Archive for category Matéria Escura

NGC 1232 – grande galáxia espiral revelada pelo VLT

A grande galáxia espiral NGC 1232 capturada pelo VLT do ESO

 As galáxias são fascinantes não apenas pelo que é visível mas também pelo que é invisível. A galáxia grande espiral NGC 1232capturada em detalhes pelo telescópio de 8,2 metros Antu do complexo Very Large Telescope, é um bom exemplo. Aqui o visível é dominado por milhões de estrelas brilhantes e poeira escura, agrupadas nos braços espirais que giram em torno do centro galáctico.

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Física: a matéria escura pode ser o gatilho na formação de estrelas estranhas de quark?

Diagrama compara o tamanho e composição de uma estrela de nêutrons com os de uma 'estrela estranha'. Crédito: CXC/M Weiss

Diagrama compara o tamanho e composição de uma estrela de nêutrons com os de uma ‘estrela estranha’. Crédito: CXC/M Weiss

 A energia necessária para converter uma estrela de nêutrons em um objeto que é conhecido como uma ‘estrela estranha’ ou ‘estrela estranha de quarks’, pode vir da aniquilação de partículas de matéria escura. Esta foi uma conclusão a que chegou um novo estudo de físicos da Espanha, Reino Unido e EUA, o qual propõe que o mecanismo de conversão pode ser uma boa maneira de definir um limite inferior para a massa das partículas massivas que interagem fracamente com a matéria (os WIMPs). Os WIMPs são um dos elementos considerados como candidatos a compor a matéria escura.

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Como interagem os buracos negros supermassivos e a matéria escura que os cerca?

Distorção do espaco tempo por um buraco negro supermassivo. Crédito: Felipe Esquivel Reed

Distorção do espaco tempo por um buraco negro supermassivo no centro galáctico. Crédito: Felipe Esquivel Reed

Os astrônomos estimam que cerca de 23% do Universo consiste de uma misteriosa “matéria escura”, um material invisível (pois não interage com a radiação eletromagnética) que só é detectado através de sua influência gravitacional sobre sua vizinhança. Agora, dois astrônomos pertencentes a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) encontraram uma indicação de como a matéria escura se comporta na vizinhança de buracos negros supermassivos que residem nos núcleos das galáxias. Suas idéias foram publicadas em uma carta na revista Monthly Notices of Royal Astronomical Society.

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Física: Teoria da Relatividade Geral foi confirmada para as grandes escalas cósmicas

A imagem acima mostra um mapa parcial da distribuição das galáxias na pesquisa cósmica SDSS (Sloan Digital Sky Survey), atingindo uma distância de até 7 bilhões de anos luz. A quantidade de aglomerados de galáxias que observamos hoje é uma assinatura de como a gravidade atuou ao longo do tempo cósmico e permite a testar se a relatividade geral atua sobre estas escalas. Crédito: M. Blanton, Sloan Digital Sky Survey

A imagem acima mostra um mapa parcial da distribuição das galáxias na pesquisa cósmica SDSS (Sloan Digital Sky Survey), atingindo uma distância de até 7 bilhões de anos luz. A quantidade de aglomerados de galáxias que observamos hoje é uma assinatura de como a gravidade atuou ao longo do tempo cósmico e permite a testar se a relatividade geral atua sobre estas escalas. Crédito: M. Blanton, Sloan Digital Sky Survey

Uma equipe de astrofísicos dos EUA e da Suíça descobriu que a teoria da relatividade geral de Einstein funciona consistentemente nas escalas tão grandes como aquelas que separam as galáxias, em estudo publicado na  revista Nature. Para realizar o estudo, os pesquisadores se basearam em uma amostra de 70.000 galáxias, tendo definido um novo parâmetro de quantificação.

Um grupo de cientistas do Observatório da Universidade de Princeton (E.U.A.) e do Instituto de Física Teórica da Universidade de Zurique (Suíça) testou a teoria da relatividade geral de Einstein e concluiu que a teoria efetivamente funciona em grandes escalas, entre 2 e 50 megaparsecs ≈ 6,5 a 150 milhões de anos-luz (1 parsec = 3,2616 anos luz) em um desvio para o vermelho de z~0,32.

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Galáxias furtivas vizinhas espreitam a Via Láctea e escapam da detecção

A nossa galáxia, a Via Láctea, brilha gloriosamente no céu noturno. No entanto, galáxias obscuras vizinhas podem ser tênues demais para serem vistas. Aqui vemos o Panorama de todo o céu criado por Axel Mellinger a partir de 3.000 imagens

A nossa galáxia, a Via Láctea, brilha gloriosamente no céu noturno. No entanto, galáxias obscuras vizinhas podem ser tênues demais para serem vistas. Aqui vemos um fantástico panorama de todo o céu criado por Axel Mellinger a partir de 3.000 imagens que ele gerou ao longo de 22 meses. Crédito ©Axel Mellinger.

Embora nossos poderosos telescópios sejam capazes de detectar galáxias distantes nos confins de Universo, cuja luz pode levar até 13 bilhões de anos para chegar até nós, eles às vezes se mostram ineficientes ao tentar ver o que acontece em nossa vizinhança. Novos cálculos estimam que centenas de galáxias anãs vizinhas bem próximas podem estar escapando da detecção devida a sua tênue luminosidade intrínseca.

Em 2008, em entrevista no Instituto de Astrofísica de Canárias, Steven R. Majewski falou da influência das galáxias satélites anãs na formação da Via-Láctea e salientou a provável existência de galáxias escuras, ou seja, galáxias constituídas essencialmente de matéria escura.

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TED: Patricia Burchat esclarece sobre Matéria Escura e Energia Escura

Patricia Burchat no TED

Patricia Burchat no TED

O excelente site TED colocou legendas em Português em diversas palestras. Assim, nós aproveitamos para divulgar a excepcional aula da Patrícia Burchat sobre Energia Escura e Matéria Escura.

A física Patricia Burchat elucida dois ingredientes básicos de nosso universo: a matéria escura e a energia escura. Formando 96% do universo, elas não podem ser medidas diretamente, mas sua influência é imensa.

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As estrelas primodiais alimentadas pela matéria escura conteriam os segredos do Universo?

Visão artística do Universo Primordial. Crédito: Adolf Schaller NASA-MSFC

Visão artística do Universo Primordial. Crédito: Adolf Schaller NASA-MSFC

As primeiras estrelas do Universo podem ter sido muito diferentes das estrelas que vemos na atualidade, até podem trazer pistas para compreender algumas das misteriosas características do Cosmos. Estas “estrelas obscuras”, teorizadas pela primeira vez em 2007, poderiam crescer e até tornar-se muito maiores que as estrelas modernas. Assim estas estrelas primordiais poderiam ter sido alimentadas por partículas de matéria escura que se aniquilariam em seu interior, no lugar da fusão nuclear. No início do Universo, as estrelas obscuras devem ter emitido luz visível como o Sol, mas atualmente sua luz estaria desviada de forma extrema para o vermelho (pelo efeito Doppler da velocidade da expansão do Universo), chegando até nós na faixa de freqüências do infravermelho. Desta forma, considerando este desvio, as estrelas primordiais seriam obscuras para nós, isto é, invisíveis para nós à primeira vista.

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Experimento QUaD: os cosmologistas descobrem mais evidências para a Matéria Escura

Os pesquisadores do QUaD usaram o telescópio de 2,6 metros mostrado aqui para ver a temperatura e polarização do fundo de microondas cósmico, uma tênue relíquia brilhante do denso e quente universo jovem. (Crédito: Imagem cortesia de Nicolle Rager Fuller, NSF)

Os pesquisadores do QUaD usaram o telescópio de 2,6 metros mostrado aqui para ver a temperatura e polarização do fundo de microondas cósmico, uma tênue relíquia brilhante do denso e quente universo jovem. Crédito da imagem: Nicolle Rager Fuller, NSF

Um grupo de pesquisadores usando como base as medidas da radiação de fundo de microondas cósmico (uma tênue relíquia brilhante do denso e quente Universo jovem) diz que seus resultados proporcionam um apoio ao modelo cosmológico do Universo, uma previsão de que a matéria escura e a energia escura formam cerca de 95% de tudo o que existe, enquanto que a matéria convencional constitui apenas 5% do todo.

Conforme publicaram na revista The Astrophysical Journal, os pesquisadores deste projeto utilizaram o telescópio QUaD e publicaram mapas detalhados da radiação de fundo de microondas cósmico (CMB). Os cientistas centraram suas medidas nas variações de temperatura da CMB e a polarização para conhecer a distribuição de matéria nos primórdios do Universo.

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Estará a Via Láctea condenada a sofrer o bombardeio cósmico?

FIGURA 1: Esta imagem de uma simulação em supercomputador mostra a densidade da Matéria Escura da Via Láctea. A variação do brilho (azul -> violeta -> vermelho -> amarelo) corresponde à taxa crescente da concentração da matéria. A região central mais brilhante corresponde aproximadamente à matéria convencional brilhante (bariônica) dos gases e estrelas. As bolhas ao redor indicam as galáxias anãs satélites orbitando a Via Láctea, o que chamamos de ‘subestrutura galáctica’. A simulação prevê que os halos de matéria escura das galáxias espirais estão espalhados, preenchidos com centenas de subestruturas de matéria escura que passam através do disco estelar da galáxia, deixando sua assinatura e trazendo perturbações durante o processo. Crédito: Stelios Kazantzidis, Universidade do Estado de Ohio, EUA.

Esta imagem de uma simulação em supercomputador mostra a densidade da Matéria Escura da Via Láctea. A variação do brilho (azul -> violeta -> vermelho -> amarelo) corresponde à taxa crescente da concentração da matéria. A região central mais brilhante corresponde aproximadamente à matéria convencional brilhante (bariônica) dos gases e estrelas. As bolhas ao redor indicam as galáxias anãs satélites orbitando a Via Láctea, o que chamamos de ‘subestrutura galáctica’. A simulação prevê que os halos de matéria escura das galáxias espirais estão espalhados, preenchidos com centenas de subestruturas de matéria escura que passam através do disco estelar da galáxia, deixando sua assinatura e trazendo perturbações durante o processo. Crédito: Stelios Kazantzidis, Universidade do Estado de Ohio, EUA.

À medida que os cientistas tentam aprender mais sobre a evolução e desenvolvimento das galáxias e em particular o conhecimento sobre a nossa galáxia, há uma questão que permanece em aberto: as colisões com galáxias satélites anãs vizinhas irão um dia fragmentar o disco da Via Láctea?

Não será bem assim… Há um novo estudo que sugere que este infeliz destino não acontecerá.

Embora os astrônomos considerem que tais colisões já tenham ocorrido diversas vezes no passado, as novas simulações computacionais mostraram que em vez de destruir a galáxia, estas colisões na verdade “incharam” (estufaram) o disco galáctico, principalmente em torno das bordas e produziram estruturas chamadas ‘anéis estelares’.

Este novo estudo tenta resolver dois mistérios: o provável destino da Via Láctea associado às influências de suas galáxias-satélite (tais como a Grande Nuvem de Magalhães, a mais massiva) e a origem das suas bordas estufadas, “tipo algodão-doce”, que os astrônomos já observaram em outras galáxias no Universo e as chamaram de “brilhos fulgurantes”.

O estudo também conclui que a misteriosa matéria escura, a qual constitui a maior parte da matéria do Universo, desempenha também aqui um papel importante nas interações galácticas.

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O ‘gole escuro cósmico’ foi responsável pela formação dos buracos negros supermassivos primordiais?

Imagem de simulação computacional que mostra uma nuvem de gás caindo dentro de um buraco negro supermassivo

Imagem de simulação computacional que mostra uma nuvem de gás caindo dentro de um buraco negro supermassivo

Não! O “gole cósmico” não é uma campanha de venda de refrigerantes ou bebidas… O “Dark gulping” (gole escuro / deglutição negra cósmica / o trago negro) é uma hipótese inovadora sobre como os gigantescos buracos negros centrais das galáxias primordiais surgiram a partir do colapso da matéria escura.

Os buracos negros supermassivos são um mistério. Esses behemoths cósmicos conseguem empacotar massas de bilhões de sóis e ficam espreitando os cosmos no centro das galáxias, como a Via Láctea. Os cientistas não sabem ao certo como eles surgiram e nem como eles conseguiram ficar tão massivos.

Um processo chamado ‘Dark Gulping’ (Gole Negro) poderá resolver o mistério sobre como os buracos negros supermassivos se formaram quando o Universo tinha menos de 1 bilhão de anos de idade.

Dr. Curtis Santox apresentou novo estudo na European Week of Astronomy and Space Science na Universidade de Hertfordshire em Hatfield.

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