Archive for category Sol

SDO: Solar Dynamics Observatory mostra detalhes de um buraco coronal, fonte do vento solar

Buraco Coronal observado pelo SDO ao final de agosto de 2010. Crédito: NASA / Goddard / Time do SDO AIA

Buraco Coronal observado pelo SDO em 23 agosto de 2010. Crédito: NASA / Goddard / Time do SDO AIA

Este poderoso buraco obscuro e ameaçador, alastrando-se pela face do Sol, revelado pelo SDO, é o que chamamos ‘buraco coronal’ (coronal hole, em inglês). O ‘buraco coronal’ é uma região de baixa densidade, se estendendo acima da superfície do Sol, onde o campo magnético solar se abre livremente no espaço interplanetário.

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Stéphane Guisard retrata o eclipse solar total na Ilha de Páscoa

Eclipse na Ilha da Páscoa por Stéphane Guisard

Eclipse na Ilha da Páscoa por Stéphane Guisard ©

Makemake, deus da mitologia da Ilha de Páscoa deve ter sorrido por alguns instantes quando as nuvens se afastaram para revelar esta visão do eclipse solar total de 11 de julho de 2010 para os apreciadores que viajaram até a Ilha de Páscoa, Oceano Pacifico.

Na frente desta dramática cena, vemos os famosos monolitos gigantes, as estatuas (Moai) partilham aqui uma vista da brilhante corona solar e o obscurecido céu diurno.

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UAU! O SDO (Solar Dynamics Observatory) revela suas primeiras visões do Sol

Imagem em multiplos comprimentos de onda EUV pelo SDO em 30 03 2010

Imagem que agrega visões do Sol em múltiplos comprimentos de onda ultravioleta extremo (EUV) pelo SDO em 30 03 2010. As 'cores-falsas' foram atribuídas para mostrar as diferentes temperaturas. Os tons vermelhos se referem a menores temperaturas (60.000K) e os azuis e verdes relacionam-se a altas temperaturas (1.000.000K). Clique na imagem para ver sua versão em alta resolução. Crédito: NASA/missão SDO

O momento tão esperado da astrofísica solar chegou: o novo observatório solar da NASA (SDO – Solar Dynamics Observatory) está em operação. E o que podemos dizer? UAU! As primeiras imagens foram liberadas pala o público, mostrando-nos visões incríveis do Sol, com close-ups extremos em detalhes jamais vistos. Há manchas solares, explosões, labaredas gigantescas de plasma ejetado, observados sob os sensores ultravioletas de amplo espectro do SDO.

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31 de março de 2009 – Atividade solar em baixa

Não Há Dia Sem História

31 de março de 2009

Atividade solar em baixa

SOHO imagem do Sol sem manchas em 03 de abril de 2009-14h24m

SOHO: imagem do Sol sem manchas em 03 de abril de 2009-14h24m

anos-com-menor-numero-de-manchas-solares

Gráfico mostra os anos com a menor contagem de manchas solares

SOHO imagem do Sol sem manchas em 31 de março de 2009

SOHO: imagem do Sol sem manchas em 31 de março de 2009

No dia 31 de março de 2009, há um ano, o observatório espacial SOHO (Solar and Heliospheric Observatory), captou uma imagem do Sol sem um único resquício de mancha solar. Não é incomum, este fenômeno está  ocorrendo com uma intensidade acima da média histórica dos ciclos solares. No ano de 2008 houve 266 dias sem manchas. Nos últimos 100 anos, só o ano de 1913 teve menos atividade solar, com 311 dias sem manchas. A partir do dia 31 de março, em um período de 90 dias, não foram verificadas manchas em 71 dias (87%). No dia 4 de abril de 2009, uma nova fotografia mostrava o mesmo panorama: no gráfico abaixo podemos ver a situação atualizada da contagem das manchas solares:

Contagem das manchas solares desde 1995

Milton W.

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SOHO revela cometa suicida na direção do Sol

soho-cometa-2010 03 12 1742

Imagem de 12 de 03 de 2010 capturada pelo satélite SOHO mostra um possível cometa da família Kreutz se dirigindo para dar um rasante no Sol. Provavelmente este cometa não sobreviverá ao encontro. Crédito: NASA/ESA/SOHO

Um cometa recém descoberto está se dirigindo para um rasante perto do Sol, um encontro que provavelmente ele não vai sobreviver.sungrazingcomet_animacao_SOHO

O cometa a bordejar o Sol está voando perto demais do mesmo para ser visível a olho nu, mas se mostra bem claro em novas fotos do Sol capturadas pelo Solar and Heliospheric Observatory (SOHO), de acordo com o site SpaceWeather.com, que relatou a descoberta na sexta-feira, 12 de março de 2010.

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27 de fevereiro – J. S. Hey faz a primeira observação das ondas de rádio do Sol

Não Há Dia Sem História

J. S. Hey e as primeiras observações da emissão de ondas de rádio pelo Sol

No dia 27 de fevereiro de 1942, há 68 anos, J. S. Hey realizou primeira observação da emissão de ondas de rádio pelo Sol.

Hey estava trabalhando com Operational Research Group do exército britânico ao analisar todas as ocorrências de bloqueio de aparelhos de radar do Exército. Um sistema de observação e registro de bloqueio foi organizado por Hey. Isto eventualmente o levou a concluir que quando o Sol estava radiante a emissão de rádio era intensa. Mais tarde, naquele mesmo ano, G.C. Southworth fez as primeiras observações bem-sucedidas da emissão de rádio-térmica do Sol, em comprimentos de onda da largura de centímetros. A próxima descoberta importante da radioastronomia consistiu na observação das fontes de emissão discretas fora do sistema solar. Em 1946, J. S. Hey, S. J. Parsons, e J. W. Phillips observaram variações na intensidade das ondas de rádio cósmicas da constelação de Cygnus. Nos dez anos seguintes, milhares de fontes discretas foram identificadas, incluindo as galáxias ativas e as supernovas.

Radioastronomia: estas quatro imagens mostram os jatos da rádio galáxia 3C293. Crédito: MERLIN/VLBI

Radioastronomia: estas quatro imagens mostram os jatos da rádio galáxia 3C293. Crédito: MERLIN/VLBI

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O Sol é uma estrela variável? O SDO (Solar Dynamics Observatory) vai esclarecer

O Sol é uma estrela variável ou não? O Observatório da Dinâmica Solar - SDO (Solar Dynamics Observatory) vai ajudar a elucidar esta questão. Crédito: NASA

O Sol é uma estrela variável ou não? O Observatório da Dinâmica Solar - SDO (Solar Dynamics Observatory) vai ajudar a elucidar esta questão. Crédito: NASA

Uma idéia não ortodoxa tem recebido o suporte entre os astrônomos. A idéia contradiz alguns ensinamentos antigos sobre o Sol e desestabiliza pensamentos de observadores, especialmente dos climatologistas.

O Sol é uma estrela variável!“, declarou categoricamente a astrofísica indiana, Dra. Lika Guhathakurta, cientista que trabalha no quartel general da NASA em Washington.

Mas o Sol nos parece tão constante, muitos afirmam…

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NOAA: como os cientistas podem prever as erupções solares (solar flares)?

Solar flare capturada em 04 de novembro de 2003 pelo observatório SOHO. Trata-se de uma explosão solar gigantesca da classe X-40. (Crédito: NASA)

Solar flare capturada em 04 de novembro de 2003 pelo observatório SOHO. Trata-se de uma explosão solar gigantesca da classe X-40. (Crédito: NASA)

Por décadas os especialistas têm procurado por sinais no Sol que poderiam indicar pistas para incrementar a previsão da ocorrência de erupções solares (solar flares — poderosas explosões de energia solar que podem supercarregar eletricamente a alta atmosfera terrestre e danificar satélites e eventualmente nos perturbar pois cada vez mais dependemos destas tecnologias).

Agora, um time de cientistas do Space Weather Prediction Center da NOAA informa ter encontrado uma técnica para prever as erupções solares (solar flares) dois a três dias antes da ocorrência, com uma precisão inédita.

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O enigma da corona solar superaquecida parte 3: A ‘chuva solar’ pode explicar o mistério?

A chuva solar pode explicar as razões do calor infernal da corona?

A atmosfera exterior do Sol, com a temperatura que chega a um milhão de graus do Sol é o último lugar onde esperaríamos encontrar algo como a chuva, no entanto a encontramos por lá sob uma forma exótica. Este fenômeno poderia ajudar a explicar por que a atmosfera exterior do Sol, a corona, é muito mais quente que a camada mais interna, próxima da superfície solar.

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O enigma da corona solar superaquecida parte 2: As nanoflamas solares explicam a alta temperatura da corona solar?

Pequenas explosões de calor e energia denominadas de nanoflamas provocam a elevação das temperaturas da atmosfera do Sol que alcançam milhões de graus de temperatura, conforme os cientistas da NASA.

Este Mapa de temperatura em cor falsa mostra a região ativa solar AR10923, observada próxima ao centro do disco solar. As regiões azuis indicam o plasma a quase 10 milhões de graus Kelvin. Crédito: Reale, et ao. (2009)

Este mapa de temperatura em cor falsa mostra a região ativa solar AR10923, observada próxima ao centro do disco solar. As regiões azuis indicam o plasma a quase 10 milhões de graus Kelvin. Crédito: Reale, et ao. (2009)

A atmosfera exterior do Sol, chamada de corona solar, está repleta de loops de gás aquecido que se formam arcos a grande altura sobre a superfície. Estes loops estão formados por hastes de tubos magnéticos menores individuais que podem atingir temperaturas de vários milhões de graus Kelvin (K), bem acima da temperatura da superfície do Sol que permanece na faixa dos 5.700º K.

As nanoflamas são pequenas e súbitas explosões de energia que tem lugar dentro destes finos tubos magnéticos na corona solar. Ao contrário das explosões solares, que podem ser observadas  com relativa facilidade através de satélites e telescópios terrestres, as nanoflamas são tão pequenas que não podem ser observadas de forma isolada. Só podemos vê-las através do efeito combinado de muitas delas ocorrendo ao mesmo tempo.

As descobertas foram apresentadas por James Klimchuk, astrofísico do Centro de Vôo Espacial Goddard em Greenbelt, Maryland em 6 de agosto de 2009, na reunião da Assembléia Geral da União Astronômica Internacional no Rio de Janeiro, Brasil.

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