jul 17

Astrônomos revelam evidências de impactos que formataram a estrutura da Via Láctea

 

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Usando observações dos telescópios do programa de recenseamento SDSS (Sloan Digital Sky Survey), um time de astrônomos analisou a distribuição espacial de 3,6 milhões de estrelas e descobriu ondulações que suportam evidências de impactos antigos na Via Láctea. Crédito: Universidade do Kentucky

Um time pertencente ao Departamento de Física e Astronomia da Universidade do Kentucky observou evidências de impactos antigos os astrônomos julgam terem forjado e estruturado a nossa galáxia Via Láctea.

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jul 15

IC 342 – a galáxia escondida revelada

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IC 342 – créditos©: T. Rector (U. Alaska Anchorage), H. Schweiker, WIYN, NOAO, AURA, NSF

Semelhante em tamanho as grandes e brilhantes galáxias espirais em nossa vizinhança, IC 342 dista meramente 10 milhões de anos luz na direção da constelação boreal Camelopardalis.

Como um proeminente universo ilha, IC 342 seria, de outro modo, uma galáxia notável no céu noturno, mas ela permanece escondida da visão clara e é vislumbrada com grande dificuldade através de um véu de estrelas, gases e poeira cósmica ao longo do plano na nossa galáxia Via Láctea.

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jul 14

J132934.18+224327.3: astrônomos descobrem uma das galáxias mais brilhantes conhecidas

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A imagem mostra as múltiplas imagens da galáxia descoberta, assinaladas pelas setas brancas (embaixo e à direita vemos a escala da imagem em arcos de segundo). Crédito: Telescópio Espacial Hubble

Graças a uma imagem ampliada produzida por uma lente gravitacional e ao GTC (Gran Telescopio CANARIAS), um time de cientistas da Universidade Politécnica de Cartagena e do IAC (Instituto de Astrofísica das Canárias) descobriu uma das galáxias mais brilhantes, conhecidas, habitante de uma época em que o Universo tinha apenas 20% da sua idade atual.

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jul 13

A sonda JUNO captura imagens sensacionais da Grande Mancha Vermelha de Júpiter

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Esta imagem enriquecida da Grande Mancha Vermelha de Júpiter foi criada pelo ‘cientista-cidadão’ Jason Major usando dados da câmera JunoCam a bordo da espaçonave JUNO da NASA. Créditos: NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS/Jason Major

Imagens da Grande Mancha Vermelha (GMV) de Júpiter revelam um emaranhado de nuvens escuras que se entrelaçam através de uma enorme oval purpúreo. A câmera JunoCam a bordo da nave JUNO da NASA capturou imagens dessa característica mais icônica do maior planeta do Sistema Solar durante o seu voo rasante de dia 11 de julho de 2017. As imagens da GMV foram transmitidas a partir da memória da sonda robótica na terça-feira (11 de julho) e colocadas na quarta-feira no website da JunoCam.

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jul 12

EBLM J0555-57Ab é a menor estrela já medida até hoje

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Uma estrela do tamanho de Saturno, a menor em tamanho já medida, foi descoberta pelos astrônomos liderados pela Universidade de Cambridge. Créditos: A. Boetticher et al. 2017

A menor estrela já mensurada foi descoberta por um time de astrônomos orientado pela Universidade de Cambridge. Com um tamanho ligeiramente maior que o de Saturno, a atração gravitacional em sua superfície estelar é quase 300 vezes mais forte do que os humanos sofrem aqui na Terra.

A estrela é provavelmente tão pequena quanto as estrelas podem ser, pois tem apenas massa suficiente para permitir a fusão dos núcleos dos átimos de hidrogênio em hélio. Se fosse menor, a pressão no centro da estrela já não seria suficiente para permitir a ocorrência deste processo. A fusão do hidrogênio é também o que impulsiona o Sol e os cientistas estão tentando replicar este processo como uma poderosa fonte de energia aqui na Terra.
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jul 08

SGAS J111020.0+645950.8: Hubble é usado além dos seus limites para vislumbrar aglomerados estelares em galáxia distante

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Nesta fotografia de um distante aglomerado de galáxias, obtida pelo Hubble, um arco azulado se destaca contra um fundo de galáxias avermelhadas. O arco é na realidade um conjunto de três imagens separadas da mesma galáxia de fundo. A galáxia de fundo foi ampliada graças ao efeito de lente gravitacional, ou seja, sua luz foi distorcida pelo aglomerado de galáxias interveniente. À direita vê-se como a galáxia pareceria ao Hubble sem distorções. Créditos: NASA, ESA e T. Johnson (Universidade do Michigan)

Quando pensamos no Universo longínquo, até a visão aguçada do Telescópio Espacial Hubble da NASA tem suas limitações. Os detalhes menores exigem um raciocínio inteligente e uma pequena ajuda proveniente de um alinhamento cósmico: a lente gravitacional.

Quando aplicaram uma nova análise computacional em uma galáxia ampliada por uma lente gravitacional, os astrônomos obtiveram imagens 10 vezes mais nítidas do que o Hubble conseguiria obter por seus próprios meios. Os resultados mostram uma galáxia espiral vista de lado salpicada com manchas brilhantes de estrelas recém-formadas.

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jul 07

O instrumento SPHERE do ESO descobre um exoplaneta único

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O exoplaneta HIP 65426b — o primeiro a ser observado pelo instrumento SPHERE montado no Very Large Telescope do ESO. A imagem da estrela progenitora foi retirada da imagem para se ver melhor o planeta; o círculo indica a órbita de Netuno em torno do Sol marcada na mesma escala. O planeta pode ser visto claramente na imagem, embaixo e à esquerda. Crédito: ESO

A procura de exoplanetas — outros mundos em órbita de outras estrelas — é uma das mais desafiantes e excitantes áreas da astronomia atual. O exoplaneta HIP 65426b foi descoberto recentemente com o auxílio do instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch instrument) montado no Very Large Telescope do ESO (VLT). Situado a cerca de 385 anos-luz de distância, HIP 65426b é o primeiro exoplaneta descoberto pelo SPHERE [1], e adicionalmente mostrou ser particularmente interessante.

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jul 06

As luas de Saturno Atlas, Daphnis e Pan reveladas em detalhes pela Cassini

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De cima para baixo: Atlas, Daphnis e Pan, capturadas pela Cassini em 2017

AtlasDaphnisPan são pequenas luas que orbitam na região dos anéis de Saturno, mostradas aqui na mesma essa nessa montagem de imagens capturadas recentemente pela ainda ativa sonda robótica Cassini. De fato, a lua Daphnis foi descoberta a partir de imagens da Cassini em 2005. Em contrapartida, as miniluas Atlas e Pan foram vistas pela primeira vez em imagens das espaçonaves Voyager 1 e Voyager 2, respectivamente, em 1980 e 1981.
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jul 05

Descobertas evidências de duas populações distintas de exoplanetas gigantes

 

http://www.eso.org/public/archives/images/large/eso1310a.jpg

Impressão artística que mostra a formação de um exoplaneta gigante gasoso no disco de poeira que rodeia uma estrela jovem. Crédito: ESO/L. Calçada

 

Em estudo [1] destacado em Astronomy & Astrophysics, um time [2] de investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) [3], descobriu provas observacionais da existência de duas populações distintas de exoplanetas gigantes.

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jun 30

ALMA revela segredos do turbulento nascimento de estrelas gêmeas “bebês”  

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Impressão artística do sistema “bebê” IRAS 04191+1523. Créditos: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)

Usando o complexo de radiotelescópios do ESO, o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), pesquisadores obtiveram uma pista crítica para um problema subjacente: como é que se formam os sistemas binários de grande separação? O time descobriu estrelas gêmeas recém-nascidas, de massa muito baixa, com eixos de rotação desalinhados. Este desalinhamento indica que se formaram em um par de nuvens de gás fragmentadas produzidas por turbulência, não através de evolução de gêmeas bem próximas uma da outra. Esta descoberta apoia fortemente a teoria de fragmentação turbulenta da formação de estrelas binárias até para regime subestelar.

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