Archive for category Sol
O Sol é uma estrela variável? O SDO vai esclarecer
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sol on 22 de fevereiro de 2010

O Sol é uma estrela variável ou não? O Observatório da Dinâmica Solar - SDO (Solar Dynamics Observatory) vai ajudar a elucidar esta questão. Crédito: NASA
Uma idéia não ortodoxa tem recebido o suporte entre os astrônomos. A idéia contradiz alguns ensinamentos antigos sobre o Sol e desestabiliza pensamentos de observadores, especialmente dos climatologistas.
“O Sol é uma estrela variável!“, declarou categoricamente a astrofísica indiana, Dra. Lika Guhathakurta, cientista que trabalha no quartel general da NASA em Washington.
Mas o Sol nos parece tão constante, muitos afirmam…
NOAA: como os cientistas podem prever as erupções solares (solar flares)?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sol on 26 de janeiro de 2010

Solar flare capturada em 04 de novembro de 2003 pelo observatório SOHO. Trata-se de uma explosão solar gigantesca da classe X-40. (Crédito: NASA)
Por décadas os especialistas têm procurado por sinais no Sol que poderiam indicar pistas para incrementar a previsão da ocorrência de erupções solares (solar flares — poderosas explosões de energia solar que podem supercarregar eletricamente a alta atmosfera terrestre e danificar satélites e eventualmente nos perturbar pois cada vez mais dependemos destas tecnologias).
Agora, um time de cientistas do Space Weather Prediction Center da NOAA informa ter encontrado uma técnica para prever as erupções solares (solar flares) dois a três dias antes da ocorrência, com uma precisão inédita.
O enigma da corona solar superaquecida parte 3: A ‘chuva solar’ pode explicar o mistério?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sol on 27 de outubro de 2009
A chuva solar pode explicar as razões do calor infernal da corona?
A atmosfera exterior do Sol, com a temperatura que chega a um milhão de graus do Sol é o último lugar onde esperaríamos encontrar algo como a chuva, no entanto a encontramos por lá sob uma forma exótica. Este fenômeno poderia ajudar a explicar por que a atmosfera exterior do Sol, a corona, é muito mais quente que a camada mais interna, próxima da superfície solar.
O enigma da corona solar superaquecida parte 2: As nanoflamas solares explicam a alta temperatura da corona solar?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sol on 19 de agosto de 2009
Pequenas explosões de calor e energia denominadas de nanoflamas provocam a elevação das temperaturas da atmosfera do Sol que alcançam milhões de graus de temperatura, conforme os cientistas da NASA.

Este mapa de temperatura em cor falsa mostra a região ativa solar AR10923, observada próxima ao centro do disco solar. As regiões azuis indicam o plasma a quase 10 milhões de graus Kelvin. Crédito: Reale, et ao. (2009)
A atmosfera exterior do Sol, chamada de corona solar, está repleta de loops de gás aquecido que se formam arcos a grande altura sobre a superfície. Estes loops estão formados por hastes de tubos magnéticos menores individuais que podem atingir temperaturas de vários milhões de graus Kelvin (K), bem acima da temperatura da superfície do Sol que permanece na faixa dos 5.700º K.
As nanoflamas são pequenas e súbitas explosões de energia que tem lugar dentro destes finos tubos magnéticos na corona solar. Ao contrário das explosões solares, que podem ser observadas com relativa facilidade através de satélites e telescópios terrestres, as nanoflamas são tão pequenas que não podem ser observadas de forma isolada. Só podemos vê-las através do efeito combinado de muitas delas ocorrendo ao mesmo tempo.
As descobertas foram apresentadas por James Klimchuk, astrofísico do Centro de Vôo Espacial Goddard em Greenbelt, Maryland em 6 de agosto de 2009, na reunião da Assembléia Geral da União Astronômica Internacional no Rio de Janeiro, Brasil.
Fotos do eclipse total do Sol em 22 de julho de 2009
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Lua, Sol on 22 de julho de 2009

Nessa fantástica imagem, o satélite de observação solar orbital Hinode, da agência espacial japonesa (JAXA), capturou a imagem da Lua atravessando o Sol neste eclipse de 22 de julho de 2009. Crédito: JAXA/NASA

Imagem feita por Donald Gardner que mostra o momento do eclipse onde se vê o 'anel-de-diamante'. Local: Huangshan, Anhui, China Jul. 22, 2009

Nesta imagem o observatório orbital solar Hinode nos mostra o 'anel-de-diamante' do eclipse do século. Crédito: JAXA/NASA
Confira a fantástica galeria de imagens do eclipse do século na Spaceweather.com, aqui.
Universe Today também publicou um coleção de imagens e vídeos que vale a pena conferir:
4 de julho é o dia do afélio solar, mas o que isso significa para nós?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sol on 3 de julho de 2009
Periélio e Afélio Terra x Sol: qual é a diferença?

Mosaico mostra uma comparação do tamanho visual do Sol no periélo (147.095.271 km) de 04 de janeiro de 2008 e no afélio (152.091.174 km) em 04 de julho de 2009. Crédito: Enrique Luque Cervigón
Amanhã, 4 de julho de 2009, a Terra estará na posição mais afastada do Sol no ano. Essa posição da Terra em relação ao Sol é chamada de afélio.
Em sua órbita elíptica a Terra aproxima-se e afasta do Sol, mas isso, na verdade, não afeta as estações do ano em nosso amado planeta. As estações do ano são efetivamente determinadas pela inclinação do eixo de rotação da Terra e não pela sua distância em relação ao Sol. Assim, em julho, temos o inverno no Sul e verão no hemisfério norte do planeta. Por outro lado, isto significa que em 04 de julho o Sol poderá ser observado em seu menor tamanho aparente.
A imagem composta acima compara os tamanhos do Sol obtidos pelo mesmo telescópio e câmera nas datas do periélio (a maior aproximação) e do afélio em 2008. As legendas na imagem espelham as distâncias em quilômetros da Terra ao Sol nas duas datas. Embora seja dificílimo de perceber, a mudança no tamanho aparente do Sol entre Periélio e Afélio é notória. A diferença relativa do diâmetro solar chega a ser mais de 3%.
Imagem:
APOD: Perihelion and Aphelion – Crédito © Enrique Luque Cervigón
As sondas STEREO observam a primeira atividade de grande porte do ciclo solar 24 no lado oculto do Sol
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Sol on 29 de junho de 2009

A sonda solar STEREO B observou uma ejeção de massa coronal (CME - coronal mass ejection), na erupção solar de 5 de maio de 2009. A CME produziu uma tempestade de radio de larga escala, tipo II. A fonte da CME é uma região ativa solar (vista em verde mais claro nesta imagem obtida em 07/05 pela STEREO Behind, via dispositivo EUVI 195). Crédito: NASA/STEREO
O Sol tem se mantido muito calmo ultimamente… Assim, a visão de uma nova atividade solar de maior intensidade depois de um longo período de calmaria é saudada pelos meteorologistas espaciais. O fato marcante, contudo, é que a tempestade solar foi vista primeiro no lado oculto do Sol pela sonda solar STEREO!
Uma das sondas gêmeas STEREO da NASA (Solar TErrestrial RElations Observatory) acompanhou recentemente a primeira manifestação de atividade solar de grande porte do ciclo solar 24. Em 05 de maio de 2009 a sonda STEREO-B observou uma explosão de rádio tipo II e uma brilhante e rápida ejeção de massa coronal (CME – coronal mass ejection) que aconteceu no lado oculto do Sol (aquele que não conseguimos ver a partir dos telescópios terrestres). Essa região da ocorrência do fenômeno tornou-se visível para os observadores na Terra a partir de 8 de maio.
Vejamos a seguir mais detalhes deste fenômeno e apreciar fantásticos vídeos da atividade solar em quicktime…
Novas manchas solares? Não! São a Atlantis e o Hubble em trânsito
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Exploração Espacial, Sol on 15 de maio de 2009
O fotógrafo que fez essa fantástica imagem, Thierry Legault, usou um telescópio refrator de 5 polegadas com filtro solar e uma câmera digital Canon 5D Mark II.
Sondas espaciais STEREO procuram restos de um misterioso protoplaneta chamado Theia
Posted by EYE in -►Astronomia e Espaço, Asteróides, Exploração Espacial, Sol on 12 de abril de 2009

Implantação dos painéis das sondas STEREO. Crédito: Johns Hopkins, University Applied Physics Laboratory. Crédito: Dr. C. J. Eyles, University de Birmingham
Como a Lua se formou? A principal hipótese “Giant Impact Theory” propõe que no início da formação do Sistema Solar, um protoplaneta com a dimensão de Marte impactou com a Terra. Os restos da colisão, uma mistura do material de ambos os corpos, foram arremessados para fora da órbita da Terra e se aglutinaram dando origem a Lua. Em breve esta teoria poderá ser testada, resolvendo talvez a questão de como a Lua se formou. Duas sondas gêmeas, da NASA, estão prestes a entrar em regiões do espaço conhecidos como Pontos de Lagrange onde os restos deste misterioso protoplaneta podem estar escondidos. As sondas denominadas Solar Terrestrial Relations Observatory, ou simplesmente STEREO, passarão pelos pontos L4 e L5 onde a gravidade do Sol e da Terra se une formando vazios gravitacionais onde asteróides e poeira espacial tendem a recolher-se.






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