Archive for category Via Láctea

ESO: depois de um longo jejum cósmico o buraco negro supermassivo no centro de nossa galáxia vai se alimentar

Esta ilustração mostra o resultado de uma simulação de como a nuvem de gás se comportará ao circundar o buraco negro supermassivo, sendo despedaçada nos próximos anos. O remanescente da nuvem aparece nas cores vermelho e amarelo e a órbita da nuvem na linha vermelha. As estrelas que orbitam o buraco negro são mostradas ao longo de suas órbitas nas linhas azuis. Esta visão mostra a situação esperada no ano 2021. Crédito: ESO/MPE/Marc Schartmann

Observando através do complexo de telescópios do Very Large Telescope, em Cerro Paranal, Chile, os astrônomos do ESO investigam uma nuvem de gás interestelar, com várias vezes a massa da Terra, em processo de aproximação do buraco negro supermassivo que habita o núcleo da nossa galáxia, a Via Láctea. Trata-se, de fato, da primeira vez que uma nuvem “condenada” foi efetivamente vista neste cenário.

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Olhos infravermelhos do VISTA revelam 96 novos aglomerados estelares escondidos pelo disco da Via Láctea

Este mosaico mostra 30 dos 96 aglomerados detectados pelo VISTA. Crédito: ESO/J. Borissova

O telescópio de rastreamento em infravermelho VISTA [1], pertencente ao ESO (Observatório Europeu Meridional) no Monte Paranal, deserto de Atacamama, no Chile, ajudou uma equipe internacional de astrônomos a descobrir 96 novos aglomerados estelares abertos escondidos pela poeira cósmica da Via Láctea. Dentro desta equipe trabalharam dois astrônomos brasileiros [2]. Estes conjuntos tênues de estrelas, invisíveis em buscas anteriores, não conseguiram escapar dos detectores infravermelhos extremamente sensíveis do mais poderoso telescópio de rastreamento do céu já construído. O VISTA tem conseguido desvendar o que está escondido pela poeira interestelar. Esta descoberta por si só é um recorde, nunca tantos aglomerados esmaecidos foram encontrados de uma só vez.

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ESO: Telescópio VISTA de infravermelho busca objetos variáveis e revela detalhes da Nebulosa da Lagoa

Nebulosa da Lagoa em infravermelho rastreada pelo VISTA dentro do programa VVV (Variáveis VISTA na Via Láctea) de procura por objetos variáveis. Créditos: ESO/VVV/Cambridge Astronomical Survey Unit

Esta nova imagem infravermelha da Nebulosa da Lagoa foi obtida num estudo da Via Láctea que durará 5 anos e que está a ser realizado com o telescópio VISTA do ESO instalado no Observatório do Paranal, no Chile. Esta é uma pequena parte de uma imagem muito maior da região que rodeia a nebulosa, a qual é por sua vez apenas uma parte de um vasto rastreamento realizado pelo VISTA.

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M107: aglomerado estelar a 21.000 anos-luz revela os segredos da Via-Láctea

O aglomerado estelar M107. Crédito: ESO/La Silla

Há cerca de 150 aglomerados globulares, verdadeiras coleções de estrelas anciãs, que orbitam em nossa Galáxia, a Via Láctea. O ESO capturou esta imagem muito nítida de Messier 107, através do dispositivo WFI (Wide Field Imager), instalado no telescópio de 2,2 metros pertencente ao Observatório de La Silla, no Chile. A foto nos revela a estrutura deste aglomerado globular de forma extremamente detalhada. Estudar os aglomerados estelares nos revela segredos da história de nossa Galáxia, a sua idade e como as estrelas evoluem.

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Fermi detecta duas bolhas gigantescas de raios gama na Via Láctea

De um lado ao outro do céu as novas bolhas de raios-gama se estendem por 50.000 anos luz, isto é, metade do diâmetro da Via Láctea, nas direções dos pólos galácticos, como demonstrado nesta figura. Indícios das bordas destas bolhas foram primeiramente observadas em raios-X pelo satélite ROSAT, uma missão alemã que operou na década de 1990. Os raios gama mapeados pelo FERMI (cor magenta) se estendem muito alem do plano galáctico. Crédito: NASA's Goddard Space Flight Center

O telescópio FERMI da NASA, um observatório espacial especializado na observação de raios gama, descobriu duas bolhas enormes, com tamanho estimado em cerca de 25.000 anos-luz cada, situadas acima e abaixo do bojo central da Via Láctea. Essa é uma estrutura até então desconhecida de nossa galáxia, que poderia consistir no remanescente de uma erupção do buraco negro central supermassivo galáctico.

“O que vemos aqui são duas bolhas que emitem raios gama e que se estendem por 25.000 anos luz, uma para o norte e outra para o sul, a partir do centro da nossa galáxia”, disse Doug Finkbeiner, astrônomo do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica em Cambridge (Massachusetts, EUA), que foi o primeiro a reconhecê-las. Contudo, “Nós ainda não entendemos completamente sua naturezas e origens.”

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Dupla de astrônomos sugere que as Nuvens de Magalhães são galáxias roubadas de Andrômeda pela Via Láctea

As galáxias vizinhas Grande Nuvem de Magalhães e Pequena Nuvem de Magalhães são objetos peculiares, em geral consideradas como “pontos fora da curva” dentro do bem comportado conjunto de galáxias satélites que gravitam em volta da Via Láctea.

Grande Nuvem de Magalhães por John P Gleason

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Uma noite estrelada no Alentejo por Miguel Claro

Em 22 de julho de 2010 (04h02min) Miguel Claro (http://miguelclaro.com) capturou este belíssimo panorama celeste, onde se destaca a Via Láctea, na madrugada de Vila Boim, Alentejo, Portugal.

A Via Láctea em Vila Boim com anotações. Crédito: Miguel Claro - julho de 2010

(*) A Via Láctea no céu de Vila Boim, Alentejo, Portugal, com anotações. Crédito©: Miguel Claro - julho de 2010

O mosaico acima é uma composição a partir de 4 imagens individuais.

Miguel Claro utilizou uma Canon 50D, com a seguinte configuração: ISO3200,10mm, F/4. O tempo de exposição durou 44 segundos.

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O centro galáctico e seus objetos cósmicos por Jaime Fernandez

O centro da galáxia anotado por Jaime Fernandez

O centro da galáxia anotado por Jaime Fernandez

O céu na direção do centro da nossa galáxia contém uma pletora de maravilhas celestiais, muitas destas possíveis de serem vistas em locais sem poluição luminosa usando bons binóculos.

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Ray Gralak flagrou Plutão transitando em frente à nebulosa escura Barnard 92

Plutão transitou em frente da nebulosa escura Barnard 92. Crédito©: Ray Galak

Plutão transitou em frente da nebulosa escura Barnard 92. Crédito©: Ray Galak

O tênue e distante planeta anão Plutão é muito difícil de ser visto com telescópios amadores, especialmente nos últimos meses porque está atravessando uma região repleta de estrelas perto do centro galáctico, na região da constelação de Sagitário.

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Novo mapa celeste gerado pelo Planck ajuda a entender como o Universo se formou

Resultado do primeiro ano do Planck

Resultado do primeiro ano do Planck

 

O observatório espacial Planck da ESA concluiu a primeira (de uma série de quatro) varredura de todo o céu e nos revela detalhes em primeira mão das duas maiores fontes celestes de microondas: o fundo cósmico e a Via Láctea.

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