Archive for category Via Láctea
Novo mapa celeste gerado pelo Planck ajuda a entender como o Universo se formou
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cosmologia, Via Láctea on 6 de julho de 2010
O observatório espacial Planck da ESA concluiu a primeira (de uma série de quatro) varredura de todo o céu e nos revela detalhes em primeira mão das duas maiores fontes celestes de microondas: o fundo cósmico e a Via Láctea.
Imagens de pinturas rupestres mostram lado a lado o pré-histórico Painel do Fantasma e a Via Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Via Láctea on 19 de maio de 2010

Pinturas rupestres do Painel do Fantasma Sagrado, em Canyonlands, Utah, EUA forma esta composição com a silhueta da Via Láctea. Crédito©: Bret Webster
Muito antes da construção de Stonehenge, milhares de anos antes que os Pergaminhos do Mar Morto fossem escritos, artistas ancestrais pintaram figuras humanas nas paredes doa cânions em Utah, USA… Mas, por que isto? Ninguém sabe ao certo.
Este painel inteiro de pinturas rupestres, que datam de 7.000 anos atrás, é chamado de Grande Galeria e foi encontrado nas estruturas rochosas do Horseshoe Canyon, no Parque Nacional de Canyonlands.
ESA: Planck revela a complexidade dos processos de formação das estrelas
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Via Láctea on 27 de abril de 2010

Esta imagem cobre uma região do céu de 13x13 graus, na área da constelação de Órion. Trata-se de uma combinação em três tonalidades construída a partir de 3 dos 9 canais de frequência do Planck: 30, 353 e 857 GHz. Crédito: ESA/missão Planck
Imagens inéditas e inovadoras liberadas pela equipe do observatório espacial Planck (ESA) nos revelam as forças que comandam o nascimento das estrelas e fornecem aos astrônomos uma nova forma de perceber como atua a física que consolida o pó cósmico e o gás interestelar em nossa galáxia.
10 milhões de estrelas no aglomerado globular alienígena Omega Centauri
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Via Láctea on 3 de abril de 2010
Na imagem acima vemos o aglomerado globular Omega Centauri (NGC 5139 ou ω Cen) que reside a 15.000 anos luz de distância da Terra e tem 150 anos-luz de diâmetro.
Agrupando mais de 10 milhões de estrelas, muito mais antigas que o Sol, Omega Cen é o maior dos 200 aglomerados globulares que se distribuem pelo halo da nossa galáxia, a Via Láctea.
Embora a maioria dos aglomerados seja composta da estrelas praticamente da mesma idade e composição, o enigmático aglomerado de Omega Centauri exibe a presença de populações estelares diferentes com uma gama de idades e de abundâncias químicas.
ESA: Planck revela estruturas e filamentos de poeira da Via Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Via Láctea on 19 de março de 2010
Filamentos gigantescos de fria poeira cósmica, alongados através de nossa galáxia, foram agora revelados em uma nova imagem do satélite cosmológico Planck da ESA. A análise destas estruturas poderá ajudar a desvendar as forças que dão forma a nossa Galáxia e ativam o criação de novas estrelas.
Astrônomos revelam que a Via Láctea está repleta de aglomerados estelares alienígenas
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Via Láctea on 23 de fevereiro de 2010

Imagem do típico aglomerado globular Messier 80 capturada pelo Hubble. Trata-se de um enxame estelar composto de centenas de milhares de estrelas que está localizado na direção da constelação de Escorpião. A Via Láctea tem cerca de 160 aglomerados globulares dos quais 25% têm origem alienígena. Crédito: NASA / The Hubble Heritage Team / STScI / AURA
Surpreendentemente, muitos dos aglomerados estelares encontrados em nossa galáxia podem realmente ser alienígenas. Estes aglomerados globulares extragalácticos consistem de coleções de estrelas que se formaram em outros lugares fora da galáxia e depois migraram dentro da nossa Via Láctea.
Galáxias furtivas vizinhas espreitam a Via Láctea e escapam da detecção
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Matéria Escura, Via Láctea on 29 de janeiro de 2010

A nossa galáxia, a Via Láctea, brilha gloriosamente no céu noturno. No entanto, galáxias obscuras vizinhas podem ser tênues demais para serem vistas. Aqui vemos um fantástico panorama de todo o céu criado por Axel Mellinger a partir de 3.000 imagens que ele gerou ao longo de 22 meses. Crédito ©Axel Mellinger.
Embora nossos poderosos telescópios sejam capazes de detectar galáxias distantes nos confins de Universo, cuja luz pode levar até 13 bilhões de anos para chegar até nós, eles às vezes se mostram ineficientes ao tentar ver o que acontece em nossa vizinhança. Novos cálculos estimam que centenas de galáxias anãs vizinhas bem próximas podem estar escapando da detecção devida a sua tênue luminosidade intrínseca.
Em 2008, em entrevista no Instituto de Astrofísica de Canárias, Steven R. Majewski falou da influência das galáxias satélites anãs na formação da Via-Láctea e salientou a provável existência de galáxias escuras, ou seja, galáxias constituídas essencialmente de matéria escura.
Estrelas desgarradas supervelozes podem contar a história da Via Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Via Láctea on 5 de dezembro de 2009

Estrelas supervelozes errantes podem nos contar a história da formação da Via Láctea?
A estrutura do Universo e a formação de estrelas a partir de discos concentrados de poeira cósmica tendem a se juntar dentro das galáxias. Mas no espaço intergaláctico pode haver bilhões de estrelas errantes a serem descobertas. Estas estrelas que fugiram, atiradas para fora de suas galáxias hospedeiras por interações gravitacionais, podem somar bilhões e provavelmente poderão prover detalhes da história da formação das galáxias, suas colisões e fusões.
ESO: o projeto GigaGalaxy Zoom libera uma fantástica visão do centro da Via Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas, Via Láctea on 21 de setembro de 2009
Este mosaico que apresenta uma extensão de 34º × 20º dos céus exibe um exemplo de imagens que são observadas normalmente pelos astrônomos amadores em todo o mundo. No entanto, sua beleza intrínseca deve-se tanto à qualidade do local de observação quanto à perícia do famoso fotógrafo Stéphane Guisard, engenheiro francês que trabalha no ESO [1]. Esta segunda imagem foi claramente beneficiada pela excepcional qualidade do céu de Cerro-Paranal, um dos melhores lugares da Terra para observação dos céus e local onde reside o Very Large Telescope do ESO. Adicionalmente, Guisard tirou partido de sua experiência profissional como engenheiro óptico especialista em telescópios, uma rara combinação no mundo dos fotógrafos. Guisard é o diretor da equipe de engenharia ótica do Paranal, responsável por assegurar ao Very Large Telescope a obtenção do melhor desempenho ótico possível.






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