Archive for category Nebulosas
Berçário estelar em Messier 78 revelado pelo APEX
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Nebulosas on 12/05/2012
Nebulosa da Águia: a conjugação de imagens de vários observatórios fornece uma nova visão de um ícone cósmico
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas, Telescópios on 22/01/2012
A Nebulosa da Águia (M16) foi retratada agora de forma inédita em um esforço conjunto de vários observatórios espaciais e terrestres

A impressionante imagem inédita captada pelo XMM-Newton e pelo Herschel. Créditos: infravermelho extremo: ESA/Herschel/PACS/SPIRE/Hill, Motte, HOBYS Key Programme Consortium; raios-X: ESA/XMM-Newton/EPIC/XMM-Newton-SOC/Boulanger
Em 1995, a imagem da Nebulosa da Águia, capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, tornou-se uma das mais icónicas imagens do século vinte, tendo sido “batizada” de: «Os Pilares da Criação». Agora, dois observatórios da ESA (Agência Espacial Européia) trouxeram novas informações sobre este enigmático berçário de estelar.
A Nebulosa da Águia reside a 6.500 anos-luz de distância, na direção da constelação da Serpente. A nebulosa contém o jovem aglomerado estelar NGC 6611, também visível através de modestos telescópios de menor porte. Este aglomerado ilumina a poeira e o gás em volta, resultando em uma enorme cavidade, alicerçada em pilares, cada um com vários anos luz de comprimento.
ESO: Telescópio VISTA revela detalhes inéditos da nebulosa da Hélice (Helix) no infravermelho
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 19/01/2012
O telescópio VISTA do ESO instalado no Monte Paranal, Chile, obteve esta nítida visão da Nebulosa da Hélice (Helix). Capturada nas frequências do espectro infravermelho e processada para sofrer colorização, esta imagem revela filamentos de gás nebular mais frio, invisíveis em imagens convencionais capturadas em telescópios óticos [veja A Nebulosa da Helix revelada por Ed Henry via observatório Hay Creek], ao mesmo tempo que nos mostra um fundo rico em estrelas e galáxias, antes escondidas pelo véu de poeira e gás.
VLT do ESO captura imagens precisas da nebulosa de Ômega
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 04/01/2012

Esta imagem da M17 (Nebulosa de Ômega) é uma das mais nítidas já obtidas a partir de um telescópio terrestre. Crédito: ESO
A nebulosa de Ômega capturada pelo Very Large Telescope do ESO (VLT) é uma das imagens mais aguçadas deste objeto, obtida a partir de um telescópio terrestre. A intrigante foto mostra as regiões centrais rosadas e esfumaçadas deste belo berçário estelar e revela com uma riqueza ímpar esta paisagem astronômica composta por nuvens de gás, poeira e estrelas jovens.
A nebulosa da Gaivota revelada por Michael Sidonio
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 12/01/2011
Esta larga expansão de gás e poeira iluminada mostra uma paisagem vista do planeta Terra, com o nome sugestivo de Nebulosa da Gaivota (IC 2177). Este retrato cósmico do pássaro marinho cobre 1,6 graus do céu através do plano da Via Láctea na direção aproximada de Sírius, a estrela alfa da constelação de Cão Maior (α Canis Majoris).
A Nebulosa da Helix revelada por Ed Henry via observatório Hay Creek
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 09/01/2011
Há uma estrela similar ao Sol agonizante que reside a 700 anos luz da Terra, na constelação de Aquarius. Nos seus últimos milhares de anos esta estrela moribunda ejetou suas camadas externas e produziu a Nebulosa Helix (NGC 7293 ou Caldwell 63). O que vemos aqui trata-se de um exemplo amplamente estudado de nebulosa planetária, uma estrutura filamentar de matéria que se forma tipicamente nas fases finais da evolução de estrelas semelhantes ao Sol.
ESO: Telescópio VISTA de infravermelho busca objetos variáveis e revela detalhes da Nebulosa da Lagoa
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas, Via Láctea on 06/01/2011

Nebulosa da Lagoa em infravermelho rastreada pelo VISTA dentro do programa VVV (Variáveis VISTA na Via Láctea) de procura por objetos variáveis. Créditos: ESO/VVV/Cambridge Astronomical Survey Unit
Esta nova imagem infravermelha da Nebulosa da Lagoa foi obtida num estudo da Via Láctea que durará 5 anos e que está a ser realizado com o telescópio VISTA do ESO instalado no Observatório do Paranal, no Chile. Esta é uma pequena parte de uma imagem muito maior da região que rodeia a nebulosa, a qual é por sua vez apenas uma parte de um vasto rastreamento realizado pelo VISTA.
NGC 2170: uma natureza morta cósmica revelada por Adam Block
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 04/01/2011

Natureza morta cósmica na constelação de Monoceros (Unicórnio). Clique na imagem para ver a foto em alta resolução. Crédito: Adam Block
A empoeirada nebulosa NGC 2170 brilha (acima e à esquerda) nesta belíssima ‘pintura celestial’. Melhor dizendo, esta ‘natureza morta cósmica’ parece ter sido criada por um pincel espacial.
Refletindo a luz das estrelas quentes próximas, a nebulosa NGC 2170 se agrupa com outras nebulosas de reflexão azuladas e uma região compacta de emissão avermelhada. A estas nuvens se somam vários filetes de poeira escura os quais formam silhuetas negras contra um fundo de estrelas.
Alessandro Falesiedi captura imagem da poeira das estrelas na constelação de Áries
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Nebulosas on 26/11/2010
Esta composição de poeira das estrelas cobre quase 2° nos céus, perto das bordas da constelação zodiacal de Áries e do plano da Via Láctea.
NGC 6357: a massiva estrela tríplice PISMIS 24-1 esculpe as formas de sua própria nebulosa
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Nebulosas on 21/11/2010
Embora as causas sejam desconhecidas, a nebulosa NGC 6357 tem formado algumas das estrelas mais massivas já descobertas. Uma destas estrelas (HDE 319718) formidáveis reside perto do centro da NGC 6357 e foi capturada na imagem acima escavando seu castelo interestelar próprio com sua radiação energética nas vizinhanças repletas de poeira e gás cósmico. Na nebulosa principal, os intrincados filamentos são formados pelas complexas interações entre os ventos interestelares, pressão de radiação, campos magnéticos e a gravidade.







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