Archive for category Nebulosas

Ou4: A Nebulosa da Lula Gigante por Romano Corradi

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http://apod.nasa.gov/apod/ap140718.html

Mosaico da Nebulosa da Lula OU4. Créditos: Romano Corradi (IAC), Nicolas Grosso, Agnès Acker, Robert Greimel e Patrick Guillout

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Uma misteriosa aparição que nos lembra uma lula etérea é esta nebulosa bem tênue mas de grande tamanho nos céus.

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Nesta composição de imagens, formando um mosaico, capturada pelo telescópio Isaac Newton de 2,5 metros, vemos uma área correspondente a 2,5 luas cheias na direção da constelação de Cepheus.

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ESA: Herschel detecta novas moléculas em volta de estrelas antigas

http://www.esa.int/spaceinimages/Images/2014/06/Herschel_observations_of_Helix_Nebula

A Nebulosa da Hélice foi recentemente analisada. Esta imagem sobrepõe a captura em comprimentos de onda de 250 micrômetros usando o instrumento SPIRE do Herschel a uma imagem da nebulosa pelo Hubble. O espectro corresponde à região exterior da Nebulosa Hélix realçada na imagem do SPIRE. Foi identificado  o íon molecular OH+, necessário para a formação da água. Créditos: Imagem do Hubble: NASA/ESA/C.R. O’Dell (Vanderbilt University), M. Meixner & P. McCullough (STScI); Imagem do Herschel: ESA/Herschel/SPIRE/MESS Consortium/M. Etxaluze et al.

Usando o telescópio espacial Herschel, os astrônomos da Agência Espacial Europeia (ESA) detectaram a presença de uma molécula vital para a formação de água (o íon OH+), nas cinzas de estrelas moribundas, as anãs brancas.

Quando estrelas medianas, como o nosso Sol, se aproximam do fim de vida, acabam por se tornar em densas anãs brancas. Neste processo, liberam para o espaço as suas camadas exteriores de pó e gás, criando um caleidoscópio de matéria com complicados padrões, formando gigantescas nuvens conhecidas como nebulosas planetárias.

Na verdade, as nebulosas planetárias não têm nada que ver com planetas, mas foram assim ‘batizadas’ no final do século XVIII pelo astrônomo William Herschel, porque, para ele, no seu telescópio, lembravam objetos circulares ondulados, de certa maneira parecidos como os planetas do nosso Sistema Solar.

Agora, mais de dois séculos depois, as nebulosas planetárias analisadas através do telescópio espacial que leva seu nome, o observatório Herschel, revelam seus segredos químicos.

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A poderosa câmera  ArTeMiS do telescópio APEX captura o brilho frio da formação estelar

http://www.eso.org/public/images/eso1341a/

Esta imagem da região de formação estelar NGC 6334 é uma das primeiras imagens científicas do instrumento ArTeMiS montado no APEX. A imagem mostra o brilho detectado no comprimento de onda de 0,35 milímetros, emitido pelas densas nuvens de grãos de poeira interestelar. As novas observações da ArTeMiS estão a laranja e foram sobrepostas a uma imagem da mesma região obtida no infravermelho próximo pelo telescópio VISTA do ESO, instalado no Paranal. Créditos: ArTeMiS team/Ph. André, M. Hennemann, V. Revéret et al./ESO/J. Emerson/VISTA/Cambridge Astronomical Survey Unit

O dispositivo ArTeMiS [1] instalado recentemente no APEX (Atacama Pathfinder Experiment) forneceu uma bela imagem detalhada da Nebulosa da Pata do Gato.

O APEX é um telescópio de 12 metros de diâmetro instalado em grande altitude no deserto do Atacama. O APEX opera nos comprimentos de onda nas bandas do milímetro e submilímetro, o que corresponde as faixas entre a radiação infravermelha e as ondas rádio do espectro eletromagnético, fornecendo aos astrônomos uma ferramenta valiosa para observar o Universo.

A ArTeMiS [1] é uma câmera de grande angular que trabalha na região submilimétrica do espectro, uma adição importante ao conjunto de instrumentos do APEX, fazendo aumentar a profundidade e detalhe com que se poderá observar. A rede de detectores de nova geração da ArTeMiS atua mais como uma câmera CCD do que a geração anterior de detectores, o que permitirá fazer mapas do céu de campo largo mais depressa e com muito mais pixels.

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Adam Block apresenta as paisagens cósmicas M16 e a Nebulosa da Águia

http://apod.nasa.gov/apod/image/1406/m16_32block.jpg

M16 e a Nebulosa da Águia por Adam Block. Créditos: Adam Block, Mt. Lemmon SkyCenter, Univ. Arizona

O aglomerado estelar M16 tem ‘apenas’ cerca de 2 milhões de anos de idade e está cercado por nuvens cósmicas de poeira e gás brilhante conhecidas como a Nebulosa da Águia.

Esta belíssima e detalhada imagem desta região inclui esculturas cósmicas que se tornaram famosas sob os olhos do Telescópio Espacial Hubble.

Densas colunas de poeira se elevam próximas do centro com anos luz de tamanho e são descritas como “trombas de elefante” ou “Pilares da Criação”.

Dramaticamente, estas massivas nuvens estão colapsando para formar estrelas.

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IC 2220: VLT mostra a detalhes da Nebulosa da Caneca de Toby

http://www.eso.org/public/images/eso1343a/

Situada a cerca de 1.200 anos-luz de distância da Terra na constelação meridional de Carina (a Quilha), a “Nebulosa da Caneca de Toby” (IC 2220) é um exemplo de uma nebulosa de reflexão. Trata-se de uma nuvem de gás e poeira iluminada do interior por uma estrela central, a HD 65750. Crédito: ESO

O Very Large Telescope do ESO (VLT) capturou esta bela imagem bastante detalhada da Nebulosa da Caneca de Toby, uma nuvem de gás e poeira que envolve uma estrela gigante vermelha. Esta imagem mostra a estrutura em arco caraterística da nebulosa, a qual, fiel ao seu nome, se parece de fato com uma caneca.

Situada a cerca de 1.200 anos-luz na direção da constelação meridional de Carina (a Quilha), a Nebulosa da Caneca de Toby, conhecida pelo nome formal IC 2220, é um belo exemplo de uma nebulosa de reflexão. Trata-se de uma nuvem de gás e poeira iluminada do interior por uma estrela chamada HD 65750. Esta estrela, do tipo conhecido por gigante vermelha, tem cinco vezes a massa do nosso Sol e encontra-se em uma fase muito mais avançada da sua vida, apesar idade relativamente jovem (em relação ao nosso Sol) de cerca de 50 milhões de anos [1].

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A Cabeça do Cavalo em infravermelho pelo Hubble

http://www.spacetelescope.org/static/archives/images/screen/heic1307a.jpg

Visão em infravermelho da Nebulosa Cabeça de Cavalo (Barnard 33). Crédito: NASA/ESA/Hubble Heritage Team (AURA/STScI)

Esta é uma visão inédita que mostra uma parte da constelação de Órion bastante conhecida de todos nós: a Nebulosa Cabeça do Cavalo (Barnard 33).

Esta imagem fez parte das celebrações do 23º aniversário do Hubble.

Elevando-se como um gigantesco cavalo marinho rodeado por turbulentas ondas de gás e poeira cósmica a nebulosa Barnard 33 tem sido alvo de inúmeras observações.

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A nebulosa planetária Abell 36 mostra uma visão de como Sistema Solar ficará quando o Sol morrer

http://skycenter.arizona.edu/gallery/Nebulae/Abell36

A nebulosa planetária Abell 36 – Créditos©: Adam Block, Mt. Lemmon SkyCenter, Univ. Arizona

Este belo manto em torno de uma estrela moribunda, originalmente similar ao nosso Sol, forma a bela nebulosa planetária Abell 36. Esta nuvem de escombros estelares reside a 800 anos luz de distância na direção da constelação de Virgem.

Abell 36 se espalha por uma área com um diâmetro de 1,5 anos luz nesta precisa visão telescópica.

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Robert Gendler e Roberto Colombari apresentam a fábrica de estrelas Messier 17

http://apod.nasa.gov/apod/image/1405/m17_gendlercolombari_3500.jpg

Paisagem cósmica mostra Messier 17. Os dados originais foram gerados pelos observatórios Subaru (NAOJ) e Hubble. O processamento da imagem foi conduzido por Robert Gendler & Roberto Colombari

O que está acontecendo no centro desta nebulosa?

Esculpida pela radiação e pelos ventos estelares, esta fábrica de estrelas, conhecida como Messier 17 (NGC 6618) reside a 5.500 anos-luz na direção da constelação rica em nebulosas de Sagitário (Sagittarius).

A esta distância a imagem cobre uma área de quase 100 anos-luz de largura.

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A fantástica imagem da nebulosa do Cone pelo Hubble

http://apod.nasa.gov/apod/image/1405/cone_hubbleschmidt_4048.jpg

A Nebulosa do Cone fotografada pelo Hubble. Créditos: Hubble Legacy Archive, NASA, ESA / Processamento executado por Judy Schmidt

Estrelas nascem no gigantesco pilar de poeira cósmica denominado Nebulosa do Cone, que reside a 2500 anos-luz na constelação do Unicórnio (Monoceros).

Cones, pilares, e majestosos formatos de fluxos preenchem os berçários estelares onde a nuvens de gás e poeira são agitadas pelos ventos energéticos provenientes das estrelas recém nascidas.

Nebulosa do Cone, um conhecido cenário deste fenômeno, reside na região brilhante de formação estelar NGC 2264, em nossa galáxia. O Cone foi capturado em detalhes inéditos nesta composição em close-up construída a partir de várias observações do Observatório Espacial Hubble.

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O belíssimo halo da nebulosa de emissão NGC 6164

http://apod.nasa.gov/apod/ap140522.html

NGC 6164 por Martin Pugh & Rick Stevenson

A belíssima nebulosa de emissão NGC 6164 foi criada por uma rara estrela muito quente e luminosa, uma super-gigante azul, classe O7, chamada de HD 148937, cerca de 40 vezes mais massiva que o nosso Sol.

Vista aqui no centro de uma nuvem cósmica, esta estrela jovem tem ‘apenas’ 3 a 4 milhões de anos de idade. Dada sua enorme massa a poderosa estrela já está no meio de sua vida na sequência principal. Dentro de cerca de 3 a 4 milhões de anos a estrela explodirá gerando uma formidável supernova.

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