Archive for category Terra

Planeta em chamas? O oxigênio que alimentou o fogo ao longo das eras…

Fogo!

Fogo!

Os incêndios que têm assolado vários estados no Brasil recentemente não se comparam aos que infestaram a Terra durante a Era Paleozóica. Naquela época, os níveis de oxigênio na atmosfera terrestre ultrapassavam os 30% (contra os 21% atuais), os insetos eram gigantescos e até as plantas úmidas e verdes alimentavam fogos dezenas de vezes mais freqüentes e vigorosos em comparação aos que atualmente testemunhamos.

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A Terra vista do espaço: satélite Aqua mostra o Brasil em chamas

Brasil em chamas! Clique na imagem para ver em alta resolução. Cortesia da imagem: NASA MODIS Rapid Response Team da NASA GSFC e Riebeek Holli.

Brasil em chamas! Clique na imagem para ver detalhes em alta resolução. Cortesia da imagem: NASA MODIS Rapid Response Team da NASA GSFC e Riebeek Holli.

Nesta imagem assustadora, os incêndios proliferam ao longo da margem sudoeste da Floresta Amazônica. A imagem foi capturada pela câmera Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) do satélite Aqua da NASA em 17 de agosto de 2010.

As manchas vermelhas ressaltam os lugares onde o sensor MODIS detectou aumentos térmicos, provavelmente causados por focos de incêndio. Nuvens espessas de fumaça criaram um véu cinza que encobre a floresta verde escura.

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O deslocamento continental e suas implicações na evolução da Terra

Imagem: O registro paleomagnético da Bacia de Amadeus na Austrália (marcado pela estrela) indica uma grande mudança da posição do supercontinente Gondwana em relação ao pólo sul. Crédito: Mitchell Ross / Universidade de Yale.

Imagem: O registro paleomagnético da Bacia de Amadeus na Austrália (marcado pela estrela) indica uma grande mudança da posição do supercontinente Gondwana em relação ao pólo sul. Crédito: Mitchell Ross / Universidade de Yale.

A Terra primitiva representou um fascinante laboratório para o desenvolvimento da vida. Assim, o estudo do comportamento da Terra a longo das eras deve render indícios sobre como a vida poderia evoluir em outros mundos. Por esta razão, novos trabalhos científicos sobre os movimentos dos continentes no passado remoto sempre nos chama a atenção. Neste recente estudo foi descoberto que o supercontinente Gondwana parece ter sofrido uma rotação de 60 graus através da superfície da Terra durante um período altamente interessante do ponto de vista biológico, o início do Cambriano. O Cambriano  foi uma fecunda era quando os principais grupos de animais complexos apareceram em uma sucessão acelerada.

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Novos estudos sugerem que a formação da Terra e da Lua pode ter ocorrido depois do que pensávamos

Big Splash!

Big Splash! e a Lua surgiu... Quando?

Quando se deu o Big Splash?

Os astrônomos haviam teorizado que o planeta Terra e a Lua se originaram de uma gigantesca colisão entre dois outros planetas similares em tamanho a Vênus e Marte. Embora a teoria do grande impacto (em inglês: Big Splash) continue firme como a melhor explicação para o surgimento da Lua, a data precisa em que a colisão ocorreu foi agora contestada a partir de novos estudos. Na teoria original os astrônomos estimavam que este choque interplanetário se sucedeu há 4,537 bilhões de anos, quando o Sistema Solar tinha apenas 30 milhões de anos de idade. A nova pesquisa demonstra que a Terra e a Lua se formaram mais tarde, ou seja, cerca de 150 milhões de anos após o nascimento do Sistema Solar.

“Nós determinamos as idades da Terra e da Lua usando isótopos de Tungstênio, os quais têm a capacidade de revelar se os núcleos planetários de ferro e suas superfícies rochosas foram fundidos no processo de colisão”, explicou Tais W. Dahl, que realizou o estudo como parte de seu projeto de tese em geofísica no Niels Bohr Institute da Universidade de Copenhagen em colaboração com o professor David J. Stevenson da California Institute of Technology (Caltech).

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O paradoxo do Sol fraco foi esclarecido? Como a Terra primitiva tornou-se calorosa e hospitaleira?

Uma espessa camada de nuvens orgânicas, similar a que observamos hoje em Titã, pode ter envolvido a Terra há bilhões de anos, nos seus primórdios, protegendo a vida primitiva tanto da danosa radiação ultravioleta solar quanto do congelamento advindo do tênue brilho solar, com 70% da intensidade atual. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

Uma espessa camada de nuvens orgânicas, similar a que observamos hoje em Titã, pode ter envolvido a Terra há bilhões de anos, nos seus primórdios, protegendo a vida primitiva tanto da danosa radiação ultravioleta solar quanto do congelamento advindo do tênue brilho solar, que tinha apenas 70% da intensidade atual. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute

Cientistas revelam como nosso planeta pode ter se mantido quente desde os seus primórdios, quando o Sol era substancialmente menos brilhante do que é hoje. A nova explicação reside na presença primordial de uma mistura complexa de gases responsáveis pelo efeito estufa, similares aos que agora envolvem a massiva lua Titã, que orbita o planeta Saturno.

Além disso, estas novas descobertas também poderão esclarecer sobre como os blocos básicos de construção da vida poderiam ter se formado na Terra.

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A Terra vista do espaço: vídeo da NASA mostra imagens comparativas do derramamento de óleo do Golfo do México

Dois satélites da NASA estão capturando imagens do derramamento de óleo no Golfo do México, que começou em 20 de abril de 2010, com a explosão da plataforma de petróleo em águas profundas Horizon da BP.

Esta série de fotos, organizadas no vídeo, nos revela uma visão espacial da plataforma de petróleo em chamas e do derramamento de petróleo que se seguiu, incluindo as imagens atualizadas até 24 de maio de 2010.

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Cientistas encontram evidências de água congelada e material orgânico na superfície do asteróide 24 Themis

Visão artística do asteróide 24 Themis com seus dois fragmentos em órbita. Crédito: Gabriel Pérez, Servicio Multimedia, Instituto de Astrofisica de Canárias, Tenerife, Espanha

Visão artística do asteróide 24 Themis com seus dois fragmentos em órbita. Crédito: Gabriel Pérez, Servicio Multimedia, Instituto de Astrofisica de Canárias, Tenerife, Espanha

Aparentemente, os asteróides não são os pedaços de rocha espacial inerte, como os cientistas pensavam.

Agora, Josh Emery, do departamento de ciências terrestres e planetárias da Universidade do Tennessee, Knoxville, EUA, encontrou evidências da presença tanto de água gelada quanto de material orgânico no asteróide 24 Themis. Estas provas suportam a idéia de que os asteróides podem ter sido responsáveis por fornecer água e elementos orgânicos para a Terra primordial.

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O satélite Envisat da ESA revela imagens dramáticas do derrame de óleo no Golfo do México

O satélite Envisat da ESA está ajudando a monitorar o derrame no Golfo do México.

O satélite Envisat da ESA está ajudando a monitorar o derrame no Golfo do México. Imagem capturada pelo dispositivo MERIS do Envisat em 25 de abril de 2010, 16h28m UTC. Crédito: ESA/Envisat

Estas imagens do satélite Envisat, da ESA, mostram o petróleo que está sendo derramado no Golfo do México, depois da explosão e afundamento de uma plataforma de petróleo, próximo a costa do Louisiana e do Mississipi, EUA. O desastre aconteceu em 22 de abril de 2010.

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A Terra vista do Espaço: o satélite Aqua mostra uma massiva tempestade de poeira no Saara

O satélite Aqua capturou em abril de 2010 esta imagem de uma gigantesca tempestade de poeira assolando Burkina Faso, Mali e Nigéria, na África. Clique na imagem para acessar a versão em alta resolução. Créditos: Jeff Schmaltz, MODIS Rapid Response Team da NASA GSFC, Michon Scott e Scott Michon.

O satélite Aqua capturou em abril de 2010 esta imagem de uma gigantesca tempestade de poeira assolando Burkina Faso, Mali e Nigéria, na África. Clique na imagem para acessar a versão em alta resolução. Créditos: Jeff Schmaltz, MODIS Rapid Response Team da NASA GSFC, Michon Scott e Scott Michon.

Uma nuvem gigante de poeira varreu a África ocidental no final de abril de 2010, criando uma tempestade que se espalhou por centenas de quilômetros. O dispositivo Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) do satélite Aqua da NASA observou esta tempestade de poeira em 22 de abril de 2010.

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A Terra vista do Espaço: a pluma de cinzas do vulcão Gaua em Vanuatu

Vulcão em Gaua, Vanuatu. Crédito: NASA Earth Observatory por Robert Simmon, através da câmera ALI no EO-1 da NASA

O vulcão de Gaua, Monte Garet, em erupção libera pluma de cinzas, Vanuatu. Crédito: NASA Earth Observatory por Robert Simmon, através da câmera ALI no EO-1 da NASA

Uma pluma de cinzas vulcânicas se eleva a partir do Monte Garet, o pico do vulcão da ilha de Gaua, na república de Vanuatu, mostrado aqui em cores naturais.

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