Archive for category Vênus
Se fossemos obrigados a desocupar a Terra, para onde iríamos?
Posted by EYE in -►Astronomia e Espaço, Marte, Sistema Solar, Terra, Vênus on 23 de novembro de 2009
Se os seres humanos fossem obrigados a desocupar a Terra, onde seria o próximo lugar em nosso Sistema Solar para nós vivermos melhor? Um estudo da Universidade de Porto Rico em Arecibo proporcionou uma avaliação quantitativa da habitabilidade para identificar os habitats potenciais em nosso Sistema Solar. O Professor Abel Mendez, que produziu o estudo, também analisou a forma como a habitabilidade da Terra mudou no passado, e constatou que em alguns períodos a habitabilidade da Terra foi até mesmo melhor do que hoje.
Novas discussões sobre a formação do Sistema Solar parte 2: Marte e Mercúrio foram formados das sobras da Terra e Vênus?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Marte, Sistema Solar, Vênus on 20 de outubro de 2009

Ao olhar a comparação acima dos 4 planetas telúricos várias dúvidas surgem: Vênus tem um diâmetro de 95% do da Terra e 81,5% da massa terrestre. Até aqui tudo bem... Mas e os outros dois? Mercúrio e Marte são planetas nanicos! Mercúrio tem apenas 5,5% da massa da Terra. Marte tem somente 10,7% da massa terrestre. Quais seriam as razões destas discrepâncias se o disco de matéria do Sistema Solar primordial, segundo a teoria tradicional, se distribuiu uniformemente? Há algo errado neste modelo?
Introdução – o debate em 2009 da Divisão de Ciências Planetárias:
O Sistema Solar primordial foi uma verdadeira galeria de tiro. Nossa lua se formou quando um objeto, denominado Theia, do tamanho de Marte chocou-se com a Terra e ejetou para o espaço uma gigantesca nuvem escombros que por acresção criou o nosso único satélite natural. Agora, no recente encontro anual (2009) da Divisão de Ciências Planetárias em Fajardo, Porto Rico, Erik Asphaug, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz reportou que o objeto (Theia) chocou-se com a Terra em uma velocidade bem baixa. Se a velocidade fosse maior os escombros teriam sido expelidos para o espaço interplanetário, isto é, seriam ejetados em velocidade superior a velocidade de escape do nosso planeta e assim, não teríamos a nossa Lua. Com esta afirmação Asphaug reacendeu a discussão sobre “Por que Vênus não tem nenhuma lua?”. Como é que Vênus conseguiu desviar-se de todos os demais objetos do Sistema Solar primordial? A resposta é simples, segundo Asphaug: Vênus não escapou dos violentos choques… Talvez até Vênus pode ter tido um destino ‘pior que o nosso’, tendo talvez ejetado um outro planeta (?) E onde está este tal planeta agora? Será Mercúrio o resultado de uma colisão sofrida por Vênus? Afinal, Mercúrio se formou a partir de uma colisão entre Vênus e o outro objeto ou mesmo a partir de um segundo impacto sofrido pela Terra? Marte e Mercúrio foram formados dos restos da Terra e Vênus?.
Novas discussões sobre a formação do Sistema Solar parte 1: por que Vênus não tem nenhuma lua?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sistema Solar, Vênus on 16 de outubro de 2009

Imagem feita por radar de Vênus, gerada pela sonda Magalhães, revela a superfície do planeta em cor falsa a partir do seu pólo norte. Vênus gira no mesmo sentido dos ponteiros de relógio em volta de seu pólo norte, enquanto os demais planetas do Sistema Solar (exceto Urano que gira deitado, com eixo a 98º) rodam no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Crédito da imagem: NASA
Introdução – o debate em 2009 da Divisão de Ciências Planetárias:
O Sistema Solar primordial foi uma verdadeira galeria de tiro. Nossa lua se formou quando um objeto, denominado Theia, do tamanho de Marte chocou-se com a Terra e ejetou para o espaço uma gigantesca nuvem escombros que por acresção criou o nosso único satélite natural. Agora, no recente encontro anual (2009) da Divisão de Ciências Planetárias em Fajardo, Porto Rico, Erik Asphaug, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz reportou que o objeto (Theia) chocou-se com a Terra em uma velocidade bem baixa. Se a velocidade fosse maior os escombros teriam sido expelidos para o espaço interplanetário, isto é, seriam ejetados em velocidade superior a velocidade de escape do nosso planeta e assim, não teríamos a nossa Lua. Com esta afirmação Asphaug reacendeu a discussão sobre “Por que Vênus não tem nenhuma lua?”. Como é que Vênus conseguiu desviar-se de todos os demais objetos do Sistema Solar primordial? A resposta é simples, segundo Asphaug: Vênus não escapou dos violentos choques… Talvez até Vênus pode ter tido um destino ‘pior que o nosso’, tendo talvez ejetado um outro planeta (?) E onde está este tal planeta agora? Será Mercúrio o resultado de uma colisão sofrida por Vênus? Afinal, Mercúrio se formou a partir de uma colisão entre Vênus e o outro objeto ou mesmo a partir de um segundo impacto sofrido pela Terra? Marte e Mercúrio foram formados dos restos da Terra e Vênus?.
Novo mapa de Vênus sugere um passado vulcânico com presença de oceanos
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Vênus on 16 de julho de 2009

MAPA DE VÊNUS: O primeiro mapa térmico do hemisfério sul de Vênus no infravermelho, detalhado pelo instrumento VIRTIS (Visible and Infrared Thermal Imaging Spectrometer) da sonda Venus Express. Créditos: ESA/VIRTIS/INAF-IASF/Obs. de Paris-LESIA
Vênus é muitas vezes citado como o planeta irmão da Terra, uma vez que ambos têm tamanhos similares. Mas as semelhanças talvez não se limitem a isso. Um novo mapeamento de Vênus feito pela Venus Express em infravermelho nos sugere que nosso vizinho mais próximo foi uma vez mais parecido com a Terra, com atividades tectônicas de placas e um oceano profundo. Enquanto as imagens por radar tinham nos dado um vislumbre da superfície coberta por densas nuvens de Vênus, agora temos o primeiro mapa que assinala a composição química das rochas. Os novos dados são consistentes com as suspeitas que os platôs elevados (as superfícies mais altas) em Vênus são, na verdade, antigos continentes que em passado remoto foram circundados por oceanos e que sofreram atividade vulcânica intensa.
Conjunção: Vênus e a Lua juntos em 22 de abril de 2009
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Lua, Vênus on 25 de abril de 2009
Na quarta-feira, 22 de abril, a Lua e Vênus amanheceram juntas. Apesar das nuvens, David Cortner conseguiu capturar esse belo momento nos céus a partir de Rutherford College, Carolina do Norte, EUA. Leia o resto desse post »
Qual a razão do movimento retrógrado de Vênus?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sistema Solar, Vênus on 24 de abril de 2009
Comparando Vênus com todos os demais planetas do Sistema Solar, nota-se que esse planeta tem uma rotação única. Visto de cima, todos os planetas giram no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Tal comportamento é natural de ser esperado uma vez que se supõe que todos os planetas se formaram da mesma nebulosa planetária há mais de 4,5 bilhões de anos.
2009 – ano do eclipse do século e outros eventos interessantes no céu

Eclipse sobre sobre uma acácia em Chisamba, Zambia, 2001 - Crédito©: Fred Espenak
Relacionamos neste post alguns eventos relevantes a serem observados no céu a ocorrer em 2009: conjunções entre planetas, o eclipse do século, ocultações e outros interessantes fenômenos. Vamos ficar atentos e tentar acompanhar. Anotem em suas agendas!
Conjunção tríplice da Lua, Vênus e Netuno flagrada nos Alpes
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Júpiter, Lua, Vênus on 2 de janeiro de 2009
Conjunção tríplice da Lua, Vênus e Netuno flagrada nos Alpes {1}
Crédito da foto©: Tamas Ladanyi (TWAN)
Você viu? A última conjunção entre a Lua e os planetas brilhantes em 2008 mostrou uma jovem Lua crescente e um brilhante Vênus após o pôr-do-sol de 31 de dezembro de 2008.
Vênus observado sob a ótica do ultravioleta e do infravermelho
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Vênus on 22 de dezembro de 2008

Imagem obtida pela Venus Monitoring Camera na faixa do ultravioleta (0,365 micrômetros), a partir da distância de cerca de 30.000 km. Vemos aqui numerosas características contrastantes, causadas por uma química desconhecida nas nuvens venusianas que absorvem a luz ultravioleta e criam as áreas brilhantes e as zonas obscuras. A partir dos dados fornecidos pela Venus Express, os cientistas têm aprendido que as áreas equatoriais de Vênus que aparecem escurecidas para a luz ultravioleta são região com temperatura relativamente mais baixa, onde convecções intensas trazem matéria escura da parte inferior. Em contrate, as regiões mais claras nas latitudes médias são áreas onde a temperatura atmosférica decresce com a profundidade. A temperatura atinge um mínimo no topo das nuvens suprimindo a mistura vertical. Tal fenômeno chamado anel de ar-frio aparece como uma tira brilhante nestas imagens de ultravioleta. Créditos: ESA/MPS/DLR/IDA
Aos olhos humanos, Vênus não passa de um discreto ponto amarelo. Mas olhando-o nas freqüências de luz ultravioletas e infravermelhas, o planeta gêmeo da Terra ganha vida. Novas imagens obtidas a partir de instrumentos a bordo da nave da ESA, Venus Express, revelam a atmosfera turbulenta do planeta.
Com a Venus Express, é possível comparar o aspecto do planeta em diferentes comprimentos de onda, uma potente ferramenta para os cientistas estudarem as condições físicas e a dinâmica atmosférica do planeta.

Usando a Venus Express é possível comparar como Vênus se mostra em diferentes comprimentos de onda, dando aos cientistas uma ferramenta poderosa para estudar sua turbulenta atmosfera. Na parte inferior, à esquerda, vemos um mapa diferencial de temperaturas (não são valores absolutos) das nuvens venusianas no topo da atmosfera, derivadas do espectrômetro VIRTIS (Visible and Infrared Thermal Imaging Spectrometer), no lado noturno do planeta. Quanto mais escura a região, mais frias são as nuvens superiores. Na parte superior, à direita, vemos uma imagem em ultravioleta do lado diurno de Vênus, capturada pela câmera VMC (Venus Monitoring Camera), simultaneamente com a visão infravermelha do lado noturno. O ultravioleta revela a estrutura das nuvens e as condições dinâmicas na atmosfera, enquanto que o infravermelho fornece a informação sobre a temperatura e altura das nuvens superiores. Créditos: VMC ultravioleta: ESA/MPS/DLR/IDA VIRTIS infravermelho: ESA/VIRTIS/INAF-IASF/Obs. de Paris-LESIA
Visto na faixa do espectro ultravioleta, Vênus apresenta numerosos contrastes. A causa disso é a distribuição heterogênea dos componentes químicos presentes na atmosfera e que absorvem a luz ultravioleta, criando zonas claras e escuras.
Conjunção rara: Vênus, Júpiter e a Lua sorriem para a Terra
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Júpiter, Lua, Vênus on 2 de dezembro de 2008

Vênus, Júpiter e a Lua nos céus da Ásia {1}
Os céus mostraram um raro evento: Vênus, Júpiter, e a Lua juntos. Os planetas alinharam-se (um evento conhecido como ‘conjunção‘) na noite de domingo e juntaram-se a Lua na noite seguinte.
Esse encontro incomum foi visível por todo o mundo, até mesmo em cidades com forte poluição luminosa como Hong Kong e Nova York.
Na Ásia conjunção apresentou-se como uma face sorridente (foto {1} capturada em Manilha, Filipinas).








![Centauri Dreams [Tau Zero Foundation] Centauri Dreams [Tau Zero Foundation]](http://eternosaprendizes.com/wp-content/uploads/2009/12/Centauri-Dreams.jpg)













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