Archive for category Telescópios
ESO: HD 95086 b – o mais tênue exoplaneta capturado por imagem direta?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exoplanetas, Telescópios on 17/06/2013

Esta imagem do Very Large Telescope do ESO (VLT) mostra o recém-descoberto exoplaneta HD95086 b, ao lado de sua estrela-mãe. As observações foram feitas usando o NACO, o instrumento de óptica adaptativa para o VLT em infravermelho, usando uma técnica chamada de imagem diferencial, o que melhora o contraste entre o planeta e sua estrela deslumbrante. A própria estrela foi removida desta imagem durante o processamento para melhorar a visualização da fraca luz do exoplaneta. O exoplaneta aparece no canto inferior esquerdo. O círculo azul é do tamanho da órbita de Netuno do nosso Sistema Solar.
A estrela HD 95086 tem propriedades semelhantes as estrelas Beta Pictoris e HR 8799 em torno das quais exoplanetas gigantes já foram fotografados (imagem direta) em separações entre 8 e 68 unidades astronômicas. Todas estas estrelas citadas são jovens, mais massivas que o Sol e são rodeadas por disco de detritos. Crédito: ESO/J. Rameau
Astrônomos usaram o Very Large Telescope do ESO para obter a imagem direta de um objeto tênue que se desloca próximo de uma estrela. Com uma massa estimada em quatro a cinco vezes a massa de Júpiter, este pode bem ser o exoplaneta com menos massa a ser observado fora do Sistema Solar de forma direta. A descoberta é uma contribuição importante ao estudo da formação e evolução de sistemas planetários.
17 de junho de 1997 – Nas entranhas do maior complexo de equipamentos óticos já construído
Posted by Milton W in -►Astronomia e Espaço, Não Há Dia Sem História, Telescópios on 17/06/2013
17 de junho de 1997
Não Há Dia Sem História
Nas entranhas do maior complexo de equipamentos óticos já construído
No dia 17 de junho de 1997, há 16 anos, o European Southern Observatory (ESO) publicava esta imagem de suas oficinas em Gerschin, Alemanha. Na foto, dois grandes instrumentos astronômicos para detecções em infravermelho são inspecionados antes de serem enviados para os observatórios no Chile.
13 de junho de 1996 – Inauguração do Observatório Prof. Mário Schenberg do Grupo de Amadores de Astronomia da UNESP de Ilha Solteira
Posted by Milton W in -►Astronomia e Espaço, Não Há Dia Sem História, Telescópios on 13/06/2013
13 de junho de 1996
Não Há Dia Sem História
Inauguração do Observatório Prof. Mário Schenberg, do Grupo de Amadores de Astronomia da UNESP de Ilha Solteira

Observatório UNESP Ilha Solteira
Em 13 de junho de 1996, há 17 anos, foi inaugurado, oficialmente, o Observatório astronômico na Ilha Solteira.
O Grupo de Amadores de Astronomia de Ilha Solteira – GAAIS
O Grupo de Amadores de Astronomia “Prof . Mário Schenberg” do Departamento de Física e Química da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira – UNESP, iniciou suas atividades em 1990 com um grupo de estudantes, funcionários, docentes e pessoas da comunidade observando o céu noturno de Ilha Solteira, esporadicamente, usando um telescópio refletor do tipo Cassegrain de marca Carl Zeiss/ Jena. A partir daí, muitos esforços foram feitos no sentido de poder oferecer a todos os interessados pelo assunto melhores condições de observação do cosmos e esclarecer suas dúvidas.
Desde 1995 quando foi construída sua parte física (antes só havia equipamentos e materiais de pesquisa), o observatório passou a funcionar regularmente sob a orientação do Prof. Cláudio Luiz Carvalho, do Departamento de Física e Química.
11 de junho de 1997 – 3,6m do ESO em La Silla fotografa Beta Pictoris usando técnicas inéditas
Posted by Milton W in -►Astronomia e Espaço, Não Há Dia Sem História, Telescópios on 11/06/2013
11 de junho de 1997
Não Há Dia Sem História
3,6m do ESO em La Silla fotografa Beta Pictoris usando técnicas inéditas
No dia 11 de junho de 1997, há dezesseis anos, o European Southern Observatory (ESO) publicava esta belíssima imagem de Beta Pictoris obtida por Jean-Luc Beuzit e Anne-Marie Lagrange (Observatório de Grenoble, França) e Mouillet David (Observatoire de Paris-Meudon, França), utilizando o telescópio de 3,6 metros do Observatório de La Silla, no Chile.
O estudo da fotografia contou ainda com a participação de Larwood J. e J. Papalouizou e foi publicado na revista mensal da Royal Astronomical Society (Julho, 1997).

Beta Pictoris capturada pelo ESO. Esta imagem na banda J (1,25 micrômetros) cobre uma área de 13,1 x 13,1 segundos de arco² em uma resolução angular de aproximadamente 0,12 segundos de arco. O Norte está acima e o Leste está à esquerda. A imagem foi capturada em 6 de janeiro de 1996 com o dispositivo ADONIS e cronógrafo do Observatoire de Grenoble integrados ao telescópio de 3,6 metros do ESO em La Silla, Chile. Créditos: ESO/La Silla/ Jean-Luc Beuzit e Anne-Marie Lagrange (Observatório de Grenoble, França) e Mouillet David (Observatoire de Paris-Meudon, França).
Nebulosa da Águia: a conjugação de imagens de vários observatórios fornece uma nova visão de um ícone cósmico
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas, Telescópios on 22/01/2012
A Nebulosa da Águia (M16) foi retratada agora de forma inédita em um esforço conjunto de vários observatórios espaciais e terrestres

A impressionante imagem inédita captada pelo XMM-Newton e pelo Herschel. Créditos: infravermelho extremo: ESA/Herschel/PACS/SPIRE/Hill, Motte, HOBYS Key Programme Consortium; raios-X: ESA/XMM-Newton/EPIC/XMM-Newton-SOC/Boulanger
Em 1995, a imagem da Nebulosa da Águia, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, tornou-se uma das mais icónicas imagens do século vinte, tendo sido “batizada” de: «Os Pilares da Criação». Agora, dois observatórios da ESA (Agência Espacial Européia) trouxeram novas informações sobre este enigmático berçário de estelar.
A Nebulosa da Águia reside a 6.500 anos-luz de distância, na direção da constelação da Serpente. A nebulosa contém o jovem aglomerado estelar NGC 6611, também visível através de modestos telescópios de menor porte. Este aglomerado ilumina a poeira e o gás em volta, resultando em uma enorme cavidade, alicerçada em pilares, cada um com vários anos luz de comprimento.
ESO: VLT captura por interferometria foto nítida da estrela vampira canibalizando sua companheira
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Telescópios on 08/12/2011

Sistema binário SS Leporis flagrado por interferometria mostra a interação entre as duas estrelas que trocam massa entre si. Crédito: ESO/PIONIER/IPAG
Astrônomos do ESO registraram as melhores imagens já obtidas de uma estrela que perdeu a maior parte da sua massa para uma companheira vampira. Ao combinar as imagens capturadas pelos quatro telescópios VLT do Observatório em Monte Paranal, Chile, os astrônomos obtiveram fotos com resolução equivalente a de um telescópio virtual com 130 metros de diâmetro. Este processo permite observar com uma nitidez 50 vezes superior ao Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA. Surpreendentemente, os resultados apurados mostram que a transferência de matéria de uma estrela para a outra neste sistema binário se dá de forma mais suave do que os cientistas pensavam.
ESO: Os Olhos cósmicos no aglomerado de Virgem revelam uma turbulenta colisão entre três galáxias
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Galáxias, Telescópios on 24/08/2011

"Os Olhos" do aglomerado de Virgem foram capturados pelo dispositivo FORS2 do Very Large Telescope do ESO.
O “Very Large Telescope” (VLT) do Observatório Europeu do Sul (ESO) capturou uma extraordinária imagem da dupla de galáxias belas e incomuns, conhecidas como “Os Olhos”. A maior delas, a NGC 4438, já foi no passado distante uma galáxia espiral, no entanto, seu formato hoje é irregular. NGC 4438 sofreu deformações severas, provocadas por colisões com outras galáxias nas últimas centenas de milhões de anos.
O programa Jóias Cósmicas do ESO liberou esta primeira imagem de uma série de iniciativas pelas quais o ESO alocou tempo de seu complexo de telescópios para divulgação científica.
Olhos infravermelhos do VISTA revelam 96 novos aglomerados estelares escondidos pelo disco da Via Láctea
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Telescópios, Via Láctea on 03/08/2011
O telescópio de rastreamento em infravermelho VISTA [1], pertencente ao ESO (Observatório Europeu Meridional) no Monte Paranal, deserto de Atacamama, no Chile, ajudou uma equipe internacional de astrônomos a descobrir 96 novos aglomerados estelares abertos escondidos pela poeira cósmica da Via Láctea. Dentro desta equipe trabalharam dois astrônomos brasileiros [2]. Estes conjuntos tênues de estrelas, invisíveis em buscas anteriores, não conseguiram escapar dos detectores infravermelhos extremamente sensíveis do mais poderoso telescópio de rastreamento do céu já construído. O VISTA tem conseguido desvendar o que está escondido pela poeira interestelar. Esta descoberta por si só é um recorde, nunca tantos aglomerados esmaecidos foram encontrados de uma só vez.
Brasil passa a fazer parte do ESO – Observatório Europeu do Sul
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Telescópios on 30/12/2010

Um grande passo para o desenvolvimento científico no Brasil! O Brasil se junta a 14 países como integrante ativo do ESO.
Excelente decisão! O Brasil finalmente assinou ontem um acordo formal de adesão e se tornou mais um país membro do Observatório Europeu do Sul (ESO). Depois da ratificação governamental, o Brasil tornar-se-á o décimo quinto Estado Membro do ESO e a primeira nação associada fora da Europa.
As 100 melhores imagens do ESO
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Galáxias, Nebulosas, Telescópios on 08/10/2010

“O pássaro”. Esta imagem é #38 na lista top 100 do ESO e retrata um triplo choque de galáxias, duas massivas galáxias espirais e uma galáxia irregular. Crédito: ESO
O ESO (observatório europeu meridional) divulgou as suas 100 melhores imagens de todos os tempos.
Para desfrutar desta magnífica seleção clique no link a seguir: http://www.eso.org/public/images/archive/top100/

Imagem#56 – A nebulosa do Caranguejo (M1) é a remanescente da supernova SN1054 que foi observada há quase 1.000 anos. A M1 reside a 6.000 anos luz de distância na constelação do Touro. Crédito: ESO
Para saber detalhes sobre a remanescente de supernova M1 leia aqui: M1: o que resulta de uma explosão de supernova?
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