que se conhece como fonte de raios-X ultra luminosa (ULX). Crédito: Raios-X - NASA/CXC/UA/J. Irwin et al. Óptico - NASA/STScI

NGC 1399: imagem composta do que se conhece como fonte de raios-X ultra luminosa (ULX). Crédito: Raios-X - NASA/CXC/UA/J. Irwin et al. Óptico - NASA/STScI

Observações do observatório espacial de raios-X Chandra revelaram uma rara fonte ultra luminosa de raios-X (ULX) em um denso aglomerado de estrelas anciãs.

Novos resultados do Observatório Chandra de Raios-X da NASA e os telescópios Magalhães sugerem que um denso remanente estelar tem sido arrancado por um buraco negro de 1.000 vezes a massa do Sol. A confirmação desta descoberta será uma dupla jogada cósmica:

  1. Uma evidência sólida da existência de um buraco negro de massa intermediária, que tem sido um tema muito debatido entre os astrônomos;
  2. Marcaria a primeira vez a observação de um buraco negro de tal classe a destroçar uma estrela.

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As Plêiades sob a lente de Rogelio Bernal Andreo

Pleiades por Rogelio Bernal Andreo

As Plêiades por Rogelio Bernal Andreo fotografada em 17 de setembro de 2009

Você já observou um aglomerado de estrelas? As Pleiades são talvez o mais famoso aglomerado estelar nos céus e podem ser vista sem binónulos em cidades com baixa poluição luminosa.

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