abr 09

A nebulosa escura LDN 1622 e o Loop de Barnard por Leonardo Julio

https://apod.nasa.gov/apod/image/1704/ldn1622LeonardoJulio-ap.jpg

A Nebulosa escura LDN 1622 e o Loop de Barnard por Leonardo Julio

A silhueta de uma intrigante nebulosa escura habita essa cena cósmica. A Nebulosa Escura de Lynds (LDN 1622) aparece abaixo do centro da imagem no primeiro plano, à frente de um tênue fundo de gás de hidrogênio brilhante, apenas visível através de longas exposições telescópicas dessa região. A nebulosa escura LDN 1622 reside próxima do plano da nossa galáxia Via Láctea, próxima (visualmente) nos céus do Loop de Barnard, uma enorme nuvem que envolve o rico complexo de nebulosas de emissão encontrado no cinturão e na espada de Órion.

Arcos alongam um segmento do Loop de Barnard, que se estica através do topo do quadro. No entanto, os astrônomos julgam que a poeira obscura da nebulosa LDN 1622 está relativamente mais próxima de nós que a mais famosa Nebulosa de Órion (que fica a cerca de 1.500 anos luz), talvez apenas a 500 anos luz de distância da Terra. Nessa distância, esse campo de visão de 1 grau apresenta um diâmetro inferior a 10 anos luz.

Fonte

APOD: Dark Nebula LDN 1622 and Barnard’s Loop – Crédito da imagem©: Leonardo Julio (Astronomia Pampeana)

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abr 08

Spitzer revela Zeta Ophiuchi: uma estrela fugitiva e seu arco frontal de choque

http://www.nasa.gov/images/content/714760main_pia16604_full.jpg

Zeta Ophiuchi, a estrela fugitiva. Créditos: NASA, JPL-Caltech, Spitzer Space Telescope

Como um navio singrando através mares cósmicos, a estrela em fuga Zeta Ophiuchi (Zeta Oph) produz uma onda de proa interestelar, formando um arco de choque visto através deste retrato infravermelho deslumbrante, capturado pelo observatório espacial de infravermelho Spitzer.

Nesta visão de cores falsas, a azulada estrela Zeta Ophiuchi, cerca de 20 vezes mais massiva que o Sol, encontra-se perto do centro do quadro, movendo-se na direção da esquerda nesta imagem, com a velocidade de 24 quilômetros por segundo.

Seu forte vento estelar a precede, comprimindo e aquecendo o material interestelar poeirento e moldando a encurvada frente de choque frontal.

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abr 07

O complexo de radiotelescópios ALMA observa “fogos de artifícios estelares”

https://cdn.eso.org/images/large/eso1711a.jpg

As explosões estelares são normalmente associadas a supernovas, as espetaculares mortes das estrelas. No entanto, novas observações do ALMA do complexo da Nebulosa de Órion forneceram informações sobre explosões na outra ponta do ciclo de vida estelar, o nascimento das estrelas. Astrônomos capturaram estas imagens dos restos de uma explosão que ocorreu há 500 anos, quando exploravam a matéria restante, parecida com fogos de artifício, do nascimento de um grupo de estrelas massivas, demonstrando assim que a formação estelar pode ser também um processo violento e explosivo. A imagem de fundo inclui imagens óticas e no infravermelho próximo obtidas pelo telescópio Gemini South e pelo Very Large Telescope do ESO. O famoso aglomerado do Trapézio, composto por estrelas quentes e jovens, aparece na parte de baixo da imagem. Os dados do ALMA não cobrem toda a imagem que aqui mostramos. Créditos: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO), J. Bally/H. Drass et al.

As explosões estelares são normalmente associadas a supernovas, as espetaculares mortes das estrelas. No entanto, novas observações do ALMA forneceram informações sobre explosões na outra ponta do ciclo de vida estelar, o nascimento das estrelas. Astrônomos capturaram estas imagens quando exploravam os restos, parecidos com ‘fogos de artifício’, do nascimento de um grupo de estrelas massivas, demonstrando assim que a formação estelar pode ser também um processo violento e explosivo.

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abr 04

EHT: os astrônomos vão tentar examinar a região em volta do buraco negro central supermassivo da Via Láctea através da interligação de uma rede global de radiotelescópios

https://3c1703fe8d.site.internapcdn.net/newman/gfx/news/2017/1-astronomerst.jpg

Imagem da região que envolve o buraco negro supermassivo da Via Láctea (Sgr A*), em raios-X, capturada pelo Observatório Espacial Chandra. Créditos: NASA/Chandra

Desde que foram pela primeira vez mencionados por John Michell em uma carta à Sociedade Real de Londres em 1783, os buracos negros têm capturado a imaginação dos cientistas, escritores, cineastas e outros artistas. Talvez parte do fascínio por estes objetos enigmáticos seja devido ao fato de nunca terem sido efetivamente “vistos”. No entanto, tal lacuna pode estar agora prestes a ser sanada, pois uma equipe internacional de astrônomos está conectando vários telescópios em todo o globo terrestre na esperança de obter a primeira imagem de um buraco negro.

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abr 02

Astrônomos revelam restos de mini planetas partilhando a mesma órbita de Marte nos pontos estáveis de Lagrange L4 e L5

http://star.arm.ac.uk/press/2017/fig1_white_background.png

À esquerda vemos os percursos traçados pelos asteroides troianos partilhando a órbita de Marte com o Sol, ao redor dos Pontos de Lagrange L4 e L5 (cruzes). Marte é o disco vermelho e o Sol o disco amarelo. O círculo pontilhado indica a distância média entre Marte e o Sol. À direita vemos uma ampliação da inserção (retângulo) que mostra os percursos dos 8 troianos em volta do ponto L5: 1998 VF31 (marcado “VF31” em azul), Eureka (em vermelho), e os 6 demais objetos identificados como membros da família Eureka. Os discos indicam os tamanhos relativos dos asteroides. Eureka, o maior membro, tem cerca de 2 km de diâmetro. Crédito da figura: Apostolos Christou

O planeta Marte partilha sua órbita com um grupo de mini asteroides, chamados de troianos. Agora, um time internacional de astrônomos, usando o VLT (Very Large Telescope) no Chile, descobriu que a maioria desses objetos partilha uma composição comum: são provavelmente restos de um mini planeta, o qual foi provavelmente destruído em uma colisão há muito tempo.

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abr 01

As missões MAVEN e CURIOSITY confirmam que a maior parte da atmosfera de Marte foi perdida para o espaço

https://www.nasa.gov/sites/default/files/thumbnails/image/mars_landscape_dry_wet.png

Esta concepção artística ilustra o ambiente no passado de Marte, à direita, que se estima ter hospedado água líquida e uma atmosfera mais espessa “versus” o ambiente frio e seco do Marte atual, à esquerda. A sonda robótica MAVEN da NASA orbita o Planeta Vermelho com o intuito de estudar a sua atmosfera superior, sua ionosfera e as interações com a radiação do Sol e o vento solar. Créditos: NASA / Goddard Space Flight Center

O vento solar e a radiação emitida pelo Sol são os responsáveis pela perda da atmosfera marciana para o espaço, transformando Marte de um planeta que poderia ter suportado vida há bilhões de anos em um mundo frio e desértico, conforme os novos resultados anunciados por pesquisadores usando dados da espaçonave robótica MAVEN e também da missão Curiosity.

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mar 31

A procura do Planeta 9: quatro objetos suspeitos sob investigação…

http://i.imgur.com/gcx4I0c.jpg

Essa foto mostra o time de pesquisa pelo Planeta Nove da ANU, juntamente com os anfitriões do programa Stargazing Live da BBC, o professor Brian Cox e o comediante Dara O’Briain. Crédito: ANU

Astrônomos da ANU (Australian National University) estão investigando quatro objetos desconhecidos que podem ser candidatos a um novo planeta no nosso Sistema Solar. O time anunciou o lançamento da sua busca planetária durante a transmissão do programa Stargazing Live da BBC, gravado a partir do Observatório Siding Spring da ANU.

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mar 30

O VLT do ESO encontra novo tipo de formação estelar: estrelas nascidas em ventos de buracos negros supermassivos

https://cdn.eso.org/images/large/eso1710a.jpg

Concepção artística de uma galáxia formando estrelas no interior de poderosos fluxos de matéria que são lançados a partir do buraco negro supermassivo situado no núcleo da galáxia. Com o auxílio do Very Large Telescope do ESO, uma equipe de astrônomos fez as primeiras observações confirmadas de estrelas em formação neste tipo de ambiente extremo. A descoberta tem muitas consequências para a compreensão da evolução e propriedades das galáxias. Créditos: ESO/M. Kornmesser

Com o auxílio do Very Large Telescope do ESO foram descobertas estrelas formando-se nos poderosos fluxos de matéria lançados por buracos negros supermassivos, situados nos núcleos de galáxias. Tratam-se das primeiras observações confirmadas de estrelas em formação neste tipo de ambiente extremo. A descoberta tem muitas consequências para a compreensão da evolução e propriedades das galáxias.

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mar 29

Cientistas de Yale encontram um exoplaneta ‘perdido nos dados’, tipo Netuno

http://news.yale.edu/sites/default/files/Kepler-150f_YNews.jpg?1490796280

Impressão artística de Kepler-150 f. Crédito: Michael S. Helfenbein

Astrônomos da Universidade de Yale descobriram um planeta “perdido” nos dados do Kepler que tem quase o tamanho de Netuno e que está situado em um sistema solar que reside a 3.000 anos-luz da Terra.

O novo planeta, Kepler-150 f, foi desconsiderado por vários anos pelos astrônomos, embora seus dados tenham sido efetivamente coletados… Os algoritmos de computador são os mecanismos que identificam a maioria destes denominados “exoplanetas”, planetas localizados além do Sistema Solar. Os algoritmos pesquisam dados de levantamentos de missões espaciais, à procura de trânsitos reveladores de exoplanetas orbitando à frente de estrelas distantes.

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mar 28

SDSS J0104+1535: astrônomos descobrem a anã marrom (anã castanha) mais pura e mais massiva até a data

http://www.ras.org.uk/images/stories/press/Brown_Dwarf/halo_brown_dwarf.jpeg

Impressão artística da recém-descoberta anã marrom (anã castanha, em Portugal). Crédito: John Pinfield

Um time internacional de astrônomos identificou uma anã marrom (anã castanha), um objeto estelar sem massa suficiente para desencadear a fusão nuclear em seu núcleo, com a composição mais “pura” e a massa mais alta já conhecida. O objeto, conhecido como SDSS J0104+1535, é um membro do halo galáctico, a região situada nas bordas externas da nossa Via Láctea, composto basicamente por estrelas antigas. Os cientistas relataram a descoberta em MNRAS (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society).

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