Archive for category Sistema Solar

A missão Stardust relata resultados que indicam as origens caóticas do Sistema Solar

Mapa mineral de amostra do cometa P81/Wild2 coletada pela missão Stardust em cores falsas sobreposto numa montagem de imagens obtidas pelo instrumento TEM (Transmission Electron Microscope). Crédito: Laboratório Nacional Lawrence Livermore

Mapa mineral de amostra do cometa P81/Wild2 coletada pela missão Stardust em cores falsas sobreposto em uma montagem de imagens obtidas pelo instrumento TEM (Transmission Electron Microscope). Crédito: Laboratório Nacional Lawrence Livermore

Os astrônomos em geral estimam que os cometas sejam alguns dos corpos mais antigos e primitivos no Sistema Solar. Agora, novos resultados das análises das amostras do Cometa 81P/Wild 2 coletados pela sonda Stardust indicam que material do Sistema Solar interior foi transportado até as regiões de formação cometária pelo menos 1,7 milhões de anos depois da formação dos corpos sólidos mais antigos do Sistema Solar.

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WISE revela seu primeiro cometa: o “P/2010 B2 (WISE)”

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A mancha avermelhada no centro desta imagem é a imagem do primeiro cometa descoberto pelo observatório espacial WISE da NASA. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA

Há alguns dias o observatório WISE descobriu seu primeiro asteróide, o 2010 AB78. Agora, o time do WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA informou sobre a descoberta de seu primeiro cometa, um dos muitos cometas que esta missão promete encontrar, além de milhões de outros objetos celestes, durante sua pesquisa de todo-o-céu no espectro do infravermelho.

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A procura do Planeta X: poderá um mundo do tamanho da Terra estar orbitando no Sistema Solar Exterior?

Concepção artística de Sedna (NASA). Corpos massivos, como Sedna, orbitam além da órbita de Plutão.

Concepção artística de Sedna (NASA). Corpos massivos, como Sedna, orbitam além da órbita de Plutão.

Alguns astrônomos especulam que talvez exista um planeta do tamanho de Marte ou da Terra poderia estar espreitando nos limites de nosso Sistema Solar. No entanto, até os mais avançados telescópios espaciais lançados em 2009 têm poucas possibilidades de encontrar um objeto em tais distâncias.

Um mundo como esse, se porventura existir, teria possivelmente uma órbita muito além de Plutão ou dos planetas anões similares no que orbitam no Sistema Solar exterior. Provavelmente seria um mundo que nos lembraria uma versão criogênica de Marte ou a Terra, no melhor caso, um lugar inadequado para a existência da vida como a conhecemos. Além disso, este corpo não estaria solitário.

“Quando nós formos escrever a história definitiva do Sistema Solar, é muito mais provável que existam cerca dos 900 planetas a mais que os clássicos 9 planetas com os quais crescemos sabendo”, disse Alan Stern, cientista planetário, eleito em 2007 entre as 100 pessoas mais influentes no mundo segundo a revista Times.

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Se fossemos obrigados a desocupar a Terra, para onde iríamos?

A habitabilidade no Sistema Solar. Crédito: UPR Arecibo, NASA PhotoJournal

A habitabilidade no Sistema Solar. Crédito: UPR Arecibo, NASA PhotoJournal

Se os seres humanos fossem obrigados a desocupar a Terra, onde seria o próximo lugar em nosso Sistema Solar para nós vivermos melhor? Um estudo da Universidade de Porto Rico em Arecibo proporcionou uma avaliação quantitativa da habitabilidade para identificar os habitats potenciais em nosso Sistema Solar. O Professor Abel Mendez, que produziu o estudo, também analisou a forma como a habitabilidade da Terra mudou no passado, e constatou que em alguns períodos a habitabilidade da Terra foi até mesmo melhor do que hoje.

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Partículas ultra primitivas são encontradas na poeira cósmica coletada em vôos de grande altura

Partículas de poeira interplanetária com grãos componentes pré-solares

Aqui temos as imagens a partir do microscópio eletrônico de duas partículas de poeira cósmica E1 (painel A) e G4 (painel B) bem como os mapas (painéis C e D) espectroscópicos da massa iônica secundária. O isótopo de oxigênio das partículas E1 (C) e G4 (D) mostram respectivamente quatro e sete regiões isotopicamente anômalas, indicadas pelos círculos e por isso foram identificadas como grãos com origem pré-solar. A barra de escala tem 2 mícrons.

Amostras de pó interestelar coletadas por aeronaves que realizam vôos em grandes altitudes têm encontrado freqüentemente relíquias do antigo Cosmos, de acordo com cientistas do Instituto Carnegie.

Este pó estratosférico inclui diminutos grãos que provavelmente se formaram no interior de estrelas que viveram e morreram muito antes do nascimento do nosso Sol, assim como o material de nuvens moleculares do espaço interestelar. Este material “ultra primitivo” provavelmente seguiu à deriva pelo espaço interplanetário até a atmosfera da Terra passando através da trilha de pó do cometa periódico 26P/Grigg-Skjellerup, dando aos cientistas uma raríssima oportunidade de estudar pó de origem cometária em laboratório.

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Novas discussões sobre a formação do Sistema Solar parte 2: Marte e Mercúrio foram formados das sobras da Terra e Vênus?

Ao olhar a comparação acima dos 4 planetas telúricos várias dúvidas surgem: Vênus tem um diâmetro de 95% do da Terra e 81,5% da massa terrestre. Até aqui tudo bem... Mas e os outros dois? Mercúrio e Marte são planetas nanicos! Mercúrio tem apenas 5,5% da massa da Terra. Marte tem somente 10,7% da massa terrestre. Quais seriam as razões destas discrepâncias se o disco de matéria do Sistema Solar primordial, segundo a teoria tradicional, se distribuiu uniformemente? Há algo errado neste modelo?

Ao olhar a comparação acima dos 4 planetas telúricos várias dúvidas surgem: Vênus tem um diâmetro de 95% do da Terra e 81,5% da massa terrestre. Até aqui tudo bem... Mas e os outros dois? Mercúrio e Marte são planetas nanicos! Mercúrio tem apenas 5,5% da massa da Terra. Marte tem somente 10,7% da massa terrestre. Quais seriam as razões destas discrepâncias se o disco de matéria do Sistema Solar primordial, segundo a teoria tradicional, se distribuiu uniformemente? Há algo errado neste modelo?

Introdução – o debate em 2009 da Divisão de Ciências Planetárias:

O Sistema Solar primordial foi uma verdadeira galeria de tiro. Nossa lua se formou quando um objeto, denominado Theia, do tamanho de Marte chocou-se com a Terra e ejetou para o espaço uma gigantesca nuvem escombros que por acresção criou o nosso único satélite natural. Agora, no recente encontro anual (2009) da Divisão de Ciências Planetárias em Fajardo, Porto Rico, Erik Asphaug, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz reportou que o objeto (Theia) chocou-se com a Terra em uma velocidade bem baixa. Se a velocidade fosse maior os escombros teriam sido expelidos para o espaço interplanetário, isto é, seriam ejetados em velocidade superior a velocidade de escape do nosso planeta e assim, não teríamos a nossa Lua. Com esta afirmação Asphaug reacendeu a discussão sobre “Por que Vênus não tem nenhuma lua?”. Como é que Vênus conseguiu desviar-se de todos os demais objetos do Sistema Solar primordial? A resposta é simples, segundo Asphaug: Vênus não escapou dos violentos choques… Talvez até Vênus pode ter tido um destino ‘pior que o nosso’, tendo talvez ejetado um outro planeta (?) E onde está este tal planeta agora? Será Mercúrio o resultado de uma colisão sofrida por Vênus? Afinal, Mercúrio se formou a partir de uma colisão entre Vênus e o outro objeto ou mesmo a partir de um segundo impacto sofrido pela Terra? Marte e Mercúrio foram formados dos restos da Terra e Vênus?.

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Navegando nos mares alienígenas de Titã

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Dados obtidos por radar pela sonda Cassini permitiram a criação desta visão colorizada do Ligeia Mare. O lago de metano/etano líquido está mostrado em azul. Crédito: NASA/JPL/USGS

Imagine-se em um barco terrestre navegando em um mar alienígena…

Algo como isso poderá acontecer já em 2022 se Ellen Stofan (geóloga planetária da Proxemy Research) conseguir convencer as agências espaciais a empreender tal aventura. Stofan tem a visão de uma nova missão a Titã, lua de Saturno, o único local do Sistema Solar conhecido que apresenta superfície líquida além da Terra. O metano e etano líquidos na superfície de Titã, revelados pela sonda robótica Cassini, formam mares tão grandes como o Mar Negro ou Grandes Lagos da América do Norte.

O mar Negro é um mar interior entre o sudeste da Europa e a Ásia Menor. Conecta-se com o Mar Mediterrâneo pelo Bósforo e o Mar de Mármara, e ao Mar de Azov pelo estreito de Kerch.  Há um importante fluxo de água através do Bósforo, 200 km³ por ano e de água doce das áreas adjacentes, especialmente da Europa Central e Oriental, totalizando 320 km³ por ano. O Mar negro tem uma área de 436.400 km² e uma profundidade máxima de 2.206 metros.

O mar Negro é um mar interior entre o sudeste da Europa e a Ásia Menor. Conecta-se com o Mar Mediterrâneo pelo Bósforo e o Mar de Mármara, e ao Mar de Azov pelo estreito de Kerch. Há um importante fluxo de água através do Bósforo, 200 km³ por ano e de água doce das áreas adjacentes, especialmente da Europa Central e Oriental, totalizando 320 km³ por ano. O Mar negro tem uma área de 436.400 km² e uma profundidade máxima de 2.206 metros.

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Novas discussões sobre a formação do Sistema Solar parte 1: por que Vênus não tem nenhuma lua?

Venus Magellan north pole

Imagem feita por radar de Vênus, gerada pela sonda Magalhães, revela a superfície do planeta em cor falsa a partir do seu pólo norte. Vênus gira no mesmo sentido dos ponteiros de relógio em volta de seu pólo norte, enquanto os demais planetas do Sistema Solar (exceto Urano que gira deitado, com eixo a 98º) rodam no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. Crédito da imagem: NASA

Introdução – o debate em 2009 da Divisão de Ciências Planetárias:

O Sistema Solar primordial foi uma verdadeira galeria de tiro. Nossa lua se formou quando um objeto, denominado Theia, do tamanho de Marte chocou-se com a Terra e ejetou para o espaço uma gigantesca nuvem escombros que por acresção criou o nosso único satélite natural. Agora, no recente encontro anual (2009) da Divisão de Ciências Planetárias em Fajardo, Porto Rico, Erik Asphaug, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz reportou que o objeto (Theia) chocou-se com a Terra em uma velocidade bem baixa. Se a velocidade fosse maior os escombros teriam sido expelidos para o espaço interplanetário, isto é, seriam ejetados em velocidade superior a velocidade de escape do nosso planeta e assim, não teríamos a nossa Lua. Com esta afirmação Asphaug reacendeu a discussão sobre “Por que Vênus não tem nenhuma lua?”. Como é que Vênus conseguiu desviar-se de todos os demais objetos do Sistema Solar primordial? A resposta é simples, segundo Asphaug: Vênus não escapou dos violentos choques… Talvez até Vênus pode ter tido um destino ‘pior que o nosso’, tendo talvez ejetado um outro planeta (?) E onde está este tal planeta agora? Será Mercúrio o resultado de uma colisão sofrida por Vênus? Afinal, Mercúrio se formou a partir de uma colisão entre Vênus e o outro objeto ou mesmo a partir de um segundo impacto sofrido pela Terra? Marte e Mercúrio foram formados dos restos da Terra e Vênus?.

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National Geographic publicou um mapa que mostra os 50 anos da Exploração Espacial

50 anos de Exploracao Espacial - National Geographic - clique neste imagem para acessar o mapa.

50 anos de Exploracao Espacial - National Geographic - clique neste imagem para acessar o mapa.

Em outubro de 1957 a União Soviética iniciou a Era Espacial com o lançamento do Sputnik. Desde então várias espaçonaves se aventuraram através do Sistema Solar e além. Tentar visualizar todas estas viagens pode dar alguma dor-de-cabeça, assim que tal então mostrar tudo isso em um só desenho bem elaborado?

Assim, para facilitar as coisas, o National Geographic criou um mapa que pode ser ampliado (via zoom) com as informações sobre a exploração robótica do espaço. Parece até uma figura psicodélica se olharmos à distância, mas ative a opção de ‘zoom’ e siga para conferir as diferentes missões aos diversos locais do Sistema Solar.

Veja também as missões que estão atualmente em operação, como a New Horizons em sua longa viagem para visitar Plutão. As veneráveis sondas Voyager 1 e 2 também estão ilustradas aqui.

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Haumea: uma enorme mancha escura vermelha detectada no planeta-anão deixa os astrônomos intrigados

Mosaico mostra a mancha vermelha de Haumea observada ao longo do seu dia de 3,9 horas

Mosaico mostra a mancha vermelha de Haumea observada ao longo do seu dia de 3,9 horas

Uma área vermelha escura encontrada no planeta anão Haumea parece ser mais rica em minerais e componentes orgânicos que o resto de sua superfície congelada. Como Haumea é tão pequeno está tão longe este plutóide aparece nos telescópios como apenas um singelo ponto de luz, mas a mancha foi descoberta através das medições das mudanças no seu brilho durante seu rápido giro. As pequenas porém persistentes diferenças indicam que a mancha escura é mais avermelhada na luz visível e mais azulada nos comprimentos de onda na faixa do infravermelho.

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