Archive for category Saturno
Saturno em oposição em 22 de março
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Saturno, Sistema Solar on 12 de março de 2010

Saturno em oposição - 22 de março de 2010
Nos próximos dias, Saturno vai entrar em oposição, colocando-se em uma posição exatamente oposta ao Sol no céu terrestre. A oposição acontecerá na segunda-feira, dia 22 de março, as 00h16min.
Vários efeitos interessantes se apresentam com a oposição de Saturno. Principalmente, teremos Saturno nascendo ao pôr-do-sol e se pondo ao nascer-do-sol, por isso o planeta Senhor do Anéis será visível toda a noite para qualquer localidade do globo. Assim, no pôr-do-sol, Saturno está a nascer ao leste e no sol nascente está se pondo a oeste. À meia-noite (local), Saturno estará no alto no céu ao Sul [no hemisfério Norte], ou no alto no céu ao norte [no hemisfério Sul].
Cassini revela detalhes das fraturas em Enceladus que expelem vapor d’água e elementos orgânicos
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Saturno on 26 de fevereiro de 2010

A quente fratura Bagdá em Enceladus: nesta imagem original vemos um mosaico que combina dados de alta resolução do espectrômetro infravermelho composto, a bordo da nave espacial Cassini da NASA, bolsões de calor aparecem ao longo de uma das misteriosas fraturas na região polar sul da lua Enceladus de Saturno. Crédito da imagem: NASA / JPL / GSFC / SWRI / SSI
Imagens recentemente divulgadas do “flyby” da Cassini por Enceladus em novembro de 2009 revelam uma “floresta” de novos jatos expelidos por suas fraturas proeminentes que atravessam a região polar sul e fornecem o mais detalhado mapa de temperaturas já levantado até agora para uma dessas fraturas.
As novas imagens da equipe de imagem e da equipe do espectrômetro infravermelho também incluem a melhor imagem tridimensional já obtida de uma das “listas de tigre”, uma fissura que liberta partículas geladas, vapor d’ água e elementos orgânicos. Existem também imagens de regiões antes não tão bem mapeadas em Enceladus, incluindo uma região a Sul com padrões tectônicos grosseiramente circulares.
“Enceladus continua a nos surpreender,” afirmou Bob Pappalardo, cientista do projeto Cassini no JPL da NASA em Pasadena, Califórnia, EUA. “A cada passagem rasante da Cassini, aprendemos mais sobre suas atividades extremas e o que existe nesta estranha lua.”
Missão Cassini ganha verbas adicionais e tem seu prazo estendido até 2017
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Saturno on 7 de fevereiro de 2010

A câmera grande angular da sonda Cassini capturou 75 exposições em série para fazer este mosaico de Saturno, dos anéis, e algumas das suas luas, 36 horas depois do equinócio de Saturno, quando o disco solar estava exatamente por cima do equador do planeta e a 20 graus acima do plano dos anéis. Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute
A NASA vai prolongar a missão internacional Cassini-Huygens, a Saturno e às suas luas, até 2017. O orçamento de 2011 da agência espacial prevê um aditivo de 60 milhões de dólares por ano para o estudo continuado do planeta “Senhor dos Anéis”.
“Esta é uma missão que continuamente fornece resultados científicos surpreendentes e imagens de cortar a respiração”, afirmou Jim Green, diretor da divisão de ciência planetária na sede da NASA em Washington. “As históricas descobertas e espetaculares imagens deste viajante espacial têm revolucionado nosso conhecimento de Saturno e das suas luas.”
Cassini revela Reia ressurgindo por trás de Titã
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Saturno on 9 de janeiro de 2010

Cassini capturou esta bela imagem da lua Reia ressurgindo por trás de Titã. Crédito: NASA/missão Cassini
Nesta rara imagem tomada pela sonda robótica Cassini a lua de Saturno Reia ressurge após a ocultação pela mega-lua Titã.
Cientistas de Caltech explicam a desconcertante assimetria dos lagos de Titã
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Saturno on 3 de dezembro de 2009

Os hemisférios norte e sul de Titã, que mostram uma grande disparidade entre a abundância de lagos no norte e a sua escassez no sul. A hipótese apresentada favorece o fluxo longo-termo de hidrocarbonetos voláteis, predominantemente metano, de um hemisfério para o outro. Recentemente, a direção do transporte tem sido do sul para norte, mas o efeito foi o reverso disto há dezenas de milhares de anos. Crédito: NASA/JPL/Caltech/UA/SSI
Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, do JPL (Jet Propulsion Laboratory) da NASA, e de outros institutos, sugerem que a excentricidade da órbita de Saturno em torno do Sol possa ser responsável pela distribuição assimétrica dos lagos nas regiões polares sul e norte de sua maior lua, Titã. O artigo que descreve a nova teoria foi publicado na edição de 29 de Novembro da revista Nature Geoscience.
A alongada órbita de Saturno em torno do Sol submete distintas áreas de Titã a diferentes intensidades de luz solar e isto afeta os ciclos de precipitação e evaporação nestas regiões. Os cientistas julgam que variações semelhantes a esta, na órbita terrestre, geram em nosso planeta longos ciclos de eras do gelo.
O surpreendente conteúdo dos mares e lagos de Titã
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Saturno on 21 de novembro de 2009
Os lagos de Titã possuem alguns componentes químicos surpreendentes, de acordo com os últimos dados enviados pela sonda robótica Cassini que estuda Saturno, suas luas e anéis.
Um dos exóticos atrativos de Titã, lua de Saturno, é a possibilidade de que esta lua gigante tenha oceanos e lagos com ondas, não muito diferentes dos da Terra. Desde a década de 90, os Astrônomos descartaram a possibilidade de existir um oceano global em Titã usando medições por radar tomadas a partir da Terra, porém a possibilidade haver de lagos por lá ainda permanecia. Com certeza, em 2005, a sonda robótica Cassini observou uma grande área similar a um lago conhecido como Ontario Lacus perto do pólo sul. A partir daí temos observado muitos outros lagos de menor tamanho.
Exército multifuncional de robôs exploradores irá invadir Titã
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Saturno on 29 de outubro de 2009
Uma verdadeira armada de robôs poderá um dia voar sobre os cumes das montanhas de Titã, lua de Saturno, cruzar suas vastas dunas e navegar em seus mares.
Wolfgang Fink, físico do Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena, EUA, diz que estamos à beira de uma grande revolução científica na exploração planetária e que a próxima geração de exploradores robóticos não será em nada parecida como vemos atualmente.
“A maneira pela qual iremos explorar outros mundos amanhã irá ter um gosto diferente de qualquer bebida que já tenhamos experimentado”, disse Fink, recentemente nomeado como Professor Notável Edward e Maria Keonjian em microeletrônica da Universidade do Arizona em Tucson, EUA. “Nós estamos saindo das abordagens tradicionais de espaçonaves robóticas únicas [como a Opportunity em Marte] sem redundâncias e comandadas [pelos engenheiros] aqui na Terra e estaremos adotando novos modelos que permitem levar consigo múltiplos robôs de baixo custo, auto-comandados ou que comandam outros robôs, para explorar vários locais ao mesmo tempo”.
Fink e os membros de sua equipe da Caltech, do USGS (U.S. Geological Survey) e da Universidade do Arizona, estão desenvolvendo software de inteligência artificial e construíram uma plataforma de ensaio robótica que pode simular um robô-geólogo ou um robô-astronauta, capazes de trabalhar independentemente e como parte de um grupo maior de robôs. Este software permitirá a um robô pensar por si próprio, identificar problemas e possíveis riscos, determinar áreas de interesse e priorizar alvos para estudos mais detalhados.
Hoje a exploração robótica funciona da seguinte forma: os engenheiros enviam uma seqüência de comandos a um jipe-robô-explorador ou uma sonda, para executar certas tarefas e depois esperam que sejam executadas. Eles têm pouca ou nenhuma flexibilidade na mudança do seu “plano de jogo” à medida que os eventos se desenrolam em tempo real. Por exemplo, nos cenários de observação de um desmoronamento em ação, de uma erupção criovulcânica à medida que ela se desenvolve ou para investigar um evento de liberação de metano.
Navegando nos mares alienígenas de Titã
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Saturno, Sistema Solar on 17 de outubro de 2009

Dados obtidos por radar pela sonda Cassini permitiram a criação desta visão colorizada do Ligeia Mare. O lago de metano/etano líquido está mostrado em azul. Crédito: NASA/JPL/USGS
Imagine-se em um barco terrestre navegando em um mar alienígena…
Algo como isso poderá acontecer já em 2022 se Ellen Stofan (geóloga planetária da Proxemy Research) conseguir convencer as agências espaciais a empreender tal aventura. Stofan tem a visão de uma nova missão a Titã, lua de Saturno, o único local do Sistema Solar conhecido que apresenta superfície líquida além da Terra. O metano e etano líquidos na superfície de Titã, revelados pela sonda robótica Cassini, formam mares tão grandes como o Mar Negro ou Grandes Lagos da América do Norte.

O mar Negro é um mar interior entre o sudeste da Europa e a Ásia Menor. Conecta-se com o Mar Mediterrâneo pelo Bósforo e o Mar de Mármara, e ao Mar de Azov pelo estreito de Kerch. Há um importante fluxo de água através do Bósforo, 200 km³ por ano e de água doce das áreas adjacentes, especialmente da Europa Central e Oriental, totalizando 320 km³ por ano. O Mar negro tem uma área de 436.400 km² e uma profundidade máxima de 2.206 metros.
Cassini revela imagens surpreendentes do anel F de Saturno afetado pelas luas pastoras Pandora e Prometeu
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Saturno on 9 de outubro de 2009
Duas luas pastoras continuam a afetar o anel F de Saturno, como podemos ver nesta imagem enviada pela sonda robótica Cassini. A lua Pandora, que fica fora do anel, junto com a lua Prometeu, na parte interna, periodicamente criam as perturbações mostradas acima. O satélite em forma da batata Prometeu empurra o material do anel e deixa para trás um canal escuro. Durante sua órbita de 14,7 horas em torno de Saturno, a lua Prometeu (102 km de diâmetro) atinge o ponto mais distante do planeta Saturno, na posição chamada de apokrone (ou apoastro) Nesta posição, a mais próxima do anel F a sua gravidade torna-se forte o suficiente para desenhar um fluxo de material fora da região principal do anel F.
Spitzer descobre um anel gigantesco em Saturno, o anel senhor de todos os anéis!
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Saturno on 7 de outubro de 2009
Um anel colossal de escombros rodeando Saturno foi encontrado pelo observatório espacial SPITZER da NASA, Trata-se do maior anel planetário do Sistema Solar. Este disco pode ser uma pista decisiva que explica a curiosa aparência ‘duas caras’ da lua em ‘preto e branco’ Japeto (Iapetus) de Saturno, onde um de seus hemisférios se apresenta muito mais escuro que o lado oposto.







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