maio 24

Galáxias recentemente descobertas com rápido crescimento podem elucidar enigma cosmológico – astrônomos mostram imagens da mais antiga fusão cósmica

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Impressão artística de um quasar e de uma galáxia companheira em fusão. As galáxias observadas por Decarli e colaboradores estão tão distantes que, por ora, não são possíveis aos astrônomos obter imagens detalhadas. Esta combinação de imagens de homólogas próximas dá uma impressão do seu aspecto em mais detalhe. Crédito: MPIA usando material do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA

Astrônomos descobriram um novo tipo de galáxia no Universo Primordial, menos de um bilhão de anos após o Big Bang. Estas galáxias estão formando estrelas a um ritmo cem vezes superior ao da nossa própria Via Láctea. A descoberta poderá explicar uma descoberta anterior: uma população de galáxias surpreendentemente massivas 1,5 bilhões de anos após o Big Bang, que exigiria que tais percursos hiper produtivos formassem centenas de bilhões de estrelas. As observações também mostram o que parece ser a imagem mais antiga de uma fusão galáctica. Os resultados produzidos por um grupo de astrônomos liderados por Roberto Decarli do Instituto Max Planck para Astronomia foram publicados na Nature.

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maio 23

Uma visão na direção da grande galáxia espiral M101 por Laszlo Bagi

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A Galáxia Espiral M101 por Laszlo Bagi

A enorme e bela galáxia espiral M101 é uma das últimas entradas no famoso catálogo do astrônomo Charles Messier, mas, definitivamente, ela não tem pequena importância. M101 possui um diâmetro  de 170.000 anos-luz. Trata-se de uma galáxia de grande porte, com quase duas vezes o diâmetro da Via Láctea.

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maio 22

ESO: A moldagem do espelho secundário do ELT foi bem sucedida, esse é o maior espelho convexo já fabricado

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Abertura do molde que contém o bloco de ZERODUR®, ainda muito quente, para o espelho M2 do ELT durante o primeiro recozimento na fábrica de recozimento de espelhos de 4 metros da SCHOTT em Mainz, na Alemanha, em Maio de 2017. O espelho final terá 4,2 metros de diâmetro e pesará 3,5 toneladas. Será o maior espelho secundário já utilizado em um telescópio, sendo também o maior espelho convexo já fabricado. Créditos: SCHOTT/ESO

A moldagem do bloco para o espelho secundário do Extremely Large Telescope (ELT) do ESO acaba de ser executada pela SCHOTT, em Mainz, na Alemanha. O espelho final terá 4,2 metros de diâmetro e pesará 3,5 toneladas. Será o maior espelho secundário já utilizado num telescópio, sendo também o maior espelho convexo já fabricado.

Quando vir a sua primeira luz em 2024, o Extremely Large Telescope (ELT) do ESO de 39 metros será o maior telescópio do seu tipo já construído. Atingiu-se agora um novo marco na sua construção com a moldagem do bloco de material que constituirá o espelho secundário (M2) do telescópio, espelho este que é maior que muitos dos espelhos primários dos telescópios atuais.

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maio 21

2007 OR10: Hubble vislumbra lua orbitando o 3º maior planeta anão do Sistema Solar

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O Hubble detectou uma lua em torno do planeta anão 2007 OR10. Estas duas imagens, separadas por um período de quase um ano, revelam uma lua em órbita de 2007 OR10. Cada imagem, obtida pelo dispositivo WFC3 (Wide Field Camera 3) do Hubble, mostra o companheiro em uma posição orbital diferente em torno do do planeta anão hospedeiro. 2007 OR10 é o terceiro maior planeta anão conhecido, somente superado por Plutão e Éris. Não obstante, trata-se do maior mundo, ainda sem nome, conhecido Sistema Solar. O par está situado no Cinturão de Kuiper, um reino de detritos gelados deixados para trás como sobras da formação do Sistema Solar. Créditos: NASA, ESA, C. Kiss (Observatório Konkoly) e J. Stansberry (STScI)

O poder combinado de três observatórios espaciais, com a participação do Telescópio Espacial Hubble da NASA juntamente com os Observatórios Espaciais Kepler e Herschel, ajudou aos astrônomos a descobrir uma lua em órbita do terceiro maior planeta anão conhecido, catalogado como OR10 em 2007. O par de objetos reside nos confins do nosso Sistema Solar, no Cinturão de Kuiper, um reino de escombros congelados, sobras deixadas pela formação do Sistema Solar há 4,6 bilhões de anos.

Com esta descoberta, sabemos agora que a maioria dos planetas anões conhecidos no Cinturão de Kuiper com mais de 1.000 km de diâmetro possuem companheiros. Estes corpos fornecem informações sobre o modo como as luas se formaram no Sistema Solar primordial.

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maio 19

FADO: uma ferramenta inovadora para reconstruir a história das galáxias

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Imagem da Galáxia do Triângulo (M33), obtida pelo VST (VLT Survey Telescope), no Observatório do Paranal (ESO). Mesmo nesta galáxia espiral normal, a emissão do gás ionizado (a vermelho), proveniente de regiões HII e dos braços em espiral representa uma importante fração da luminosidade total na banda do visível. Crédito: ESO

FADO é uma nova ferramenta de análise, desenvolvida pelos astrofísicos do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) [1] Jean Michel Gomes e Polychronis Papaderos, que usa a luz emitida quer pelas estrelas, quer pelo gás ionizado de uma galáxia, para reconstruir a sua história de formação através do uso de algoritmos genéticos. Esta ferramenta foi apresentada em um artigo [2] recente, aceito para publicação na revista científica Astronomy & Astrophysics.

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maio 18

Simeis 147: a Intrincada Remanescente de Supernova por Daniel Lopez (IAC)

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Remanescente de Supernova Simeis 147 por Daniel López / IAC

Aparentemente é bem fácil se perder seguindo os filamentos intrincados dessa detalhada imagem da remanescente de supernova Simeis 147 (Sharpless 2-240), também conhecida popularmente como a Nebulosa do Espaguete.

Vista na direção da fronteira entre as constelações de Touro e Auriga (Cocheiro), essa nebulosa remanescente de supernova cobre cerca de 3 graus (6 Luas Cheias) nos céus. Isso corresponde a um diâmetro de 150 anos luz formado pelos escombros da estrela que explodiu, na distância estimada em 3.000 anos luz.

A imagem em destaque acima, capturada por Daniel Lopez (IAC), é uma composição que toma dados de capturas através de filtros de banda estreita, com enriquecimento da emissão avermelhada dos átomos de hidrogênio ionizado que desenham as suas nuvens gasosas de choque.

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maio 17

M13: O Grande Aglomerado Globular em Hércules por Adam Block

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M13 por Adam Block

Em 1716, o astrônomo inglês Edmond Halley declarou timidamente sobre M13:

“Isso é nada mais que uma pequena ‘mancha’, mas se mostra para nós a olho nu [sem ajuda de instrumentos óticos], quando o céu está sereno e a Lua ausente.”

Atualmente, M13 é reconhecidamente notado, sem nenhuma modéstia, como o Grande Aglomerado Globular em Hércules, um dos mais brilhantes dos aglomerados globulares estelares que habitam os céus do hemisfério norte. Observações telescópicas revelam espetacularmente as centenas de milhares de estrelas do aglomerado.

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maio 16

Astrônomos perseguem buraco negro supermassivo em fuga

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Impressão artística de um buraco negro em fuga. Créditos: raios-X – NASA/CXC/NRAO/D.-C. Kim; ótico – NASA/STScI; ilustração – NASA/CXC/M. Weiss

Em geral, os buracos negros supermassivos são objetos estacionários, residentes habituais nos núcleos da maioria das galáxias. Em contrapartida, através dos dados fornecidos pelo Observatório de raios-X Chandra da NASA e outros telescópios, os astrônomos recentemente caçaram o que deve ser um buraco negro supermassivo em fuga.

Contudo, esse possível buraco negro desertor, que possui cerca de 160 milhões de vezes a massa do nosso Sol, está localizado em uma galáxia elíptica a cerca de 3,9 bilhões de anos-luz da Terra. Os astrônomos estão interessados nestes buracos negros supermassivos em movimento porque podem revelar mais sobre as propriedades destes objetos enigmáticos.

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maio 15

ALMA: Alimentando a estrela bebê HH212 com um hambúrguer poeirento

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HH212 – Créditos: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO) / Lee et al.

Esta imagem curiosa pode parecer uma coleção de bolhas coloridas, mas na realidade trata-se de uma imagem de alta resolução de uma estrela recém nascida envolvida em poeira. Situada a apenas 1.300 anos-luz de distância, na constelação de Órion, a estrela HH212 é muito jovem. A vida média de uma estrela de pequena massa como esta é de cerca de 100 bilhões de anos, mas esta jovem estrela tem apenas 40.000 anos de idade — uma bebê em termos estelares.

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maio 14

IC 410: a formação estelar na Nebulosa do Girino capturada pelo WISE e processada por Francesco Antonucci

https://apod.nasa.gov/apod/image/1705/ic410_WISEantonucci_1824.jpg

IC 410: Formação Estelar na Nebulosa do Girino – Créditos da imagem: WISE, IRSA, NASA; Processamento da imagem© realizado por: Francesco Antonucci

O que está acontecendo na Nebulosa do Girino?

A resposta principal é: “formação estelar”.

A poeirenta nebulosa de emissão do Girino, catalogada formalmente como IC 410, reside a cerca de 12.000 anos luz na constelação do Cocheiro (Auriga), observável nos céus do hemisfério norte.

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